Evolução dos Alunos Matriculados no Século XXI

Em 2000/01 estavam matriculados em Portugal 1.872.509 alunos e em 2012/13 matricularam-se 1.758.636 alunos. A redução de alunos matriculados em Portugal foi de 113.873 alunos desde o início do Século XXI, tendo-se reduzido em 142.722 no ensino público e crescido no ensino privado em 28.849 alunos.

Entre 2000/01 e 2012/13 apenas a Educação pré-escolar teve um aumento de alunos matriculados quer no ensino público quer no ensino privado, tendo sido até maior o aumento no ensino público. Nos restantes níveis de ensino apenas o setor privado cresceu, tendo-se registado uma diminuição de alunos matriculados no ensino público em todos os restantes níveis de ensino.

 

 

Alunos matriculados

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4 comentários

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    • sagitário on 31 de Julho de 2014 at 20:56
    • Responder

    Pergunta que se impõe: e por que é que o nº de alunos matriculados no privado cresceu???? Quais as prioridades do nosso querido Governo? Ah pois!

    1. No entanto este quadro mostra que desde 2009/2010 o ensino privado perdeu cerca de 100.000 alunos. O maior crescimento foi de 2006 a 2009 o que remete responsabilidade desse crescimento para governo anterior.

    • sagitário on 31 de Julho de 2014 at 21:24
    • Responder

    Também é verdade. Mas não é por vontade do atual que o nº de alunos matriculados no privado tenha diminuído entretanto…

    • José Santana on 31 de Julho de 2014 at 22:23
    • Responder

    Resumindo, entre 2001 e 2013, somando público e privado, o nosso sistema de ensino perdeu, no total, 113 873 alunos, efeitos da redução da Natalidade e do aumento da Emigração (sobretudo nos últimos 3 anos).
    No mesmo período, segundo dados da PORDATA, a redução do número de docentes em exercício de funções foi de 26 396.
    Eu, que até sou da área das Humanidades, contrariamente ao Senhor Doutor Nuno Crato, Ministro da Educação e Matemático de créditos firmados, fiz umas contas e concluí que a redução do número de alunos (6%) e do número de professores (15%) foi bastante desproporcional.
    Se a minha análise, muito superficial, reconheço, não padecer de erros metodológicos/estatísticos significativos, conclui-se que justificar a redução de professores unicamente com a quebra da Natalidade, teoria tão enfatizada pelo Senhor Doutor Nuno Crato, Ministro da Educação e Matemático de créditos firmados, com a conivência de uma comunicação social, quase sempre acrítica, não passa de uma mentira (a arte dos mentirosos).

    ps: Felizmente, foram recentemente anunciadas, pelo Governo, fortes medidas de incentivo à Natalidade, pelo que poderemos estar na iminência de um Baby-Boom em Portugal.

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