Novembro 2011 archive

Valor dos cortes para 2012

A Fenprof apesenta o valor dos cortes por escalões previstos no Orçamento de Estado para 2012.
Não é por aqui que me assusto, apesar do dinheiro ainda ser dinheiro e custar ficar sem 4710 euros em apenas um ano. Aprenderei a fazer uma nova forma de vida, apenas isso.

O que mais custa é que apesar deste esforço saber que o corte para muita gente será total. Que além destes 709 milhões haverá outros cortes que colocarão grande parte dos 15000 + 10 (só 10 docentes no índice 126?) no desemprego.

Continuo a achar que deve haver uma outra saída para combater uma diminuição drástica do curriculo que acabará por ser prejudicial para o futuro. O currículo pode estar desajustado e precisar de ser revisto mas não deve ser feito com base em critérios estritamente orçamentais.

Manuela Ferreira Leite lançou recentemente uma ideia que vem mais ou menos no seguimento do que penso. Pode ser possível em vez de se destruir o currículo que se atribuam pagamentos temporários e excepcionais para algumas ofertas não essenciais do currículo nacional às famílias com maiores rendimentos, mantendo assim possível uma matriz curricular ampla e universal.

 



Estes quadros para mim são importantes porque em contas por alto adientei que poderiam estar no quadro cerca de 107.387 docentes nos quadros e os números que a Fenprof aponta como sendo do MEC diz que existem 108.240. Se acertei por uma margem de erro inferior a 1000 quero a minha montra, ok?

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9 Milhões?

Não tinha necessidade de contradizer este número apontado pelo Correio da Manhã para o custo que o Estado suporta com os dirigentes sindicais destacados nos sindicatos, mas como gosto de contas certas e claras vou apresentar as minhas contas com os números que o Correio da Manhã divulga.

O número de professores destacados nos sindicatos é actualmente de 281, dos quais 125 exercem actividade sindical a tempo inteiro e por isso não dão aulas, revelou ao Correio da Manhã o Ministério da Educação e Ciência (MEC). O CM perguntou à tutela qual a despesa que representam os professores destacados nos sindicatos e se, dada a situação de crise, o Governo a pretende reduzir. O MEC não respondeu.

Pelos cálculos do CM, a despesa rondará os 9 milhões de euros. Segundo o MEC, a soma dos 125 professores dispensados a tempo inteiro mais as dispensas parciais é equivalente a um total de 212,5 dispensas. Tendo em conta que a maioria dos dirigentes se posiciona em escalões avançados da carreira docente, e com base no valor bruto auferido no 9º escalão (3091,82 euros), chega-se a uma despesa de 9,2 milhões de euros por ano. Isto contando com 14 meses de salários e não incluindo outras remunerações.

Arménio Carlos, da CGTP, explicou que o total de dirigentes sindicais a tempo inteiro “não chega a meio milhar”, pelo que os 125 docentes nestas condições representam cerca de 30 por cento do total. O facto de a classe docente ser a maior na Função Pública (cerca de 150 mil profissionais) e de o nível de sindicalização ser elevado ajuda a explicar estes números.

Em 2005, havia 1327 professores destacados que custavam mais de 20 milhões de euros. A ministra da Educação da altura, Maria de Lurdes Rodrigues, diminuiu esse número para 450. Em 2006, Governo e sindicatos acordaram nova redução, para 300. O número de dirigentes com dispensa de serviço docente passou a ser proporcional ao de associados dos sindicatos, pelo que a Fenprof, com 132 elementos, é a estrutura com mais dispensados.

Vamos por partes.

A média que o CM apresenta como vencimento dos dirigentes sindicais destacados nos sindicatos é a do actual último escalão da carreira docentes já que ninguém ainda chegou ao 10º escalão.

O CM apresenta os números para 2012 contando com os subsídios de Férias e Natal que possivelmente não serão atribuídos.

Agora as contas:

Apenas sendo possível obter um destacamento para uma organização sindical estando no quadro quem ficará a substituir esse docente será sempre um contratado que aufere pelo indíce 151 e aqui o vencimento é de 1373,13€.

