É Urgente Mesmo Repensar o Horário de Trabalho

Mas será que o Centeno estará pelos ajustes?

É sem dúvida alguma a principal preocupação para o arranque do ano lectivo 2017/2018 no que respeita a negociação directa com o Ministério da Educação (sob supervisão do Ministério das Finanças).

Se não houver sinais, ou vontade do ME em promover uma mudança na organização de trabalho dos professores, não resta às organizações sindicais manterem a greve de dia 21 e quem sabe prolongá-la ainda por mais tempo.

 

Mudança nos horários para travar greve dos professores

 

 

Sindicatos de docentes dão prioridade a mexidas nos horários de trabalho para próximo ano letivo.

 

 

 

As principais associações sindicais de professores elegem a questão do horário de trabalho como tema prioritário para o qual exigem respostas do Ministério da Educação na reunião de amanhã, de modo a cancelarem a greve do dia 21, data em que se realizam três exames nacionais (Física e Química A, Geografia A e História da Cultura e das Artes).

A determinação do horário de trabalho do próximo ano letivo é o aspeto mais urgente. É preciso que as componentes letiva e não letiva fiquem claramente definidas“, disse ao CM João Dias da Silva, secretário- -geral da Federação Nacional de Educação. Já quanto às questões do descongelamento das carreiras, regime especial de aposentação e vinculação docente, a FNE admite que a urgência é menor: “Sobre as outras matérias é preciso que da reunião saia uma orientação sobre o sentido em que vamos.

” Mário Nogueira, secretário- -geral da Federação Nacional de Professores (Fenprof), também considera a questão dos horários “a mais imediata, por ter impacto já em setembro“. Os outros temas “são de negociação mais longa”, diz, exigindo ao Governo compromissos.

Os horários ficarão definidos no despacho de organização do próximo ano letivo. Nogueira diz que urge “acabar com a confusão entre componente letiva e não letiva”, bem como “incluir os intervalos do 1º ciclo na componente letiva”. O dirigente exige que docentes com reduções de horário por antiguidade não tenham de desempenhar tarefas desgastantes integradas na componente de estabelecimento.

 

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33 comentários

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    • Paulo Jorge Moreira on 5 de Junho de 2017 at 13:48
    • Responder

    Há outra situação mais urgente, que surgiu por e-mail este fim de semana, que ó o facto do IAVE estar a contactar Professores contratados para corrigiren Provas de Aferição do IAVE, quando o vinculo contratual destes é com a Escola ou o Agrupamento de Escolas. Isto óbviamente é ilegal.
    Como já um colega postou aqui no Blog:

    “Pois, há é alguns problemas legais graves, apesar de não parecerem, quanto à subcontratação de Professores contratados, quando o seu contrato é com uma Escola ou com um Agrupamento de Escolas, para corrigir tais provas. Este problema nunca antes tinha surgido, pois como não é legal, nunca se tinha chamado Professores contratados a corrigir provas a nível nacional, numa entidade que é um Instituto e não a sua entidade patronal momentânea. Recordo que o IAVE é um Instituto. Se não havia nas Escolas Professores de Quadro, logo com o vinculo legalmente necessário, não se começava este processo de provas de Aferição contando com mão de obra ilegal, pois são Professores contratados juridicamente alocados a uma Escola ou Agrupamento de Escolas. Mais grave, muitos deles têm micro-horários, não tendo nem componente, nem remuneração por este trabalho para esse Instituto. Não estará aqui uma situação de trabalho forçado e mesmo de escravatura. Alguém que me prove que estou errado. Assim volto a colocar a questão:

    “Até que ponto é legal um Professor contratado, com um micro-horário, cuja entidade patronal é uma Escola ou agrupamento de Escolas, seja obrigado a trabalhar obrigado e de graça para uma organização como o IAVE que não é a sua entidade patronal, para a qual, essa sim, tem um micro-vinculo laboral?…””

      • Verónica on 5 de Junho de 2017 at 18:22
      • Responder

      Os professores contratados sempre corrigiram exames pois é uma tarefa a que obriga o próprio ECD que também se aplica aos contratados. Agora chegou ao primeiro ciclo (e 2º) e estes pelos vistos não sabiam.

