Estudos Comparativos da BCE

… com a lista de ordenação à Contratação Inicial.

 

Sou professora desempregada do 330, 340 e 910. Como estou em casa a olhar para as paredes resolvi comparar-me com um dos outros candidatos à BCE. Escolhi, aleatoriamente o candidato  colocado na posição 10 (que me desculpem os colegas que estão na posição 10. Foi mesmo um número ao calhas).
Nas listas definitivas de ordenação do grupo 910 estou no lugar 617. Agora observe o anexo … “Os Deuses devem estar loucos”!!!!!

 

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Boa tarde.

Comparei os resultados da BCE no Agrupamento de Escolas Laura Ayres, em Quarteira, grupo 300, com a lista definitiva de graduação.
Coloquei na coluna referente ao “tipo de candidato” a graduação na referida lista. Fi-lo até ao meu nome, mas dá para ter uma ideia das discrepâncias que a BCE cria.

Atentamente.

 
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8 comentários

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    • JG on 17 de Setembro de 2014 at 17:12
    • Responder

    Já parecem o MEC, não podem comparar a posição ordenada a nível nacional (que entra em conta a graduação) com a ordenação de cada escola (que depende dos sub-critérios). Basta eu ter zero nos subcritérios que fico logo com a graduação no BCR dessa escola para metade, um colega meu que inicialmente teria uma graduação muito inferior a mim, por exemplo “0”, pode ter 100% nos subcritérios e fica com graduação de 50!
    Gostava era de ver alguém que tivesse o trabalho de elaborar as novas listas de graduação do BCE para cada escola tendo em conta a fórmula que deveria de ter sido usada e não a que foi. Na volta, vamos ver que os resultados a nível de ordenação é igual, ou então não.

      • martelo on 17 de Setembro de 2014 at 17:54
      • Responder

      Compadre!!!! Agrada lhe esta situação????? então vejamos se é bom a matemática.
      Joãozinho tinha uma média de 64 numa escola. Atendendo a que a sua graduação profissional é de 28 e 50% é 14 diga como se chega a 64?

      PS: Não se esqueça de converter tudo em percentagens.

      r:___________________________________________

        • JG on 18 de Setembro de 2014 at 9:17
        • Responder

        Tendo 100% nos subcritérios…. o que na formula usada corresponde a 50 valores que somados aos 14, dá 64.
        A formula usada é errada? Sim.
        A formula usada faz com que uns sejam beneficiados e outros prejudicados? Não sei.

          • Hugo on 18 de Setembro de 2014 at 22:21

          Não sabe???!! Então acha normal ter, por exemplo 14% de anos de serviço e 30% de criterios, tipo formações ou outras tretas= 44%. Outro tem 5 anos=5% e e 40% nos criterios e passa à frente= 45%.
          Acha isso justo?

    • Pois on 17 de Setembro de 2014 at 18:05
    • Responder

    Há uma coisa que não percebo! Na esmagadora maioria das profissões (ex. funcionários bancários, empresas fabris, caixas em empresas de retalho, médicos, enfermeiros, taxistas, etc…) um funcionário é contratado e como começa a especializar-se no trabalho, o empregador JAMAIS o retirará para colocar outro (a não ser que seja incompetente). Quem tem familiares noutras áreas poderá confirmar isso mesmo!

    Na escola onde trabalho está a decorrer a contratação para técnicos. Já passei por muitas escolas e posso afirmar com certeza que estes técnicos são os melhores e mais competentes que já conheci para aquela função. A escola, tal como qualquer outro empregador de qualquer outra área, dê por onde der, vai fazer todos os possíveis para manter a mesma equipa, que já conhece, cujo trabalho já tem dado frutos, não arriscando ficar com algum incompetente que ande por ai. O mesmo se passa nesta bolsa de recrutamento, o que me parece uma atitude normal. Se a escola pode subcritérios, vai usá-los para seu bem.

    Outra coisa é corrupção e fórmulas mal feitas. Manipulação para favorecer quem não tem competências! Isso sim, deve ser investigado e remediado. Agora dizer que um indivíduo passou de 800 para 10 numa lista enquanto um passou de 650 para 651, pode significar, num concurso não viciado e com fórmulas justas, que o segundo não tem o perfil para aquela posição. Num emprego onde a oferta excede em muito a procura, esta situação pode tornar-se normal, isto é, se há 100 pretendentes para uma vaga, poderá exigir-se mais a quem pretende ocupá-la!

    Por isso, seria bom discutir fórmulas, veracidade nas respostas aos formulários e seriedade na criação dos subcritérios em vez de o argumento sem fundamento e já habitual “coitadinha de mim que baixei nas listas”. Discutam se há diretores a manipular critérios, se há professores a mentir nas respostas ou se há formulas erradas mas isto não!

      • A. Machado on 17 de Setembro de 2014 at 21:58
      • Responder

      A questão é que os tais técnicos competentes já deveriam fazer parte dos quadros da Função Pública e assim as escolas poderiam ter as suas equipas de trabalho asseguradas. O que não é correcto é num concurso para trabalhar em funções públicas uma escola coloque como critério “ter trabalhado em TEIP” porque isso é criar candidatos de 1ª e de 2ª à partida, porque um candidato que nunca tenha tido trabalhado numa TEIP tem todas as condições para trabalhar numa TEIP e ser competente como os que lá estão.

        • Pois on 18 de Setembro de 2014 at 0:25
        • Responder

        Em relação à sua primeira observação, plenamente de acordo. Em relação à segunda, não é uma verdade absoluta e haverá argumentos para todos os lados! Por isso, discuta-se o que verdadeiramente interessa, a primeira 🙂

          • Daniela on 19 de Setembro de 2014 at 3:25

          Todas os professores com experiência em TEIP tiveram uma primeira colocação em que tinham 0 experiência em TEIP, certo? E conseguiram desenvolver o seu trabalho, suponho.
          Por outro lado,quem nunca foi colocado em TEIP apesar de até já ter concorrido muitas vezes não tem culpa disso… E por essa ordem de ideias dificilmente vai passar a ter a experiência requerida pois será invariavelmente preterido nas listas, certo?
          Estão a criar-se e a perpetuar-se injustiças, sim.

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