Como se prevê que em 2012 os ditos subsídios não sejam atribuídos as contas corretas do CM deveriam ser estas:

1373,13 X 212,5 X 12 = 3501481,5€

Neste momento a legislação referente às dispensa sindicais está bastante reduzida comparativamente há 5 anos atrás. Existe um limite máximo do número de destacamentos para as organizações sindicais e as dispensas resultam de uma tranferência do direito à falta (4 dias por mês) de cada dirigente para uma única pessoa.

Não existindo o direito a essa transferência seria mais barato que 1062 pessoas faltassem 4 dias por mês?

Tendo em conta que cada dia de trabalho docente custará 103,06€ (média de vencimento diário dos docentes do 9º escalão) a falta dos 1062 dirigente totais com cedência de créditos custaria ao pais 5253586,56€

Das duas uma: ou se eliminaria o direito ao exercício da actividade sindical e bania-se por completo o direito à falta enquanto dirigente sindical e isto seria um retrocesso aos ano 70 do século passado (seria apenas mais um) ou eliminava-se o direito à tranferência dos créditos das faltas para um único dirigente.

Se a primeira opção será inconcebível a segunda será mais cara.

Apesar de tudo, “a regra do negócio”  ainda é boa para o Estado.

Nota: fiquei curioso com o sublinhado que fiz à notícia do CM

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Por isso já lhe chamaram Nuno Cortes