        • Noemia on 5 de Junho de 2017 at 18:47
        • Responder

        É verdade.

        Cada vez mais trabalho não remunerado. A correcção de exames já foi paga, mas agora como o Nosso Estatuto tem melhorado, fazemos o serviço gratuitamente.

        Aumentos Salariais = ZERO
        Descongelamento de Carreiras = ZERO
        Definição dos Horários de Trabalho = ZERO
        Regime Especial de Aposentação = ZERO
        Vinculação de Contratados = umas migalhas
        (…)

        Os professores costumam satisfazer-se com as poucas migalhas que caem da mesa do repasto orçamental.

    • Steve on 5 de Junho de 2017 at 14:42
    • Responder

    Horário de Trabalho

    Andam bem os Sindicatos ao colocarem em cima da mesa as questões relativas ao Horário de Trabalho.

    Existem mil e um atropelos no Horário de Trabalho dos docentes. Há Directores mais papistas que o Papa e portanto depois quem se lixa é o mexilhão.

    No Horário de Trabalho existem duas componentes: a Componente Lectiva + Componente Não Lectiva (Trabalho de Escola + Reuniões+Trabalho Individual).

    É importante que as Reduções da Componente Lectiva ao abrigo do Artigo 79º passem a integrar o Trabalho Individual (preparação de aulas+elaboração de fichas+correcção de trabalhos+……..).

    O Trabalho de Escola e as Reuniões (infindáveis) tem vindo de forma progressiva a sobrecarregar o Horário de Trabalho dos Docentes.

    Aproxima-se o arranque do ano lectivo 2017/2018, logo estas questões devem ser prioritárias.

    Chega dos professores serem BURROS DE CARGA.

      • Silvia on 5 de Junho de 2017 at 15:04
      • Responder

      O Trabalho de Escola e as Reuniões (infindáveis) são uma coisa enfadonha.

      Os sindicatos devem começar por aqui.

      Muito do desgaste da profissão resulta da sobrecarga da Componente Não Lectiva – Trabalho de Escola e reuniões+reuniões+reuniões….enfim no fim isto espremido é igual a um monte de papeis para o lixo.

    • Rui Silva on 5 de Junho de 2017 at 14:50
    • Responder

    “A determinação do horário de trabalho do próximo ano lectivo é o aspecto mais urgente. É preciso que as componentes lectiva e não lectiva fiquem claramente definidas“

    Perfeitamente de acordo. É tempo de dizer BASTA.

  1. O Regime Especial de Aposentação Docente diz respeito a TODOS (aos mais novos e aos mais velhos)

    Aos mais novos porque importa libertar lugares para os colegas contratados e aos Jovens que se encontram a tirar Cursos Superiores na área da Educação.

    Aos mais velhos porque depois de uma vida de trabalho merecem sair com o mínimo de dignidade.

    No que diz respeito ao “Regime Especial de Aposentação” dos Docentes este MINISTRO Fez ZERO.

    Neste sentido é bom recordar que este Governo fez aprovar um Regime Especial de Aposentação para os Militares, GNR, PSP, Policia Marítima, Policia Judiciária….os quais aos 60 ANOS DE IDADE podem Aposentar-se sem qualquer tipo de penalização. No caso dos Militares e da GNR, aos 55 ANOS DE IDADE passam à RESERVA (isto é, vão para casa) e aguardam pelos 60 ANOS DE IDADE, momento a partir do qual passam à REFORMA/APOSENTAÇÃO.

    Acresce referir que os Militares e a GNR ainda tem UMA BONIFICAÇÃO DE TEMPO DE SERVIÇO, ou seja, inicialmente essa Bonificação correspondia a um acréscimo de 25% (por cada 4 anos o militar é como se tivesse feito 5 anos) e agora essa BONIFICAÇÃO DE TEMPO DE SERVIÇO passou para 15%

    Um Militar ou um guarda da GNR com a bonificação (actual) de 15% no Tempo de Serviço se lá permanecerem 35 ANOS significa 40,25 ANOS (35 anos + 15% de bonificação = 40,25 ANOS DE SERVIÇO

    Significa isto que estes GRUPOS PROFISSIONAIS são duplamente favorecidos.

