“O GRITO DO IPIRANGA DOS MONODOCENTES” – Opinião J. C. Campos

 

O GRITO DO IPIRANGA DOS MONODOCENTES
O dia 8 de junho de 2017, no meu entender, poderá vir a ser considerado o dia do “Grito do Ipiranga dos monodocentes”, quando no debate quinzenal da Assembleia da República o Primeiro-ministro reconhece que há discriminação com situações de monodocência.
Contudo, aqui vai o meu alerta e a minha apreensão, pois se aqueles que têm o dever ético e deontológico de nos defender e que são os nossos representantes legais perante a tutela continuarem apáticos, frouxos e, até vou mais longe, coniventes com uma política discriminatória em relação aos monodocentes, esta intervenção do Primeiro-ministro corre um sério risco de ficar inócua perante a falta de determinação na defesa dos interesses e legítimos direitos deste sector profissional da educação.
Passemos a casos concretos. No dia seguinte, 9 de junho, os sindicatos independentes desconvocam a greve agendada para o dia 14 de junho e fazem um comunicado a justificar as razões de tal ato. Até aqui, tudo bem. Contudo ao fazer a leitura do comunicado a justificar as razões que fizeram com que a greve fosse desconvocada, há uma razão que me provocou profundo desagrado, a qual passo a citar:
“…o calendário escolar do ensino do pré-escolar será idêntico ao do 1.º ciclo do ensino básico.”
Mais uma discriminação pela negativa para o 1.º ciclo. Neste ano letivo de 2016/17, pela primeira vez, impuseram-nos um calendário diferenciado do restante ensino básico. Para o próximo ano pretende-se manter esse ato injusto e discriminatório.
Pretendiam justificar a desmarcação da greve, num dos pontos, com o calendário do pré-escolar, tudo bem. Aludiam somente que foi apresentada uma correcção positiva no calendário do pré-escolar e ponto final. Agora, o que implicitamente estão a afirmar é que concordam que o calendário do 1.º ciclo seja desigual ao 2.º e 3.º ciclo. O 1.º ciclo sempre teve um calendário escolar idêntico ao restante ensino básico e, pela primeira vez, neste ano lectivo, tal não sucedeu. E concordam que se repita, para o ano, o 1.º ciclo ter um calendário mais longos que os restantes ciclos do ensino básico. Por que motivo são sempre os mesmos sacrificados?
Passemos agora aos ditos sindicatos mais representativos da classe. O que é que defendem.
O regime especial de aposentação para os monodocentes acabou em 2005 e defendem agora que seja tudo metido no mesmo saco em termos de regime especial de aposentação. Defendem a continuação da diferenciação da carga horária da componente letiva dos monodocentes (passar das atuais 25h para 22h) e dos pluridocentes (passar das atuais de 22h para 20h).
A redução da componente letiva dos pluridocentes verifica-se a partir dos 50 anos (e bem e até já foi a partir dos 40). Para os monodocentes somente a partir dos 60 anos e ficam com uma componente lectiva de 20h, quase as mesmas horas de início de carreira dos atuais pluridocentes, e para estes, com esta idade de 60 anos, têm uma componente letiva de 14h. Enfim, este é o quadro atual, ao qual o Primeiro-ministro reconhece que há necessidade de criar condições, onde há efetivamente discriminação, que tem a ver com situações de monodocência que não beneficiam de redução de horário.
Muito agradado ficaria se os sindicatos, a partir deste momento, começassem a zelar e pugnar pelos interesses dos monodocentes e renegociassem compensações efetivas, com especial incidência para os docentes do pré-escolar e do 1.º ciclo com uma carreira mais longa e que já sentem um acumular de desgaste enorme, em vez da concessão da dispensa da componente letiva aos 25 e 33 anos de serviço. Um professor aos 60 anos ter uma componente letiva de 20h é desajustado, injusto, discriminatório, contrariando todos os princípios pedagógicos e sendo totalmente contraproducente.
Vamos aproveitar esta intervenção do representante máximo do governo, para fazer daqui o “Grito do Ipiranga dos monodocentes” e os sindicatos dos professores que não se esqueçam, nós precisamos dos nossos representantes legais (sindicatos), mas nós professores somos a única razão da existência dos mesmos. Por favor, aproveitem quando os ventos são favoráveis e tornem-se grandes, valorizando e dignificando os Educadores de Infância e Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico.

José Carlos Campos

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145 comentários

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    • rui filipe on 13 de Junho de 2017 at 20:26
    • Responder

    Muito bem, colega colega José Carlos Campos.
    É que há alguns de outros ciclos, que nos querem deitar areia para os olhos.Dizem,esses alguns, que nós é que temos uma boa vida.Mas são eles quem tem uma redução progressiva de horário até aos 60 anos e um dia livre por semana.E esses alguns que nos criticam, dizem-se muito ” doutorados”, tanto que até podem lecionar, quer no 1º como no 2º ciclos.E a universidade desses, foram na sua maioria, os muitos institutos espalhados por todo o país.
    Desculpem-me os outros colegas, mas eu tenho de responder àqueles e só àqueles que fazem guerra suja, aos professores do 1º ciclo e às muito bem formadas educadoras de infância.Uma vez mais, desculpem-me os outros colegas.Alguns nabos no meio de um jardim, até se torna engraçado.
    E é tudo,por agora.

      • Alerta on 13 de Junho de 2017 at 21:19
      • Responder

      Caros Professores do Ensino Secundário, Não se deixem Instrumentalizar pelo camarada MÁRIO NOGUEIRA.

      Esse MÁRIO NOGUEIRA apenas defende os interesses das Educadoras (AMAS e/ou BÁBÁS) e dos Professores Primários e/ou Regentes Escolares (sei que defende também os professores dos Martelinhos – aqueles dos dos trabalhos manuais).

      Meus amigos, os grandes prejudicados são sempre e apenas aqueles que podem colocar em causa os EXAMES, ou seja, os PROFESSORES DO ENSINO SECUNDÁRIO.

      NÃO!….Não vão ser as BÁBÁS (antigas AMAS) – agora EDUCADORAS DE INFÂNCIA – que vão coadjuvar e vigiar os exames de 11º e 12º anos;

      NÃO!…Não são os PROFESSORES PRIMÁRIOS e/ou REGENTES ESCOLARES que vão coadjuvar e vigiar os exames de 11º e 12º anos;

      São SIM os Professores do Ensino Secundário que em qualquer País da Europa possuem um Estatuto completamente diferente e uma Tabela Salarial distinta.

      NÃO SE ILUDAM…NEM SE DEIXEM ILUDIR pelo CAMARADA NOGUEIRA e pelo JOÃO DIAS DA SILVA

      Perguntem-lhes como é nos restantes PAÍSES EUROPEUS.

      Perguntem aos SINDICALISTAS se nos OUTROS PAÍSES EUROPEUS é tudo ao MOLHO.

        • Alerta on 13 de Junho de 2017 at 21:20
        • Responder

        a ABRILADA resultou nesta PROFUNDA INJUSTIÇA. Mas tenham em atenção que não é o COMUNA MÁRIO NOGUEIRA que vai repor a JUSTIÇA.

        Lá chegará o tempo que em Portugal os Professores do Ensino Secundário serão tratados como nos RESTANTES PAÍSES EUROPEUS.

        NÃO ALINHEM NESTA FRAUDE dita de GREVE.


      1. O sr. Rui Filipe deve viver na Lapa, lá é que trabalham as bábás; se fossemos uma classe unida a diferenças no calendário escolar nunca se tinham feito sentir

          • rui filipe on 20 de Junho de 2017 at 18:44

          Não te percebo!Deves estar a falar/escrever com a boca cheia.

      • Anonimo on 13 de Junho de 2017 at 21:42
      • Responder

      Este Rui Filipe deve andar a “mudar as fraldas” aos meninos e julga que é igual a dar aulas no ensino secundário ou no ensino superior.

      É desprovido….perdoai-lhe Senhor que não sabe o que diz nem o que faz.

        • rui filipe on 13 de Junho de 2017 at 22:09
        • Responder

        Não deves ser professor.Deves ser um infiltrado qualquer,tão decente que até te escondes no anonimato.És muito fraquinho.

        • Filomena Barroso on 16 de Junho de 2017 at 22:16
        • Responder

        Sr. Anónimo: Armado em “doutor”? Desprovido é, sem dúvida, o senhor! “Dar aulas no ensino secundário ou no ensino superior”????????? Dar aulas é dar aulas, seja em que ciclo for!!!! Desconfio que quando lhe (a si) mudaram as fraldas inalou o que não devia… acontece…

      • Dar Banho ao Cão on 13 de Junho de 2017 at 22:50
      • Responder

      Claro

      O vosso trabalho é muito pior que o dos MINEIROS DA URGICEIRA.

      As condições de trabalho nas ESCOLAS PRIMÁRIAS e JARDINS DE INFÂNCIA são particularmente duras, com jornadas de 9 horas consecutivas em péssimas condições de humidade (das fraldas), onde as EDUCADORAS respiram o ODOR NAUSEABUNDO das fezes dos meninos, para além das partículas em suspensão resultantes da flatulência dos mesmos.

      ……….ide todos dar banho ó cão

      :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

      http://www.apsov.pt/wp-content/uploads/2012/10/creche2.jpg

        • rui filipe on 14 de Junho de 2017 at 21:26
        • Responder

        Tu não deves ser professor, ou então és da equipa dos amare linhos,os tais que mamaram até há pouco tempo.Se assim for, ainda tendes sorte.É que se um dia, aparece outro Marquês de Pombal, ides todos a eito.
        De qualquer modo, sendo quem sejas, desejo-te boa sorte a lavar cães.

      • Vânia on 15 de Junho de 2017 at 15:49
      • Responder

      Eu também acho que devam dar o grito do Ipiranga e separar-se finalmente, especialmente os educadores de infância. O que tem a ver esta função com a de docente?! Nem sei como não se lembraram de colocar os auxiliares na mesma carreira.

        • Leonor Nunes on 18 de Junho de 2017 at 9:32
        • Responder

        És mesmo burro, meu!!!Sou educadora, licenciatura, mestrado,e uma pós graduação em Administração Escolar!!!Ah….nunca mudei fraldas….mas tenho me cruzado, em 36anos de carreira, com muitos colegas, verdadeiramente ignorantes! 🙂

          • Marcia on 18 de Junho de 2017 at 12:54

          Tens o quê?….Licenciatura e Mestrado em CIÊNCIAS OCULTAS (EDUQUÊS/CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO). hummmmmmm…..Podes ir dar aulas para os PIAGETs e para as ESEs e assim explicas como colocar a chupeta e mudar umas fraldas…

          Aliás as CIÊNCIAS OCULTAS dão um grande contributo para o avanço científico. Não tenho qualquer dúvida sobre isso.

          Sabes quem é o MACACO? Sim, esse mesmo. O Fernando Madureira, o líder da claque dos “Super Dragões” e jogador do CANELAS também tem MESTRADO em Gestão do Desporto feito com 17 valores no ISMAI.

          O teu deve ter sido no PIAGET.

          Saudações Sindicais.

          • Marcia on 18 de Junho de 2017 at 13:01

          …………..

          Diz-me lá o titulo da tua dissertação de mestrado? Terá sido “COMO MUDAR UMA FRALDA EM SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA”.

          A do MACACO – “Bancada total: um serviço inovador para o clube” – em Gestão do Desporto no ISMAI está aqui:

          http://www.jn.pt/desporto/interior/lider-dos-super-dragoes-termina-mestrado-com-17-valores-5491457.html

          …….

