Ponto de Situação da Greve

Nos comentários deste artigo podem ir dando conta de como a greve de hoje está a afectar as vossas escolas.

Os serviços mínimos estão a ser aplicados aos exames de Física-Química, Geografia e História da Cultura e das Artes, assim como à prova de aferição de Matemática e Estudo do Meio do 2º Ano.

Hoje a larga maioria das escolas do 2º e 3º ciclos do ensino básico encontra-se em reuniões de avaliação onde não se aplicam estes serviços mínimos. A minha reunião das 8:20 foi adiada por haver 3 docentes em greve.

Nas provas de equivalência a frequência não se aplicam os serviços mínimos.

Também em funcionamento normal podem encontrar-se as turmas do pré-escolar, do 1º, 3º e 4º anos, mas muito provavelmente pela necessidade de haver professores vigilantes dessas turmas do 1º ciclo muitos alunos poderiam ter ficado sem aulas,

É possível nesta altura fazer-se um balanço do que se passa nas vossas escolas?

 

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40 comentários

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    • rui filipe on 21 de Junho de 2017 at 11:44
    • Responder

    A melhor greve que se poderá fazer, será a das eleições autárquicas, de 1 de outubro próximo. Não votando PS, mas recordando e votando, nos partidos que sempre apoiaram os professores.Entre outros exemplos: 40 anos de serviço e 60 anos de idade, não são suficientes para obter a aposentação? Mesmo hoje, quantos professores reunirão estas condições?E cada ano que passe, não haverá professores a poderem aposentar-se com 60 anos, com estas regras dos 40 de serviço e 60 de idade.Então, por que não publicam já, esta lei? Para mais, uma profissão maioritariamente do género feminino, em que as mulheres, de um modo geral, têm um duplo trabalho: o de casa e o da escola.Há que dar lugar aos mais novos. Então estes, com que idade se irão aposentar? 80 anos,90?! Haja respeito.
    Como disse o falecido Papa Paulo VI:”Homens sede dignos”.Políticos sede dignos.

      • augusta on 21 de Junho de 2017 at 12:36
      • Responder

      Ó rui filipe que diz “Não votando PS, mas recordando e votando, nos partidos que sempre apoiaram os professores.”
      Todos precisamos de saber quais são esses partidos. E se pensa que vai encontrar um ministro da educação melhor que o Tiago, está muuuuito enganado. Já que fala em recordação, é só recorrer à memória para ver o que os anteriores fizeram pela educação em Portugal.

        • Fátima Carvalho on 21 de Junho de 2017 at 14:11
        • Responder

        Concordo. Um dos melhores ministros, conhecedor do mundo.

          • A on 21 de Junho de 2017 at 21:50

          Claro que a greve foi um flop. Ninguém fica bem, PCP, BE, PS, FENPROF e FNE. Já agora, a FENPROF e a FNE podem continuar a pedir concurso ilegais de vinculação extraordinária, a malta de quadro está a adorar ver tanto interesse nessa palhaçada e pouco nas subidas de escalão.

          • Bruno on 21 de Junho de 2017 at 21:54

          É verdade, então quem entra na carreira nos concursos ilegais é reposto na carreira quando durante dez anos não houve subidas de escalão??? Primeiro deviam pedir que os professores de quadro que entraram normalmente, concorrendo para longe de casa, fossem indemnizados por não estarem à anos nos escalões correspondentes e só depois é que embandeiravam em reposições para os coitados dos extraordinários, que deram sempre aulas ao pé de casa e que não quiseram efetivar antes, viva a geringonça (ou como eu prefiro chamar “caliqueira”).

          • fadinho on 21 de Junho de 2017 at 21:50

          Vou tocar um fadinho pra ti. Tu mereces.
          Vou tocar “Amar pelos DOIS”
          .
          http://www.minhodigital.com/sites/default/files/styles/panopoly_image_half/public/news_articles/41-arcos-tiago-brandao.jpg?itok=v6Mz8ArO

        • rui filipe on 23 de Junho de 2017 at 22:50
        • Responder

        De acordo colega.Não estou a falar do CDS nem do PSD.Esperemos que estes , nunca mais voltem a ser governo.

      • Fátima Carvalho on 21 de Junho de 2017 at 14:10
      • Responder

      Em que partido devemos votar??????