    No Sector Privado também existem Regimes Especiais de Reforma de que são exemplo as “bordadeiras da madeira”, os “controladores de tráfego aéreo”….

        • Firmino on 5 de Junho de 2017 at 22:12
        • Responder

        Os professores são carne para canhão.

        São desunidos e com isso perdem força reivindicativa. Vamos ver se agora que tem sido martirizados reagem de forma a fazer ouvir a sua voz.

      • Firmino on 5 de Junho de 2017 at 22:08
      • Responder

      Colega

      Falta acrescentar a essa lista os Senhores Juízes e os Senhores Delegados do Ministério Público que possuem um Regime Especial de Aposentação.

      Acresce que as aposentações destes senhores ultrapassam todas os 5.000 Euros Mensais. Basta ver as listagens das Aposentações da CGA.

    • Julia on 5 de Junho de 2017 at 15:45
    • Responder

    Passaram 2 anos do mandato deste Governo e o que se pode ver é que muito pouca coisa mudou. A BCE (concursos manhosos) acabaram e parece que vão vincular 3.000 desgraçados (já em idade avançada – alguns com mais de 60 anos).

    Além disto NADA FOI FEITO.

    O Governo com o seu discurso tem embrulhado os professores.

    Temos imensos problemas para resolver:

    – os Horários de Trabalho;

    – o Regime Especial de Aposentação Docente;

    – os 51.000 (desgraçados) professores contratados que andam ano após ano a tapar buracos;

    – o descongelamento das carreiras;

    – aumentos salariais;

    – (…)

    Passou mais um ano e NADA FOI FEITO. Porraaaaaaaaaaaaaaaaaa…..

      • Sebastião on 5 de Junho de 2017 at 15:49
      • Responder

      COM PAPAS E BOLOS SE ENGANAM OS TOLOS!!!

    • Professora on 5 de Junho de 2017 at 15:59
    • Responder

    Estava motivada para a greve, caso houvesse, dia 21. Parece-me que, de novo, vai haver uns memorandos e isto é tudo fogo de vista.

    Amanhã à tarde vamos confirmar.

    Se não houver avanços em relação ao regime especial de aposentação e continuar o blá blá blá, que compreendem o cansaço, mas …. etc. , podem os sindicatos deixar de contar com grande parte dos docentes, aqueles que andam estafados, cansados e doentes ao fim de 40 anos de dar tudo pelo ensino e sem verem a luz ao fundo do túnel, o momento em que poderão descansar com uma reforma condigna.
    Já basta de compreensão e de palavras solidárias. Queremos ação!

      • Zulmira on 5 de Junho de 2017 at 17:49
      • Responder

      Colega faço minhas as suas palavras.

      Se não houver avanços em relação ao regime especial de aposentação e continuar o blá blá blá, que compreendem o cansaço, mas …. etc. , podem os sindicatos deixar de contar com grande parte dos docentes, aqueles que andam estafados, cansados e doentes ao fim de 40 anos de dar tudo pelo ensino e sem verem a luz ao fundo do túnel, o momento em que poderão descansar com uma reforma condigna.
      Já basta de compreensão e de palavras solidárias. Queremos ação!

      QUEREMOS ACÇÃO!….

      QUEREMOS RESPOSTAS!…

  2. Este Ministro só lá vai tomando uma posição de força.

    Não temos alternativa.

    GREVE NACIONAL

    http://www.fenprof.pt/Download/FENPROF/SM_Doc/Mid_115/Doc_10980/Destaque/_cartaz-greve-21-junho.JPG/cartaz-greve-21-junho_230.jpg

    1. Reunião da FENPROF com Ministro da Educação confirma-se para amanhã (6 de junho), mas foi antecipada para as 9.30 horas

      A reunião da FENPROF no Ministério da Educação, prevista para amanhã (6 de junho), mantém-se. Contudo, foi antecipada para as 9.30 horas.