          • Marcia on 18 de Junho de 2017 at 13:06

          Sou o Fernando Madureira (mais conhecido por MACACO) fiz o MESTRADO no ISMAI com 17 VALORES

          http://cdn.sabado.pt/images/2017-04/img_797x448$2017_04_07_17_34_45_216582.jpg

          • Educadora por paixão on 18 de Junho de 2017 at 16:38

          Por favor, acabem com essa parvoíce do “eu sou mais importante do que…”. Mestre só há um – Deus e doutor é o médico a quem recorro quando estou doente.
          Já agora, “Márcia & Companhias de opinião”, será que o “cheiro nauseabundo” que paira no ar se deve ao facto das(os) senhoras(es) “doutoras(es)” não saberem ou nunca terem mudado as fraldas?

    • Alerta on 13 de Junho de 2017 at 21:18
    • Responder

    Caros Professores do ENSINO SECUNDÁRIO

    De um total de 33 países da OCDE, a grande maioria (23 países!) detém um regime de vencimentos diferenciado em favor dos Professores do Secundário. Apenas oito países não registam diferenças salariais (Portugal e mais sete). Será que os outros 23 países é que estão errados? Penso que não! É de uma total injustiça colocar no mesmo “saco salarial” professores que têm uma complexidade de tarefas totalmente diferentes. É que volto à carga e não me canso de o afirmar: os docentes dos 2º e 3ºciclo e do secundário têm muito mais trabalho do que os docentes do 1º ciclo e pré-escolar, pelo que os regimes salariais deveriam ser totalmente diferentes.

    Ver aqui:

    http://maisumaaula.blogspot.pt/2012/11/dados-da-ocde-sobre-os-salarios-dos.html

    Perguntem ao Homem da Estatística Dr. Arlindo Ferreira como é nos Países Europeus.

    Perguntem aos SINDICATOS como é nos Países Europeus.

      • Alerta on 13 de Junho de 2017 at 21:38
      • Responder

      Mandem as BÁBÁS e os PROFESSORES PRIMÁRIOS fazerem a GREVE AOS EXAMES.

      Não alinhem com o discurso do Comuna e Camarada Mário Nogueira.

        • Afonso Henriques on 15 de Junho de 2017 at 19:10
        • Responder

        Não tens colhões para fazeres o teu trabalho na escola, meu enconado, e depois vens aqui, a coberto do anonimato, descarregares as tuas frustações?! És um serafim saudade, saudoso de quando o herman josé te enrabava à fartazana?

          • Florêncio on 15 de Junho de 2017 at 21:38

          Estás a chamar pela mama,,,pela tua mãesinha?

          Vê lá como falas Afonsinho!…Vê lá….

          Tens algum PROFESSOR PRIMÁRIO e/ou REGENTE ESCOLAR ou uma BABÁ (antigas AMAS) na tua família?… Mesmo que tenhas não devias chamar nomes à tua mãesinha.

          Não te revoltes contra a tua mãesinha que ela não tem culpa de ter tido um ABORTO chamado Afonsinho.

          Vá lá….diz-lhe para te dar os comprimidos com um copinho de água…

      • Mércia Fonseca on 15 de Junho de 2017 at 9:58
      • Responder

      Sabe muito do ensino nos países europeus, mas não sabe nada de 1.º ciclo no próprio país. Saberá que os alunos do 1.º ciclo têm uma carga horária superior, comparando com os tais europeus, logo os professores também têm menos tempo letivo, também há estudos comparativos.

      • Filomena Barroso on 16 de Junho de 2017 at 22:19
      • Responder

      Tadinho! Com 23 países há muito por onde escolher…. emigre.

    • Professora on 13 de Junho de 2017 at 21:22
    • Responder

    E saber que muito boa gente há 10 anos se aposentou com 52 anos e/ou 55 anos. Que mal fizemos nós a Deus ou aos governantes – que têm mais de quantas reformas e trabalham em várias empresas em simultâneo e ainda têm mais uns escritórios aqui, ali, além e acolá… Que mal lhes fizemos quando alguns se reformaram aos 42, 45…por alguns/poucos anos de trabalho? 🙁

      • Contribuinte on 13 de Junho de 2017 at 21:24
      • Responder

      O quê??????????’

      Então a maralha reformava-se por inteiro aos 52 ANOS DE IDADE????

      Grande forrobodó! é por essas e por outras que o País tem uma divida publica colossal!……

      Ainda tem a lata de vir para aqui dizer que se REFORMAVAM POR INTEIRO AOS 52 ANOS DE IDADE….Gande LATA……

      • rui filipe on 13 de Junho de 2017 at 22:12
      • Responder

      Muito bem dito.Mas sabe colega, esta escumalha só se quer lembrar do que lhes convém.

    • Professor Contratado on 13 de Junho de 2017 at 21:29
    • Responder

    Que grande lata.

    “Finalmente…. reconheceu a discriminação com os monodocentes”

    Claro que DEVIA EXISTIR DISCRIMINAÇÃO entre as diferentes Classes Profissionais como na Europa Desenvolvida.

    Os docentes não são todos iguais porque não possuem “Conteúdos Funcionais” iguais.

    Uma coisa é uma “Educadora de Infância”, outra um “Professora Primária” e, outra inda, um “Professora do Ensino Secundário”. Temos ainda uma “Professora do Ensino Superior”.

    São todas Professoras, mas não possuem o mesmo “Conteúdo Funcional”, as mesmas “Competências”, nem o mesmo grau de “Responsabilidade”.

    Dizem que os “Professores Não São Unidos” e bem.

    Claro que não podem unidos ser porque colocaram tudo no mesmo “Saco”.

    Conheci uma antiga Professora Primária que fez aquilo que agora se designa de 9º Ano de Escolaridade (antigo 5º ano dos Liceus) e depois foi tirar o Curso do Magistério Primário (3 anos). Ou seja aos 18 aninhos foi Professora Primária.

    Chegou ao Topo da Carreira e aos cinquenta e picos anos ficou REFORMADA a ganhar mais do que se estivesse no activo. Anda por aí a passear numa BOA.
    Os mais novos que paguem a fatuta e os desmandos da ABRILADA.

    Atualmente já não existe o Magistério Primário, mas as coisas são pouco diferentes. As agora “educadoras” e “professoras do 1º ciclo” acedem com o 12º ano a uns cursos (ditos superiores) de 3 aninhos no (dito) ensino superior privado e nas ESEs e aí estão elas na maior (agora com Licenciaturas e Mestrados da TRETA).

    Que maravilha de Carreira.

    http://www.educare.pt/noticias/noticia/ver/?id=36902&langid=1

      • Paulinho on 13 de Junho de 2017 at 21:35
      • Responder

      Isto merece um Drinquiiiiiiiiiiiii

      Professora Primária……”Chegou ao Topo da Carreira e aos cinquenta e picos anos ficou REFORMADA a ganhar mais do que se estivesse no activo.”

      Que Maravilhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa……

      Vamos comemorar!….Os Contribuintes pagam.

      https://www.papodebar.com/wp-content/uploads/2015/06/garrafa-champagne-1200×520.jpg

        • Luís on 13 de Junho de 2017 at 23:40
        • Responder

        Não, vamos antes comemorar as horas e mais horas de redução que têm os docentes da treta do secundário que temos. Se bem me lembro, eram aqueles que mais se borrifavam para os alunos e os tratavam por números, sem qualquer estratégia pedagógica, apenas reprovando os que reproduzissem o que debitassem. Sabe que mais? Foram “descerebrados” desse secundário que me fizeram sentir pequenino a determinada altura do meu percurso escolar e me ensinaram o que nunca fazer como professor.

          • Paulinho on 14 de Junho de 2017 at 12:50

          ….vamos antes comemorar as horas e mais horas de redução que têm os Docentes da Treta do ENSINO SUPERIOR que temos….

          Devemos ser TODOS IGUAIS como na COREIA DO NORTE.

      • rui filipe on 13 de Junho de 2017 at 22:15
      • Responder

      Principalmente, são muito diferentes aqueles, que se calhar compraram os canudos aqui ou em Espanha.

    • Professor Contratado on 13 de Junho de 2017 at 21:31
    • Responder

    Que grande latosa

    O Grito do Ipiranga

    Claro que DEVIA EXISTIR DISCRIMINAÇÃO entre as diferentes Classes Profissionais como na Europa Desenvolvida.

    Os docentes não são todos iguais porque não possuem “Conteúdos Funcionais” iguais.

    Uma coisa é uma “Educadora de Infância”, outra um “Professora Primária” e, outra inda, um “Professora do Ensino Secundário”. Temos ainda uma “Professora do Ensino Superior”.

    São todas Professoras, mas não possuem o mesmo “Conteúdo Funcional”, as mesmas “Competências”, nem o mesmo grau de “Responsabilidade”.

    Dizem que os “Professores Não São Unidos” e bem.

    Claro que não podem unidos ser porque colocaram tudo no mesmo “Saco”.

    Conheci uma antiga Professora Primária que fez aquilo que agora se designa de 9º Ano de Escolaridade (antigo 5º ano dos Liceus) e depois foi tirar o Curso do Magistério Primário (3 anos). Ou seja aos 18 aninhos foi Professora Primária.

    Chegou ao Topo da Carreira e aos cinquenta e picos anos ficou REFORMADA a ganhar mais do que se estivesse no activo. Anda por aí a passear numa BOA.
    Os mais novos que paguem a fatuta e os desmandos da ABRILADA.

    Atualmente já não existe o Magistério Primário, mas as coisas são pouco diferentes. As agora “educadoras” e “professoras do 1º ciclo” acedem com o 12º ano a uns cursos (ditos superiores) de 3 aninhos no (dito) ensino superior privado e nas ESEs e aí estão elas na maior (agora com Licenciaturas e Mestrados da TRETA).

    Que maravilha de Carreira.

    http://www.educare.pt/noticias/noticia/ver/?id=36902&langid=1

    • Anonimo on 13 de Junho de 2017 at 21:50
    • Responder

    Passo a citar:

    “Os professores em monodocência, para compensarem o facto de não terem redução à componente lectiva, têm um ano lectivo completo sem componente lectiva. Isto é conversa fiada que a ser consequente levaria o caso para os tribunais, pois, contas feitas todos têm a mesma redução.”

    Fim de citação

    era_o_que_faltava

      • Contribuinte Indignado on 13 de Junho de 2017 at 21:54
      • Responder

      Este é o GRITO DO IPIRANGA DOS MONO(IN)DECENTES

      O quê????? Tem 1 ANO LECTIVO SEM DAR AULAS?????? Entendi bem????

      Isto está mesmo a SAQUE.

      Fazem cursitos de 3 ANINHOS (nas ESEs, nos PIAGETs, …) para Professores Primários, tem uma carreira que vai até aos 3 MIL E TAL EUROS e reformam-se aos 52 anos de idade (como li aqui nalguns comentários).

      Grande Desgasteeeeeeeeeee

      É preciso NÃO TER VERGONHA NA CARA….

      Que ricos professores que temos! Sim senhor…………

        • rui filipe on 13 de Junho de 2017 at 22:32
        • Responder

        Se fosses um burro, eras mesmo grande!Assim, és um grande ignorante.
        É tudo, por agora.

          • Professor Contratado on 13 de Junho de 2017 at 23:02

          OS LESADOS DA ABRILADA

          OS LESADOS DESTE FARTAR DE VILANAGEM

          Não!….Não Somos LESADOS do BPN
          Não!….Não Somos LESADOS do BPP
          Não!….Não Somos LESADOS do BES
          Não!…

          Somos Lesados da ABRILADA e de todo o forrobodó que se seguiu.

          Somos Lesados deste ASSALTO AOS DINHEIROS PÚBLICOS (dinheiro dos Contribuintes).

          Os Jovens que Paguem as Aposentações aos 50 ANOS da cambada de terroristas (digo, professores primários e educadoras)

          Os Jovens que paguem as Subidas por velhice na (dita) Carreira (In)Docente.

          Os Jovens que tenham salários baixos, embora mais qualificados.

