Será?

… que esta informação é correta?

 

Diz-me fonte próxima do Ministério da Educação de que, o currículo de Educação  Física no 2º Ciclo e 3º Ciclo, poderá baixar a carga horária, sobretudo no 2º  ciclo, para 90 mn/semana, tal como já tem a EV ET e EM.

 

Não me admirava absolutamente nada que o MEC pretendesse reduzir a carga letiva nesta disciplina se tivermos em conta que o grupo 620 foi o segundo grupo com mais contratações em 31 de Agosto logo a seguir à Educação Especial e que no conjunto de renovações e colocações na contratação inicial foram colocados 865 professores contratados nos grupos 260 e 620 e apenas havia 9 docentes dos quadros sem componente letiva nestes dois grupos.

E se a sensibilidade do MEC é praticamente nula para as áreas de expressões posso também acreditar que Nuno Crato se prepara para fazer a destruição de mais uma disciplina prática.

 

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122 comentários

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    • Marisa on 27 de Março de 2013 at 14:06
    • Responder

    Tendo em conta que na Educação, ainda ontem na AR o iXXXXXte, imXXXXil e orXXXXio de ministro da (des)educação ter afirmado que é mentira quando se diz que o ensino em Portugal perdeu qualidade, mas sim que tem uma enorme qualidade, já nada me espanta….não se esqueçam do que ele fez com as outras disciplinas (reduziu tudo) e o resultado está à vista, alunos com sérias dificuldades, ele vai cortar ainda mais e vamos chegar a um ponto em que já não temos docentes a leccionar mas sim máquinas! Convençam-se disso colegas!!! Enquanto ninguém fizer nada, esta besta não vai parar!!!

      • Procuradoria on 27 de Março de 2013 at 14:58
      • Responder

      O administrador deste blog não é “obrigado” a enviar os comentários ofensivos e caluniosos para a Procuradoria Geral da República?

        • ferreira on 27 de Março de 2013 at 15:14
        • Responder

        Não … claro que não.
        No entanto, como profissionais de educação, temos que ser moderados na linguagem. Saber protestar, reclamar e fazer conhecer a nossa indignação …sempre, mas com profissionalismo e muita educação colegas!

      1. porque??

        • Ana Guedes on 27 de Março de 2013 at 18:59
        • Responder

        Se as perguntas ridículas pagassem imposto… o país estaria rico! Essa da procuradoria é para ri! Ehehehe

          • Ministério Público on 27 de Março de 2013 at 19:39

          Consta-se que enviaram cópia deste comentário ao Ministério Público. Também se diz que o DN já muito tempo que faz isso (cito: “O Diário de Notícias reserva-se o direito de proceder judicialmente ou de fornecer às autoridades informações que permitam a identificação de quem use as caixas de comentários em http://www.dn.pt para cometer ou incentivar atos considerados criminosos pela Lei Portuguesa, nomeadamente injúrias, difamações, apelo à violência, desrespeito pelos símbolos nacionais, promoção do racismo, xenofobia e homofobia ou quaisquer outros”) – http://www.dn.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=3133854&seccao=Dinheiro%20Vivo#AreaComentarios. Se o DN se reserva esse direito porque o administrados deste blog não o faz? A lei permite ofender?

      • Vergonhoso on 27 de Março de 2013 at 15:03
      • Responder

      É de lamentar como a “marisa” trata o Senhor Ministro da Educação. Se realmente é professora, livrai-nos…..
      Se a Senhora professora não está satisfeita só tem de ir embora. Tente ir para o particular. Falar assim de um superior hierárquico! Estas medidas não estavam previstas já no anterior governo?

        • Maria on 27 de Março de 2013 at 15:51
        • Responder

        Bem falado, Vergonhoso. Não que não tenhamos direito à indignação, que temos, mas devemos ser educados. E disse uma verdade inquestionável… Quem não está bem que se vá embora.

          • Marisa on 31 de Março de 2013 at 23:17

          E já agora Maria, porque é que tu não vais embora? Estás satisfeita? É professora? Coitados dos alunos!

        • Célia on 27 de Março de 2013 at 17:09
        • Responder

        Vergonhoso é o que estão a fazer à educação e aos nossos filhos! Francamente! Fico espantada com este tipo de comentárisos. Normalmente quem assim fala são os piores quando algo não lhe corre ao jeito. É o tipo de pessoas que, pelos vistos gosta de dizer mal dos professores mesmo sem razão. Abra os olhos para a realidade!!!

          • Entrevistado on 28 de Março de 2013 at 15:52

          Realmente há gente que não faz falta nenhuma.
          E isso confirma-se pelos comentários que aqui se leem.

          Façam um favor ao país e emigrem.
          Professores são dispensáveis. Aliás, já o foram ao que parece pelo privado.
          Certamente foi por serem bons profissionais.
          Haja paciência para tanta idiotice.

        • Marisa on 31 de Março de 2013 at 23:11
        • Responder

        Vergonhosa é sim a sua opinião partindo do princípio que é professor (a), não escrevi mentira nenhuma e volto a repetir, esta classe é o que é tendo em conta a presença de alguns parasitas como o/a senhor(a) que ainda têm a ousadia de vir defender um assassino que está a governar a educação. E já agora aproveito para lhe dar um conselho: Vá tentar a sua sorte escrevendo comentários que agradem e muito a Nuno Crato, pode ser que assim arranje um poleiro e assim já não tem que se preocupar se eu lhe possa passar à frente no concurso, ou na avaliação ou até mesmo como director(a) de agrupamento de uma escola. Ah e já agora aproveito para lhe transmitir o seguinte: “Coitados dos seus alunos e encarregados de educação dos respectivos”.

      • salazar on 27 de Março de 2013 at 15:51
      • Responder

      Ou sou eu que sou muito burro, ou não li nada de especial…
      Quanto a enviar os comentário para a procuradoria, essa é de mais! Sem comentários! Ainda assim, ouso perguntar se o senhor ou a senhora denuncia todas as fugas à lei que vê nos outros e claro, em si! Nunca se esqueceu de ligar um pisca, pois em certas situações é crime. Denunciou-se?

    • Manuela on 27 de Março de 2013 at 14:20
    • Responder

    Será possível?
    Na minha escola estamos dois professores com o 2º ciclo ,a mais nova que sou eu, com 55anos de idade e 33 de serviço .O outro colega tem58 anos e 37 de serviço.Cada um de nós tem a reduçao máxima letiva pelo artº 79.Este ano como existe Desporto Escolar e o colega teve uma direçao de turma houve horas para os dois, sobrando ainda uma turma para um colega do 3º ciclo,pois existem 10 turmas do 2º ciclo.
    Preve-se que para o próximo existam as mesmas turmas ou talvez menos uma.
    Quer dizer que posso ir para a mobilidade?
    Será que o facto de eu ter especialização em Supervisao Escolar e Administração Escolar me previligia de alguma forma?
    Fiquei muito preocupada! Peço-lhe que logo que seja possível, me possa dizer algo que me esclareça.
    Obrigada
    Manuela

      • Redução máxima on 27 de Março de 2013 at 14:52
      • Responder

      A senhora professora tem a redução máxima, trabalha metade dos colegas mais novos e ganha “muitíssimo” mais que eles (nunca chegarão à sua redução nem ao seu vencimento). Justo seria ser tudo igual para todos.