      A partir das 14.00 horas, reunirá o Secretariado Nacional da FENPROF que, de acordo com a avaliação que fizer da reunião no ME, confirmará, ou não, a realização da Greve Nacional de Professores e Educadores, prevista para 21 de junho, bem como da Greve às Avaliações dos docentes das escolas públicas de ensino artístico especializado, cujo início está previsto para o dia seguinte (7 de junho). Se o nível de compromisso com os professores, a assumir pelo Ministro da Educação, não for satisfatório, o Pré-Aviso de Greve para dia 21 de junho, será entregue ainda no dia 6.

      O Secretariado Nacional

  3. A Palavra a Mário Nogueira

    Contem comigo. Até para fazer greve por tempo indeterminado.

    https://www.youtube.com/watch?v=k2pMIldtBXQ

  4. Reunião com o Ministro da Educação – FNE – 05/06/2017

    A reunião da Federação Nacional da Educação – FNE com o Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, foi antecipada para as 11h30 de amanhã, 6 de junho de 2017, nas instalações da Av. 5 de Outubro, em Lisboa.

    Em causa estão as questões que a FNE suscitou no seu ofício de 22 de maio de 2017, entregue no quadro da vigília que a federação promoveu em frente ao Ministério da Educação, e que constam da Resolução do Secretariado Nacional de 1 de junho de 2017.

    Tais questões dizem respeito a múltiplos problemas que são fator de perturbação no setor educativo e que podem ser sistematizados em quatro pontos essenciais, para os quais a FNE exige respostas concretas do Ministro da Educação:

    1) Eliminação da Precariedade entre docentes e não docentes;

    2) Descongelamento de Carreiras;

    3) Direito a um regime especial de Aposentação para os docentes, sem penalizações, a partir dos 36 anos de serviço;

    4) Organização do Tempo de Trabalho, com a definição do que é letivo e não letivo, com o respeito efetivo pelo tempo de trabalho individual.

    A FNE aguarda com expetativa por resultados claros e concretos do Ministério da Educação aos problemas identificados, com vista a uma educação de mais qualidade para todos, com a necessária valorização de todos os trabalhadores da educação.

    A ausência ou insuficiência de respostas do Ministro da Educação terá como consequência a entrega, pela FNE, de um pré-aviso de greve para uma paralisação que poderá ocorrer no próximo dia 21 de junho de 2017.

    Porto, 5 de junho de 2017

    http://www.fne.pt/pt/noticias/go/atualidade-reuni-o-com-o-ministro-da-educa-o

    • Belisanda on 5 de Junho de 2017 at 16:20
    • Responder

    A Gestão Escolar é outro problema muito importante. Chega de ditadura dentro das Escolas.
    Rever o Modelo de Gestão Escolar e passar para um sistema democrático é importante.
    Os ditadores estão a ser reconduzidos pela máfia (compadrio/amiguismo/cunhice…) dos Conselhos Gerais.

  5. Em muitos Agrupamentos os professores fartam-se de fazer trabalho administrativo que cabe ás secretarias das escolas fazerem.

    Só falta colocarem os professores a limparem as Salas de Aula.

    A definição das funções e do horário de trabalho devem ser negociados.

    • Professora on 5 de Junho de 2017 at 17:18
    • Responder

    Ora aqui está pela voz mais esclarecida a tratar de assuntos da Educação em Portugal: a do Paulo Guinote!

    https://guinote.wordpress.com/2017/06/05/o-velho-paradigma/

    “Já se está a arranjar a forma de todos fazerem “prova de vida” e saírem bem de um “braço de ferro” que só alguns traumatizados articulistas do Observador tomam como certo, mas que mais não é do que uma encenação de arrufo para cumprir calendário e dar a sensação de conflito. Se já em tempos de Crato, algumas migalhas serviram para anunciar “vitórias”, o que se pode esperar de “lutas” que só irão até ao ponto a que chegam as trelas da FNEprof. Aliás, o que me consta é que isto é mais dirigido ao Conselho de Ministros do que à 5 de Outubro.