          Viva MÁRIO NOGUEIRA

          http://7.fotos.web.sapo.io/i/B1913b202/17872928_gJ2s0.jpeg

        • Revoltado on 13 de Junho de 2017 at 23:22
        • Responder

        Não tem apenas 1 ANO LECTIVO SEM TRABALHAR.

        Olhem para esta pérola:

        “…..concessão da dispensa da componente letiva aos 25 e 33 anos de serviço”.

        ou seja, durante DOIS ANOS NÃO FAZEM NADA

        Que Maravilhaaaaaaaaaaaaaaaaa

        Vamos comemorar

        http://www.clmais.com.br/clgourmet/wp-content/uploads/2013/12/Champagne-Toast.jpg

        • Luís on 13 de Junho de 2017 at 23:49
        • Responder

        Grande troca tintas! 3 aninhos? Eu tirei uma licenciatura de gestão e mais uma de ensino Básico, ao longo da qual ensinei alguns colegas de segundo e terceiro ciclo a fazer contas de dividir, coisa que duvido que a grande maioria dos “secundaristas” saibam, entre muitas outras.
        Vai até aos 3 mil e tal euritos? No tempo da outra senhora, em que o sr. Doutor que lecionava no secundário dava as aulas a correr para ir tratar do seu negócio ou dar explicações em casa. Agora, no 1º ciclo, como aliás nos restantes, eu tenho 15 anos de serviço e estou no 1º escalão, onde ganho, líquido, 1100 euros.
        Desgaste? Não amigo, não é desgaste passar 5 horas, constantemente e exclusivamente com a mesma turma e, a seguir ter mais componente não letiva, projetos e reuniões, trabalho em casa para preparar aulas e corrigir cadernos dos alunos e fichas, de trabalho e de avaliação. Isto não desgasta nada! Conserva amigo!
        Vá bugiar.. Quer trocar comigo durante um anito?

          • rui filipe on 14 de Junho de 2017 at 21:36

          Boa Luís.Estes génios, super dotados – só estes colegas, não confundir com a maioria -, são uns mártires da ciência.
          Realmente, seria bom trocarmos de lugar, de vez em quando.Depois sim, tiravam-se as conclusões.

          • Mércia Fonseca on 15 de Junho de 2017 at 0:32

          Só falta acrescentar que as horas no 1.º ciclo valem 60min e nos outros valem 50min.

        • Mércia Fonseca on 15 de Junho de 2017 at 0:46
        • Responder

        Monodocentes: com 25h letivas de 60min; pluridodocentes com 22h letivas de 50min e ainda com reduções a partir dos 50 anos, ao final da carreira, corresponderá a quantos anos sem aulas?

          • Informação on 15 de Junho de 2017 at 1:18

          “De um total de 33 países da OCDE, a grande maioria (23 países!) detém um regime de vencimentos diferenciado em favor dos professores do secundário. Apenas oito países não registam diferenças salariais (Portugal e mais sete). Será que os outros 23 países é que estão errados? Penso que não! É de uma total injustiça colocar no mesmo “saco salarial” professores que têm uma complexidade de tarefas totalmente diferentes. É que volto à carga e não me canso de o afirmar: os docentes dos 2º e 3ºciclo e do secundário têm muito mais trabalho do que os docentes do 1º ciclo e pré-escolar, pelo que os regimes salariais deveriam ser totalmente diferentes.”

          Ver aqui:

          http://maisumaaula.blogspot.pt/2012/11/dados-da-ocde-sobre-os-salarios-dos.html

          ___________________

          • Informação on 15 de Junho de 2017 at 1:20

          “De um total de 33 países da OCDE, a grande maioria (23 países!) detém um regime de vencimentos diferenciado em favor dos professores do secundário. Apenas oito países não registam diferenças salariais (Portugal e mais sete). Será que os outros 23 países é que estão errados? Penso que não! É de uma total injustiça colocar no mesmo “saco salarial” professores que têm uma complexidade de tarefas totalmente diferentes. É que volto à carga e não me canso de o afirmar: os docentes dos 2º e 3ºciclo e do secundário têm muito mais trabalho do que os docentes do 1º ciclo e pré-escolar, pelo que os regimes salariais deveriam ser totalmente diferentes.”

          Ver aqui:

          http://maisumaaula.blogspot.pt/2012/11/dados-da-ocde-sobre-os-salarios-dos.html

          _____________________

          • Florinda on 15 de Junho de 2017 at 17:20

          Em Lousada, por exemplo, oferecem 600 euros a um engenheiro mecânico que tem de dominar três idiomas estrangeiros.

          Compare com os professores primários.

          Compare com o ordenado das AMAS.

          Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

          • Educadora por paixão on 15 de Junho de 2017 at 21:08

          D. Florinda, deve informar-se melhor antes de comentar, pois para além da incorreção (pois não são “professores primários”, mas sim “professores do 1º Ciclo” e não são “Amas” são “Educadores de Infância”) denota ignorância ou desconhecimento total em relação às funções que estes exercem!
          Além disso, sabe quantos docentes (desde o pré.. até ao secundário!) estão desempregados ou a exercer funções como vendedores, auxiliares … e também a ganharem salários mínimos? Sabe quantos se sujeitam a estar a quilómetros de casa, longe da família, a pagarem dois “arrendamentos” … para exercerem a sua profissão e ensinarem os filhos dos outros?
          A vida não está fácil para ninguém e essa “história” de que ser professor ou educador é o que “está a dar” não passa de uma treta, ou será que também ainda acredita no Pai Natal?

      • rui filipe on 13 de Junho de 2017 at 22:28
      • Responder

      Julgas que estás a enganar os “pretos” ?Queres fazer da mentira, verdade?
      A corrupção não colhe.Tendes cerca de 33 dias por ano de folga em relação aos professores do 1º ciclo e educadoras.Ao final de 40 anos, equivale a 1320 dias ou seja mais de 4 anos de trabalho.Sabes fazer contas ou não?Ou o teu “doutoramento” foi tirado, na escola do cadelas!

        • Anonimo on 15 de Junho de 2017 at 15:26
        • Responder

        O meu doutoramento é em eduquês e foi tirado já nem sei bem…talvez nos PIAGETs ou numa ESE..

        é daqueles que dá para professor primário e ainda dá para ir para diretor….

        ::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

          • rui filipe on 18 de Junho de 2017 at 13:40

          Ah, não sabes bem….como é que os outros hão-de saber…
          Nem convém…

          • Anonimo on 18 de Junho de 2017 at 15:12

          Ruisinho

          Coloca uma T-shirt amarelinha com o autocolante ‘Professores em luta; serviços mínimos” e vai lá para a tua escolinha ou jardim. Não sou eu que digo. Foi o Mário Nogueira que mandou.

          http://www.cmjornal.pt/sociedade/detalhe/servicos-minimos-nos-exames-de-dia-21?ref=sociedade_outras

          • Educadora por paixão on 18 de Junho de 2017 at 16:24

          E o “senhor Anónimo” não sabe pensar por si? Só faz o que os outros mandam? Aqui se vê a falta que a frequência no Jardim de infância lhe fez: se o tivesse frequentado aprendia a pensar, a refletir … e não se limitava a dizer baboseiras ou o que os outros lhe mandavam.
          Assim, deixo-lhe uma parte do texto de Robert Fulghum para refletir: “Tudo o que realmente vale a pena saber…eu aprendi no jardim de infância.
          Tudo o que hoje preciso realmente saber, sobre como viver, o que fazer e como ser, eu aprendi no jardim de infância. A sabedoria não se encontrava no topo de um curso de pós-graduação, mas no montinho de areia da escola de todo dia.
          Estas são as coisas que aprendi:
          Compartilhe tudo;
          Jogue dentro das regras;
          Não bata nos outros;
          Coloque as coisas de volta onde pegou;
          Arrume sua bagunça;
          Não pegue as coisas dos outros;
          Peça desculpas quando machucar alguém; mas peça mesmo !!!
          Lave as mãos antes de comer e agradeça a Deus antes de deitar;

          Respeite o limite dos outros;
          Leve uma vida equilibrada: aprenda um pouco, pense um pouco… desenhe… pinte… cante… dance… brinque… trabalhe um pouco todos os dias;

          Dê a mão e fique junto;
          Repare nas maravilhas da vida;
          O peixinho dourado, o hamster, o camundongo branco e até mesmo a sementinha no copinho plástico, todos morrem… nós também.
          Pegue qualquer um desses itens, coloque-os em termos mais adultos e sofisticados e aplique-os à sua vida familiar, ao seu trabalho, ao seu governo, ao seu mundo e vai ver como ele é verdadeiro, claro e firme. Pense como o mundo seria melhor se todos nós, no mundo todo, tivéssemos biscoitos e leite todos os dias por volta das três da tarde e pudéssemos nos deitar com um cobertorzinho para uma soneca. Ou se todos os governos tivessem como regra básica, devolver as coisas ao lugar em que elas se encontravam e arrumassem a bagunça ao sair. Ao sair para o mundo é sempre melhor darmos as mãos e ficarmos juntos. É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão.
          O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem souber ver”.

          • rui filipe on 18 de Junho de 2017 at 20:16

          Olha amarelinho, vou-te ser franco: a minha greve, aquela que causa mais impacto, vai ser ano próximo dia 1 de outubro. E é ainda mais barata!
          Quanto ao Mário Nogueira é assim: se o homem não faz nada, é acusado de nada fazer, se faz é porque faz!

    • Zéze Camarinha on 13 de Junho de 2017 at 22:12
    • Responder

    Meu Caro José Carlos Campos

    É preciso ter um grande desplante para afirmar (e passo a citar)

    “O regime especial de aposentação para os monodocentes acabou em 2005 e defendem agora que seja tudo metido no mesmo saco em termos de regime especial de aposentação.”

    Isto que afirma tem a ver com o SAQUE (o ASSALTO) realizado pelos professores primários desde ABRILADA,

    Meu Caro Professor Primário (ou MONODOCENTE)

    Claro que devia existir diferenciação na Carreira Docente em função do conteúdo funcional de cada um. Cada MACACO em seu GALHO.

    Um Professor do Ensino Superior possui uma Carreira distinta. O mesmo devia ocorrer com os Professores do 2º 3º ciclo e Secundário.