O desígnio de Crato é cortar
Santana Castilho *
Nuno Crato encheu de nada e de cortes três páginas deste jornal. Lê-lo a 31 de Outubro traveste-lhe a graça para Nuno Cortes. Quando não identifica medidas para cortar, responde que não sabe. Nuno Nada, tão-pouco destoava para sua nova graça. Que desgraça!
Tirando o desígnio de castrar, despedir e poupar, não há na entrevista a mais ligeira ideia consistente sobre Educação. Perguntado sobre como se vai cumprir a escolaridade obrigatória até aos 18 anos, responde com profundidade: “Está tudo em aberto”. Interrogado sobre a verdadeira grandeza da redução orçamental, riposta com rigor: “Depende do quadro que se leia”. Questionado sobre o número de professores estritamente necessário, que antes havia invocado, é preciso: “É um bocado menos do que temos hoje. Não consigo quantificar”. Solicitado a esclarecer o objectivo que propõe para um novo modelo de financiamento do ensino superior, que acabara de preconizar, repete-se: “Está tudo em aberto”. À insistência dos entrevistadores, que querem conhecer os critérios a incluir no tal modelo, responde filosoficamente: “Vamos pensar nisso”. Quando lhe perguntam se já começou a pagar as bolsas de estudo, é negativamente claro: “ Ainda não”. Quando lhe perguntam se tem ideia de quantos alunos perdem o direito à bolsa, é claro, negativamente: “Ainda não”.
“Estamos a estudar”, “estamos a ver”, “estamos a identificar”, “temos de ver” “temos que pensar” e “vamos ter de repensar” são fragmentos frásicos abundantes na entrevista, que ilustram a vacuidade predominante. Mas há passagens concretas, que patenteiam impreparação, ignorância e manipulação da realidade. Passo a fundamentar.
Comecemos pela impreparação. Nuno Crato confessa que era inconsciente, quando crítico do anterior poder. Para tentar estabelecer coerência entre o que dizia e o que agora faz, afirma-se fiel aos seus princípios de sempre e deixa implícito que os actos que pratica, que contradizem tais princípios, são ditados por uma realidade que desconhecia. É uma quadratura do círculo, donde emerge impreparação crassa. Vista do lado do crítico, o ministro fica sem crédito. Vista do lado do ministro, o crítico virou a casaca. A seriedade mínima conclui pela implosão recíproca.
Passemos à ignorância, com dois exemplos. No primeiro caso, é deprimente constatar o desconhecimento do ministro sobre a gestão do currículo do ensino básico. Nuno Crato assevera que poupou, com a supressão do Estudo Acompanhado, 15 milhões de euros no 2º ciclo e 17 no 3º. Afirma, preto no branco, que “ o Estudo Acompanhado era dado por dois professores no 2º ciclo”. Ora o que todos sabemos é que o Estudo Acompanhado continua a existir para o 2º ciclo e é acompanhado pelos mesmíssimos dois professores. Termos em que uma supressão que não existiu, senão na mente capta do ministro, não pode originar 15 milhões de poupança, senão nas virtuais contas deste economista, especialista em Matemática e arauto do rigor. No segundo caso, é embaraçoso ver Nuno Crato referir que a escolaridade obrigatória é de nove anos. Pena que um assessor não tenha tido a oportunidade de o esclarecer que já é de 12.
Vejamos agora a manipulação da realidade, também com dois, de vários exemplos possíveis:
1. Nuno Crato deixa cair, com ar dramático: «Quase metade (46,7 por cento) do pessoal da administração central está no Ministério da Educação. É um valor extraordinário. Isso significa que as reduções têm de ser, em grande parte, em pessoal e que têm de se reflectir na educação.» Mas não justifica seja o que for. A Educação tem cerca de dois milhões de utentes directos. Como se comparam estes números com os outros serviços públicos? Como se comparam estes números com dados internacionais? Como se enquadram estes números no que ele, como definidor das politicas educativas, quer do sistema? Sobre isso disse nada.
2. Nuno Crato branqueia o quadro da Parque Escolar, qual copista do surrealismo. Revela-se um verdadeiro artista. Diz que a dotação do Orçamento de Estado de 2012 para aquele monstro é zero. E mostra como chega a este zero. Explica, com candura, que mandou “prolongar as obras por mais tempo, de forma a não concentrar todos os custos neste ano”. Esclarece, qual vestal, que 95 milhões de euros são receitas próprias da Parque Escolar, como se não soubéssemos todos que resultam da saloia engenharia financeira que obrigou, por decreto, as escolas a pagar-lhe rendas, que saem, obviamente, do Orçamento do Estado para 2012. E acrescenta que 80 milhões virão de endividamento ao Banco Europeu de Investimento, que não serão pagos pelo condomínio do meu prédio, digo eu. Brilhante. Em linha com o sofisma clássico: “Todo o cavalo raro é caro. Um cavalo barato é raro. Logo, um cavalo caro é barato!”
Se subsistissem dúvidas sobre o papel de Crato neste Governo, esta entrevista dissipou-as. Do que disse não se extrai uma única ideia estruturada sobre qualquer dos níveis de ensino que tutela. Crato é apenas um dos economistas do Governo que, da Economia, só aproveitam a contabilidade. Sobre as desreguladas e criminosas actividades especulativas, que são do domínio público, não se lhes ouve uma palavra. Mas são lestos a condenar o sector público. E fazem-no de modo a que os gastos com a educação, com a saúde e com a justiça, naturalmente não isentos de erros, sejam apontados como responsáveis únicos pela descida ao inferno das finanças e da economia nacionais.
* Professor do ensino superior ([email protected])

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Apenas um Calhau

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Listas ordenadas da BR9

Ficando só a faltar informação se existiram colocados nos grupos 310, 540, 560, 600, 610, 920 e 930. Os grupos 200, 340, 350 e 550 não tiveram colocados na BR9.



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Alteração aos concursos

Regras dos concursos de professores vão ser alteradas

O Ministério da Educação e Ciência (MEC) vai alterar a legislação que regula os concursos de professores de modo a que também seja respeitada a graduação dos candidatos no âmbito das chamadas bolsas de recrutamento

Em comunicado de imprensa divulgado ao fim da tarde, o MEC esclarece que esta alteração foi recomendada pela Inspecção-Geral de Educação (IGE) na sequência do inquérito realizado à forma como foram disponibilizados os horários e colocados professores na Bolsa de Recrutamento 2, que decorreu em Setembro.

A recomendação que a IGE faz ao MEC para alteração das regras das colocações pela bolsa de recrutamento mais não é do que a evidência que apontei neste post de 24 de Setembro, -“O erro do Algoritmo“.

Não será por esta recomendação que o diploma de concursos tem de ser alterado. Lembro que é no Decreto-Lei 51/2009 que se verifica a bonificação de 2 valores para o excelente e 1 valor para o Muito Bom e que pelo acordo de Setembro obriga a que exista essa alteração na legislação dos concursos.