      • Privilegiar on 27 de Março de 2013 at 14:55
      • Responder

      Desculpe mas a senhora professora com as horas lectivas que dá e o vencimento em relação aos colegas mais novos já é uma privilegiada não acha?

      • maryshe on 27 de Março de 2013 at 15:43
      • Responder

      É por professores “umbiguistas” como a senhora que o ministério faz o que faz… lamentável!

        • Maria on 27 de Março de 2013 at 15:57
        • Responder

        Manuela, é só fazer as contas. Parece-lhe que a espera a mobilidade? E não, a sua valorosa pós-graduação não a privilegia em nada. Felizmente, senão de caminho havia pós-pós-pós doutoramentos.

    • Boa medida on 27 de Março de 2013 at 14:49
    • Responder

    Se for verdade só peca por tardia.As “expressões” não enchem barrigas nem criam empregos.

      • Paulo on 27 de Março de 2013 at 14:56
      • Responder

      Eu não sou da área das expressões mas uma coisa é certa…
      Só criamos adultos saudáveis através das expressões!!!!
      O resto é pura IGNORÂNCIA!!!

        • Errado on 27 de Março de 2013 at 15:07
        • Responder

        Basta ir cavar umas batatinhas e o resultado é bem melhor e assim não teríamos de pagar a professores.
        Já agora, quantos exames os meninos fazem a expressões?

          • Paulo on 27 de Março de 2013 at 15:32

          É pura Estupidez e ignorância pensar que a avaliação são só exames…
          Triste país este…
          Enquanto houver este tipo de pensamento… iremos cada vez mais para o fundo…

          • ginbras on 27 de Março de 2013 at 16:05

          É com exames que se avaliam mts aulas de Ed Física e nas outras áreas tb mais os trabalhos práticos finais. Qd n falam do que n sabem dá nisto. Ignorância entre os docentesque falam dos outros grupos de barriga cheia é como água benta!

          • Carla on 27 de Março de 2013 at 17:22

          Errado,
          pode sempre tirar os seus filhos da escola e ensiná-los você próprio. Não lhe parece bem?!!

      • Maria on 27 de Março de 2013 at 15:54
      • Responder

      Para o Boa Medida:

      Num país onde a obesidade infantil grassa como uma erva daninha a Educação Física é necessária, e muito. Isso acompanhado de formação aos pais, que também não sabem olhar pelos meninos nem obrigá-los a comer sopinha e fruta.

      • salazar on 27 de Março de 2013 at 16:01
      • Responder

      Tem que estudar mais um bocadinho acerca do desenvolvimento infanto-juvenil!
      Experimente estes:
      Brazelton, T. & Sparrow, J. (2010). A Criança dos 3 aos 6 anos – o desenvolvimento emocional e do comportamento. Barcarena: Editorial Presença.
      Damásio, A. (2010). O Livro da Consciência – A Construção do Cérebro Consciente. Lisboa: Círculo de Leitores.
      Fernandes, E. & Pinho, C. (2007). Neuropsicomotricidade Desenvolvimento Humano e Aprendizagens Sadias. Vagos: Edipanta.
      Habib, M. (2003). Bases Neurológicas dos Comportamentos. Lisboa: Climepsi Editores.
      Heller, M. (2006). Picture Perception and Spatial Cognition in Visually Impaired People. In M. Heller & S. Ballesteros (Edt.s). Touch and Blindness (pp. 49-71). New Jersey: Lawrence Erlbaum Associates.
      Spitzer, M. (2007). Aprendizagem – Neurociências e a Escola da Vida. Lisboa: Climepsi Editores.

      Serão todos estes autores ignorantes?

        • Maria on 27 de Março de 2013 at 16:10
        • Responder

        Muito bem, Salazar! Cambada de incultos!

        • Caetano on 27 de Março de 2013 at 19:47
        • Responder

        Se esses iluminados têm tanta razão porque o país é dos mais “atrasados”? As expressões só dão prejuízo às escolas. Gastavam mais do orçamento das escolas as expressões que os restantes grupos todos (é o que se consta).

      • salazar on 27 de Março de 2013 at 16:03
      • Responder

      Será que os boys do PSD hoje vieram todos para aqui?

        • Maria on 28 de Março de 2013 at 15:05
        • Responder

        Basta um para vir para aqui tentar desestabilizar com estas postas de pescada absolutamente inenarraveis, que e o melhor que este pessoal consegue arranjar. Basta ignora-los. Percebe-se bem que nem eles acreditam no que escrevem… (desculpem a falta de acentos – teclado ingles)

        • Anti bancarrota on 28 de Março de 2013 at 18:54
        • Responder

        Não têm lugar aqui. Os boys PS não permitem a entrada de estranhos.

      • Olga on 27 de Março de 2013 at 17:19
      • Responder

      Boa medida.
      O que diz só revela falta de conhecimento e cultura.
      Caso não saiba o básicamente nos distingue das outras espécies é a criatividade. Foi essencialmente por isso que a nossa espécie evoluiu. Parece que essa evolução, principalmente a mental, não chegou para todos, infelismente!

      • KRITICUS on 28 de Março de 2013 at 20:08
      • Responder

      Santa ignorância e estupidez. Mais valia estares calado.

    • Eueu on 27 de Março de 2013 at 15:40
    • Responder

    Boatos…a EF permite educação, aprendizagens, civismo, espirito de equipa, etc etc e sobretudo hábitos de vida saudáveis (combate à obesidade, sedentarismo – efemérides assoaciadas à diabetes, hipertensão…etc).

    • caçador de bestas quadradas on 27 de Março de 2013 at 16:00
    • Responder

    Ena pá! Isto hoje vai ser cá uma caçada!

      • Maria on 27 de Março de 2013 at 16:09
      • Responder

      Concordo, Caçador de bestas quadradas. É com cada uma que aqui se apresenta…

    • Eueu on 27 de Março de 2013 at 16:04
    • Responder

    EF = Valores, civismo, “combate” ao sedentarismo, obesidade entre outras efermidades (com consequências como diabetes, hipertensão…etc).

    • Sara on 27 de Março de 2013 at 16:17
    • Responder

    Está quase tudo louco ou a fazer-se. Prefiro pensar que é a segunda hipótese. É claro que essa disciplina tem valor e muitos dos que dizem o oposto vão ficar sem colocação se esta medida for avante. Ou já se esqueceram para onde foram os profs de EVT sem colocação? Continuam a insistir na ideia que o toca aos outros não me toca a mim. Não podiam estar mais errados!

      • mat on 27 de Março de 2013 at 16:56
      • Responder

      yap

      • Paciência on 27 de Março de 2013 at 19:55
      • Responder

      Nas pautas de final de período há alunos com 5 a todas as disciplinas e com 2 ou 3 ou 4 a EVT (antigamente) e a Educação Física. Achavam-se muito “importantes” os St. E quando não podiam ir para cursos por causa das expressões quando contava para a média? Os próprios profs fizeram a “cama”. Força Crato.

