A Repetição da História – Timor-Leste

Professores portugueses em Timor-Leste sem complementos salariais desde o início do ano

 

 

Os professores portugueses que estão em Timor-Leste nas escolas de referência e os professores e funcionários timorenses do mesmo projeto estão sem receber complementos salariais desde fevereiro.

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9 comentários

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    • Do Contra on 3 de Junho de 2017 at 21:24
    • Responder

    Estavam à espera do quê?
    Em primeiro lugar, a situação não é virgem. Depois, sabe-se que Timor paga SEMPRE, embora com atraso. Por último, esperavam o quê? Que Timor se portasse como um país do primeiro mundo? Pars isso, não vão para lá!
    Ganham o salário ilíquido, os complementos (que são um insulto para os professores e funcionários timorenses), andam de calção e chinelo e ainda se queixam? Vergonha!!!

      • Timor on 8 de Junho de 2017 at 12:56
      • Responder

      Para quem está em Portugal é muito fácil dar opiniões sobre o que se passa em Timor-Leste!
      Acha que os professores não comem e bebem diariamente em Timor-Leste?
      Acha que os professores não tem que pagar mensalmente a sua habitação em Timor-Leste?
      Acha que os professores não tem que pagar o tlm, e a internet para comunicar com a família em Portugal?
      Se acha que estar em Timor-Leste é andar de chinelo e calção, vencimento ilíquido e complementos deveria no próximo concurso concorrer (sim o concurso é público) e ser colocado nos CAFE do Suai, Ainaro ou Oecussi (viagem de 12 horas de barco).
      Como vê é só vantagens….. vergonha deveria ter quem escreve sobre a realidade que não conhece!
      A única verdade, Timor-Leste pode demorar por uma questão de burocracia, mas paga sempre aos professores portugueses.

        • Do Contra on 8 de Junho de 2017 at 16:31
        • Responder

        Não seja tonto/a. Falo com conhecimento de causa. Não me julgue sem me conhecer. Reitero tudo o que disse.

          • Timor on 9 de Junho de 2017 at 15:40

          Hummmm, então também andou de chinelo e calção! Fartou-se ou é um (a) que não viu o contrato de cooperação renovado?

          • Do Contra on 12 de Junho de 2017 at 17:45

          Nada disso. Não me tente é enfiar os dedos pelos olhos!

          • Timor on 13 de Junho de 2017 at 16:57

          Bem, inicialmente, achou que eu seria tonto (a) porque apenas escrevi a minha opinião, para além de ter conhecimento da realidade e conhecimento de causa do que se passa em Timor-Leste.
          Relativamente aos dedos nos olhos, nem sequer tenho intenção disso!
          O (a) docente é que parece que escreve por escrever! Os professores portugues quando submetem o seu concurso, que por acaso até é público, são explanadas as regras, os direitos e os deveres dos docentes enquantos professores.
          Portanto os vencimento iliquido é um direito!
          O complento de vencimento pago em dolares pelo estado de Timor-Leste também é um direito!
          Agora o que os professores e funcionarios timoresnses dos CAFE recebem de vencimento é da responsabilidade do governo timorense! Certo, os professores não tem nada a haver com isso, tal como acontecem Portugal! O vencimento dos funcionarios das escolas em Portugal tambem pode ser considerado uma vergonha em relação ao vencimento dos professores, ou nao partilha desta opinião?
          Agora o que cada um faz nas ferias e aos fins- de-semana é daz responsabilidade de cada um e os atos ficam para quem os pratica!
          Certamente quando estive ou ainda está em Timor-Leste também vai passear pela Ásia!

          • Do Contra on 14 de Junho de 2017 at 12:34

          Não!! Nada disso.
          Achei-o/a tonto/a porque me veio falar das necessidades básicas dos professores e não por ter dado a sua opinião. Tentou “vitimizar” quem não é vítima. Portanto, não me venha dizer que os professores em Timor precisam de comer, de beber e de falar com a família em Portugal porque o vencimento que auferem de Portugal serve perfeitamente para tal… e sobra. Os professores têm direito ao complemento e, que eu saiba, Timor sempre cumpriu, embora com atrasos. Se querem tudo direitinho, com os direitos todos, não vão para um país do 3º mundo.

          Reitero a minha opinião sobre o vencimento dos funcionários timorenses, especialmente quando comparado com o dos “malae”: é um escândalo! É a minha opinião. E não vale a pena comparar com o caso de Portugal: um funcionário ganha sensivelmente metade do vencimento de um contratado e acresce que, diversas vezes, o contratado está deslocado e tem de enfrentar inúmeras despesas extra. Deve haver, inclusive, funcionários que, contas feitas e despesas pagas, devem auferir um salário maior do que um professor. Mas isso são as regras do jogo e eu aceito-as. Não venham é para a comunicação social dar uma de “vítimazinhas”, de coitadinhos. Olhem ao vosso redor.

          Sobre Bali, Jaco ou Ataúro nos fins de semana, tudo bem, nada a opor… Falo sim de professores que fazem do seu quotidiano umas férias em Timor… E, sim, nas salas de aulas também. É uma vergonha!

          • timor on 14 de Junho de 2017 at 13:41

          Bem, no ponto estamos de acordo! o ultimo paragrafo é verdade para alguns! à quem até durma em sala de aula …. mas se acontece culpa do coordenador (a) do CAFE que sabe e é conivente (os motivos dessa conivência é que devia ser discutida e aqui sim teriamos “pano para mangas”.
          Eu também sei os motivos, mas não digo…….
          Em relação ao vencimento em Portugal, é um direito e provavelmente terá que ser usado para as despesas de vida do quotidiano em Timor-Leste (na minha opinião).
          Os professores também estavam habituados a que a despesa do alojamento fosse diretamente suportada pelo Governo de Timor. A situação foi alterada e provavelmente os professores terão que fazer outro tipo de gestão!
          Em relação aos professores que pensam que estão diaramente em férias, efetivamente, a verdade que o que leva os docentes a Timor são os motivos finaceiros! essa é que é a verdade

          • Do Contra on 20 de Junho de 2017 at 12:36

          correção: “há quem até durma em sala de aula”.

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