Petição – Por um ensino de inglês no 1º CEB de qualidade

Com pedido de divulgação.

Pertencemos a um grupo de docentes do grupo de recrutamento 120-Inglês, que detêm mestrado profissionalizante em Ensino de Inglês e de Língua Estrangeira (Alemão, Espanhol ou Francês) para o Ensino Básico, mestrado profissionalizante em Ensino de Inglês no 1º CEB ou licenciatura de Professores do Ensino Básico – Português e Inglês (organizadas ao abrigo da Portaria n.º 352/86, de 8 de julho). Somos os docentes previstos nos artigos 7º e 8º do Decreto-Lei n.º 176/2014, de 12 de dezembro, que define as habilitações necessárias para a lecionação desta área curricular no 1º Ciclo do Ensino Básico.

Pretendíamos que divulgasse esta petição
http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=porum120dequalidade, de forma a proteger a qualidade do ensino de inglês no 1º CEB, de maneira a a que seja lecionado por verdadeiros profissionalizados para o grupo.

Obrigado.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2016/05/peticao-por-um-ensino-de-ingles-no-1o-ceb-de-qualidade/

33 comentários

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    • Claudia Pinto on 7 de Maio de 2016 at 12:32
    • Responder

    Lamentável que se pense que um mestrado habilita mais do que dez anos de experiência! Considero esta petição um autêntico insulto a todos os colegas, tal como eu, que sacrificaram as suas vidas durante dez anos, lecionando AEC quando mais ninguém as queria em deterimento de um mestrado. Reconsidera a sua posição e demonstre algum apreço por todos os que tem vindo a lutar pelo ensino do Inglês no 1ºciclo.

      • Maria Sousa on 7 de Maio de 2016 at 12:41
      • Responder

      A colega tem estágio em inglês no 1º CEB? Os colegas da petição são portadores de habilitação profissional obtida através de um mestrado profissionalizante de 4 semestres, 2 anos letivos e com práticas de ensino supervisionada no ensino do inglês do 1.º ciclo. A grande parte tem mais de 10 anos de experiência em AEC. Atenção, que esta petição não foca apenas os Docentes detentores de mestrado, mas também os docentes do 220, titulares do grau de licenciado do curso de Professores do Ensino Básico, variante de Português e Inglês, organizados ao abrigo da Portaria n.º 352/86, de 8 de julho (com um ano de colocação no grupo 110) e que também realizaram prática pedagógica supervisionada em ensino do Inglês no 1.° ciclo, para além de também terem experiência profissional em AEC.

      Leram tudo?

      Esta petição não é de todo descabida.

        • Claudia Pinto on 7 de Maio de 2016 at 13:34
        • Responder

        Mas a colega considera que um ano de estágio no 1ºciclo qualifica mais do que 10 anos de ensino?? Nunca coloquei em causa as qualificações dos colegas com Mestrado ou do 220, só considero insultuoso que se questione a capacidade dos outros que leccionam este nível de ensino à 10 anos!

          • Maria Sousa on 7 de Maio de 2016 at 13:51

          Eu própria tenho 10 anos de serviço em AEC de inglês e tirei o mestrado. Não pode ter a mesma preparação que eu, colega. Desculpe mas não pode ter. Fiz estágio para o 330-Inglês na minha primeira licenciatura e fiz novo estágio no 120-Inglês.

          • Claudia Pinto on 7 de Maio de 2016 at 17:41

          Não me ouviu/leu a dizer que me acho melhor! Não tenho por hábito criticar a formação dos outros e nem o farei!

          • Cogitador on 7 de Maio de 2016 at 16:46

          Insultuoso é a forma como trata a nossa querida língua de Camões… Não sei se é mais ou menos qualificada do que um docente titular de um mestrado profissionalizante, mas devia fazer um esforço no sentido de evitar cometer erros crassos em matéria de ortografia.

          • Claudia Pinto on 7 de Maio de 2016 at 17:40

          Já cá faltava! Pelo menos não se esconda! Mostre-se! LOL

          • Rui Sena on 8 de Maio de 2016 at 9:33

          Olhe o português colega… Veja a diferença entre “à” e “há”…

          • Claudia Pinto on 8 de Maio de 2016 at 12:31

          São esses os argumentos??OMG! Obrigada pelo reparo. Já corrigi para não ferir susceptibilidades!


  1. Petição lamentável. Preocupem-se com o povinho que chegou e chegará dos colégios para o topo das listas.

      • Claudia Pinto on 7 de Maio de 2016 at 13:40
      • Responder

      Mesmo!

        • Bárbara on 7 de Maio de 2016 at 14:06
        • Responder

        Eu não concordo… olha esta. cada um que trate da sua vida. Se eles
        acham que estão a ser prejudicados logo sabem…Vou analisar com mais
        atenção.