        • ???? on 27 de Março de 2013 at 21:28
        • Responder

        Não irem para cursos por causa de EVT????!!!!
        Santa ignorância!!!
        A EVT terminava no 2º ciclo e para além disso sempre foi uma das disciplinas que os alunos mais gostavam e onde tiravam as melhores notas. Há com cada uma!!!

          • ???? on 27 de Março de 2013 at 21:29

          É caso para dizer “haja paciência”

          • Para ??? on 27 de Março de 2013 at 22:30

          Vá estudar. EVT já não existe. Foi dividida. Só não entendeu porque não lhe convinha. A disciplina que estragava a média era Educação Física. Quer que lhe faça um desenho? Quanto às notas de “EVT” é claro que os alunos gostam mas vá ver as pautas para de seguida comentar.

        • ???? on 27 de Março de 2013 at 22:41
        • Responder

        Claro que não existe, logo não devia estar ao molho no discurso, entendeu PARA???
        Posso fazer um desenho para que compreenda pois sou de EVT!
        Mas, para si, apenas por bom preço e de ver pautas estou eu farta e muito bem informada. Tarefa de longa data, o que não deve ser o seu caso.

          • Estão a mais on 28 de Março de 2013 at 11:55

          Expressões deveriam ser como opção e os pais a pagar o material e aos professores. Só neste país é que havia dois professores para fazer “rabiscos”. Depois não têm exames, não têm de corrigir testes e prepará-los. Resumindo: Só dão despesa. Todos para a mobilidade.

          • estás a mais estás on 28 de Março de 2013 at 19:04

          Eu sou de EVT e sempre fiz testes. Mas tb n o precisava de fazer. O chavão de EVT é o “aprender a fazer”. A Ed Fisica é aprender a fazer. A música é aprender a fazer. Só num nível mais avançado, quem seguiu estas áreas é q deverá fazer testes. Mas podes sempre trocar pra EVT e vês como é bom..é que não se faz mesmo nadinha como tu dizes. Pede pra trocares de grupo..é q assim já n vais ter testes pra corrigir e só vais fazer uns rabiscos como dizes. ÉS TÃO IGNORANTE!

          • Dois professores? on 28 de Março de 2013 at 20:31

          O que fazem dois professores numa turma? Além de portugal qual o país onde dois professores leccionam EVT? Estes profs julgam que essa disciplina é muito importante.

    • Maria Ferreira on 27 de Março de 2013 at 16:32
    • Responder

    Colegas… (se é que a maioria dos comentários provém de professores… gostaria de acreditar que não.)

    As reduções de carga horária, sejam em que disciplinas forem, quando não são alicerceadas em factos objectivos e num projecto educativo global e minimamente credível, mas apenas na economia imediatista não beneficiam ninguém. Nem alunos, nem as famílias, nem a sociedade, nem os professores. E esta notícia, a revelar-se verdadeira, é apenas o prosseguimento desta política miserabilista que procura adaptar o curriculum aos meios em vez adaptar os meios ao curriculum. Pode parecer racional no curto prazo mas a longo prazo (e a educação é algo forçosamente de longo prazo) pode tornar-se desproporcional e aberrante.

    De forma que, se são realmente professores, façam o favor de deixarem de vomitar a bílis em cima uns dos outros (que é como quem diz, em cima de si próprios) a coberto do anonimato. Façam algo de útil e transformem a frustração em solidariedade, Um professor não é só um técnico, cabe-lhe ser um reservatório moral!

    Nota: Não sou professora de Expressões, não sou professora de EF, não sou professora dos qudros. Mas sim, sou Professora.

    • Sebastião Coelho on 27 de Março de 2013 at 16:39
    • Responder

    Ui como isto anda!

    O debate da escola publica só se consegue, quando a sociedade olhar para a escola e perguntar:
    “O que se quer de um futuro cidadão saiba?”.

    Não é possivel fazer um debate profundo sobre esta temática, por varias razões , onde destaco a mais fácil: pois põe em causa a situação laboral de muitos professores.

    Por razões economicistas, o ME tomou medidas, consultado poucas entidades, e deu nisto…

    • Dina Santos on 27 de Março de 2013 at 16:40
    • Responder

    Considerando que a aula de 45/50 ms não chega a ser nada, isto se pensarmos que os alunos se equipam e vice versa, não me escandaliza nada!
    Agora também não me aborrece nada que tenham duas aulas de 90/100 ms.
    Pena é que se continue a pensar apenas nos professores e que se esqueça que a escola tem que servir em primeiro lugar os alunos…

      • mat on 27 de Março de 2013 at 17:06
      • Responder

      penso que isto vai gradualmente minando os professores… e o ataque agora está declarado … vai tocando a todos pelos vistos… concordo plenamente com isso… é para verem com os professores são virados cada um para si

    • mat on 27 de Março de 2013 at 17:11
    • Responder

    se ninguém travar governo será sentir na pele o retrocesso de décadas … e pronto no fim dos cortes dificuldades dificuldades dificuldades

      • Eleições on 27 de Março de 2013 at 20:12
      • Responder

      Estamos em democracia. O governo só se “trava” quando houver eleições. Não foi assim com o anterior?

        • mat on 27 de Março de 2013 at 20:17
        • Responder

        antecipadas, sim…mas era preciso alguém que seguisse mesmo outro caminho

    • ana on 27 de Março de 2013 at 17:25
    • Responder

    Atenção aos infiltrados

    • Carlos on 27 de Março de 2013 at 17:33
    • Responder

    Boa tarde. Sou professor de Educação Física por gosto e por vocação. Com mérito, pertenço aos quadros do M.E.C., embora, como muitos, a situação poderá um dia mudar. Mas vamos ao que interessa. Choca-me, alguns comentários ignorantes de certas e determinadas pessoas (professores?), que dizem que as expressões não servem para nada. Pois bem, o que tenho a dizer, e não é puxar brasa para a minha sardinha, com base no bom senso e na inteligência moderna é que a atividade física é essencial para o bem estar de todo o ser humano. É muito importante na prevenção de doenças, no combate ao sedentarismo, no combate à obesidade infanto-juvenil bem como no combate de quadros depressivos e de stress que hoje muitos de nós sofremos. Isto não é uma ciência, é uma certeza. Se me disserem que o programa de Educação Física deveria ser alterado? Concordo plenamente. Deveria incidir mais na condição física e na saúde, de forma a potenciar a redução da obesidade nas crianças e jovens, deixando o lado competitivo e do elitismo desportivo para os clubes ou para o Desporto Escolar. É com base nesta ideia, que eu educo os meus alunos, potenciando as minhas aulas ao máximo, para que eles tenham a completa noção dos grandes benefícios desta disciplina e da atividade física em geral. Na minha modesta opinião, as aulas deveriam ser divididas em tempos de 60m 4x por semana, de forma a que a prática fosse constante, potenciando todos os benefícios atrás enumerados.
    Quem não pensar assim, desculpem, mas sofrem da falta de visão racional.