      • José Macedo on 21 de Junho de 2017 at 14:43
      • Responder

      Custa-me fazer intervenção política num forum de docentes e educação. No entanto, gostaria de lembrar ao colega que foi com o PS que se alcançou muito do que se conquistou ao nível do estatuto e ao nível remuneratório. Concordo que não é o que todos queremos mas é muito mais do que recebemos com os governos do PSD e do CDS (aí só perdemos).

        • Claudia Machado on 21 de Junho de 2017 at 18:06
        • Responder

        O PS do sr. Sócrates e da srª Maria de Lurdes Rodrigues? Nunca jamais em tempo algum! Tenho boa memória. Aliás, já avisei cá em casa: se me ouvirem dizer que vou votar no PS novamente, internem-me porque estou doente com certeza!

        • rui filipe on 21 de Junho de 2017 at 19:42
        • Responder

        Eu sublinho , um voto de protesto.Claro que tem de ser à esquerda do PS, mas não é “vinculativo”.Concordo que o PS fez bastante, mas pode e deve fazer mais. O exemplo que dou, dos 40 anos de serviço e 60 de idade, só irá ” apanhar”,colegas, daqui a cerca de 3 anos.Não mexe nada com os próximos orçamentos.Esta é a minha opinião, mas como sou democrata, respeito a dos outros e quem possa, apreciar melhor.

        • Lurdinhas XUXALISTA on 21 de Junho de 2017 at 21:46
        • Responder

        Fui eu que vos salvei do cataclismo. Viva o Partido XUXALISTA

        https://farm4.staticflickr.com/3921/15071130949_0bbeb3b588.jpg

          • rui filipe on 23 de Junho de 2017 at 22:53

          Só de olhar esta cara, dá-me vómitos! Mas o maior culpado foi o Sócrates, não nos esqueçamos.

    • Abel José Santos Leite on 21 de Junho de 2017 at 12:00
    • Responder

    Boa, diz-me lá qual é esse partido para eu votar nele…

    • Alerta on 21 de Junho de 2017 at 16:10
    • Responder

    Esta GREVE foi uma espécie de SIMULACRO e foi positivo que assim tivesse decorrido.

    Os EXAMES realizaram-se. Os alunos estiveram tranquilos.

    Em Abrantes tudo como dantes.

    Desconheço se nas Escolas Primárias os Professores Primários e/ou Regentes Escolares fizeram greve (nomeadamente aquele do Grito do Ipiranga).
    Nos Jardins de Infância as BABÁS (antigas AMAS) mesmo que façam greve não afetam a aplicação das provas/Exames.

    Conclusão:

    ZERO + ZERO = ZERO

      • memória on 21 de Junho de 2017 at 16:26
      • Responder

      Quem fez a carreira única foi o PSD e o Sr. Cavaco Silva em 1987 , parece coisa do PCP mas não.As auxiliares de educadoras do jardim de infância em 1982 por um decreto do PS (salvo o erro da deputada Eurídice qualquer coisa) fizeram um curselho de 9 meses e ficaram equiparadas a educadoras de infância.Com a ajuda do Sr. Cavaco Silva puderam prosseguir os estudos estão hoje no 9º escalão com 50 e poucos anos .O PCP apenas ajudou os professores de Trabalhos Manuais equiparando-os a bacharéis.Portanto batam palmas ao PS e PSD.Se os professores do secundário são burros ninguém tem culpa…
      Tivessem lutado na altura certa pelos seus direitos…

      • Fátima Carvalho on 21 de Junho de 2017 at 18:47
      • Responder

      Tanta prepotência!!!!!!!!!!!!!!

        • Alerta on 21 de Junho de 2017 at 19:14
        • Responder

        .
        Fatinha deves ser professorinha do “grupo de recrutamento dos martelinhos” (o mesmo grupo do camarada Mário)

        Como eu te compreendo!
        .

      • rui filipe on 23 de Junho de 2017 at 23:05
      • Responder

      V. Exª é mais estúpido que uma porta.Só por causa de si, vou criar uma fundação, e você vai ser o primeiro a ganhar o grande prémio, da estupidez!
      Foi alguma ” Professora Primária , ou Regente, ou Babá”, que lhe pôs os cornos? Ah, como eu lamento.Mas pode sempre, meter um dedo , pelo c* acima, O.K? Vai ver, que lhe vai fazer bem.

        • Alerta on 24 de Junho de 2017 at 0:55
        • Responder

        Dedico-te esta musica meu querido ruisinhuuuuuuuuuu
        .
        https://www.youtube.com/watch?v=dC2jJuTe2O0

          • rui filipe on 24 de Junho de 2017 at 13:03

          Só aceito dedicatórias de lindas” regaças”.
          Tem um bom S. João, mas cuidado com os martelinhos!