      • Rogério Rocha on 7 de Maio de 2016 at 13:56
      • Responder

      Nunca é lamentável lutar pelos nossos direitos. Bem haja, colegas! Isto de fazer cursos à distância não pode habilitar profissionalmente.

      • Carolina on 7 de Maio de 2016 at 13:56
      • Responder

      Não entendo por que é que no 120 o tempo de serviço não conta a partir do momento da criação do grupo, tal como no 910… É possível ter/obter habilitação profissional para um grupo antes mesmo dele existir? Vamos todos aprender Mirandês, pode ser que, tal como acontece em Espanha
      esta língua oficial passe a integrar o currículo dos alunos e nessa altura já teremos 12, 15, 24 anos de tempo de serviço. Yupiii


  2. Concordo xpto.

    • Cláudia Soares on 7 de Maio de 2016 at 15:33
    • Responder

    O que aqui se está a propor é tão descabido como alguém tirar um curso universitário para lecionar e depois no final de anos de formação e milhares de verbas investidos alguém querer a toda a força que esse curso não permita dar aulas.
    O complemento foi decidido pelo Ministério, as pessoas investiram centenas de horas nele, centenas e milhares de euros, não pode simplesmente vir um grupo de professores lembrar-se que deve ser anulado. Isso não se faz, pura e simplesmente, é descabido e DARIA DIREITO A INDEMNIZAÇÕES, dinheiro investido de volta, junto com indemnização pelo tempo perdido. NÃO SE BRINCA COM A VIDA DAS PESSOAS. Quem não concordou com isto, revoltasse-se na hora certa e se agora não está contente com o seu desemprego que se vire contra os políticos que temos, não contra os colegas que lutam pela vida, a troco de sacrifício.

      • Paulo Silva on 7 de Maio de 2016 at 16:20
      • Responder

      Já aconteceu com quem tinha Licenciatura em línguas e o DELE com o grupo 350-Espanhol, pelo que não é assim tão descabido. Foi anulada a portaria que permitia isto. A verdade é que o grupo de professores tem mais formação que pessoas na sua situação e têm efetivamente estágio pedagógico no grupo 120-Inglês.

        • Ruth Sá on 7 de Maio de 2016 at 16:56
        • Responder

        Que eu saiba o DELE não foi uma imposição do MEC para se poder concorrer um determinado GR, o que aconteceu com o 120!
        Logo, não é passível de ser comparado!

          • Maria Sousa on 7 de Maio de 2016 at 17:45

          Foi sim…

          • Ruth Sá on 7 de Maio de 2016 at 22:45

          Vou confirmar!
          Mas, de qualquer modo, isto é surreal! isto já parece aquela frase de que o meu carro é maior que o teu! Meu Deus!!! Não sei é como o Arlindo foi nestas cantigas, nem parece dele!

      • Liliana figueiras on 10 de Maio de 2016 at 22:46
      • Responder

      Minhas caras, vamos é criar uma petição para alargar o Inglês aos 1º e 2º anos e fundamentar bem com as sugestões do CNE. Isso sim seria bom para os meninos, para os pais e para os professores. Voluntários para fazer isso? Essa eu assino. No papel de mãe e professora…

    • Nadia Garcia on 7 de Maio de 2016 at 16:29
    • Responder

    Há um decreto-lei que confere a habilitação para o grupo 120. As pessoas, para se habilitarem, fizeram o complemento, como era pedido nesse mesmo decreto. Se fosse só o mestrado, então teria sido imposto um período transitório para que se pudesse tirar o mestrado. Se permitiram os complementos, não é depois das coisas feitas, de dinheiro e tempo gastos que se pede algo assim. Estão desconstentes com o tempo de serviço não ser contabilizado, então fizessem uma petição para que o mesmo fosse considerado como os outros grupos, não uma petição a solicitar que sejam os únicos habilitados e afirmarem que só assim o ensino do Inglês do primeiro ciclo é que terá qualidade. Só querem o mal dos outros, porque viram as listas provisórias. Também eu me sinto injustiçada com muitas coisas e não ando a querer estragar a vida aos que tentam lutar por uma colocação. É lamentável o pressuposto desta petição e extremamente elitista.

    • Denisse on 7 de Maio de 2016 at 18:06
    • Responder

    Enquanto professora sinto vergonha de alguns comentários e da petição em questão. Somos todos professores, é uma vergonha criar-se esta discussão porque uns foram ultrapassados por outros. Eu concordo com a questão do tempo de serviço, a todos os candidatos deveria ser contado da mesma forma. No entanto, há que ressalvar que o grupo 120 já existia na Madeira e que há colegas com muitos anos de serviço mesmo no grupo 120. E não podemos deixar o 120 da RAM de lado só para nossa conveniência.