      • imho on 27 de Março de 2013 at 18:16
      • Responder

      Concordo consigo quando refere os benefícios da atividade desportiva, mas não se esqueça que hoje em dia grande parte dos alunos praticam uma modalidade desporiva fora da escola. Outra coisa: a média de E.F. já nem conta no Ens. Sec….A meu ver 60’x4 é muito. Os alunos já têm uma carga horária muito forte….

        • imho on 27 de Março de 2013 at 18:24
        • Responder

        *pratica

        • Sima on 27 de Março de 2013 at 22:25
        • Responder

        Mentira! Nos clubes de formação , os pais dos atletas pagam entre 20 a 30 euros mensais para ajudas do clube. Isto para além do equipamento e material desportiva que cada jovem “paga” no inicio de cada época desportiva (cerca de 60 ou mais euros). Como o nosso país anda, são cada vez menos os pais que podem suportar esta despesa no seu orçamento familiar. Digo isto por experiência própria. E como é óbvio os clubes também sofreram cortes por parte dos municípios nos seus orçamentos anuais.
        Hoje em dia a única hipótese de um jovem dos mais variados estratos sociais de praticar desporto é na escola através da educação física e do desporto escolar.

          • Dinheiro on 27 de Março de 2013 at 22:32

          Se os pais não podem o país também não. Quem paga impostos? Não são os pais? O dinheiro vem de marte?

          • imho on 28 de Março de 2013 at 12:06

          Mentira?!
          Sei disso tudo pois tb tenho filhos desportistas… Subscrevo a resposta do DINHEIRO, logo aqui a seguir…

    • ????? on 27 de Março de 2013 at 17:54
    • Responder

    Estes comentários estragam ainda mais a reputação dos professores! O pior é que não resolve nada….

    • JCP on 27 de Março de 2013 at 18:44
    • Responder

    Há pouquíssimos sindicatos de professores!
    Este debate demonstra que o ideal seria um por cabeça.

    • Ana Guedes on 27 de Março de 2013 at 18:56
    • Responder

    É muito triste ler estes comentários! Como alguém diz em cima, quero acreditar que não venham de professores. É de mais!
    Não sou prof.ª de expressões, nem de EF, sou de História, mas reconheço toda a importância a disciplinas como a EF e as áreas artíisticas. A educação deve ser completa e não mt português e mt matemática como agora o ministro quer e esquece-se todo o resto da formação.
    Quanto ao 1.º comentário (da Marisa) não sei pq a atacaram tanto. A colega desabafou o que lhe vai na alma.
    Nunca conseguiremos anada enquanto não houver união e com gente como a que escreve certos comentários é impossível!

      • União? on 27 de Março de 2013 at 20:01
      • Responder

      Porque razão um professor no início tem 22 horas lectivas e esta professora tem 14 (salvo erro) e ganha o “dobro”? Ou é para todos ou não é para ninguém. Isso sim é justo. E os dos 1º ciclo e educadores que não têm redução?

        • nortenho on 27 de Março de 2013 at 23:57
        • Responder

        ´Ganhavam mais em estar calados.
        é graças a essas reduções que muitos de nós temos colocação. Pensem antes de falar.
        Para os que estão a pensar que ele fala assim pq saiu agora da faculdade é melhor pensar 2 x. já tenho 16 anos de serviço mas continuo a achar que nós contratados ganhavamos mais em estar calados. Sim possivelmente quando chegar a altura de ter a redução ela já não vai existir, mas actualmente ela cria mais alguns horarios.

        No caso do 1º ciclo e educadores caso não saiba como não têm redução reformam-se mais cedo. Essa é uma das razoes para que muitos desses professores que foram agora para a Educ Esp continuarem a querer ficar com as 25 h de trab letivo.

          • Errado on 28 de Março de 2013 at 11:59

          Os prof. do 1º ciclo e educadores já não se reformam mais cedo. Isso acabou. Com o actual ECD podem estar um ano sem componente lectiva – Art. 79 (sob certas condições de tempo de serviço).

    • caos on 27 de Março de 2013 at 19:03
    • Responder

    O nível destes comentários é de tal modo primário e básico que chego a ficar desanimado. Uns ficam horripilados, e benzem-se por alguém chamar “besta” à amiba do nosso sacrossanto ministro! Sem querer insultar a rês, concordo com adjetivação. Haja paciência!!! Outros sacam delas, das suas disciplinas, e põem-se a comparar… a minha é maior, desculpem, melhor que a tua… e assim por diante.
    Compreendo agora melhor porque a nossa “classe” é o que é.
    Sabiam que 1 em cada 4 crianças passa fome em Portugal? Sabiam que há PESSOAS idosas a viver nas ruas e que morrem porque não têm dinheiro para medicamentos? Quem é que participa estes crimes à Procuradoria Geral da República? Marisa tens aqui uma boa oportunidade de…

      • Salazarento on 27 de Março de 2013 at 20:06
      • Responder

      É fácil fazer observações mas por acaso o Sr/Sra retira algum do seu vencimento para ajudar essas pessoas? Não quero acreditar que é daquelas pessoas que gostam de fazer caridade com o dinheiro do contribuintes trabalhadores (tipo pessoas com reformas vitalícias e privilégios).

        • caos on 28 de Março de 2013 at 2:22
        • Responder

        Salazarento, és tão básico que nem merecias resposta! Segundo o teu raciocínio só quem pega em parte do ordenado e o distribui pelos necessitados é que pode falar em dignidade… Passamos a ser um estado de mendicantes e de mecenas. É isso que defende? Um país da caridade! Como é que uma “pessoa” com a tua mundividência pode ser professor????????? Fica sabendo que os descontos que fazes servem para…. olha nem me vou dar ao trabalho de desenvolver porque provavelmente não entenderias..

          • Contribuinte on 28 de Março de 2013 at 13:46

          O/A caos não está incomodado/a por pagar tantos impostos (se é que paga). Não está contra este governo por aumentar os impostos? Acorde, os impostos são para isso. Se concorda não reclame. Pergunta: Se é professor o que me diz dos seus colegas que andam há anos com os chamados projetos (assim ficam em “casa”)? Para que servem? Porque não dão esses “projetos” aos professores com redução?

    • Helena Mendes on 27 de Março de 2013 at 19:33
    • Responder

    Anda tudo com os nervos à flor da pele.
    Era muito útil que não se perdesse o bom senso e a compostura.

    • 510 on 27 de Março de 2013 at 20:59
    • Responder

    Acho que a redução por antiguidade deveria acabar, e todos os professores deveriam trabalhar 22h, ou 25h, ou mesmo 30h. Assim deixariam de ser necessários os contratados. Isso é que era!! (E parece que é o que os contratados indiganados querem)

      • Vargas Revez on 28 de Março de 2013 at 0:48
      • Responder

      Totalmente de acordo, veja o meu comentário mais abaixo. É completamente absurdo o que se diz das reduções de horário pela idade. Não podemos ser ingénuos, se esses colegas estivessem em situação análoga estavam bem caladinhos.