    • Emplastro por Paixão on 21 de Junho de 2017 at 16:22
    • Responder

    .
    DE QUE GREVE É QUE ESTÃO A FALAR?

    DIGAM-ME ONDE ESTÃO OS GREVISTAS PARA EU IR PARA LÁ.
    .
    https://pbs.twimg.com/profile_images/644325808883019776/kaJxIrp9.jpg

    • Piquete de Greve on 21 de Junho de 2017 at 16:27
    • Responder

    GREVE = ZERO

    “No Porto, na secundária Clara de Resende, onde as greves de funcionários públicos e de professores costumam ter impacto no seu normal funcionamento, a paralisação não se fez sentir, cumprindo-se todos as provas programadas, quer os exames do 11.º como a prova de equivalência do 9.º ano.

    O nervoso existia entre alunos do 11.º ano, mas apenas pela incerteza dos conteúdos dos exames marcados para hoje e não pela greve.

    A greve também não se fez sentir no Agrupamento de Escolas de Benfica, em Lisboa, onde à hora marcada os alunos entraram nas salas de aula para realizar os exames nacionais e as provas de aferição.”

    http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/professores/fenprof-diz-que-ha-centenas-de-escolas-encerradas-devido-a-greve

      • Piquete de Greve on 21 de Junho de 2017 at 16:30
      • Responder

      GREVE = ZERO

      Greve dos professores sem impacto nos exames nacionais

      A greve dos professores não teve impacto nos exames nacionais do décimo primeiro ano que se realizaram esta quarta-feira em muitas escolas secundárias.

      https://www.rtp.pt/noticias/pais/greve-dos-professores-sem-impacto-nos-exames-nacionais_v1009538

    • Alerta on 21 de Junho de 2017 at 17:19
    • Responder

    .
    Este SIMULACRO DE GREVE foi UMA ESTRONDOSA DERROTA DAS DUAS GRANDES CENTRAIS SINDICAIS – FENPROF e FNE

    E foi UMA ESTRONDOSA DERROTA DA FENPROF e FNE porque os PROFESSORES DO 2º 3º CICLO E ENSINO SECUNDÁRIO deixaram de ser PAPALVOS

    Nunca é demais lembrar que:

    De um total de 33 países da OCDE, a grande maioria (23 países!) detém um regime de vencimentos diferenciado em favor dos Professores do Secundário. Apenas oito países não registam diferenças salariais (Portugal e mais sete). Será que os outros 23 países é que estão errados? Penso que não! É de uma total injustiça colocar no mesmo “saco salarial” professores que têm uma complexidade de tarefas totalmente diferentes. É que volto à carga e não me canso de o afirmar: os docentes dos 2º e 3ºciclo e do secundário têm muito mais trabalho do que os docentes do 1º ciclo e pré-escolar, pelo que os regimes salariais deveriam ser totalmente diferentes.

    Ver aqui:

    http://maisumaaula.blogspot.pt/2012/11/dados-da-ocde-sobre-os-salarios-dos.html

    .

      • Fátima Carvalho on 21 de Junho de 2017 at 18:43
      • Responder

      Pois, pois, pelo que escreve, tenta comparar-se aos professores estrangeiros do 3º ciclo e secundário, receber a mesma remuneração, distinguir-se das “BABÁS” e “REGENTES”, contudo terá muito que aprender no que concerne “consciência cívica”. Pelo discurso não vale grande coisa, não merece o ordenado que recebe. Um professor tem de ter duas qualidades: ser humilde e generoso. Deixe de olhar para o seu úmbigo, comece a visitar creches e turmas do 1º ciclo. Verá o quão difícil é lidar com essas crianças. Verá também que estes professores estão 5 horas diárias com estas crianças, logo deveriam receber mais do que eu, professora do 3º ciclo e secundário. Um OBRIGADO, SOBRETUDO, a estas “Babás” e “REGENTES”, professores que contribuíram para a boa educação dos meus filhos, fornecendo-lhes alicerces seguros que lhes têm permitido crescer de forma saudável, ser felizes e bons alunos.

        • Alerta on 21 de Junho de 2017 at 18:50
        • Responder

        .
        Fatinha deves ser professora do “grupo de recrutamento dos martelinhos” (o mesmo grupo do camarada Mário.