    ESTE É DOS POUCOS PAÍSES DA EUROPA EM QUE SE ENCONTRA TUDO NO “MESMO SACO” COMO REFERE,

    “De um total de 33 países da OCDE, a grande maioria (23 países!) detém um regime de vencimentos diferenciado em favor dos professores do secundário. Apenas oito países não registam diferenças salariais (Portugal e mais sete). Será que os outros 23 países é que estão errados? Penso que não! É de uma total injustiça colocar no mesmo “saco salarial” professores que têm uma complexidade de tarefas totalmente diferentes. É que volto à carga e não me canso de o afirmar: os docentes dos 2º e 3ºciclo e do secundário têm muito mais trabalho do que os docentes do 1º ciclo e pré-escolar, pelo que os regimes salariais deveriam ser totalmente diferentes.”

    http://maisumaaula.blogspot.pt/2012/11/dados-da-ocde-sobre-os-salarios-dos.html

      • Luís on 14 de Junho de 2017 at 0:10
      • Responder

      Mas explique-me lá em que consiste esse acréscimo de trabalho. è que eu não sei. Desculpe lá a minha ignorância, eu sou professor de 1º CEB sabe? Mesmo com licenciatura em Gestão, ainda não cheguei lá, mesmo conhecendo muitos professores do secundário que, no meio de alguns momentos entre amigos me dizem que eu estou é louco para aturar crianças mal educadas que não posso pôr fora da sala de aula como eles. Eu gosto do que faço sabe? e estou nisto de coração. Trabalhei em empresas e numa instituição bancária mas a certa altura decidi não ser nada daquilo que eu queria e virei para aqui, veja lá a minha loucura. Neste momento vejo os seus colegas sem alunos enquanto eu os tenho ainda. Dizem que é devido às provas. A diferença é que no 1º Ciclo as provas decorrem ao mesmo tempo que as atividades letivas normais e os docentes têm de conciliar uma e outra atividade. Mas isso é porque sabemos fazer mais que uma coisa de cada vez. Mas diga lá porque motivo trabalha mais que eu para receber mais? É na formação? Bom tenho colegas que já tiraram o doutoramento. Eu confesso que apenas tenho o mestrado e não é o de Bolonha, eu sou da velha guarda. Mas onde trabalham mais? Será em casa? Também leva os cadernos dos alunos para casa como eu? É que se assim é não sei como faz para o fazer, eu com uma turma de 28 alunos vejo-me à nora.
      Mas a complexidade do seu trabalho é superior? Como? É docente de que grupo? Eu sou docente de Matemática, Língua Portuguesa, Estudo do Meio, Educação Físico motora, Explressão Musical e Dramática, Expressão plástica, Já me esquecia, tenho também um projeto de TIC em que os meus alunos já dão uns toques em Scratch e dominam aplicações de origem Logo num projeto europeu denominado Code Hour, já para não falar de Microsoft Word, Excel e Power Point, tudo software em que já vi muitos professores desses doutores do secundário bem mais atrapalhados que os meus alunos. O senhor Doutor, mais conhecido por stor, se é que bem me lembro, o que leciona? Educação física? Português? Matemática? História? Inglês? …???
      Nem mesmo você deve acreditar naquilo que aqui diz! Não pode mesmo estar convicto de tamanha inverdade.
      Se quiser um estágio no primeiro ciclo para se formar em pedagogia a sério, mas mesmo a sério, diga alguma coisa. Deve ter muito a aprender.
      Será que estes stores fazem investigação como os do superior? Bem aí até teriam alguma razão mas, qual será a percentagem dos professores do secundário que se preocupam em fazer reciclagem para acompanharem a evolução?

        • João Pereira on 14 de Junho de 2017 at 1:02
        • Responder

        “Trabalhei em empresas e numa instituição bancária…mas a certa altura decidi não ser nada daquilo que eu queria e virei para aqui”

        Pudera!

        No Banco não ganhavas o que ganhas aqui e trabalhavas muito mais horas.

          • João Pereira on 14 de Junho de 2017 at 1:04

          é o graveto meu caro

          http://oje-50ea.kxcdn.com/wp-content/uploads/2017/02/dinheiro-notas-925×578.jpg

          • Luís on 14 de Junho de 2017 at 7:25

          Incrivel como os atores na educação são tão redutores! Ganhavas mais? Então para si tudo na vida se resume ao retorno? Fique sabendo que como gestor de empresas, numa empresa do grupo Sodécia, em que trabalhei só ganhava mais que o dobro do que ganho mas quando me deitava na cama, à noite, tinha a sensação de não conseguir continuar com a vida vazia que levava e, o certo é que agora vou para casa a pensar porque motivo a Francisca ou o Daniel não conseguiram aprender a fazer o levantamento dor determinantes demonstrativos ou o porquê do João não ter compreendido como transpor para fração o esquema representativo de 3 oitavos. Sabe? quando no dia seguinte consigo encontrar uma forma destes alunos alcançarem o que lhes é pedido sinto o meu coração cheio. E sabe porquê? Porque não sou como uma professora, se é que assim se pode chamar, que no meu 9º ano, numa ficha de avaliação, me pediu para escrever uma parte da canção dos marretas. A mim que não tinha tempo para ver televisão porque ao fim de semana ia ajudar o meu pai, contribuindo para o sustento lá de casa. Ou então, sinto-me bem diferente de um certo professor de matemática que, no apogeu da sua arrogância, quando lhe pedi para tirar uma dúvida, na determinação de uma co-tangente, me respondeu que não era pago para me dar explicações de borla e que procurasse que me cobrasse explicações.
          São estes aqueles que você diz que trabalham mais? que têm mais responsabilidades? Só se estivermos a analisar a responsabilidade do insucesso escolar no nosso país. Será que não tem massa cerebral suficiente para fazer uma reflexão séria do que se passa? Os docentes do secundário são uma nódoa em termos pedagógicos, uma autêntica nulidade! Não todos, felizmente, também os há excelentes, que me marcaram pela positiva como a professora Antonieta, de Matemática, responsável pelo meu tratado de paz com esta disciplina, depois de muitos professores da treta, que conseguiu a façanha de me fazer apaixonar pela verificação de hipóteses, no meu 12º Ano.
          O que quer que lhe diga? Há bons e maus em tudo e, para mim, quando faz as afirmações que faz e reduz tudo à retribuição pecuniária e ao tempo de trabalho, faz-me parecer a mim próprio quando agarrava num orçamento e cumpria escrupulosamente o orçamentado, calculando a hora homem e chegando à conclusão que tinha de reduzir dois ou três postos de trabalho por não ter orçamento para continuar a pagar-lhes, como se se tratasse de máquinas que desligávamos para poupar nos custos de produção.
          Para si, porém isto não quer dizer nada, pois não? se a si lhe pagarem bem, está-se bem a borrifar para o João ou para a Maria ou para a família deles. Se se portarem mal, vão para a rua e levam falta mas não vê que a rebeldia nos seus comportamentos é um pedido de ajuda e atenção e não uma qualquer adolescência complicada.
          Amo o que faço e sou professor 24 horas por dia, quando durante a noite penso porque motivo os meus alunos são assim ou assado, quando vou a casa deles, tentar descobrir porque motivo certo aluno anda há 3 dias sem aparecer na escola, sem justificação. Quando tento perceber se certa família está a passar dificuldades porque o aluno anda com aspeto descuidado, não tem material e, no refeitório parece comer com sofreguidão, como se não visse comida há semanas. Não penso nas horas a mais que dou e, se quer que lhe diga, não luto por passar menos horas com os meus alunos, gostaria que me pagassem melhor? Sim mas penso que todos os professores deveriam trabalhar mais tempo na escola, fazendo o horário normal na escola, como qualquer outra pessoa que trabalhe, no privado ou na função pública. Gostaria sim de não ter que gastar os meus tinteiros de casa e passar horas a fio no meu computador, pela noite dentro porque o tempo que estive na escola foi a tentar trabalhar num pentium 90 Mhz que não se arrasta e sem um digitalizador e com número limitado de impressões.

          • Iletrado on 15 de Junho de 2017 at 11:57

          Caro Luís

          Ao fim deste longuissimo discurso ainda não conseguiu explicar o que quer dizer o autor (José Carlos Campos) da postagem com a seguinte frase:

          “Por favor, aproveitem quando os ventos são favoráveis e tornem-se grandes, valorizando e dignificando os Educadores de Infância e Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico.”

          Será que quer dizer “e os outros que se lixem”???????

          Grato pela atenção.

          • Marcos Dantas on 15 de Junho de 2017 at 18:00

          Há montes de licenciados desempregados, se há montes de licenciados a trabalhar por valores abaixo do salário mínimo 570 EUROS POR MÊS -, se há montes de licenciados a passar fome, é obvio que as empresas e os empregadores se aproveitam da situação. Deviam ter vergonha? Pois deviam, mas não têm! Se uma empresa com lucros anuais de muitas centenas de milhões não tem vergonha de ter administradores a ganhar 300 ou 400 vezes mais do que paga a trabalhadores especializados como querem que tenham vergonha ?

          É o capitalismo selvagem, senhores.

          É o vale tudo e cada um que se desenrasque.

        • farrapo on 14 de Junho de 2017 at 22:57
        • Responder

        Querem ver que o Mexia deixa a empresa onde é gestor para ser assistente operacional….
        Os professores de Matemática do 2, 3º ciclos e Secundário nem sabem fazer contas de somar quanto mais a tabuada….farrapeiros.

          • Luís on 15 de Junho de 2017 at 10:12

          Meu caro não sei que espécie de formação é a sua. Eu, entre contabilidades analíticas e gerais, Matemáticas Financeiras, Estatísticas aplicadas, Algebra e Geometria, entre outras, aprendi tanto na matemática que sei tirar a raiz quadrada à sua estupidez e chegar à identidade da matriz da sua arrogância, isto sem derivar a sua identidade porque não o conheço. Não fale de quem não conhece, como eu não faço, a não ser que me ofendam na minha essência, como o fez você agora.
          Nem todos têm o único objetivo do lucro, como o Mexia e nem todos têm personalidade para enveredar por uma carreira de política ou pseudo-política, como eu próprio que me fartei de ver desumanizar aqueles que trabalham para sustentar uma família e eliminá-los da nossa lista de colaboradores, ignorando que estes têm família, filhos para governar e contas para pagar.
          Frequentei em tempos certo partido político, ainda no meu tempo de “Jota”, cheio de ideais mas depressa verifiquei que todas aquelas filosofias políticas que estudei se resumem à mentira e ao engano, ao compadrio e à lei do que melhor sabe ludibriar. Em certa reunião com um politicozeco, na altura, bastante conhecido agora, ouvi de sua boca “Vamos servir o partido para depois nos servirmos dele”. Foi a gota de água. Quis entregar o cartão. Não mo aceitaram e deixei-o na secretária do secretário da secção regional do partido e pedi para me riscarem. Nunca mais lá pus os pés nem quero nada com aquela gente.
          O Mexia? Não o invejo. Deve ter o seu dinheiro mas a inveja de uns e o ódio de outros não lhe permitem ser feliz, acredite. Nunca teve ninguém desesperado para sustentar os filhos atrás de si para ajustar contas consigo, por representar um monstro enorme que contrata e despede sem olhar para mais nada que não seja lucro, pois não? Não queira saber o que se sente ao ser odiado, em nome de uma multinacional que nos paga para darmos a cara por políticas de emprego parecidas à escravatura, muitas vezes. Sou honesto e rejo-me por princípios que trago desde o berço. Assim quero continuar e transmiti-los à minha filha, mesmo que tenha de viver com, metade daquilo que já tive. Sinceramente, sou feliz à minha maneira mas não utilize as fraquezas dos outros para ridicularizar uma classe profissional que, por sinal é a sua.
          Tenho dito.

          • Iletrado on 15 de Junho de 2017 at 11:55

          Caro Luís

          Ao fim deste longo discurso ainda não conseguiu explicar o que quer dizer o autor (José Carlos Campos) da postagem com a seguinte frase:

          “Por favor, aproveitem quando os ventos são favoráveis e tornem-se grandes, valorizando e dignificando os Educadores de Infância e Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico.”

          Será que quer dizer “e os outros que se lixem”???????

          Grato pela atenção.

          • Luís on 16 de Junho de 2017 at 7:55

          Certamente não quererá dizer nada disto. O que a mim me parece é que ele se virou para um determinado setor da educação por algum motivo mas, sendo ele representante sindical de todos os professores e não só de alguns, parece-me que seria um erro básico se o tivesse feito.
          Mais, cada um de nós pensa pela sua própria cabeça e não é por dizerem isto ou aquilo que temos ou não de realizar determinada ação.
          A mim, o que me parece é que o pessoal docente, que não do 1º CEB e Educadores tem medo de perder as reduções que têm e, provavelmente estariam mais confortáveis por serem beneficiados, nem que para isso os outros tristes se lixem, como você próprio o diz. A isto chamo de egoísmo. Mas continue com as suas ideias pequeninas porque eu, em casa ou na escola, tenho que trabalhar para preparar aulas, fazer recursos e corrigir cadernos e fichas, por isso, só mesmo os do secundário podem gozar a seu único favor estas horas de redução, ao fim e ao cabo a monodocência é dada a isso mesmo, as matérias e temáticas abordadas sofrem poucas alterações e levar trabalhos dos alunos para casa? É mentira, “postam” tudo no quadro e quem quiser que apanhe, se bem me lembro como era na minha altura…

    • Fátima Ribeiro on 13 de Junho de 2017 at 23:01
    • Responder

    Concordo com a análise do colega. Quanto aos comentários que esta análise suscitou, são lamentáveis. Não acredito que os professores dignos da profissão que exercem façam estes comentários. Só pode ser gente que está completamente desatualizada da realidade ou então tem outros objetivos, como por exemplo, dividir os professores dos diferentes níveis de ensino.
    Relativamente aos sindicatos tenho dificuldade em acreditar no que dizem, porque a luta tem andado muito adormecida…
    A educadora de infância
    Fátima Ribeiro

      • Rui Furtado on 13 de Junho de 2017 at 23:30
      • Responder

      A educadora Fátima Ribeiro não me diga que vai fazer greve aos exames!…

      Julga é que os PAPALVOS do Ensino Secundário vão fazer greve. Mas desengane-se.