    • Maria on 27 de Março de 2013 at 22:18
    • Responder

    Há disciplinas bem mais inúteis do que Educação Física.Por exemplo história e filosofia.Aumentam a cultura sim mas não são práticas e para isso há os livros para se estudar.
    Nada se faz com História e Filosofia.Para mim matemática,português,Inglês,Ciências ,Educação fisica e Educação musical chegavam para o currículo.

      • Concordo on 27 de Março de 2013 at 22:35
      • Responder

      Estou de acordo. Não sei para que serve a filosofia, ed. visual, edu. tecn. educ. física, enfim as expressões. Só servem para gastar dinheiro.

        • Jorge on 27 de Março de 2013 at 22:59
        • Responder

        Esquerceram-se de dizer qual a vossa diciplina é que aos olhos de muitos essa “disciplina” também deve ser inútil, mas acredito que a frustação que vos acompanha terá uma razão de ser e por esse motivo estão perdoados!

          • Perdoados! on 28 de Março de 2013 at 12:01

          Se me quisesse confessar ia à missa. Expressões só dão despesa.

      • Ana Guedes on 28 de Março de 2013 at 11:21
      • Responder

      Maria e Concordo:
      Nem adianta comentar, pois são de tal forma analfabetos que não entenderiam! É claro que pelo comentário se percebe que não são professores! Agentes infiltrados para lançar a confusão.
      Sim, sou de História!

        • Maria on 28 de Março de 2013 at 15:23
        • Responder

        Por favor Ana, ainda se da ao trabalho de comentar esses comentarios… ve-se perfeitamente que e pessoal a gozar com o pagode, como diz o outro, tal e o basico e mesmo absurdo dos conteudos. Ha quem se divirta assim. Ate ja me ocorreu que tem alguma relacao com aquela noticia de que muitos desiquilibrados mentais estao a deixar de ser seguidos pelos respetivos especialistas em virtude da crise… ou seja, ha cada vez mais pessoal “desse” a solta. Nao sei ocorreu-me a relacao… (sem qualquer menosprezo por essas situacoes, como e obvio: apenas aponto possiveis factualidades). O melhor e mesmo ignorar.
        (nota: falta de acentos devido a teclado ingles)

      • Maria on 29 de Março de 2013 at 16:50
      • Responder

      Tempos difíceis…

      há disciplinas que não deviam estar no currículo…
      há gente que não devia ter nascido…
      há diálogos que não deviam ter ocorrido…

      por isso é que o silêncio é de ouro… quando as palavras são de m***da… e se instala o non sense
      (ainda se fosse uma opção estética… e não de pura ignorância)

    • EdEsp on 27 de Março de 2013 at 22:41
    • Responder

    Infelizmente o “umbiguismo” reina por aqui!! Fala-se tanto do número de docentes que vai deixar de ter turma, mas não se refere o facto de estarmos a falar de CRIANÇAS!! as nossas CRIANÇAS necessitam de exercitar o corpo, desligar a mente dos livros e cadernos, necessitam, obviamente, das expressões para que se desenvolvam a todos os níveis! Tanto como de português e matemática! Porque o fato de não fazerem testes não significa que não se façam aprendizagens importantes e se ganhem competências essenciais para a vida…

      • Exercitar o corpo on 27 de Março de 2013 at 23:44
      • Responder

      Pois, depois quando forem às entrevistas para um emprego põe-se a dançar. Com as expressões que empregos podem arranjar?

      1. As expressões dão-te qualidade de vida, bem estar, saúde, sentido critico, permitem o desenvolvimento do raciocínio lógico- matemático, da criatividade, do sentido estético e artístico essencial, por exemplo, para se ser um bom design, disciplina essa que só traz benefícios para a industria e comércio. Sabias, por exemplo, que o desenvolvimento do sentido rítmico é essencial para as aquisições da leitura e escrita? Poderia estar aqui a enumerar muitas outros exemplos mas convido os que aqui vêm dizer palermices a lerem um pouco. Ó gente pequenina, ó gente sem valor. Espero sinceramente que estes comentários não sejam de Professores e espero que não tenham filhos. E se os têm espero que os vossos filhos nunca queiram ser estilistas, designer, músicos, arquitetos etc e que tenham que emigrar para outro país porque o seu não tem nada para lhes oferecer.
        O que este governo quer fazer é medonho… construir uma sociedade amorfa, sem sentido criativo e crítico….

        • ginbras on 28 de Março de 2013 at 2:51
        • Responder

        ó palhaço então manda fechar os coliseus e os cinemas e fecha-te em casa!

          • ginbras on 28 de Março de 2013 at 2:53

          e os museus

  1. Qualquer dia vão propor que se fecheM as escolas e está tudo resolvido.
    Não há mais DESPESA.

    É bem verdade o ditado popular:
    “Casa em que não há pão, todos ralham e ninguém tem razão”.

    Há aqui muito agentes provocadores. Os *verdadeiros* professores não devem deixar-de levar na conversa primária e analfabeta de quem aqui vem apenas para nos amedrontar e provocar.

    Podemos fazer a diferença, se nos mantivermos UNIDOS e dermos valor ao ENSINO.
    Não podemos só falar do que vai acontecer aos professores, mas antes o que vai acontecer aos alunos e ao seu futuro.
    Queremos, ou não, um futuro para PORTUGAL?

    • Vargas Revez on 28 de Março de 2013 at 0:44
    • Responder

    Há que ter cuidado com o que se diz aqui, principalmente os contratados, e eu até estou à vontade para falar porque também sou, não se pode dizer o que se disse de uma professora efetiva ter aquelas horas de redução pelo artigo 79 do estatuto. Se não vejamos; se o ministro acabar com as reduções pela idade os contratados vão todos para o olho da rua. Não se pode criticar uma coisa e não querer que ela acabe, se não o discurso não tem o minimo de sentido.

    • marco on 28 de Março de 2013 at 1:44
    • Responder

    Colegas e restantes “comentadores”,

    Debater a escola, é pensar no que é melhor para ela e não para o nosso umbigo.

    O argumento “não falem das reduções de horário porque depois ficam sem lugar” é péssimo. Não pode, nem deve, ser usado numa troca de argumentos.

    Não estou a dizer se concordo ou não com a medida, só que numa troca de ideias/opiniões (o que se pretendia que isto fosse) este argumento revela somente “umbiguismo” (gostei da expressão 🙂 )

    Todas as áreas são importantes, não devemos defender somente a nossa dama e desprezar as outras.

