A indisciplina nas nossas escolas…

Ontem, a indisciplina nas escolas reinou. O problema persiste e ninguém toma duas medidas que deveriam ser as primeiras, o reforço da autoridade do professor, assim como, a responsabilização dos alunos e seus encarregados de educação…

Ficam as declarações feitas aos “telejornais” e um programa sobre o tema.

 

 

 

 

 

 

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10 comentários

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    • Prof on 8 de Fevereiro de 2017 at 12:08
    • Responder

    A indisciplina no 3º Ciclo é a principal causa do insucesso escolar.
    Ainda ontem eu falei com um diretor de turma acerca de uma participação disciplinar que fiz de uma aluna que fala alto, ri alto e interrompe constantemente a minha aula. Este meu colega disse-me que tinha falado com a aluna e que esta lhe tinha dito que eu é que a “perseguia”??!! Foi o meu próprio colega que deu mais valor à palavra da aluna do que à minha. E atenção que estamos a falar de uma aluna com várias participações disciplinares em variadas disciplinas, atitudes muito incorretas para com professores e funcionários e péssimo aproveitamento escolar!
    Se são os professores a valorizar a palavra dos alunos em detrimento da dos seus colegas como é que isto se vai resolver?

      • Gin on 8 de Fevereiro de 2017 at 12:38
      • Responder

      Espetalha-lhe um estaladão!

      • Continue. on 8 de Fevereiro de 2017 at 13:10
      • Responder

      Continuar a aplicar o regulamento interno da escola e em conselho de turma definir estratégias a aplicar por TODOS(!) os professores.

      O colega DT ou não quer ter trabalho ou é pressionado para assim agir. Nesta coisas há de tudo por aí.

      Dar um estaladão é claramente o que não DEVE fazer. Surgiu-me agora uma ideia: transferir a aluna para uma escola amarelinha, sobretudo uma daquelas bem posicionada no ranking. Ah! Ah!

    • Desrespeito total! on 8 de Fevereiro de 2017 at 13:05
    • Responder

    Se o próprio ME não respeita os professores, produzindo legislação com critérios manhosos de modo a fomentar ultrapassagens injustas, dividindo para reinar, o que esperar dos alunos?

    Ainda todos devem estar lembrados dos tempos da MLR em que a imagem dos professores foi propositadamente denegrida, para depois parecer justo toda a política que levaram a cabo e que prevalece até hoje.

    • maria on 8 de Fevereiro de 2017 at 13:59
    • Responder

    O problema persiste e ninguém toma duas medidas que deveriam ser as primeiras, o reforço da autoridade do professor, assim como, a responsabilização dos alunos e seus encarregados de educação… esta é a grande questão do ensino. Não existe aprendizagem com indisciplina. Hoje a indisciplina reina na sala de aula e muitas vezes fica nos bastidores das escolas.

    • maria on 8 de Fevereiro de 2017 at 14:05
    • Responder

    A indisciplina é o flagelo da educação em Portugal a todos os níveis. No 12ª ano ´flagelo é a pressão do DT e alunos às notas altas. Querem notas, a família quer vintes, ameaça, pressiona o prof. para as grandes notas. Este é também um problema dos anos terminais. Todos conhecem esta realidade mas estamos todos “cheios” de medo. As notas internas são elevadas e depois as notas externas são muito baixas … qual será a razão ? deixem aqui alguns comentários em como resolver esta situação …como se resolve esta chantagem.. ?

      • Fátima Carvalho on 8 de Fevereiro de 2017 at 14:23
      • Responder

      Está tão enganada!!!

      • Alexandre on 8 de Fevereiro de 2017 at 18:26
      • Responder

      Trabalha no Externato R*******?

      Na minha escola, que perde todos os anos o equivalente a 5 turmas em transferências para colégios privados (no ano passado foram 134 alunos!), dava jeito que alguns colegas deixassem de encarar as “notas” dos miúdos como notas que nos saem do bolso.

      É que perdemos os melhores alunos, ano após ano, por haver umas almas para os quais a escala termina no 18.

    • Fátima Carvalho on 8 de Fevereiro de 2017 at 16:13
    • Responder

    Segue a resposta que escrevi a um colega, fruto dos meus 24 anos de experiência docente: “Tendo em conta a minha experiência, as zonas por onde passo, considero os alunos vítimas dos pais, da falta de formação destes ( enquanto DT, sempre aceitaram os meus conselhos para lidarem com os seus educandos. Muitos jovens não deveriam ter pais.). As condições em que muitos alunos vivem são TERRÍVEIS, DRAMÁTICAS, contudo possuem bons telemóveis. A escola pública não consegue organizar-se para dar uma resposta eficaz a estes jovens, não obstante é a sua função. Geralmente, os docentes dão 2 testes idênticos a toda a turma e por período, os que tiverem positiva passam, os outros ficam para trás, idependentemente de serem assíduos, pontuais, humildes, bem comportados DESORGANIZADOS, NÃO FAZEM OS TRABALHOS DE CASA e os E.E não vão à escola, mas deslocam-se quando convocados. A escolaridade dos E.E não passa do 5º ano. Estes alunos chumbam logo no primeiro ciclo. Conheço alguns que estão 4 anos no 5º ano. A indisciplina impera nessas turmas ( felizmente não as tenho, embora tenha alunos com 18 anos no 9º ano- inadmissível.). Estes alunos vão depois formar turmas de CEF ou PIEF. Estes alunos conseguem contagiar os bons que começam igualmente a ter insucesso. Conheço outras escolas ( + de 2000 alunos)que se organizam de tal forma que os alunos até ao 9º ano raramente são retidos ( vários momentos de avaliação diferenciados) . Não há indisciplina ( tive uma turma de 29 alunos de 7º ano e uma de 10º de 25 ) , não há PIEF nem CEF, há sim estratégias diferenciadas sabendo de antemão que muitos destes alunos não irão seguir um curso superior e, se mais tarde o fizerem TANT MIEUX como dizem os franceses. Estas experiências de vida são a confirmação que a retenção só serve para aumentar a marginalidade e, por conseguinte, o desgaste de muitos docentes. Para terminar, o governo não vai resolver estes problemas porque já legislou para que os docentes mudem de estratégias. Culpabilizo os Conselhos de Turma e os docentes que não conseguem trabalhar em equipa, que não conseguem aplicar a lei, que vivem obcecados com os exames nacionais ( estes sim, colidem com a legislação sobre a avaliação predominantemente formativa). Bastava-lhes ler o parecer do CNE.
    Sobre Tribunais de Menores e Comissões/Instituições de Jovens retirados às famílias não confio nem sequer um pouquinho. A Escola Pública necessita de BOAS LIDERANÇAS , os professores de formação adequada para saber lidar com estes jovens.Na década de 80, os meus professores já diziam que no futuro, a função da escola pública seria a Educação. Nem mais. Hoje não é possivel ensinar sem educar. Debitar matéria ,como nos séculos passados, também gera indisciplina.”

      • Ana Filipa Assunção on 9 de Fevereiro de 2017 at 21:46
      • Responder

      Está em causa algo muito simples, a escola tem de assegurar a integridade de quem a frequenta, alunos e professores e funcionários. Simples

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