        • rui filipe on 14 de Junho de 2017 at 21:43
        • Responder

        Se a grande maioria dos colegas do secundário, fossem fracos como você, felizmente não são, mais valeria chamar alguns professores do 1º ciclo, para darem conta do recado.

    • Comité Central on 13 de Junho de 2017 at 23:06
    • Responder

    Camaradas

    Resta-nos a Greve de dia 21 de Junho. É pegar ou largar

    ::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
    https://3.bp.blogspot.com/-Bi2e94qG3uM/V0dsltWcHPI/AAAAAAABsOs/ktModmX5YDsmzNHI1CcX-4nhh6dyyL6MgCLcB/s1600/1051569.jpg

      • Sindicalista on 13 de Junho de 2017 at 23:12
      • Responder

      Camarada Nogueira

      Não esquecer que os Coadjuvantes, Vigilantes e Corretores dos EXAMES são os PROFESSORES DO ENSINO SECUNDÁRIO.

      Não esquecer que quem prepara os alunos nas áreas cientificas para entrarem no Ensino Superior são os PROFESSORES DO ENSINO SECUNDÁRIO.

      Não esquecer que quem lecciona 10 Turmas por Ano Lectivo (ou seja, 300 Alunos) são os PROFESSORES DO ENSINO SECUNDÁRIO.

      Não esquecer que não há grupo mais dificil em termos disciplinar que os ADOLESCENTES e que quem lhes dá aulas são os PROFESSORES DO ENSINO SECUNDÁRIO.

      (….)

        • Luís on 14 de Junho de 2017 at 0:22
        • Responder

        Você quer lá saber dos adolescentes? Quando se portam menos bem ou lhe mandam alguma boca põem-nos na rua e se são corpulentos, chama o contínuo para os ajudar. Quem forma cidadãos válidos para a sociedade são os educadores e profs de 1º CEB, os outros têm-nos presos numa sala de aula durante menos de uma hora e começam a deitá-los para fora da sala se estes mostram alguma diferença relativamente ao que eles pensam ou fazem.
        Lecionam 10 turmas e não sabem o nome de uma décima parte dos seus alunos, para eles são números que passam por eles e dos quais só conhecem o que fazem nas fichas de avaliação e, por terem uma direção de turma já têm redução de horário. Nós, no 1º CEB, conhecemos os alunos, os nomes deles, os pais, as suas profissões, os seus problemas, que partilham ou se recusam a partilhar connosco, nas demoradas reuniões de encarregados de educação, sempre depois do horário letivo, sem qualquer redução para o fazer. Até os acompanhamos nas comissões de proteção de crianças e jovens em risco, depois de os referenciarmos e darmos andamento aos processos e levarmos com os pais…

          • rui filipe on 14 de Junho de 2017 at 21:47

          Boa Luis. Vá ensinando esse idiota, embora sejam lições gratuitas, mas sempre vamos mostrando a nossa generosidade

          • Informação on 15 de Junho de 2017 at 1:24

          “De um total de 33 países da OCDE, a grande maioria (23 países!) detém um regime de vencimentos diferenciado em favor dos professores do secundário. Apenas oito países não registam diferenças salariais (Portugal e mais sete). Será que os outros 23 países é que estão errados? Penso que não! É de uma total injustiça colocar no mesmo “saco salarial” professores que têm uma complexidade de tarefas totalmente diferentes. É que volto à carga e não me canso de o afirmar: os docentes dos 2º e 3ºciclo e do secundário têm muito mais trabalho do que os docentes do 1º ciclo e pré-escolar, pelo que os regimes salariais deveriam ser totalmente diferentes.”

          Ver aqui:

          http://maisumaaula.blogspot.pt/2012/11/dados-da-ocde-sobre-os-salarios-dos.html

          _______________________

          • rui filipe on 15 de Junho de 2017 at 14:53

          Olhe colega, o que eu sei, é que a folga semanal que os senhores equivale a mais de 4,5 anos a trabalhar menos, do que os professores do 1º ciclo e educadoras de infância,no final de 40 anos de serviço.
          Acresce ainda, que com a redução de horário progressiva até aos 60 anos, o vosso trabalho ,se torna bem mais leve, semanalmente.
          Isto são factos ou evidências, como se diz no nosso meio tão
          burocrático.
          De qualquer modo, registo, a sua forma elevada de dialogar.

          • Sindicalista on 15 de Junho de 2017 at 12:04

          A tua “generosidade” sei eu qual é!…

          O teu “altruísmo” sei eu qual é!…

          Vai pastar a toura para o campo mais próximo. Pode ser que encontres lá o pastor Mário das Nogueiras.

          Boa greve.

          Saudações Sindicais.

          • rui filipe on 15 de Junho de 2017 at 15:02

          Ainda bem, que conheces alguma da generosidade e altruísmo que eu possa ter.
          Já em relação a ti, não te reconheço nenhuma dessas qualidades.
          E deixa de te intitulares sindicalista, porque essa condição é só para quem tem muita qualidade e não para frustrados como tu.Mas claro, que poderás sempre ser sindicalista, quando fores grande.O sonho comanda a vida, como diz o poeta.

      • José Sobral on 14 de Junho de 2017 at 0:29
      • Responder

      A um proxeneta que nunca foi professor e que é proxeneta desde que temos memória a única coisa que lhe interessa é expoliar os contribuintes para obter ainda mais privilégios para a classe profissional que menos horas trabalha em Portugal.

        • Adelino Batista on 14 de Junho de 2017 at 0:42
        • Responder

        o Mário é professor do Grupo dos Martelinhos, de trabalhos manuais… mas já não trabalha à 20 anos

        é uma vida porreira

          • Mércia Fonseca on 15 de Junho de 2017 at 0:49

          Não é “´à”, é “há”!

          • Informação on 15 de Junho de 2017 at 1:33

          É “há”. Tem toda a razão.

          Leu o texto que deu origem ao debate?

          Não me parece que tenha lido, porque “HÁ”, de facto, MUITA FALTA DE VERGONHA, a começar por aqui:

          “… aproveitem quando os ventos são favoráveis e tornem-se grandes, valorizando e dignificando os Educadores de Infância e Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico.”

          José Carlos Campos

          Querem que continue o saque aos contribuintes (e principalmente aos mais jovens) para sustentar reformas aos 50 anos de idade?

          __________________________

          • Julio Sampaio Torga on 15 de Junho de 2017 at 15:38

          Mandem o professor primário José Carlos Campos MaDonalds, Zara, H&M, Call centers Etc…etc…etc……

          ele vai ver quanto ganha lá

          lá até se vai reformar aos 35 anos…

          • rui filipe on 15 de Junho de 2017 at 15:12

          Boa, colega M. Fonseca Será este tipo professor?Se o é, coitados dos alunos!
          Convida-se ,o senhor Adelino Batista, a assistir a umas aulas, no 1º ciclo.
          E como gostamos de trabalhar e somos generosos, serão aulas gratuitas. A bem dos alunos.

      • Victor Ferreira Gnçalves on 14 de Junho de 2017 at 0:31
      • Responder

      Ha porcos em todo o mundo,mas como este é dificil encontrar !!!!!!hehehehehh

      • Licinio Oliveira on 14 de Junho de 2017 at 0:39
      • Responder

      Este Sr. Mário Nogueira não tem outra aptidão que não seja convocar greves e grevesinhas. Se se preocupasse em valorizar os professores que denotam dificuldade em ensinar certos métodos que todos os anos os ministros da “inducação” inventam para dificultar o ensino seria mais vantajoso. Mas… para dizer que ainda existe, cá vai mais uma grevesinha na altura de exames. E se fosse para a rua, não seria bom?

        • rui filipe on 14 de Junho de 2017 at 21:49
        • Responder

        O que vos falta, é uns tomates à Mário Nogueira! Tende paciência e conformai-vos.

    • Pai Preocupado on 13 de Junho de 2017 at 23:35
    • Responder

    Quero que a minha filha vá para “EDUCADORA” (ou BÁBÁ – antigas AMAS).

    Ganhar 3.000 Broas por mês. Porreiro pá!

    Somos de Fornos de Algodres mas até já sei onde ela vai fazer o Curso. Vai para Instituto Piaget de Viseu.

    Vou dizer-lhe que depois até pode colocar as Auxiliares a entreter os meninos.

    Maravilha!…

    Que mais é que ela quer?….

    http://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/10/vencimento.jpg

      • Pai Preocupado on 13 de Junho de 2017 at 23:36
      • Responder

      Vou dizer-lhe que depois até pode fazer uma formação em GESTÃO de uns mesitos no SINDICATO e pode ir para a Direção.

      Assim ainda ganha mais uns COBRES e não faz NADINHA.

      :::::::::::::::::::::::::::::::::::::
      https://4.bp.blogspot.com/-zUk4b2Fwuqs/VuiUCA_MeBI/AAAAAAAAEA8/3jOEIXgKMvEetWoO44j28HVqCOWreqdBw/s1600/1257%2BSuplementos%2BRemuneratorios.png

        • José Ramos on 13 de Junho de 2017 at 23:38
        • Responder

        Caríssimo Pai Preocupado

        Em Portugal impera a LEI do “SAFE-SE QUEM PUDER”.

        Esta vida é para os “espertos”.

        Faz Vª. Exa. muito bem em orientar a sua filha.

        É muito melhor do que ficar aí em Fornos de Algodres na agricultura.

        • Mércia Fonseca on 15 de Junho de 2017 at 9:24
        • Responder

        Força! Oriente a sua filha. Ela vai ficar-lhe eternamente grata: 3000 broas, colocação perto da residência a partir do 1.º ano, nunca vai ficar desempregada, as auxiliares trabalham por ela, não há programas a cumprir, nada de burocracia, reforma aos 50 anos….

          • Maria S. on 15 de Junho de 2017 at 13:11

          Tenho um caso de um familiar que tirou o curso de Engenharia Electrónica, no entanto, como, por herança do pai (ele vive connosco, porque os pais faleceram num acidente de automóvel), ficou com uma percentagem pequena numa empresa (na qual ele trabalhou, no entanto, quer mudar de ramo), e o facto de ter essa percentagem pequena, impede-o de ter acesso a estágios profissionais. resultado: por acaso, ele tem trabalho, no entanto, esfalfa-se a enviar CV a torto e a direito, num curso que, supostamente, se queixam de falta de profissionais.
          As únicas propostas que lhe surgiram, ficavam a mais de 100 km, com ordenados que não passavam dos 600, 650 EUROS. Se essas propostas surgissem mais perto de casa, sim, ele aceitaria, no entanto, quer tivesse que alugar quarto ou ir e vir todos os dias para casa, que lhe restava?
          Não quero com isto dizer que um licenciado deva, logo no início de carreira, ganhar mais que um não-licenciado… quero dizer é que um licenciado, uma vez que investiu na sua formação, deveria ter acesso a “ferramentas laborais” que lhes permitissem ganhar experiência, com valores salariais que não fossem abaixo do salário mínimo, mas que não lhes obrigassem a deslocar-se para áreas superiores a 50/60km…

          Os professores entram a ganhar 1300 EUROS POR MÊS e vinculando NINGUEM OS DESPEDE…isto não se passa cá fora.
          A Função Pública é muito bom.