        Eu entendo-te.
        .

          • Educadora por paixão on 21 de Junho de 2017 at 23:46

          Caro “Alerta” e o senhor ou senhora é docente de quê, para se julgar tão superior?
          Professor de português não é, pois em anteriores comentários, os mesmos continham erros!

          Deve ser docente de “eletrotecnia” e “queimou os fusíveis”, pois está sempre a “debitar” o mesmo discurso – “De um total de ,,,”!
          Já agora uma questão, se o(a) caro(a) colega recebesse os alunos sem que estes tivessem frequentado o pré-escolar e o 1º Ciclo, consequentemente sem saber ler, escrever, contar, … o que é que fazia nas suas aulas? Ensinava o quê?
          Pois é, o senhor(ou senhora) esquece-se que para ter uma casa temos de começar pelos alicerces, depois as paredes … e o “telhado” e a “pintura” vêm no fim? O que será mais difícil e o que dá consistência e segurança à casa? Claro que são os alicerces, pois por muito bom pintor que seja não consegue pintar a casa depois de pronta, se esta estiver mal construída e ruir!
          A diferença não está na complexidade mas na diversidade das tarefas desenvolvidas e temos mais motivos de união do que desunião pois se não tivermos articulação entre os diversos ciclos não teremos um sistema educativo que realmente dê frutos, teremos uma espécie de “pequenos condados”, onde cada um se julga superior ao outro ! Para quem é egocêntrico o “pequeno condado” é excelente, para quem gosta de viver em sociedade, com os outros, não serve!

        • rui filipe on 23 de Junho de 2017 at 19:35
        • Responder

        Na parte que me toca, obrigado pelas suas palavras.

      • rui filipe on 21 de Junho de 2017 at 20:12
      • Responder

      Pelo menos agora, já não podem dizer que os sindicalistas não fazem nada – eu não sou sindicalista -,aí perdem o pio, OK ?

    • Anedota on 21 de Junho de 2017 at 18:07
    • Responder

    FILINTO LIMA – OUTRA ANEDOTA

    Só por “lapso ou esquecimento” escolas não terão cumprido serviços mínmos

    Os diretores escolares dizem que só por “mero lapso ou esquecimento” houve escolas a não cumprir o acórdão dos serviços mínimos na greve de professores, e criticam os sindicatos pelo ‘timing’ da paralisação que consideram esvaziada e fracassada.

    https://www.noticiasaominuto.com/pais/818143/so-por-lapso-ou-esquecimento-escolas-nao-terao-cumprido-servicos-minmos

    • Tem a Palavra on 21 de Junho de 2017 at 18:13
    • Responder

    GREVE NACIONAL

    Primeiro Balanço da Greve Nacional de Professores

    https://www.youtube.com/watch?time_continue=97&v=1KwJbv8RsSk

      • Carmo on 21 de Junho de 2017 at 21:19
      • Responder

      Houve vários “malabarismos” para impedir a greve… A gestão democrática das escolas precisa mesmo voltar para que alguns diretores não abusem do seu posto!

    1. Grande treta, bastou faltar 1 professor aos conselhos de turma para não haver reunião. Na minha escola faltou a professora de EMRC e não houve nenhum conselho de turma, os restantes estavam na escola. O amigo Mário Nogueira precisa voltar a dar aulas para poder ver a realidade real, não a realidade sindical.

      • Tem a Palavra on 21 de Junho de 2017 at 22:04
      • Responder

      Greve de hoje foi um importante momento de uma luta que os professores irão continuar

      Foram muitas as escolas básicas e jardins de infância que hoje não abriram portas e foram centenas os conselhos de turma adiados, devido à greve.

      Quanto a exames e provas de aferição, a FENPROF não tem registo de algum que não se tivesse realizado, na medida em que, como é do conhecimento público, foram decretados serviços mínimos que asseguraram a sua realização plena. Deve, porém, assinalar-se que, nestes casos, foram muitos os docentes que tendo sido convocados para as tarefas abrangidas pelos serviços mínimos, exibiram o autocolante que os identificava como estando em luta, mas obrigados ao cumprimento daqueles serviços.