A acontecer a alteração proposta pela IGE teremos assim uma bolsa de recrutamento com as regras das antigas ciclícas em que semanalmente os horários eram atribuídos em função da graduação do docente e de acordo com a ordem das suas preferências.

Contudo existiam erros nas anteriores ciclícas como nas actuais bolsas de recrutamento que tornam os concursos numa autêntica lotaria e que leva a casos destes. E existem formas de as evitar, um dia volto a este assunto, mas ao contrário do que poderão pensar não sou contra as ofertas de escola e até acho que devem aumentar as situações em que uma escola pode contratar diretamente o professor, desde que as mesmas cumpram as regras definidas pelo diploma de concursos geral.

 

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Comunicado de Imprensa do MEC sobre a BR2

O Paulo deu a conhecer o Comunicado de Imprensa do MEC sobre o inquérito aos procedimentos da Bolsa de Recrutamento. Já aqui tinha dado conta de uma razão porque as escolas não conseguiram facilmente submeter horários anuais a concurso. Infelizmente hoje que tinha tudo preparado para conseguir esta prova a aplicação já funcionava em condições e não foram necessários quaisquer truques para colocar o horário como anual.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA

Comunicado de Imprensa

No âmbito dos normais e correntes procedimentos de controlo e avaliação dos serviços sob sua tutela, a 10 de Outubro de 2011 o Ministro da Educação e Ciência, através do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, ordenou à Inspecção-Geral da Educação (IGE) a abertura de um inquérito, no sentido de avaliar e assegurar a regularidade de todos os procedimentos concursais e do recrutamento docente do ano 2011-2012 que decorreram sob a responsabilidade da Direcção-Geral dos Recursos Humanos da Educação (DGRHE) através da plataforma que, para o efeito, foi disponibilizada às escolas e aos candidatos.

Os resultados deste inquérito são agora conhecidos e serão enviados aos diversos grupos parlamentares que recomendaram que fosse feita uma inspecção precisamente pela IGE, nomeadamente o PCP, o PS e, conjuntamente, o CDS e o PSD. O MEC dá entretanto a conhecer as principais conclusões desta averiguação:

1 – Não se verificaram indícios de irregularidades ou ilegalidades que justifiquem qualquer tipo de procedimento, designadamente de natureza disciplinar, tendo sido proposto o arquivamento do processo de inquérito;

2 – Em todos os dias do período entre 06 e 19 de Setembro existem registos de horários “anuais” e de “temporários”;

3 – 13 horários na Bolsa de Recrutamento 2 (BR02), ou seja, 0,32 por cento dos 4048 horários a concurso, foram classificados como “temporários” quando deveriam estar classificados como “anuais”. A alteração desta classificação teve origem em causas circunstanciais e não em atitude negligente ou acção premeditada. A DGRHE tomou as diligências necessárias para corrigir esses problemas pontuais;

4 – A falha resultou em que 5 docentes que não obteriam colocação fossem colocados e que 5 docentes que obteriam colocação não fossem colocados. Verificou-se no entanto que estes últimos docentes obtiveram colocação nas bolsas subsequentes, sempre em horários melhores e todos anuais, pelo que nenhum professor quis alterar a situação ou ficou prejudicado;

5 – A “Regra de Negócio” aplicada decorre do previsto no artigo 58.º-A, nº 4, e no artigo 12.º do Decreto-Lei 20/2006, com a redacção dada pelo Decreto-Lei 51/2009, no sentido em que as preferências manifestadas pelos candidatos estão em igual prioridade, não ficando sujeitas à ordem por eles registada – ou seja, a colocação parte do horário para o candidato, ao contrário do que acontece no concurso anual para satisfação de necessidades transitórias que decorre em Agosto. Isto pode ter motivado e, de alguma forma, explicar queixas de candidatos mais graduados ao verem colocados, em horário da sua preferência, outros menos graduados. A IGE recomenda por isto que se proceda a uma análise da “Regra de Negócio”, na qual a Secretaria de Estado do Ensino e da Administração Escolar está já a trabalhar, e que, portanto, se altere a legislação aprovada em 2006.