          • Assunção Palma on 15 de Junho de 2017 at 15:13

          Eu também tenho um caso próximo na família , também conheço vários jovens ,todos dizem o mesmo .
          Já se habituarem a andar de estágio em estágio ,muitas vezes sem sequer ter remuneração .
          Muitos pagam para trabalhar e ganhar experiência .
          Sempre fui exigente com os meus filhos nos estudos ,mas dou por mim a pensar. Para quê?
          Se afinal os empregos que os esperam são os mesmos de quem não estudou ,isto se tiverem sorte.
          Ainda ontem falei com a mãe duma jovem recem licenciada numa universidade pública num curso bastante promissor .Anda num estágio sem receber um cêntimo ,trabalha das 8 h até as 20h …mais uma.
          As empresas contratam por uns meses ( estágios) uma rodada de jovens ,que saem e já está outra rodada à porta para mais uns mesinhos.E assim se vive…o Estado promove estes estágios ,as empresas fazem estes esquemas ,pois ganham com isto ,claro .Ja só querem destes jovens .
          A verdade é que os jovens já nem reclamam ,já sabem que é isto que os espera .
          Quem quer trabalhar cá ,sujeita-se…já nem falo de vencimentos …outros q não querem trabalhar vivem de subsídios .

          Ou seja quem se empenha ,estudou e quer algo fica a perder.Isto não é lamentável?

          Muito triste ,principalmente quando neste país outros simplesmente usam o factor ‘ Cunha’ com uma ligeireza assustadora.
          São esses por vezes sem qq competencia ,mas com bons contactos q gerem o nosso país .

          Aliás o exemplo vem de cima ,até há governantes sem habilitações …mas isso não interessa nada…são assuntos arrumados ,não é o q nos impingem?

          Tenho muita pena dos jovens que se esforçaram num país que simplesmente só dá valor aos ‘amigalhaços’ e pouco liga ao valor profissional de cada um .Ha tantos exemplos infelizmente debaixo do nosso nariz…imagine-se os que não conhecemos!!Tanto no privado como no público …

          Depois vêm os nossos ‘humildes’ governantes descaradamente gabar-se que são responsáveis pela diminuição do desemprego…com estas manobra dos estágios p.ex. é fácil fazer bons números ,aliás se há matéria que os nossos governantes estudaram bem é a da manipulação de dados e números .

          • rui filipe on 15 de Junho de 2017 at 15:27

          Eu compreendo-a.Mas também, não se deve viver com o mal dos outros.
          A solução é lutar no privado,na medida do possível.É aí que se encontram muitos exploradores.Amigos do capitalismo selvagem e do desprezo pelos seus trabalhadores.Até o Papa da coragem, o Papa Francisco, se insurge contra esses sanguessugas.
          Claro que tem de haver patrões e trabalhadores.E há mesmo bons patrões.Como o dono dos cafés Delta.Enfim, o que é importante, é que uns e outros, ganhem em justos limites, como diria,Raúl Brandão.

          • Professor indisciplinado on 16 de Junho de 2017 at 0:33

          Então andam a enganar-me. Tenho que ir à secretaria do meu agrupamento reclamar, porque trabalho há 18 anos, sou do quadro e não ganho 1300 €.
          Antes de fazermos certas afirmações convém estarmos informados. Mas pelo que li por aqui, parece-me que anda muita gente mal informada, inclusive professores.

          • João Pestana on 15 de Junho de 2017 at 14:46

          A maior parte das pessoas em Portugal é na prática comunista para o que lhe convém, independente de serem militantes de esquerda ou direita. Eles são comunistas porque são medíocres. Justiça social não é sinónimo de igualdade. Somos todos diferentes e contribuimos para a economia de forma também ela diferente, portanto o nosso valor tem necessariamente de diferir.

          Estou farto do chulismo português (os interesses instalados) e não sou gajo de me queixar mas não fazer nada. Dizem que quem está mal que se mude. Ora nem mais, é o que vou fazer. E como eu, existem muitos outros que se estão a borrifar para Portugal.

          os jovens otários que paguem as reformas aos 40 anos dos professores primários e das babás

          • rui filipe on 15 de Junho de 2017 at 15:37

          Tanta estupidez junta, deveria merecer um prémio.Veja bem:qual foi o politico que convidou os jovens a sair da sua zona de conforto e a emigrar?Vou-lhe dar uma dica: não é de esquerda.
          Os verdadeiros sociais democratas, como o falecido Sá Carneiro e tantos outros, acredito mesmo como Rui Rio, nunca falariam assim.
          Mas se emigrar, desejo-lhe,com toda a sinceridade, boa sorte

          • Mércia Fonseca on 17 de Junho de 2017 at 0:15

          Reformas aos 40 anos, só se for dos políticos! Vá chamar babás e primárias às sua tias.

    • Grito do Ipiranga on 14 de Junho de 2017 at 0:10
    • Responder

    O GRITO DO IPIRANGA

    Queremos Aposentações aos 40 ANOS DE IDADE

    Queremos o DESCONGELAMENTO

    Queremos TUDO….mas SÓ PARA OS MONO(IN)DECENTES

    https://i0.wp.com/5dias.net/wp-content/uploads/2012/11/Greve.jpg

      • Professor on 14 de Junho de 2017 at 0:20
      • Responder

      Para mim o dia 21 de Junho vai ser um dia normal. Irei estar no Secretariado de Exames.

      O José Carlos Campos que faça a greve por mim.

      Saudações Sindicais.

        • Armando Monteiro on 14 de Junho de 2017 at 0:27
        • Responder

        Um professor que é professor, nunca faria greve em dia de exames, prejudicando os seus alunos, quem o fizer não é professor…

          • Luís on 14 de Junho de 2017 at 7:37

          Que professores são estes mal educados que aqui postam comentário dignos de um ignorante e não de stores? Afinal agora vejo o porquê do insucesso em Portugal. O porquê de estarmos como estamos.
          Tenham vergonha e não venham para aqui revelar a vossa ignorância e estupidez. O egoísmo é próprio de crianças e não de professores adultos com responsabilidade de formação dos futuros cidadãos.
          Como professor gostaria de ver os professores, eu incluído, serem avaliados na sua pedagogia e formação pessoal. Quem não tem educação nem valores nunca deveria ser professor, para o bem do nosso país. Como pai, vou estar atento aos professores da minha filha e, doravante, não deixarei passar nada em branco.

          • Zé de Sousa on 14 de Junho de 2017 at 10:24

          Carissimo Luis

          “O egoísmo é próprio de crianças e não de professores adultos com responsabilidade de formação dos futuros cidadãos.”

          Acha? Acha mesmo?

          Então explique lá o que significa esta frase:

          “Por favor, aproveitem quando os ventos são favoráveis e tornem-se grandes, valorizando e dignificando os Educadores de Infância e Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico.” José Carlos Campos

          O que é isto se não EGOISMO ?????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????

          • Luís on 14 de Junho de 2017 at 23:08

          Caro Zé de Sousa, pelo menos vejo que os tem no sítio para colocar aqui o seu nome. Os meus parabéns por se diferenciar dos que se escondem atrás do anonimato para proferirem o que, parece, não terem condições de defender perante os argumentos dos outros.
          Sinceramente, não sei qual o contexto deste excerto que aqui apresenta. Sem ele é difícil pronunciar-me acerca do que alguém, em determinada circunstância e momento quis defender. Já vi muito boas intenções serem deturpadas e transformadas em autênticas aberrações, por isso cinjo-me ao que me parece e não faço juízos.
          Uma coisa é certa, eu sou grande cada vez que encontro um dos meus ex-alunos que me interpelam e mostram alegria por me encontrar. Mais feliz ainda me sinto quando eles ou os seus pais afirmam que o sucesso que têm tem muito a ver com a minha ação como professor e formador. Sim, formador de personalidades porque, com a monodocência consigo algo que não está ao alcance dos docentes da pluriducência, a oportunidade de marcarmos os nossos alunos na sua formação pessoal, como se de um cunho pessoal nosso se tratasse. Isto faz toda a diferença para mim. E sabe que mais? fiquem lá com as reduções que têm que eu não as quero. O que quero, isso sim é a minha realização como pessoa, professor, pedagogo e, acredite, muitas vezes, como o pai que essas crianças não têm em casa. Quantas vezes os seus alunos se abraçaram a si quando o vêm chegar à escola ou à sala de aula? Comigo, essas demonstrações de carinho e proximidade são diárias e fico felicíssimo com isso. E sabe que mais? nenhum pai ou mãe, daqueles que vê o seu filho ou filha largarem-lhe a mão para se virem abraçar a mim me acusou de pedofilia ou algo do género. Sabe porquê? Porque depositam em mim a confiança que, jamais depositarão em si, quando me entregam a maior fortuna, o bem mais precioso que têm.
          Pense lá bem, se tem filhos, se isto não acontece consigo também e reduza-se à sua insignificância na vida destas crianças que é reciproca à importância e dedicação que atribuem a cada uma delas.

          • rui filipe on 14 de Junho de 2017 at 21:53

          Ai, que te estou a ver tão amare linho…

          • rui filipe on 15 de Junho de 2017 at 0:11

          Cambada de hipócritas e chantagistas.Escudai-vos com as crianças.O que vos custa, é perder o vencimento desse dia.
          Qualquer greve, não se faz de ânimo leve.Até porque, quem a faz, perde o que ganha como ilíquido, desse dia.A diferença, está na luta pela dignidade e daqueles que vivem na babuje, como os porcos.Para estes e só para estes, deveria haver uma reforma dourada, aos 75 anos!

        • rui filipe on 14 de Junho de 2017 at 21:52
        • Responder

        Pois eu compreendo-te.Faltam-te os tomates.Só deves ter adereços!


  1. 爷,收下我的膝盖!

    • Ricardina on 14 de Junho de 2017 at 10:44
    • Responder

    Realmente esta frase é elucidativa do pensamento.

    “Por favor, aproveitem quando os ventos são favoráveis e tornem-se grandes, valorizando e dignificando os Educadores de Infância e Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico.”

    José Carlos Campos

    Vamos lá trocar isto por miúdos e ver o que o autor quer dizer.

    Por palavras mais simples o que isto significa é o seguinte:

    Como agora se está a discutir o ORÇAMENTO DO ESTADO (Mangedoura Pública) vamos ver se sacamos a maior fatia para nós (leia-se, PROFESSORES PRIMÁRIOS e BABÁS) e os outros que se lixem.

    Se isto não se destina a dividir a classe profissional, qual será o objectivo?

    Valha-me Deus!

    • Contribuinte on 14 de Junho de 2017 at 11:43
    • Responder

    Lapidar!…

    Uma autentica pérola!…

    “Por favor, aproveitem quando os ventos são favoráveis e tornem-se grandes, valorizando e dignificando os Educadores de Infância e Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico.”

    José Carlos Campos

    Ilustrativa de um EGOÍSMO ATROZ e das FISSURAS e DESUNIÃO da CLASSE PROFISSIONAL.

    É este o PENSAMENTO daqueles que desde a ABRILADA sacaram o MAXIMO QUE PUDERAM.

    Foram como os PORCOS á MANGEDOURA PÚBLICA com a sofreguidão de quem está esfaimado.

      • Orçamento de Estado on 14 de Junho de 2017 at 12:08
      • Responder

      Aproveitem para MAMAR nas TETAS do ORÇAMENTO DO ESTADO.

      Os CONTRIBUINTES e os DESGRAÇADOS dos JOVENS que ganham o Salário Mínimo que PAGUEM O REPASTO.

      Função Pública exige que a PORCA (Orçamento do Estado) dê mais LEITE.