    Quanto à formação, quer tenham mestrado, complemento ou Cipelt, penso que todos os professores que estão nas listas do 120 têm a formação exigida pelo MEC e isso é que importa. Agora discutir se uma formação é melhor do que a outra, penso que isso é de muito mau tom. Mas, uma coisa é certa, os colegas que têm o Mestrado em Ensino de Inglês e outra língua Estrangeira no Ensino Básico, APENAS têm profissionalização para o 120. Isto é, com esse mestrado, apenas podem concorrer ao grupo 120. E os colegas sabem disso. No entanto, é vê-los nas listas do 220 e 330. Ilegalmente, tiveram as suas candidaturas validadas pelas escolas. O pior é que os colegas sabem que não podem concorrer a esses grupos, à semelhança do que aconteceu com o grupo 350-Espanhol, e concorrem na mesma. Se queremos ser corretos, há que denunciar à IGEC os colegas que, indevidamente, concorreram a estes grupos. Relativamente ao 120, desejo sorte a todos os colegas.

      • Mariana Brito on 7 de Maio de 2016 at 20:10
      • Responder

      O Mestrado em Ensino de Inglês e de LE no Ensino Básico abarca os 2 ciclos (1º e 2º Ciclos do Ensino Básico) pelo que os colegas estão habilitados para concorrer ao grupo 220. Lembro-me que aquando da polémica do 350-Espanhol, estes eram encaminhados por despacho pela DGAE para concorrer ao mesmo, pois era o único grupo a que o Ministério lhes dava acesso.

        • Andreia Oliveira on 7 de Maio de 2016 at 20:36
        • Responder

        Desculpem,mas nao entendo a comparacao com o espanhol… Quem tinha o DELE nao tinha ainda nenhum percurso universitario na lingua,o que acontece no caso do 120. Esta peticao tem um objectivo muito claro,eliminar os colegas do 330 que ja tem licenciatura em ingles, que tem muito tempo de servico em Aec, na sua grande maioria, e que fizeram a formacao solicitada e mais que justa para aceder ao grupo. A isto ainda acrecento que, e desculpem colegas, tenho aprendido e com a pratica, nao foi com o estagio que fiz, e aqui refiro me ao grupo 330. A isto ninguem intelectualmente honesto pode negar!

          • Pedro Rocha on 7 de Maio de 2016 at 21:37

          O MEC revogou a portaria que dava habilitação aos colegas com DELE e licenciatura em línguas com cadeiras em espanhol de lecionar no grupo 350-Espanhol… Foi isto que foi revogado na altura:

          “Artigo 2.º
          Habilitação profissional
          São considerados titulares de habilitação profissional para o grupo de recrutamento de Espanhol (código de recrutamento 350) os docentes que se encontrem numa das seguintes situações:
          a) Portadores de qualificação profissional numa língua estrangeira e ou Português (códigos de recrutamento 200, 210, 220, 300, 310, 320, 330 e 340) e do diploma de Espanhol como língua estrangeira (DELE), outorgado pelo Instituto Cervantes, correspondente ao nível C2 do Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas e obtido até ao final do ano lectivo de 2010-2011;
          b) Portadores de qualificação profissional numa língua estrangeira e ou Português (códigos de recrutamento 200, 210, 220, 300, 310, 320, 330 e 340) e que, na componente científica da sua formação, possuam a variante de Espanhol.”

          Como vê é semelhante. Para além disto os complementos de formação foram criados no âmbito duma portaria, que também pode ela ser revogada…

          • Ruth Sá on 7 de Maio de 2016 at 22:49

          E vamos bater palmas a esta situação, certo? Mais vale, a paritir de agora, não se investir em mais nada, porque podemos correr o risco de alguem se lembrar e revogar tudo!!! E, já agora, porque não começamos a matar uns quantos que estão à nossa frente na lista? Sempre eram alguns a menos a ocuparem um lugar que podia ser meu! Bem e já que aqui estamos, matamos todos, assim um lugar no ensino é meu de certeza!

          • Andreia Oliveira on 8 de Maio de 2016 at 0:39

          Mas muito bem, como ja disse algures, boa sorte para a jogada! E que se vamos usar o espanhol como exemplo, tambem ai percebemos o resultado… Foram todos os mesmos interessados fazer as licenciaturas e regressaram novamente as listas e, novamente, ficaram a frente dos colegas da janela de oportunidade, por isso… Boa sorte para todos!

          • Andreia Oliveira on 8 de Maio de 2016 at 0:45

          Nao e semelhante porque as pessoas nao eram licenciadas em espanhol como sao agora em ingles, ponto!