    Reparem…

    Já quanto às questões do descongelamento das carreiras, regime especial de aposentação e vinculação docente, a FNE admite que a urgência é menor: “Sobre as outras matérias é preciso que da reunião saia uma orientação sobre o sentido em que vamos.” Mário Nogueira, secretário- -geral da Federação Nacional de Professores (Fenprof), também considera a questão dos horários “a mais imediata, por ter impacto já em setembro”. Os outros temas “são de negociação mais longa”, diz, exigindo ao Governo compromissos.

      • Beatriz on 5 de Junho de 2017 at 17:26
      • Responder

      Cabe aos Professores no seu conjunto não se RENDEREM

      Cabe aos Professores LUTAREM pela DIGNIFICAÇÃO DA PROFISSÃO

      http://dypk-portal.com/wp-content/uploads/2015/02/1aaabbbcccaprof.jpeg

    • António on 5 de Junho de 2017 at 17:57
    • Responder

    Isto não anda, nem desanda.

    Eu vejo por mim! Estou congelado desde 2004. Cada vez trabalho mais e ganho menos. Estou cansado deste estado de coisas.

    A isto chama-se envelhecer alegremente como Mestre Escola.

    • Emplastro(a) on 5 de Junho de 2017 at 18:22
    • Responder

    Nós os Emplastros e Emplastras somos assim

    Eu Não Faço Greve…Sou um emplastro(a) e prefiro que os colegas façam por mim.

    Ficar sem o salário de um dia de trabalho!…Era só o que faltava…..Esta malta é louca…..

    Desculpem qualquer coisinha.

    http://3.bp.blogspot.com/-ObqKadVbB1o/UsGMBymR8aI/AAAAAAAAL6Y/2ePGXPHOFgk/s1600/Fernando+Alves+(2).JPG

      1. Saiam da frente.

        A unica coisa de que não precisamos é de EMPLASTROS.

        http://www.fenprof.pt/Download/FENPROF/SM_Doc/Mid_115/Doc_10980/Destaque/_cartaz-greve-21-junho.JPG/cartaz-greve-21-junho_230.jpg

    • Tiagototo on 5 de Junho de 2017 at 18:30
    • Responder

    Estou a ver que a coisa está a afrouxar! Melhorias de condições de trabalho claro. Mas não é só a componente Letiva e não Letiva, são professores com dezenas de turmas e com 200 e 300 alunos, são reuniões e papelada infindável. Mas os restantes pontos são também fundamentais. E bom sair de lá com garantias e não aceitar promessas.

      • Noemia on 5 de Junho de 2017 at 18:51
      • Responder

      Exacto!…Professores com muitas turmas. Não é fácil ter 8, 9, 10 e mais turmas.

      não podemos “afrouxar”

    • Setorinha on 5 de Junho de 2017 at 21:16
    • Responder

    Ora aqui está algo que já devia estar em vigor:

    “O dirigente (Mário Nogueira) exige que docentes com reduções de horário por antiguidade (artigo 79º do ECD) não tenham de desempenhar tarefas desgastantes integradas na componente de estabelecimento.”

    Os docentes mais novos são capazes de não entender, mas vai chegar o dia em que, pelo cansaço acumulado, vão perceber perfeitamente o quanto decisivo é a resolução deste problema.

    • Setorinha on 5 de Junho de 2017 at 21:19
    • Responder

    Vai muito tempo que….”urge “acabar com a confusão entre componente letiva e não letiva”, bem como “incluir os intervalos do 1º ciclo na componente letiva”.

    Até que enfim…

    Habemus Papam

  6. Devem estar a brincar: acabar com as reuniões de hora, hora e meia? E depois para onde íamos pôr a conversa em dia? E a malta tinha de chegar a horas às reuniões, queres ver?… E depois íamos nós passar por ser as chungosas que reclamam quando a reunião que começou às 17h devia ter começado às 16h45 e já são 18h e não há meios de acabar, e sermos as “descompensadas” lá do sítio? Nã.

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