    “Classe desunida será sempre vencida”

    • Primeiro Ministro on 28 de Março de 2013 at 9:21
    • Responder

    Sinceramente tenho que concordar com as alterações que irão ocorrer na dimensão das zonas pedagógicas. Os professores a elas afetas teimavam em concorrer simplesmente à sua área e a mais uma escola de outra zona, o que para muitos era sinal de ausência de componente letiva. Tal facto permitia-lhes que possuíssem o título de DACL o que lhes conferia a possibilidade de concorrerem no concurso externo numa prioridade à frente dos Destacamentos por aproximação à residência, subvertendo a graduação, ficavam mais perto das suas casas. Para além disso, muitos destes professores de quadro de zona mantinham-se sem componente letiva mesmo no concurso externo quando noutras áreas havia horários que eram preenchidos por professores contratados. Não tenho nada contra os professores contratados, mas temos que ser honestos e admitir que é difícil de explicar à opinião pública que há presentemente professores sem componente letiva e que estão a receber o seu salário e ao mesmo tempo estamos a contratar professores contratados para o mesmo serviço.
    Quanto à possível reestruturação da carga letiva de algumas disciplinas devo dizer que na minha escola os professores de Educação Física são daqueles que mais baixas classificações dão, principalmente no secundário. Provavelmente terão os seus motivos, ou por falta de empenho dos alunos nas atividades propostas, ou os critérios de avaliação são muito rigorosos e ambiciosos, não sei…, mas que os alunos reclamam aos seus encarregados de educação e que estes manifestam algum desagrado, ai isso é uma evidência. A Educação Física já não é a disciplina que conhecemos no nosso tempo, em que íamos com gosto praticar desporto, jogar à bola e outras modalidades. Parece-me que agora a maioria vai contrariada, pressionada e desmotivada. Colegas rigorosos e autoritários que obrigam alunos a esforços exagerados levaram a que a Educação Física seja considerada por muitos alunos uma disciplina a dispensar. Penso que os colegas têm que mudar a sua mentalidade de forma a mudar as mentalidades dos alunos.

      • ginbras on 28 de Março de 2013 at 19:10
      • Responder

      Se consideras uma boa aula de Ed Física como tinhas no teu tempo “jogar à bola” foi por isso que chegaste a 1ºministro. Era bom não era, chegar à aula e pedir ao prof vamos jogar futebol e as meninas vamos dançar..e pronto estava a aula dada né. Espetáculo. Agora fazes testes, levas com ginástica, patinagem, atletismo e nem bufas. Por isso é q os putos têm más notas. Ou são maus atléticamente (grande razão pra notas baixas) ou não querem vergar a mola nem sujar o corpinho!

        • Primeiro Ministro on 29 de Março de 2013 at 16:44
        • Responder

        Então continua assim que depois até choras.
        Arma-te em esperto e não te esforces em cativar os teus alunos para a tua disciplina que depois ficas no desemprego, sem horas para dares. Podes dar Educação Física de muitas formas e uma delas é exigires esforço para atividades que os alunos gostem.

    • marco on 28 de Março de 2013 at 10:39
    • Responder

    Investir numa disciplina como EF, poderá poupar, no futuro, numa área como saúde.

    Alguns alunos gostam, outros gostam. Mas se vamos por ai… algumas disciplinas desapareceriam do mapa 🙂

      • Não há problema on 28 de Março de 2013 at 12:07
      • Responder

      Se não são necessárias não devem existir. O contribuinte não tem de pagar só porque existem professores.

        • marco on 28 de Março de 2013 at 12:20
        • Responder

        O Sr. acha que não é necessário haver disciplina de E.F., muito bem, é a sua opinião e eu respeito.

        Posso saber em que se baseia para dizer isso?

        Quais são os argumentos educativos que o senhor apresenta para eliminar uma disciplina que existe nos currículos educativos de todos os países. Estarão eles errados e o senhor certo??
        Repare que se os seus argumentos forem válidos o senhor poderá ter dado um grande contributo para o futuro da educação. Poderá Portugal ser pioneiro num novo programa educativo que elimina as disciplinas desnecessárias…

        Tantos pedagogos a escrever sobre a importância da educação física ou das expressões e afinal eles podem estar errados e o senhor vai aqui explicar isso.

        Estou expectante para ler esses argumentos… 😉

        Ps: Eu não sou professor de EF, mas acho que faz falta como outras disciplinas.

          • salazar on 28 de Março de 2013 at 13:59

          Saudações Marco!
          Falta acrescentar que já os antigos gregos preconizavam a atividade física nas suas escolas, como demonstram as bem documentadas Ginásio de Platão e Academia de Aristóteles, entre outras. Parece que esta gente quer um retrocesso de 2000 anos!

          O mal de uns não implica, necessariamente, o bem de outros e, muito menos, o nosso próprio bem!

          E não, não sou de EF, mas sim de M/CN.

          • salazar on 28 de Março de 2013 at 14:17

          onde se lê Ginásio, deve ler-se Academia e onde se lê Academia, deve ler-se Liceu.

          Vou já tomar o meu memofante, ou melhor, vou andar de bicicleta e libertar umas endorfinas!

  2. Os colegas de Ed. Física estão a tremer…Não são eles que não querem estar no grupo das expressões nas escolas??? Onde estavam os colegas de Ed. Física quando milhares vieram para a rua manifestarem-se contra o que estava prestes acontecer aos colegas de EV e ET? Os colegas de Ed. Física estavam em plenário só para colegas de Ed. Física a defenderem os seus interesses…Acho muito bem que haja redução na carga letiva em Ed. Física e o próximo grupo será o 910…O MEC que veja quantos profs de EE cumprem o horário feito pelos próprios e com quantas crianças realmente trabalham…

      • Muito bem on 28 de Março de 2013 at 12:10
      • Responder

      Bem visto. Realmente o que se passa com os grupos de Ensino Especial não dá para entender. Os próprios a fazerem os seus horários! Depois ainda têm um “gabinete”. Mais um uns grupo que viraram ….

    • Zeca Afonso on 28 de Março de 2013 at 15:51
    • Responder

    Que comentários tristes aqui se encontram… Prefiro pensar que muitos destes valores não estão a ser transmitidos pelos colegas na escola…
    Na Grécia antiga valorizavam o desenvolvimento do corpo e da mente, mas também isso é passado… Agora basta ver o Cristiano Ronaldo a correr na TV e a novela da noite para ter cultura e actividade física.

    História do fim do ensino publico:

    Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu.
    Como não sou judeu, não me incomodei.
    No dia seguinte, vieram e levaram
    meu outro vizinho que era comunista.
    Como não sou comunista, não me incomodei.
    No terceiro dia vieram
    e levaram meu vizinho católico.
    Como não sou católico, não me incomodei.
    No quarto dia, vieram e me levaram;
    já não havia mais ninguém para reclamar…

    • Entrevistado on 28 de Março de 2013 at 16:05
    • Responder

    Triste país em que os professores não se sabem comportar.

    Ao invés de lutarem por um sistema de ensino evoluído e capaz de criar gente qualificada, e isso só se consegue dando oportunidade de escolha a quem aprende, em todas as áreas, lançam agressões uns contra os outros.

    A ignorância e leviendade com que se comenta assuntos da educação, revela bem a competência e capacidade de análise dos professores atuais.

    Enquanto continuam a perder tempo a esgrimirem argumentos ridiculos e facciosos, alguém se encarrega de destruir o que de bom foi construido na educação em portugal. Ao invés de tentarmos todos melhorar o sistema de ensino, cada um olha para a vida vidinha miserável e comenta o que não sabe apenas com o intuito de daí tirar algum beneficio pessoal e descarregar toda a fustração com que vive o dia a dia.

    Só concebo que haja fanatismo cego e burro na discussão clubistica.
    Assistir a situações em que os professores, que deveriam ser um exemplo de lucidez e bom senso, comentarem como se de fanáticos ideológicos se tratassem, significa que o que aí vem é pior que o estamos a viver.