      Temos que MAMAR até as TETAS SECAREM.

      http://lh3.ggpht.com/-xPckNPpxrCg/VHpFf-qhcQI/AAAAAAAAK8c/0QFgnS6c01k/Pol%2525C3%2525ADtica%252520Porca_thumb%25255B8%25255D.jpg?imgmax=800

        • José Sousa on 15 de Junho de 2017 at 15:03
        • Responder

        Aliás existe 2 partidos de direta em Portugal e uns 20 de esquerda. Todo o universo do Estado é da esquerda, todos os sindicatos são de esquerda, o estado é um gigante em comparação com o de à 30 anos e ainda têm o descaramento de falar em capitalismo e liberalismo em Portugal! Este país é um paraíso de socialistas e mamadores da teta estatal!

    • Atónito on 14 de Junho de 2017 at 15:15
    • Responder

    Número de trabalhadores com salário mínimo sobe para 730 mil

    São 22,9% do total de Trabalhadores por Conta de Outrem, de acordo com o quinto relatório de acompanhamento da remuneração mínima mensal garantida, que o Governo apresentou esta quinta-feira aos parceiros sociais.

    O número de trabalhadores que ganham o salário mínimo nacional aumentou para os 730 mil em Março deste ano, face ao período homólogo. Representam 22,9% do total.

    Depois da subida do salário mínimo para os 557 EUROS em Janeiro, o quinto relatório de acompanhamento da remuneração mínima mensal garantida, que o Governo apresentou esta quinta-feira aos parceiros sociais, dá conta de que, em Março de 2017, “havia cerca de 730 mil trabalhadores abrangidos” por esta remuneração.

    http://rr.sapo.pt/noticia/85230/numero_de_trabalhadores_com_salario_minimo_sobe_para_730_mil

    Muitos destes Novos Empregos são de Jovens com Licenciatura, Mestrado e até Doutoramento.

    Muitos destes Jovens tem mais Habilitações que o Autor desta Postagem – Senhor Professor Primário José Carlos Campos.

      • Mércia Fonseca on 15 de Junho de 2017 at 0:54
      • Responder

      E depois que culpa temos nós? Desses jovens habilitados, alguns são nossos filhos.

        • Informação on 15 de Junho de 2017 at 1:10
        • Responder

        E depois que culpa temos nós?

        Temos SIM, porque queremos colocar estes Jovens desgraçados (com Licenciaturas, Mestrados e Doutoramentos e que ganham salários muito baixos) a pagar as reformas dos Senhores Professores Primários e BABÁS que desejam aposentar-se aos 50 ANOS DE IDADE como é defendido na postagem aqui feita.

        Leia o Texto que deu origem a este debate,

          • Mércia Fonseca on 15 de Junho de 2017 at 9:38

          Por mais que leia o texto de origem, não consigo ver lá escrito ou subentendido que alguém queira reformar-se aos 50.

          • Fernando Castanheira on 15 de Junho de 2017 at 15:01

          Muitas colegas suas saíram sim com 50 ANOS DE IDADE e andam por aí a laurear a pevide….e mais…. saíram com uma reforma superior ao vencimento que tinham à data da aposentação.

          Andam por aí todas frescas a gozar e a malta que trabalha e os mais novos é que pagam este REGABOFE todo…

          Tenham VERGONHA

          • rui filipe on 15 de Junho de 2017 at 15:54

          Eu compreendo-o.Mas eram as leis que havia ao tempo.Eu estou à vontade, que não usufruo disso.Mas há tantas, injustiças, como deve saber. É nos políticos, é noutras classes profissionais, eu diria em todos os setores da vida profissional.Ou vamos remediar todo o passado, o que não é possível.Ou vamos tratar de melhorar o presente e o futuro, não concordará?

          • Mércia Fonseca on 15 de Junho de 2017 at 18:15

          Eu é que vou ter vergonha porque colegas minhas se reformaram aos 50 ?(são 52 e 32 de serviço, começaram a trabalhar aos 18) e eu com quase 60, já exauta, ainda tenho mais ou menos 7 anos pela frente? Vá chatear quem tomou essas decisões!

        • rui filipe on 15 de Junho de 2017 at 15:43
        • Responder

        Nem mais colega Mércia. Mas infelizmente, há quem olhe só para o seu umbigo!


  2. Num blog respeitável, com a enorme implementação que tem o DeAr Lindo e ao público a que se dirige é verdadeiramente lastimável verificarem-se comentários tais como os de um pequeno grupo de fundamentalistas anti 1.º Ciclo e Pré-escolar que tem aparecido nos últimos dias. São comentários com meias verdades, mentiras e ocultação de factos, além de serem agressivos, arrogantes, provocadores e ofensivos.

    Se pretendem denegrir os profissionais da monodocência com este tipo de atitude, isto só define o tipo de pessoas que escreve semelhantes blasfémias e podem crer que com estes comentários só fazem que os professores do 1.º ciclo e os educadores de infância se sintam mais unidos e mais fortes.

    Agora, gostaria de salientar aqui aspectos de extrema importância para os monodocentes. É verdade que há mais países com carreira diferenciada do que com carreira única, só que os que têm carreira diferenciada também há países que os professores primários ganham mais que os seus pares. Um desses casos é o da Coreia do Sul que aparece sempre bem colocado no PISA. E nos testes TIMMS, em Matemática para os alunos do 4.º ano, os portugueses aparecem no pelotão da frente (13.º) e pasme-se à frente da mítica Finlândia, que nos deixa sempre a milhas de distância nos testes PISA que se destinam a alunos com 15 anos.

    Afinal, os professores do 1.º ciclo e os educadores do pré-escolar que só servem para limpar o rabo aos meninos, que não tem habilitações, são regentes, como afirmam esses detratores até conseguem dar bem conta do recado. Muitos destes docentes tem como habilitações mestrado e doutoramentos e nada lhes ficam a dever.

    • Paula Leal on 14 de Junho de 2017 at 22:17
    • Responder

    Mas que baixo nível tudo isto!!!!!!!!!!!!!!

      • Zézé Camarinha on 15 de Junho de 2017 at 14:39
      • Responder

      Tens razão minha querida paulinha!..

      Coloca um salto alto e um Topesinho….que eu gosto assim…

      E deixa-me trabalhar… vais ver que sobes logo para um Nívile que nem calculas….até avanças paredes e trepas para o ultimu escalão…..

      Vais ver que não te desiludu minha fofura…

      ::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
      https://i.ytimg.com/vi/Rd7mt1XvJ_U/hqdefault.jpg

      • rui filipe on 16 de Junho de 2017 at 13:50
      • Responder

      A baixeza ,infelizmente, traz baixeza.Mas se não se quer importunar, não leia.Como deve saber, geralmente ou mesmo todos os blogues, são sacos onde pode entrar toda a gente. Se reparar bem, há gente que defende os seus argumentos com elevação e outros que são arruaceiros, infiltrados, etc.
      Só temos,acho eu duas soluções: ou não entramos nos blogues, ou entramos e escrevemos conforme os intervenientes…
      Cumprimentos.

    • Mércia Fonseca on 15 de Junho de 2017 at 0:26
    • Responder

    Estou chocada com tanta doutorice. Só não veem o óbvio por pensarem que são superiores. É claro que os professores do 1.º ciclo trabalham mais que os outros, sem sombra de dúvida, por isso já tiveram um regime especial de aposentação que foi retirado no tempo da ministra Maria de Lurdes. Quanto a conhecimentos, cada grau de ensino tem a sua especificidade. Quando se trata de completar horário, os professores de outros ciclos “sujeitam-se” a lecionar Atividades de Enriquecimento Curricular” no 1.º, sendo esta lecionação uma autêntica desgraça (salvo exceções): expulsam alunos das aulas, não conseguem respeito, dão origem a reclamações dos pais… Tal como um do 1º também conseguiria lecionar no secundário. Apelidarem-no de babás e regentes é uma falta de respeito, até que há muitos destes “regentes e “babás” com mestrado.

      • Informação on 15 de Junho de 2017 at 1:06
      • Responder

      Em Portugal, ao contrário do que acontece na maioria da Europa, ser educador de infância, professor do ensino básico ou do secundário não tem qualquer influência no rendimento: o salário médio anual é entre 21.960 e 42.377 euros por ano.

      Jornal de Negócios, 6 de outubro de 2016

      http://www.jornaldenegocios.pt/economia/educacao/detalhe/salario_medio_dos_professores_portugueses_proximo_dos_valores_minimos

      Este é dos poucos países da Europa em que os vencimentos são iguais para todos.

      ……….

        • Informação on 15 de Junho de 2017 at 1:44
        • Responder

        “De um total de 33 países da OCDE, a grande maioria (23 países!) detém um regime de vencimentos diferenciado em favor dos professores do secundário. Apenas oito países não registam diferenças salariais (Portugal e mais sete). Será que os outros 23 países é que estão errados? Penso que não! É de uma total injustiça colocar no mesmo “saco salarial” professores que têm uma complexidade de tarefas totalmente diferentes. É que volto à carga e não me canso de o afirmar: os docentes dos 2º e 3ºciclo e do secundário têm muito mais trabalho do que os docentes do 1º ciclo e pré-escolar, pelo que os regimes salariais deveriam ser totalmente diferentes.”

        Ver aqui:

        http://maisumaaula.blogspot.pt/2012/11/dados-da-ocde-sobre-os-salarios-dos.html

        ________________________

          • imag on 15 de Junho de 2017 at 10:00

          É incrível a falta de civismo e respeito aqui demonstrado por alguns colegas em relação aos seus pares! Logo aqueles que deveriam dar o exemplo!!!
          Analisando bem as opiniões aqui expostas por alguns colegas, no fim de contas, o que interessa é mesmo o “VIL METAL”, que continua a falar mais alto, seja na política, na banca, no setor empresarial e, pelos vistos, na educação/escola.
          Dá-me a impressão de que muitos colegas não fazem a mínima ideia dos conteúdos trabalhados e da funcionalidade específica de cada professor ou educador; parece que pararam no tempo. Que tal dar uma leitura pelo programa do 1º CEB ou pelas OCEP (Orientações Curriculares da Educação Pré-escolar), antes de emitirem opiniões sobre este assunto?
          E quanto a quem trabalha mais ou menos, já vi de tudo em todos os níveis de ensino e educação; bons ou maus profissionais existem em todo o lado e só depende da competência, interesse e brio profissional de cada um.

          • Maria S. on 15 de Junho de 2017 at 13:19

          Sabia que em Portugal o salário médio pago num Call Center ronda os 719€?

          Sabia que muitos dos que lá trabalham são Licenciados, Mestrados e Doutorados?

          Sabia que essas meninas das ESEs e dos PIAGETs iniciam a ganhar 1300 EUROS POR MÊS?

          Sabia que os Funcionários Públicos não tem problemas de DESEMPREGO DEPOIS DE VINCULAREM?

          • Eu on 15 de Junho de 2017 at 14:49

          Pagam-lhes 500 euros+ descontos, retiram premios de produtividade porque o coaching foi negativo ( porque lhes interessou que o coaching e a avaliação fosse negativa), brincam com a vida pessoal das pessoas alterando horarios, ferias e exigindo contrapartidas laborais por morte de familiar ou doença e na maior parte das vezes ainda lhes é exigido falarem linguas e fazerem trabalho de back office so porque a maior parte desse pessoal tem qualificaçoes muito acima da media,( curso siuperior…..licenciados, mestrados, doutorados e até mais…)

          • imag on 15 de Junho de 2017 at 14:51

          Sei tudo isso e muito mais, porque não ignoro o que se passa atualmente com as pessoas recém formadas e porque leio e vejo as notícias diariamente. Também sei que, tendo em conta a lei da oferta e da procura (muito mais procura de trabalho do que oferta do mesmo), as entidades patronais se servem deste facto para pagarem salários muito abaixo daquilo que seria devido a quem trabalha e possui qualificações profissionais, muitas vezes superiores aos da entidade empregadora. Agora, isto não pode é ser exemplo; o que deveria suceder é exatamente o contrário e, para sua informação “as meninas das ESEs e dos PIAGETs NÃO iniciam a ganhar 1300 EUROS POR MÊS”, tal como acontece com os outros docentes.
          Já agora, o tom depreciativo com que se refere aos profissionais que têm a responsabilidade de iniciar a vida académica das crianças deste país é lamentável; revela por si só o caráter da pessoa.