      Esta greve, contudo, e como a FENPROF sempre afirmou, não tinha por objetivo a inviabilização de um específico tipo de serviço, embora isso pudesse decorrer da realização da própria greve. Ela constituía, isso sim, um momento importante de uma luta que os professores vêm desenvolvendo desde o início do ano, incluindo o aprofundamento da consciência das posições que têm vindo a ser assumidas pelo Ministério da Educação e pelo Governo. Tal luta já passou pela subscrição de uma Petição e de outros documentos reivindicativos, pela realização de um encontro nacional de docentes em representação das escolas que desfilaram entre a Cidade Universitária e o ME, por uma campanha nacional em defesa da gestão democrática, um cordão humano que ligou o ME à Residência Oficial do Primeiro-Ministro, e por diferentes concentrações de docentes junto ao Ministério da Educação.

      Ao longo do ano letivo, o Ministério da Educação recusou-se, designadamente em cada um dos momentos de contestação dos professores, a responder positivamente às propostas que a FENPROF apresentou e só nos dois dias que antecederam esta greve aceitou, depois de muita pressão, aprofundar o debate. Porém, em tudo o que era essencial nada avançou. A saber:

      – Regime especial de aposentação: não foi demonstrada qualquer abertura, nem tão-pouco em relação à constituição de um grupo de trabalho para analisar a situação de envelhecimento e desgaste do corpo docente e formular propostas, indo, aliás, ao encontro de preocupação já manifestada pelo Conselho Nacional de Educação, na sua Recomendação n.º 1/2016;

      – Progressão na carreira a partir de janeiro de 2018: não foi assumido qualquer compromisso, sem sequer responder positivamente a medidas já aprovadas por unanimidade na Assembleia da República;

      – Horários de trabalho: ME apenas admite uma reorganização, no sentido de clarificar o conteúdo da componente letiva e da não letiva em 2018/2019;

      – Conversão das horas de redução letiva por antiguidade e idade (artigo 79.º do ECD) em horas da componente individual de trabalho: não houve abertura, sequer, para uma conversão parcial;

      – Abertura de novos processos de vinculação extraordinária: não foi assumido qualquer compromisso mínimo para além de 2018, sendo que, quanto a 2017, o ME continua sem provar que as vagas que abriu para vinculação estão de acordo com os requisitos legais que estabeleceu;

      – Aprovação de um modelo de gestão democrática para as escolas: o ME mantém-se inamovível em relação a esta matéria, não admitindo, sequer, fazer qualquer debate sobre este tema.

      Ou seja, tratando-se de objetivos que são extremamente importantes, os professores não desistirão de lutar por eles. Como tal, ainda no final deste ano letivo, a FENPROF discutirá com os professores e no âmbito dos seus órgãos dirigentes como irá prosseguir a luta, logo a partir do início do ano letivo que se aproxima.

      A FENPROF saúda todos os professores e educadores que aderiram à greve de hoje, bem como os que disso foram impedidos pela imposição de serviços mínimos.