    O fanatismo ideológico é bem exemplo da uma sociedade que não se soube emancipar . Que tem medo de viver sem alguém que lhe diga qual o caminho a seguir. Que endeusa e julga as pessoas apenas com base em sentimentos e paixões.

    O tempo da outra senhora deixou danos que custam a ultrapassar.
    Portugal não sairá do fosso em que está mergulhado enquanto quem cá vive não perceber que somos nós, população, quem deve indicar um caminho a quem governa e não o contrário.

    E isso passa pela reflexão pessoal e por erradicar o analfabetismo politico, e por uma mudança profunda no sistema politico partidário. Nomeadamente no sistema eleitoral.

    Voltando ao tema, não destruam ainda mais a imagem que a população tem dos professores.
    Já seria um bom começo.

    • sónia Antunes on 28 de Março de 2013 at 16:27
    • Responder

    Credo!! Estou atónita com certos comentários! Mas o que passa???? Num momento em que todos deveríamos estar unidos contra o mesmo, cada um puxa a sardinha para a sua brasa!! Todas as disciplinas são importantes! Como disse um colega num comentário mais acima “cá para mim os boys do PSD andam aí”…

      • Boys on 28 de Março de 2013 at 18:59
      • Responder

      Mau. Mas afinal este blog é só para boys PS?

    • Maria on 28 de Março de 2013 at 16:58
    • Responder

    Todas as disciplinas são importantes,mas umas mais do que outras e ponto final.

      • Concordo on 28 de Março de 2013 at 19:01
      • Responder

      A Maria tem razão. Em quantos países desenvolvidos há 2 professores por disciplina como havia em EVT?

      1. Mas será que sabe o que está a dizer?

        1) Em quantos países há EVT?

        2) A disciplina de EVT foi criada politicamente há alguns anos aos juntar os trabalhos manuais com educação visual. Antes de EVT havia dois professores de TM e outro de EV. É por isso que a EVT tinha dois professores. A junção existiu para poupar, pois antes, bem ou mal, havia dois professores de TM. Ao criar a EVT pouparam pois precisavam apenas de 2 professores onde antes havia 3. Compreende agora?

        A questão não está na EVT ou outra qualquer outra, está na fomação que queremos dar aos nossos alunos.
        A formação da nossa escola, se somos um país europeu, deve ser alargada e dar a melhor e mais completa formação aos alunos.

        Ou vamos voltar ao tempo da 4ª classe. Saber escrever, ler e contar?

        Há tanto onde poupar e muito. Na educação não devemos “poupar”, pois cada cêntimo gasto é um investimento no FUTURO. Gerir bem, não desperdicçar, está bem, mas não mais do que isso.

        Discutam ideias e princípios e não “peixieradas” de grupo e intrigas e invejas pessoais ou grupais. Se assim não for é o fim de TODOS nós.

          • Desperdício on 28 de Março de 2013 at 20:35

          Para dar EVT não é necessário ter curso. Qualquer costureira ou carpinteiro desempenha melhor a função.

        • Maria on 28 de Março de 2013 at 20:58
        • Responder

        Não há dois professores mas nas artes as turmas estão divididas por grupos pequenos de alunos, percebeste?!
        Quem se prejudica não são apenas os professores mas também os alunos dada a impossibilidade de, em Ed. Tecnológica, trabalhar com determinados materiais que os alunos gostam muito, tal como a argila, por causa do número excessivo de alunos em sala e da falta do apoio necessário e inerente à atividade. Mas, isto não deve ser para o teu nível de entendimento nem para o de muitos que aqui escreveram. É apenas mais uma explicação vã!!

          • Argila on 29 de Março de 2013 at 21:49

          Quem paga a argila? O zé povinho? Quem quer ir para artes que pague do seu próprio bolso. Os professores de artes não têm razão de existir. Só dão despesa e estes cursos não servem para nada.

          • Maria on 30 de Março de 2013 at 15:24

          Espero que queles que tanto mal desejaram, quer profissionalmente, quer pessoalmente, a pessoas que nem sequer conhecem, que recebam de volta essas energias negativas e que realmente o seu futuro seja aquele que desejaram a outros.
          É que, normalmente quem destila o mal não recebe o bem. Recebe o reflexo daquilo que emana. E isso acontece no dia a dia nas nossas relações interpessoais e com a Natureza.
          Boa Páscoa a todos os outros.

    • Ana Guedes on 28 de Março de 2013 at 17:32
    • Responder

    E esta a dar-lhe! Enfim… eles “andem” aí!
    Não vale a pena ligar a certos comentários! Não são de professores. Esta “maria”é mandada para qqui para lançar a confusão!

      • Anti-desperdício on 28 de Março de 2013 at 19:03
      • Responder

      A Ana Guedes por acaso julga-se ter o monopólio da sabedoria?

    • ginbras on 28 de Março de 2013 at 19:14
    • Responder

    estes comentadores são os mesmo que hasteiam diversos nicks no chat. trocam e trocam de nicks mas são sempre os mesmos 2 ou 3..coitadinhos..como se n fosse fácil perceber! são uns reaccionários, mas principalmente falhados, inúteis e idiotas!

    • Gil on 28 de Março de 2013 at 20:05
    • Responder

    Acordem… Educação Física existirá para todo o sempre em qualquer currículo escolar. Porquê?

    Porque o que diferencia a disciplina escolar da ministrada em qualquer clube desportivo é o facto dos clubes se dedicarem à especialização. O objetivo é criar artistas. Enquanto a escola é generalista. O desporto na escola está ao serviço de todos e todos têm possibilidade de praticar. No clube desportivo que não tiver jeito para o jogo é excluído da sua prática. Na escola apenas se exige empenhamento.

    • Faneka on 28 de Março de 2013 at 21:14
    • Responder

    Para aqueles que não têm conhecimento científico sobre a importância da Educação Física e que dizem que não é uma disciplina importante, é favor lerem o artigo que vos deixo sobre a relação de Educação Física e Matemática. (Existem vários deste tipo, para não pensarem que é estudo único).

    http://www.revistas.ufg.br/index.php/fef/article/view/6433/4947

    E já agora… sou do 1º ciclo! Na escola onde trabalho, reuni-me com os colegas das AEC’s e eles estão a executar exercícios de cálculo e lógica na Educação Física e forma a desenvolver o raciocínio. Acredito plenamente que nos anos seguintes, havendo vontade dos professores e profissionalismo, os resultados são excelentes. Isto também se está a aplicar nas restantes disciplinas. Mas após ter lido tanto disparate sobre a Educação Física tive que escrever.. Vejam o estudo que vos coloquei e pensem um pouco! Todos somos importantes! E acabem com esta guerra

    • Xana G on 29 de Março de 2013 at 10:45
    • Responder

    Se assim for, teremos MAIS um grupo disciplinar com 10 ou 11 turmas por professor, mais de 300 alunos para avaliar e um sem-fim de reuniões…

    Quanto aos alunos, estes apenas PERDEM, se esta medida for para a frente.