          • Pirocas the man on 15 de Junho de 2017 at 14:56

          Sempre e melhor que trabalhar na terra ou ao frio na construção …

          agora vem com a cantiga do desgaste….

          sabem lá o que é trabalhar 40 horas no setor privado

          • imag on 15 de Junho de 2017 at 15:35

          Nunca ninguém me ouviu queixar do trabalho que faço e deixe-me que lhe diga que as horas que dedico à escola ultrapassam largamente aquelas que tenho no horário.
          Em relação à idade da reforma, ninguém no setor da educação se reforma aos 50 anos…era bom era!!!
          Atualmente, qualquer professor tem de ter pelo menos 40 anos de descontos e 65 ou 66 anos de idade (mais mês, menos mês).
          Quanto ao local e tipo de trabalho, as ESES e Universidades estão abertas para quem quiser tirar um curso que lhe permita enveredar pela carreira docente…já que é assim tão bom!!!

          • rui filipe on 15 de Junho de 2017 at 16:29

          Eu compreendo que também deva ser duro.Mas trabalhar com “material humano”, não é o mesmo que trabalhar terra ou “botar” massa.
          E o que diferencia uns e outros,são as habilitações académicas e a educação que cada um traz de casa.O que produz mais informação ou conhecimento,maior sensibilidade, mais orientação e sentido de vida a transmitir, etc.Eu sei, que não será assim em todos os cantos do mundo.Será a foice e o martelo a comandar.Mas não se vê, que por essas bandas, a dignidade do Homem seja melhor, bem pelo contrário.
          Você, por exemplo, até usa um pseudónimo – não sei se sabe o que é isso -, muito reles, talvez muito usado, por quem exerce essas atividades, mas não na Escola.Estamos
          entendidos, ou prefere que lhe faça um desenho!

          • rui filipe on 15 de Junho de 2017 at 16:13

          Muito bem dito.Mas há quem seja feliz, só com o mal dos outros!
          Será que são os professores -especialmente do 1º ciclo e educadoras … -,que têm o poder executivo do país, para que muitas e grandes injustiças ocorram?Mas atenção, não só no Ensino, mas em todos os setores da economia e atividades profissionais. Não são.Então, há que remediar tudo isto.Caso contrário, é cada um, a olhar para o seu umbigo.

      • bibicas on 15 de Junho de 2017 at 23:11
      • Responder

      Mércia , o contrário também é válido. Gostava de ver um colega do 1º ciclo a lecionar geometria descritiva , matemática, Fisico- Química ou História que é o meu grupo, ao secundário. Já não falo em corrigir testes de 6 ou mais turmas e exames ás carradas. Não venham dizer que os colegas do 1º ciclo têm mais trabalho que os professores dos outros ciclos, porque no fundo sabem que isso não é verdade. Tenho o maior respeito pelos professores do 1º ciclo, meus progenitores foram os meus primeiros mestres num tempo em que o Estado permitia que os pais fossem professores dos filhos.

        • Mércia Fonseca on 15 de Junho de 2017 at 23:37
        • Responder

        Compreendo tudo o que diz. Sei que nos outros níveis corrigem muitos testes, visto terem mais alunos, mas têm uma componente não letiva mais alargada que nós. A componente letiva é mais cansativa que a não letiva. Os monodocentes trabalham diariamente 5h de 60 min e depois ainda vão para reuniões a iniciar às 18h. Eu chego a casa todos os dias exausta, pois tenho uma turma mista com 3 NEE, tendo que dar matérias em simultâneo, ao mesmo tempo que controlo o comportamento. Os comportamentos agravam-se perante esta situações. Quanto aos conhecimentos, os professores dos primeiros graus, têm-nos mais superficiais, abrangendo grande quantidade de disciplinas que têm de lecionar e avaliar, enquanto os dos níveis mais avançado têm conhecimentos mais específicos, mas apenas dentro de uma área ou duas.

    • Vitor Ribeiro on 15 de Junho de 2017 at 15:46
    • Responder

    43 mil licenciados desempenhavam em 2007 trabalhos de baixa qualificação ou não qualificados, como limpezas ou construção civil, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). Sem emprego nas suas áreas, dizem-se “dispostos a tudo” para sobreviver.

    De acordo com números estimados pelo INE com base no Inquérito ao Emprego, no ano passado 7.200 pessoas com formação académica superior estavam empregadas em trabalhos não qualificados. Vendedores por telefone ou ao domicílio, pessoal de limpeza, lavadeiras e engomadores de roupa, empregadas domésticas ou estafetas são alguns dos exemplos constantes da lista de trabalhos não qualificados, segundo a classificação nacional de profissões.

    A estes, somam-se mais de 35.800 licenciados em trabalhos de baixa qualificação, que o INE integra em categorias como “operadores de máquinas e trabalhadores de montagem”, “operários, artífices e trabalhadores similares” ou “pessoal dos serviços e vendedores”. Seguranças, metalúrgicos, mecânicos, motoristas ou empregados de loja são algumas das profissões.

    No total são pelo menos 43 mil os diplomados nestas situações, mais cinco mil do que em 2006. No entanto, o verdadeiro número de pessoas com excesso de formação para o trabalho que desempenham pode ser muito superior, uma vez que aquele conjunto não abrange os 46 mil licenciados que integram o “pessoal administrativo e similares”, uma categoria que inclui empregados de recepção, telefonistas ou cobradores de portagem, por exemplo, além de funções mais qualificadas como escriturários ou gestores de conta bancária.

    E os PROFESSORES PRIMÁRIOS e as BABÁS ainda querem mais???????????????

    Não lhes chega as MORDOMIAS que já possuem??????????????

      • imag on 15 de Junho de 2017 at 16:10
      • Responder

      Quem lhe ensinou a escrever, a ler ou a fazer as primeiras contas???
      E o que é isto de “BABÁS”???
      Desconheço esta categoria de docentes; pode explicar melhor??? )imagine que eu tenho 5 ou 6 anos)…

    • Grito do Ipiranga on 15 de Junho de 2017 at 17:27
    • Responder

    Grito do Ipiranga

    Acontecimento ocorrido a 7 de setembro de 1822 que simboliza a independência do Brasil.

    Se os PROFESSORES PRIMÁRIOS e/ou REGENTES ESCOLARES e as BABÁS (antigas AMAS) querem uma CARREIRA à parte tem todo o meu apoio.

    Falem com o Mário Nogueira.

      • rui filipe on 17 de Junho de 2017 at 14:58
      • Responder

      Cuidado com a palha que andas a comer!Será que vem da China?

    • Ana Ventura on 15 de Junho de 2017 at 18:05
    • Responder

    Procura-se vendedor de pipocas, mas só com licenciatura – 15 de Junho de 2017

    Oferta de emprego como vendedor de pipocas no Porto está a gerar polémica porque exige como requisito mínimo a licenciatura.

    A empresa de trabalho temporário Egor publicou na segunda-feira uma oferta de emprego para vendedor de pipocas numa empresa na zona da Foz, no Porto.

    O perfil pretendido é de alguém que, preferencialmente, tenha experiência anterior em vendas, que seja responsável, seja capaz de lidar com o stress, tenha uma boa capacidade comunicação e que esteja disponível para trabalhar em part-time.

    Até aqui tudo bem. Estranha-se é que exija como requisito mínimo a licenciatura para a função de vendedor de pipocas.

    https://www.noticiasaominuto.com/pais/814440/procura-se-vendedor-de-pipocas-mas-so-com-licenciatura

    E que tal o José Carlos Campos apresentar a sua candidatura?

    Não é mau 557 EUROS MENSAIS para 40 Horas de Trabalho. Como é part-time é só fazer as contas.

    .

    • Afonso Henriques on 15 de Junho de 2017 at 20:50
    • Responder

    Com argumentos, aqui explanados e colados, de professores de 2.º, 3.º e secundário a roçarem o ridículo porque falaciosos, a mostrarem total ignomínia e a falta de urbanidade, não há contra-argumentação válida a não ser mandá-los a todos para um destino turístico histórico: A PUTA QUE OS PARIU!

      • Enrabador on 15 de Junho de 2017 at 21:35
      • Responder

      Estás a chamar pela tua mãesinha?

      Vê lá como falas Afonsinho!…Vê lá….

      Tens algum PROFESSOR PRIMÁRIO e/ou REGENTE ESCOLAR ou uma BABÁ (antigas AMAS) na tua família?… Mesmo que tenhas não devias chamar nomes à tua mãesinha.

      Não te revoltes contra a tua mãesinha que ela não tem culpa de ter tido um ABORTO chamado Afonsinho.

      Vá lá….diz-lhe para te dar os comprimidos com um copinho de água…

        • Afonso Henriques on 15 de Junho de 2017 at 23:21
        • Responder

        A puta da tua mãezinha (e pasme-se que nem isso sabes escrever) é que foi chamada aqui à colação, porque nunca te devia ter dado à luz!!! Tens ódio visceral aos professores primários e às babás, grande paneleiro, porque reprovaste no exame da 4.ª classe e o que fizeste foi à custa do dinheiro dos papás! Para além de usares o nome “enrabador” que não deverias usar porque és apenas um enrabado, e estás a usurpar esse nome ao teu paizinho, néscio, vê-se bem que te saiu o curso num brinde da farinha amparo!

          • Enrabador on 16 de Junho de 2017 at 0:19

          ´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´´

          Eu adoro enrabar PROFESSORES PRIMÁRIOS e/ou REGENTES ESCOLARES…. mas as BABÁS (antigas AMAS) também vão….uma maravilhaaaaaaaaaaaaa….

          ….até fico com água na boca…..

          …..é um fétiche

          não te esqueças de amanhã mudares as fraldas lá na pocilga

          ………………

          • rui filipe on 18 de Junho de 2017 at 20:28

          Tu não deves ser professor.Deves ser, um calhau com dois olhos!

          • bibicas on 16 de Junho de 2017 at 12:23

          Henrique, não entendo porque perde tempo com um energúmeno que não é mais do que um infiltrado , pois topa-se á distancia. Deixe-o destilar a peçonha do veneno que o baba todo, pode ser que vomite tudo e uma vez saciado , que vá enrabar os da sua laia. Eu por mim só passo cartão a merda quando estou distraído.

          • rui filipe on 17 de Junho de 2017 at 15:05

          Exatamente bibicas, muito bem dito.Como é que este tarado veio parar aqui?Temos de desvendar de que manicómio fugiu!

    • Paulo Liquito on 16 de Junho de 2017 at 18:01
    • Responder

    Dividir para reinar.. Governo atingiu com sucesso os objetivos.

      • rui filipe on 17 de Junho de 2017 at 15:18
      • Responder

      Não atingiu não.Estamos só no intervalo.Sócrates e Passos também perderam connosco.Será que Costa também quer experimentar?Já nas autárquicas, basta votarmos em qualquer partido, menos no PS. E eu até sou dessa área.Mas não irei votar neles.ESTA SERÁ A MELHOR GREVE.NÃO SE ESQUEÇAM.É JÁ EM OUTUBRO.VAMOS MOSTRAR CARTÃO VERMELHO,NEM QUE SEJA SÓ DE PROTESTO.E SE NÃO ARREPIAREM CAMINHO, NAS LEGISLATIVAS DE 2019, RUA COM ELES!


  1. […] blogue mais lido de educação observo (caixa de comentários) múltiplas  frases vexatórias do trabalho no 1ºciclo.  As […]

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