    • Ruth Sá on 7 de Maio de 2016 at 22:55
    • Responder

    E porque só se lembraram disto este ano? E no ano passado? Não lançaram esta petição porque? Estavam à frente na lista e agora desceram vertiginosamente? E, já agora, porque não lançaram petição por todos os requisitos que há para poder dar inglês em AEC? Que até a mulher da limpeza, não desfazendo, deve ter um desses critérios na gaveta! Tanto a favor do ensino das criancinhas e quando viam colegas que nem de inglês eram a dar AEC de inglês, o que fizeram? Nada! Porque? Porque não vos afetava, certo? Por isso, não me venham atirar com areia para os olhos ou gozar com a minha inteligência, porque o que se quer com esta petição sei eu bem! Sabem a quem vos comparo? Aos donos dos colegios, que vêm reclamar em nome dos alunos! LOL! E o PSD e o CDS lembraram-se agora dos coitadinhos dos professores do privado, que podem ser despedidos! LOL LOL! Tudo a olhar para o seu umbigo, mas com grandes morais, mais Falsas que sei la o que!!!!

      • Evelina Branco on 8 de Maio de 2016 at 9:31
      • Responder

      Não sou professora mas olhe que me preocupa comentários como o seu. Sou Encarregada de Educação e pretendo zelar pelo ensino do meu filho que está no 2º ano e a caminho do 3º ano, Para o ano terá professores com que formação? Um curso feito online? Desculpe mas concordo com a petição e enquanto membro duma associação de pais do norte vou reencaminhá-la para que todos a assinem. Além do mais, digo-lhe já que não a queria como professora do meu filho, pela linguagem que utiliza e até chama a “empregada de limpeza” ao barulho… São todas profissões e nenhuma mais importante que a outra.

        • Ruth Sá on 8 de Maio de 2016 at 12:50
        • Responder

        Se estivesse por dentro do que se está, realmente, a passar não dizia o que disse! Curso online? Quem? Eu tenho uma licenciatura em português e em inglês de 5 anos com estágio integrado e dou aulas há 14, entre AEC, formação, ensino regular, formação em empresas, entre outros! Só para que saiba! Linguagem que utlilizo?! Insultei alguém por acaso? E quanto à empregada de limpeza, se ler bem, eu escrevi “não desfazendo”, quer que lhe explique o que isso quer dizer?! Não disse que uma era mais importante que outra! Mas, ficou tão ofendida e vai assinar uma petição que mostra, claramente, que estes professores, só por terem mestrado, são melhores do que os outros! Um pouco contraditório, não? E se estivesse por dentro do que eu disse acerca dos critérios para se dar inglês em AEC, nem dizia mais nada! Sim, porque qualquer um pode dar inglês em AEC! Aconselho-a a ir ao site das câmaras e ver o que é preciso para se concorrer à AEC de Inglês! E é isso que questiono! O porquê de que quando era só AEC, ninguém fez nada!!!! Agora, quanto a ser professora do seu filho, está no seu direito! Como eu estou no meu de dar a minha opinião num país livre e democrático sem insultar ninguém, como o fiz! Se não interpretou bem o que eu escrevi, o problema não é meu, de certeza!

        E, acho que faz bem em assinar a petição, porque, realmente, os bons professores medem-se só pela quantidade de canudos que têm e não pela experiência e outros fatores adjacentes a este. Espero que tenha sorte!

        • Nadia Garcia on 8 de Maio de 2016 at 16:56
        • Responder

        Disse bem. Todas são profissões e nenhuma é mais importante do que a outra, mas a questão desta petição é dizer que os que têm um mestrado (tirado, já agora, sabe Deus como, porque há escolas e escolas de educação), são melhores do que os outros, licenciados pré-bolonha (com 5 anos + estágio), ou seja, com cursos superiores tirados em Universidades Públicas, das quais algumas estão no ranking das melhores do mundo, anos e anos de tempo de serviço, complementados por diversas formações contínuas e um complemento tirado quer online, mas numa das instituições mais prestigiadas a nível mundial, quer presencial nas mesmas escolas de educação, de onde saem esses mestrados.
        Acha justo? Ou acha mesmo que estes professores são os mais bem qualificados para ser professor do seu filho? As características de um bom professor não se medem por um mestrado. A qualidade do ensino não se mede por “canudos”.
        Sou professora há 17 anos. Tirei o meu curso na Universidade de Coimbra e tenho lecionado desde crianças até adultos. Fiz muitas formações complementares. Nunca fui questionada na minha capacidade como docente como fui agora por este grupo de docentes, que sabiam as regras do jogo quando concorreram. Agora, lançam esta petição, sabendo que há pessoas que, como a senhora, acham que um mestrado os qualifica mais. Este mestrado é pós-bolonha e equivale às licenciaturas pré-bolonhas.

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