O Ministério da Educação e Ciência reitera assim que os concursos de colocação de docentes decorreram com toda a normalidade e no cumprimento integral da legislação em vigor.

 

Lisboa, 08 de Novembro de 2011
O Gabinete de Comunicação do MEC

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Os cortes no EPE

Governo vai cortar 10% de professores no estrangeiro

O Governo vai cortar em 10% o número de professores de português no estrangeiro. Em causa estão cerca de 50 os docentes que não vão ter a renovação de comissão de serviços, num universo de 500 que leccionam em 69 países de todo o mundo. Uma medida que vai afectar os cerca de 155 mil alunos que estudam português no estrangeiro e que assim também vão ver reduzido o número de turmas.

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Boa Noite

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Blogosfera – A Educação do meu Umbigo

Um texto simples, mas brilhante.

A Educação Vende

A propósito da capa do i que já foi aqui e aqui desmontada.

 

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Claro que não há estudos

Conforme previ nada foi dito na reunião de hoje entre o MEC e as organizações sindicais.

A FENPROF reuniu com o Ministro da Educação (7/11/2011) e saiu da reunião ainda mais preocupada do que entrou: as “especulações” que têm vindo a público sobre medidas a tomar poderão não passar disso mesmo – especulações – ou não! Ou seja, o que tem vindo a ser público sobre medidas que poderão ser tomadas para garantir uma redução de 1.500 Milhões de euros na Educação poderá ser verdade… ou não! Isto é, no MEC ninguém confirma nem desmente nada, pelo que tudo é possível e esta indefinição e falta de respostas não pode sossegar o país!

Já sobre o ensino de português no estrangeiro parece que a solução irá passar pelo ensino à distância.

Governo vai reduzir turmas de português no estrangeiro e solução passa pela Internet

O Governo vai reduzir o número de turmas com ensino de português no estrangeiro, o que aumentará o desemprego docente, alertou hoje a Federação Nacional de Educação (FNE), para quem a solução poderá passar pelo ensino à distância.

FNE receia que a educação para todos esteja em risco

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“O” TIC

Manter uma cadeira em anos anteriores

O que vem no seguimento do que tenho dito.

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BR9 – LISTAS

Post para as listas da BR9 que deverão sair hoje por volta das 17 horas.

Se no ano passado a BR9 foi a última lista semanal que saiu, este ano não existe qualquer informação que o mesmo também aconteça. Assim, enquanto não existir qualquer informação nesse sentido as bolsas continuarão a ser semanais até ao final do 1º período (é previsível que perto da 1ª interrupção lectiva exista uma suspensão de colocações)

Continuo a pedir que me enviem as listas da bolsa de recrutamento de forma a organizá-las e colocá-las neste espaço para conhecimento público.

Link para aceder à aplicação da Bolsa de Recrutamento

Lista de colocações Administrativas na BR9

Colocações de DACL na BR9

100

110

240

330

Colocações de Contratados na BR9

100 – Educação Pré-escolar

110 – 1º Ciclo do Ensino Básico

200 – Português e Estudos Sociais História (não houve colocados na BR9)

210 – Português e Francês

220 – Português e Inglês

230 – Matemática e Ciências da Natureza

240 – Educação Visual e Tecnológica

250 – Educação Musical

260 – Educação Física

300 – Português

310 – Latim e Grego

320 – Francês

330 – Inglês

340 – Alemão (não houve colocados na BR9)

350 – Espanhol (Já não havia candidatos por colocar em 31 de Agosto)

400 – História

410 – Filosofia

420 – Geografia

430 – Economia e Contabilidade

500 – Matemática

510 – Físico e Química

520 – Biologia e Geologia

530 – Educação Tecnológica

540 – Electrotecnia

550 – Informática (nenhum colocado na BR9)

560 – Ciências Agro-Pecuárias

600 – Artes Visuais

610 – Música

620 – Educação Física

910 – Ensino Especial

920 – Ensino Especial

930 – Ensino Especial

Tratamento de dados das BR

Tratamento de dados até à BR9 e não colocados do grupo 220 (trabalho elaborado pela Tânia Figueiredo)

Tratamento de dados até à BR9 e não colocados do grupo 230 (trabalho elaborado pela Alda Marisa)

Listas de não colocados na BR9

240 (lista enviada pelo David Parrinha utilizando a lista de NC da BR5)

240 (lista feita por mim através da aplicação de NC na BR9)

420 (lista enviada pela Paula Ferreira)

500 (lista enviada pelo Pedro Nogueira)

510 (lista enviada pelo Manuel Guerreiro)

530 (lista enviada pela Celina Gonçalves)

Serão colocadas aqui ao longo da semana à medida que me forem chegando

Para ver as listas da BR8 clicar aqui.