      O Secretariado Nacional

      Por percentagem

      Albufeira, EB Paderne (5; 1 em sm) – 100%

      Alcains, EB1 de Alcains – 100%

      Almada, AE Romeu Correia (51; 37 em sm) – 35,7%

      Amadora, EB1 e JI Raquel Gameiro (4) – 100%

      Amarante, JI Vila Boa de Quires (3) – 100%

      Amarante, AE Amarante – 27%

      Arraiolos, JI de Arraiolos – 33%

      Aveiro, EB1 de Santiago – 100%

      Aveiro, EB1 Vera Cruz (11; 9 em sm) – 100%

      Belmonte, JI Caria – 100%

      Bragança, JI Estação (11) – 100%

      Caldas da Rainha, EB1 Bairro da Ponte (9) – 71,4%

      Caldas da Rainha, JI Bairro dos Arneiros – 100%

      Caldas da Rainha, JI São Cristóvão – 100%

      Caldas da Rainha, JI Bairro das Morenas – 100%

      Caldas da Rainha, JI A-dos-Francos – 100%

      Caldas da Rainha, JI Carreiros – 100%

      Caldas da Rainha, JI Nossa Senhora do Pópulo – 87,5%

      Caldas da Rainha, JI do Avenal – 50%

      Castelo Branco, AE Teixoso (25; 11 em sm) – 33%

      Castelo Branco, EB1 Sra da Piedade – 100%

      Castelo Branco, EB1 Boa Esperança (3; 1 em sm) – 100%

      Castro Daire, JI Carvalhas – 100%

      Coimbra, Centro Escolar da Solum (16; 7 em sm) – 93%

      Coimbra, EB1 da Solum (16; 10 em sm) – 33%

      Coimbra, EB Bairro Norton de Matos – 100%

      Coimbra, EB Almedina (7; 3 em sm) – 100%

      Coimbra, EB Santa Apolónia (7; 3 em sm) – 50%

      Coimbra, JI Santa Apolónia (3) – 100%

      Coimbra, Quinta das Flores – (13; 7 em sm) – 83,3%

      Covilhã, EB 2 do Paúl – 100%

      Covilhã, EB 1 Canhoso – 100%

      Évora, JI Santo António – 100%

      Évora, JI Penedo de Ouro (3) – 100%

      Évora, JI Cruz da Picada (3) – 100%

      Évora, EB1 São Mamede (9) – 100%

      Évora, EB1 Galopim de Carvalho (17; 5 em sm) – 50%

      Faro, JI do AE Pinheiro e Rosa – 100%

      Faro, EB1 Pinheiro e Rosa (7; 3 em sm) – 50%

      Faro, EB1 Bordeira (5; 3 em sm) – 100%

      Faro, EB1 Estoi (9; 4 em sm) – 60%

      Faro, EB1 Conceição (11; 1 em sm) – 90%

      Faro, EB1 Lejana (20; 6 em sm) – 42,8%

      Faro, EB 1 do Carmo (9; 3 em sm) – 66%

      Faro, 1.º Ciclo do AE Afonso III (39; 13 em sm) – 38,4%

      Faro, AE Montenegro (80; 15 em sm) – 27,7%

      Figueira da Foz, EB do Serrado (8; 3 em sm) – 100%

      Figueira da Foz, EB Maiorca (3) – 100%

      Figueira da Foz, EB Paião (65; 25 em sm) – 37,5%

      Fundão, EB1 das Tílias (6; 2 em sm) – 100%

      Idanha-a-Nova, JI do Ladoeiro – 100%

      Lagoa, AE Padre António Martins Oliveira (59; 35 em sm) – 54,2%

      Lamego, Centro Escolar nº 2 – 60%

      Lamego, Centro Escolar Sudeste (Ferreirim) – 64%

      Leiria, EB/JI Cruz d’Areia (11; 3 em sm) – 50%

      Leiria, EB/JI Barosa (9; 4 em sm) – 40%

      Loulé, JI de Almancil (8) – 87,5%

      Miranda do Corvo, JI Miranda do Corvo (2) – 100%

      Miranda do Corvo, EB1 Ferrer Correia (3; 2 em sm) – 100%

      Monção, JI Cortes (4) – 100%

      Monção, EB José Pinheiro Gonçalves (23; 9 em sm) – 42,8%

      Monção, EB Mazedo (12; 6 em sm) – 33%

      Montemor o Novo, JI Cortiçadas de Lavre – 100%

      Montemor o Novo, JI n.º 1 de Montemor – 100%

      Mortágua, 1.º Ciclo – 100%

      Nazaré, EB/JI Famalicão (5; 1 em sm) – 50%

      Óbidos, JI Gaeiras – 100%

      Óbidos, JI Usseira – 100%

      Óbidos, JI A-da-Gorda – 100%

      Odemira, AE São Teotónio (24; 11 em sm) – 33%

      Olhão, EB/JI da Cavalinha – 100%

      Olhão, EB n.º 1 de Marim – 100%

      Olhão, EB/JI n.º 6 – 63,6%

      Penamacor, AE Ribeiro Sanches (35; 21 em sm) – 100%

      Pombal, Centro Escolar de Carnide (6; 2 em sm) – 100%

      Pombal, Centro Escolar Fonte Nova EB/JI – (7; 2 em sm) – 60%

      Pombal, JI Flandes – 100%

      Pombal, JI Outeiro da Ranha – 100%

      Ponte da Barca, JI Ponte da Barca (5) – 100%

      Portel , JI de Portel – 50%