    • Joa on 29 de Março de 2013 at 15:36
    • Responder

    ISLÂNDIA

    CULTURA PARA SAIR DA CRISE

    A Islândia não se rege pela austeridade. Em quatro anos, teceu um “New Deal” artístico que transformou a cultura no segundo setor com mais peso no PIB, com um impacto à volta dos mil milhões de euros por ano. O país apresenta uma taxa de desemprego de 5,7% e um crescimento de 3% e consegue oferecer outras alternativas para além das puramente bancárias.

    Daniel Verdú
    O colapso financeiro que a Islândia sofreu em 2008 costuma ser interpretado como um laboratório de perguntas e respostas sobre a crise, sendo pois conveniente tomar nota de algumas soluções. Ao contrário do Sul da Europa, onde os cortes e a subida de impostos incidiram especialmente na cultura, desde 2008 que este país de 320 mil habitantes e do tamanho de Portugal se voltou para o setor das indústrias criativas. O impacto económico dessa atividade (cerca de €1000 milhões) duplica o da agricultura e vem logo a seguir ao da lendária máquina de exportação de bacalhau (e outros produtos do mar) para o mundo continental, sendo esta a primeira indústria da ilha. Tudo isto graças, em parte, a uma mulher franzina de 37 anos — a ministra da Cultura — que assumiu uma postura firme nos quatro anos de Governo e não permitiu que lhe dissessem: “Para que serve dar dinheiro aos artistas?”. Pelo contrário, transformou os artistas em protagonistas do recente êxito económico.

    Hoje, a taxa de desemprego é de 5,7% e o país cresce a um ritmo de 3%. É verdade que a moeda foi desvalorizada e se evitou o resgate aos bancos pagando-se a dívida externa. Mas grande parte desta prosperidade também se deve a esta estratégia do New Deal artístico. E tudo pode alterar-se no próximo dia 27 de abril, quando a Islândia realizar as primeiras eleições depois de o país ter começado a superar a crise. A memória é curta. O partido conservador, que se manteve a governar quando tudo o resto soçobrou (a Bolsa chegou a cair 90% e o PIB desceu 7%), é hoje o favorito nas sondagens. A coligação formada pelo Partido Verde e os social-democratas, a que pertence a primeira-ministra Jóhanna Sigurdardóttir (a primeira mulher a ocupar este cargo), tem uma tarefa difícil pela frente. A titular da pasta da Cultura, Katrín Jakobsdóttir, o rosto mais carismático, não esconde isso mesmo. Recebe El País e analisa o seu mandato, simbolicamente empenhado na construção do espetacular Harpa, um incrível auditório no porto de Reiquiavique, que se avista do seu gabinete. Quando a crise chegou, a construção parou. A ministra empenhou-se em transformá-lo numa metáfora do que tinha entre mãos: criar riqueza fomentando as artes.

    Cultura como fator económico importante

    “Vemos a cultura como base das indústrias criativas, uma parte cada vez mais importante da nossa economia. Quando me nomearam para o Ministério, encarei o meu mandato como uma questão de sobrevivência. E é isso que pretendo que as pessoas compreendam: a cultura é um fator económico muito importante. O dinheiro que este setor gera iguala o de toda a indústria do alumínio.

    O Governo fez cortes estruturais. Reduziu ministérios e gastos fixos. Mas aumentou o investimento em projetos culturais independentes. Uma mistura de tecido público/privado muito ágil mas que, de modo algum, implica a renúncia do Estado na gestão da cultura e da educação.

    Há música por todo o lado. Oitenta por cento dos jovens (sobretudo nas pequenas povoações) estuda um instrumento e solfejo, e isso traduz-se em dezenas de bandas com prestígio internacional. A paisagem continua a ser o primeiro polo de atração de turistas. Mas, segundo dados recentes, 70% dos jovens são atualmente atraídos pela música. Esse facto já era conhecido em 2006, quando se criou o serviço de exportação musical do país, dirigido por Sigtryggur Baldursson, ex-baterista dos Sugar Cubes, a banda com a qual Björk começou a sua carreira e graças à qual teve início a lenda da sonoridade islandesa. Segundo este organismo, no ano passado 43 bandas atuaram fora da Islândia.

    Paralelamente, a indústria de software e de videojogos cresceu exponencialmente. “É uma área relacionada com a cultura e emprega muita gente deste setor, como é o caso dos ilustradores”, explica a ministra. No cinema, há uma nova lei que reembolsa o custo de qualquer filme rodado na Islândia aos produtores. Ridley Scott rodou Prometheus [Prometeu] no país, e Darren Aronofsky fez o mesmo com A Arca de Noé.

    Grupos de trabalho e um Ministério de Ideias

    No meio da euforia e do livre acesso ao crédito, muita gente disse que este seria o único caminho possível para a Islândia. Andri Magnason publicou, em 2006, Dreamland: A self-help manual for a frightened nation. [Terra de sonho: Um manual de auto-ajuda para uma nação assustada, não traduzido em português] Um livro onde denuncia um modelo económico baseado no dinheiro fácil da especulação. “Durante os anos de prosperidade, o Governo concentrou esforços na expansão dos bancos, do alumínio e da energia hidráulica que estava a destruir a natureza. Havia quem quisesse ver uma economia baseada na criatividade e não no dinheiro fácil.” Estabeleceu-se então uma estranha aliança entre os protetores da natureza e “os crâneos dos computadores”, recorda Magnason.

    Björk e outras figuras-chave da ilha ficaram atentas. “Quando a crise chegou, havia um movimento de raiz onde estavam envolvidos muitos jovens.” Criaram-se grupos de trabalho no que viria a chamar-se Ministério de Ideias, uma antiga fábrica nas imediações de Reiquiavique. Mas Magnason reconhece o papel importante do Governo. “Apareceram mais teatros, o mercado literário floresceu (60 escritores têm apoio um ano inteiro), a produção cinematográfica aumentou e o mesmo aconteceu na cena musical. E todo este apoio repercute-se na economia. As artes não são um projeto paralelo da boa economia, estão na base do seu estado de saúde.” E por que motivo pensam as pessoas votar outra vez no partido conservador? “Têm saudades dos seus Range Rover”, explica o músico Ólafur Arnalds num café de Reiquiavique.

    Persiste igualmente a dúvida se este modelo seria exportável para países como Espanha e Itália, com 150 vezes mais habitantes e onde os problemas económicos também registam esta proporção. Magnason acha que sim. “Pode aplicar-se à maioria dos países. O problema na Europa, especialmente em Itália e Espanha, é haver tanta gente nova sem ocupação, ou numa situação invulgar, com um Governo e uma indústria incapazes de definir o seu papel. Assim, nunca irão usar toda a sua criatividade.” Talvez seja preciso tocar ainda mais no fundo.

      • Joa on 29 de Março de 2013 at 15:37
      • Responder

      presseurop

    • Pró-Troika on 1 de Abril de 2013 at 0:18
    • Responder

    Só acuso este ministro de não ter mandado tudo o que era socialismo na educação para o balde do lixo. Este tem sido o grande problema dele.

    • Pró-Troika on 1 de Abril de 2013 at 0:19
    • Responder

    A Islândia desvalorizou a moeda em 80%.

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