Para ver as listas da BR7 clicar aqui.

Para ver as listas da BR6 clicar aqui.

Para ver as listas da BR5 clicar aqui.

Para ver as listas da BR4 clicar aqui.

Para ver as listas da BR3 clicar aqui.

Para ver as listas da BR2 clicar aqui.

Para ver as listas da BR1 clicar aqui.

Para ver todas as listas de 31 de Agosto clicar aqui.

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O pão nosso de cada dia

Mais um episódio que vai acontecendo pelas escolas portuguesas.

Alunos da Escola Secundária Miguel Torga, em Sintra, infernizam aula.

Aulas caóticas filmadas

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Haverá estudos?

FNE e Fenprof reúnem-se com ministro para conhecer cortes orçamentais

Responsáveis da Federação Nacional dos Professores (Fenprof) e da Federação Nacional de Educação (FNE) reúnem-se hoje com o ministro da Educação para discutir as medidas projectadas pelo Executivo para conseguir reduzir custos no próximo ano.

Em declarações à Lusa, o secretário geral da FNE, João Dias da Silva, explicou que o encontro tem por objectivo “conhecer as intenções do Ministério de Educação e da Ciência em relação à forma como tenciona aplicar os cortes previstos no Orçamento de Estado de 2012 na área da educação”.

Os sindicalistas pretendem também conhecer os estudos que suportam as propostas ministeriais de redução de despesas no ensino básico, secundário e superior.

“Vai ser uma reunião de trabalho para conhecer as intenções e fundamentos para que, no futuro, também possamos apresentar propostas no sentido de reduzir custos”, disse João Dias da Silva.

Os sindicalistas garantem que não vão para o encontro para “fazer oposição” mas sim com o objectivo de “trabalhar de forma articulada” no sentido de contribuir para que as reduções não ponham em causa a qualidade do ensino.

João Dias da Silva acredita que esta será “a primeira de muitas reuniões”. De acordo com a agenda do Ministério, antes da FNE, a equipa liderada por Nuno Crato vai receber a Fenprof, que parte para a reunião com os mesmos objectivos.

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Boa noite

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Bom domingo

Pode dar jeito a muitas escolas.

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Lapsos de Darque

É tão fácil desculpar quando o erro é assumido pelo próprio.

Ex.ma Senhora Dra.

Por lapso no uso da aplicação de selecção no concurso 58 deste agrupamento (grupo 910 ensino especial) foi V. Exa. sinalizada como seleccionada. Na verdade, na lista ordenada a publicar (que inclui 285 candidatos) V. Exa. aparece ordenada na posição 79. Logo, nunca poderia ser a seleccionada.

Informamos de que se pretender aceitar a selecção esta nunca será comprovada pela escola e nunca produzira contratação visto que, havendo 78 candidatos pontuados a frente de V.Exa (a diferença para o 1º vale cerca de 7 valores, por exemplo) essa comprovação de uma selecção erronea geraria as legitimas reclamações dos restantes.

Assim, e pedindo desculpa pelos transtornos (muito embora ainda nem nos tenha contactado), solicitamos que, ou explicitamente não aceite o horário o que simplificaria a nossa tarefa de prosseguir com o concurso ou se o aceitar tome conhecimento de que imediatamente daremos os seus dados como não comprovados (forma de solucionar o problema e avançar para o candidato seguinte).

Não necessita de nos contactar mas apenas de realizar a operação de não aceitação na aplicação.

Esperamos que compreenda a dificuldade que muitas vezes se nos coloca no uso da aplicação que como utilizadora saberá ser por vezes pouco amigável (e que se agrava quando temos de gerir uma folha de calculo com 285 linhas de dados).