      Porto, EB1 Paulo da Gama (8; 2 em sm) – 100%

      Proença-a-Nova, EBS Pedro da Fonseca – 100%

      Reguengos de Monsaraz – JI de Reguengos de Monsaraz – 80%

      Reguengos de Monsaraz – JI de Perolivas – 100%

      Reguengos de Monsaraz – JI de S.Pedro do Corval – 100%

      São Martinho do Porto, Agrupamento de Escolas (42; 30 em sm) – 33%

      Sátão, Abrunhosa – Pré-Escolar – 100%

      Seixal, AE Dr. António Augusto Louro (57; 40 em sm) – 94%

      Seixal, AE Terras de Larus – (37; 32 em sm) – 40%

      Seixal, JI Quinta dos Franceses (4) – 100%

      Silves, EB Alcantarilha (4; 1 em sm) – 66,6%

      Silves, EB1 Pêra (4; 1 em sm) – 66,6%

      Silves, EB1 Tunes (4; 1 em sm) – 66,6%

      Tabuaço, Centro Escolar – 63%

      Vidigueira, AE Vidigueira (39; 15 em sm) – 62,5%

      Vila Nova de Paiva, 1.º Ciclo – 100%

      Vila Nova de Paiva, Pré-Escolar – 100%

      Vila Nova de Poiares, EB de Poiares (7; 3 em sm) – 100%

      Vila Real, Centro Escolar de Sabrosa – 100%

      Vila Real, Pré-Escolar de Souto Maior, Sobrados e Gouvinhas (3) – 100%

      Vila Real, Centro Escolar das Árvores – 87,5%

      Vila Verde, Pré-Escolar do AE de Moure (7) – 85,7%

      Viseu, Centro Escolar Rolando Oliveira – 50%

      Viseu, Centro Escolar Aquilino Ribeiro – 50%

      Viseu, Centro Escolar Arnaldo Malho (1.º Ciclo) – 75%

      Viseu, Centro Escolar Arnaldo Malho, Pré-Escolar – 100%

      Viseu, JI Vila Chã (4) – 75%

      Viseu, Tondelinha – 1º CEB …. 100%

      Viseu, Tondelinha – Pré-Escolar …. 100%

      Vouzela, JI Ventosa – 100%

      Conselhos de turma – exemplos de diversas regiões do país

      Albufeira, AE de Ferreiras – em 3 não se realizaram 2

      Albufeira, AE Albufeira Poente – em 6 não se realizaram 5

      Alcobaça, AE São Martinho do Porto – nenhum se realizou

      Alcoutim, AE Alcoutim – nenhum se realizou

      Almada, AE António Gedeão – nenhum se realizou

      Almodôvar, AE Almodôvar – nenhum se realizou

      Amarante, AE Amarante – em 4 não se realizaram 2

      Batalha, EBS Batalha – em 6 não se realizaram 3

      Beja, AE de Ourique – nenhum se realizou

      Beja, AE de Vidigueira – nenhum se realizou

      Beja, AE de Moura – nenhum se realizou

      Beja, AE de Mértola – em 5 não se realizou 1

      Beja, AE Nº1 de Serpa – em 3 1 não se realizou 1

      Castelo Branco, AE José Sanches – nenhum se realizou

      Castro Marim, AE Castro Marim – nenhum se realizou

      Chaves, AE Fernão de Magalhães – nenhum se realizou

      Coimbra, EB 2.3 Martim de Freitas – em 8 não se realizaram 4

      Covilhã, AE “A Lã e a Neve” – nenhum se realizou

      Covilhã, AE “A Lã e a Neve” – nenhum se realizou

      Covilhã, EB nº 2 do Paúl – nenhum se realizou

      Covilhã, ES Frei Heitor Pinto – nenhum se realizou

      Évora, EB 2.3 Dr. Isidoro de Sousa – nenhum se realizou

      Faro, AE Afonso III – nenhum se realizou

      Faro, AE Montenegro – nenhum se realizou

      Guarda, AE da Sé – em 6 não se realizaram 3

      Lagos, EB 2.3 das Naus – nenhum se realizou

      Lamego, EB 2.3 da Sé – nenhum se realizou

      Leiria, AE Marrazes – em 4 não se realizaram 2

      Leiria, AE D. Dinis – em 3 não se realizaram 2

      Leiria, ES Afonso Lopes Vieira – em 4 não se realizaram 3

      Leiria, EBS Henrique Sommer – em 4 não se realizaram 2

      Lisboa, EB 2.3 Marquesa de Alorna – nenhum se realizou

      Lousã, EB 2.3 da Lousã – nenhum se realizou

      Lousada, EB 2.3 Lousada – em 5 não se realizaram 3

      Mesão Frio, AE Mesão Frio – nenhum se realizou

      Montalegre, AE Dr. Bento da Cruz – nenhum se realizou

      Montemor-o-Velho, EBS Montemor-o-Velho – em 13 não se realizaram 8

      Moura, AE Moura – nenhum se realizou

      Nelas, EB 2.3 de Nelas – nenhum se realizou

      Paredes, EB 2.3 de Cristelo – nenhum se realizou

