Em Portugal, apenas 14% do alunos que chumbam apresentam sinais de recuperação

Está aberta a discussão, que já dura há anos.

Terão os “chumbos” o impacto que se quer deles? Ou estaremos, só, a desperdiçar umas “massas”?

Mais um estudo Aqeduto

Para além de dispendioso, chumbar não melhora as aprendizagens. É tempo de repensar a sua utilidade e procurar medidas alternativas que realmente promovam as aprendizagens, especialmente direcionadas a alunos com dificuldades.

O problema não é o que se gasta mas sim se se gasta da melhor forma. Vários estudos internacionais, realizados em diversos contextos sociais e económicos, têm demonstrado que chumbar um ano é a medida mais cara  e a que menos traz benefícios aos alunos. Em muitos casos consegue-se provar que os alunos em vez de recuperarem aumentam a distância face aos pares, ficando pior preparados para enfrentar os desafios da vida adulta. Várias medidas têm sido adotadas, todas com melhores resultados e a custos mais baixos. Em Portugal, a despesa direta ligada a mais um ano de escola é de cerca de 7000 USD por aluno. A este custo devemos somar o custo indireto que provém de perdas a nível de salários, maior tempo de dependência da segurança social ou com problemas de saúde e outros (www.aqeduto.pt).

(clicar na imagem para aceder aos dados)

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1 comentário

    • mario silva on 29 de Setembro de 2016 at 23:47
    • Responder

    ‘chumbar’ não melhora as aprendizagens tal como ‘passar’ só para não ficar retido também não melhora…

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