As notas continuam a sofrer de “inflação”, mas mais no EP…

É o que indica o estudo, publicado no “site” da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e da Ciência (DGEEC).

As notas atribuídas pelas escolas privadas em 2016 aos alunos do secundário foram mais altas em cerca de 0,67 valores do que as das escolas públicas, “Existe um desalinhamento persistente e especialmente marcado entre os subsistemas público e privado independente. Aos alunos de estabelecimentos públicos são, em média, atribuídas classificações internas mais baixas do que aos seus colegas do subsistema privado que, posteriormente, obtêm resultados iguais nos exames nacionais”. Mas, é também referido que esta diferença entre estes dois sistemas de ensino não deve ser considerada “como uma realidade uniforme e aplicável a todos os estabelecimentos de ensino de cada subsistema”, enfatizando que “existe uma grande heterogeneidade dentro do subsistema privado e também, em menor grau, dentro do subsistema público”.

Os autores deste estudo referem ainda que, “Sendo a classificação interna do secundário uma componente importante da nota de candidatura ao superior, desalinhamentos sistemáticos e muito acentuados entre escolas podem desvirtuar o salutar princípio de igualdade de oportunidades entre todos os candidatos”.

Este desalinhamento é mais notório no período 2011/2014 tendo sofrido uma ligeira correção no ano letivo de 2015/2016. Fica o estudo …

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