Resultados da Sondagem da Greve de Dia 21

No passado dia 15 lancei esta sondagem para perceber a intenção dos leitores do blogue em fazer a greve do dia de amanhã.

Os resultados entre o Não e o SIM não andavam muito distantes antes da marcação dos serviços mínimos, tendo aumentado o número de professores que disseram não aderir à greve após essa marcação.

Nessa altura ainda não estavam marcados os serviços mínimos e os resultados agora apresentados podem não representar a realidade do dia de amanhã.

Apesar dos serviços mínimos marcados os docentes podem efectuar greve a qualquer outro serviço que não se relacione com os exames nacionais e as provas de aferição.

 

Comunicação nº 6 do JNE/2017

 

E se fizerem greve a todo o restante serviço e tiverem de cumprir os serviços mínimos não deixarão de receber parte do vencimento desse dia pelo cumprimento dos serviços mínimos.

E de todas as reuniões realizadas hoje entre ME, FENPROF e FNE a única cedência do ME parece ter sido esta.

 

João Dias da Silva referiu que o Ministério apenas aceitou uma sugestão da FNE relacionada com a portaria que define os rácios do pessoal não docente.

 

 

 

 

 

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4 comentários

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    • luisa borges on 21 de Junho de 2017 at 0:52
    • Responder

    Os serviços mínimos vieram ‘esvaziar’ substancialmente esta greve. Em termos de danos causados e impacto mediático. Mas atestam uma realidade. Há pelo menos o reconhecimento de que os professores desempenham um papel tão importante na sociedade portuguesa … que não se pode – literalmente .- (sobre)viver sem eles … Pelo menos em época de exames. De tudo o que fazemos, só mesmo o serviço de exames é essencial. Os nossos sindicatos estão vazios de ideias e de capacidade mobilizadora. Uma greve interessante seria mesmo uma greve a tudo o que não fosse ‘essencial’ à sobrevivência da ‘escola’. Bastava uma hora. Nas escolas, todos sentados no chão durante uma hora aprazada (de preferência levávamos uma almofada, porque estamos velhos para estas coisas). E depois continuávamos com as nossas vidinhas. No dia seguinte,à mesma hora, a mesma coisa. Se fosse mesmo generalizado, a Judite estava garantida.

    • SapinhoVerde on 21 de Junho de 2017 at 10:15
    • Responder

    Não concordo que “vigilâncias de exames” sejam considerados serviços mínimos.

    É positivo que haja mais funcionários não docentes, mas que sejam “contratados” e não que sejam os “inscritos a segurança social” (chamemos-lhe assim) a assegurar tais funções. Estes “funcionários ? ! ? !” além de (possivelmente) não terem formação / vocação para desempenhar tal cargo, será que se sentem motivados?

      • franmarques on 21 de Junho de 2017 at 12:30
      • Responder

      SAPINHO VERDE ..vigilancias de examespor assistentes operacionais?? ou tecnicos? o q o calor faz…ah..ah..ah

    • Carla Malaquias on 21 de Junho de 2017 at 15:11
    • Responder

    Com os serviços mínimos a greve fica esvaziada de sentido, principalmente no 2º, 3º ciclo e secundário. Quem não tem serviço de exames hoje, certamente terá noutros dias e hoje, possivelmente terá conselhos de turma de avaliação.
    Ora, quem não foi abrangido pelos serviços mínimos, não vai fazer greve aos CT porque os de hoje passariam para 6ª F. Muitos colegas nossos, mesmo que tenham vigilâncias na 6ª f, de tarde já estão livres e não querem ficar na escola a fazer CT. Quem não tem vigilâncias e já acabou as reuniões de avaliação já está em modo de descanso e não vai fazer greve…
    Greve a sério deveria ser durante o período normal de aulas, sem exames pelo meio…mas aí não me parece que haja coragem dos sindicatos para a convocarem…

    Quanto ao rácio do pessoal não docente, se não for acompanhado de medidas sérias para a integração de pessoal nos quadros, não vai trazer nada às escolas. Vai sim, fazer com que haja mais gente encostada pelos corredores sem fazer nada…
    Explico – nos agrupamentos com transferência de competências para as autarquias, na área do pessoal não docente, dos quadros só existem praticamente os que já eram dos quadros do ministério e que passaram para o quadro da autarquia. Os outros, que serão mais com esta suposta revisão do rácio, são do desemprego e dos rendimentos sociais…bastará às autarquias pedirem 15 em vez de 10…e como sabemos, quem conhece estas situações, isso não vem resolver nada…a maior parte destas pessoas não querem ir para as escolas (ir trabalhar!!!), estão melhor em casa que recebem na mesma…

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