      Penamacor, EBS Ribeiro Sanches – nenhum se realizou

      Ponte de Lima, AE Arcozelo – em 2 não se realizou 1

      Portimão, EB 2.3 Martim Castelo Branco – nenhum se realizou

      Proença-a-Nova, AE de Proença-a-Nova – nenhum se realizou

      Ribeira de Pena, AE Ribeira de Pena – nenhum se realizou

      Santa Maria da Feira, EB2.3 Fernando Pessoa – em 8 não se realizaram 5

      São Martinho do Porto, Agrupamento de Escolas – nenhum se realizou

      Seixal, AE Vale de Milhaços – em 12 não se realizaram 11

      Seixal, AE João de Barros – em 6 não se realizaram 2

      Silves, AE Silves – em 11 não se realizaram 9

      Sintra, ES Matias Aires – nenhum se realizou

      Sintra, AE Ruy Belo – em 4 não se realizaram 2

      Terras de Bouro, AE de Terras de Bouro – em 6 não se realizaram 2

      Torre de Moncorvo, EB 2.3 Dr. Ramiro Salgado – nenhum se realizou

      Vidigueira, AE Vidigueira – nenhum se realizou

      Vila Nova de Gaia, EB 2.3 D. Pedro I – nenhum se realizou

      Vila Verde, AE Vila Verde – em 8 não se realizaram 5

      Vila Verde, Secundária Vila Verde – em 4 não se realizaram 2

      Viseu, EB2.3 Azeredo Perdigão – nenhum se realizou

      http://www.fenprof.pt/?aba=27&mid=115&cat=226&doc=11037

      • Tem a Palavra on 21 de Junho de 2017 at 22:13
      • Responder

      GREVE – Resultados por Escola

      http://www.fenprof.pt/?aba=27&mid=115&cat=226&doc=11037

    • Observador atento on 21 de Junho de 2017 at 22:25
    • Responder

    …..de facto até o be e o pcp s comportam, agora, como os outros!!!!!
    Até a democracia nas escolas, que tanto apregoaram, deixaram cair!!!! E nem sequer custaria um cêntimo ao erário público, até pelo contrário! Já agora, tanta preocupação com os custos e atribuiram chorudos aumentos/suplementos, superiores ao salário mínimo, aos atuais diretores que se somam a vencimentos pagos por trabalho letivo que não fazem!
    Até o be e o pcp são coniventes nisto!!!!!

      • Irrefutável ! on 21 de Junho de 2017 at 22:48
      • Responder

      O mec está-se nas tintas para os custos. Quer é os professores vergado se amordaçados por comissários políticos e por uma gestão salazarenta.

        • rui filipe on 22 de Junho de 2017 at 16:12
        • Responder

        Muito bem dito irrefutável.E depois, parece que a peçonha vem pela pirâmide abaixo e até, os que eram mais aguerridos fraquejam. Fala-se, mas vai-se acabando por aceitar tudo.Infelizmente, temo que um dia, nada se possa fazer. E há gente, que parece vender-se por algum dinheiro mais o ” prestigio” efémero de mandar.Como disse Nietzsche :” tudo cansa na vida, menos o poder”. Eu atrevo-me a dizer: e a vaidade também.
        Não percebo, muitos dos que riem.Será que gostarão de trabalhar até aos 70 anos, qualquer dia e se lá chegarem?Se assim é, por mim, tudo bem.Estejam à vontade.Quem corre por gosto, não cansa.
        Atenção ao dia 1 de outubro, volto a repetir.É aí, que podemos passar das palavras às ações e começarmos a conseguir o que achamos justo.Venham de férias com forças renovadas,mas não comam muito queijo!

      • rui filipe on 23 de Junho de 2017 at 23:34
      • Responder

      De acordo.É nisto que o PS falha.O tão criticado economicismo continua.
      Tantos inspetores pelas escolas, tantos painéis e finalmente tantos megagrupamentos.
      O 1º Ciclo e o 2º Ciclo deveriam trabalhar juntos.O 3º Ciclo e o Secundário deveriam trabalhar juntos. Os megagrupamentos deveriam acabar e a figura do diretor, deveria dar lugar a uma direção colegial, eleita pelos docentes.O Conselho Geral deveria ser eleito democraticamente, por cada Ciclo e pelo Secundário.Da mesma maneira, os representantes quer dos administrativos quer dos Auxiliares, bem como quaisquer representantes, que formassem o Conselho Geral. Isto sim, seria transparência.

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