Em 3 anos de uso esta constitui a primeira situação do género que nos ocorre e muito o lamentamos.

Deste mail foi dado conhecimento por mail aos 78 candidatos ordenados acima de V.Exa para que tomem conhecimento e possam consultar a lista de ordenação para verificar a sua posição e se evitem as reclamações previsiveis face a este erro já corrigido.

Agradecendo a colaboraçao de V.Exa.

Com os melhores cumprimentos,

Luis Sottomaior Braga (Director do Agrupamento de Escolas de Darque)

Contacto telefonico 258320375 ou 370

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Debate em torno de EVT

O “TAMBOR” colocou neste post um texto que procura dar uma resposta ao anunciado fim da disciplina de EVT anunciada por Nuno Crato.  Como não discordo desta ideia e porque pode ser complementada com outras propostas deixo aqui o seu texto e a minha ideia complementar a esta proposta.

A defesa da disciplina de EVT passa sobretudo por defender ET. A produtividade a capacidade técnica/produtora. O estímulo de competências empreendedoras de produção/criação de objectos utilitários, buscando materiais e suportes diversos, constitui um laboratório de experiências muito útil para o futuro no mercado de trabalho da grande maioria dos alunos. É nesta base pragmática, que deve assentar Revisão Curricular no que respeita a EVT. Políticos e economistas tem vindo, nos últimos anos, a alertar para a falta de qualificação técnica dos portugueses e as consequências que dai advém para a economia. Esta é uma das razões mais apontadas para o enfraquecimento da competitividade das nossas empresas relativamente às da Europa de leste ou às potências económicas emergentes.
A perigosidade do uso dos instrumentos e dos materiais na faixa etária com a qual trabalhamos, só por si, já justificam a manutenção do par pedagógico em ET, que aliás sempre existiu, mesmo antes do 25 de Abril. Basta imaginar turmas de entre 25 e 30 alunos, com idades a rondar os 10,12 anos, de ferramentas na mão, a cortar martelar e furar madeira ou metais em simultâneo com a supervisão de apenas um docente na sala! É quase uma caricatura à segurança no trabalho, que é curiosamente um dos conteúdos fundamentais do programa da disciplina no quadro da ET. Defendamos o que é justo, imprescindível e por isso mesmo defensável. Temos toda a legitimidade na defesa do par em ET.
Neste contexto considerem o seguinte:
– Colocação de professores de EVT no grupo 140 – Expressão Plástica do 1º Ciclo.
– No 2ºCiclo dividir a disciplina em duas, Educação Tecnológica e Educação Visual. Em que ET continuaria com par pedagógico e E.V com apenas 1 professor. Ambas com 90 minutos, ou seja 2 tempos lectivos cada. Ambas com 90 minutos, ou seja 2 tempos lectivos cada (actualmente EVT tem 180min correspondente a 4 tempos lectivos com 2 professores em permanência).

Estando a existência do par-pedagógico condenada à partida pela pressão externa na redução de despesa deixaria aberta a possibilidade da disciplina de ET ser feita em desdobramento de turma (Anual) com uma disciplina complementar para esse desdobramento na área das Tecnologias de Informação e Comunicação (45 minutos) e na parte experimental das ciências nos restantes 45 minutos. Ganhava assim o currículo do 2º ciclo e a disciplina de ET.

Apesar de gostar de trabalhar em par-pedagógico, não coloco de parte a sua eliminação, desde que seja possível trabalhar com uma turma reduzida.

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Horários Anuais até à BR8

Este post podia ser uma autêntica bomba para os lados da 24 de Julho, por enquanto não apresentarei a prova em como a aplicação para o pedido de horários anuais está viciada à partida.

Podia fazer a linkagem de alguns posts para trás em que fui dando conta dos erros da BR2, mas também não me vou dar a esse trabalho.

Para tirar a limpo a razão porque alguns horários verdadeiramente anuais saem como temporários procurei encontrar as respostas a essa situação e em dois minutos descobri os motivos.

Resumidamente:

a aplicação assume automáticamente como temporário qualquer pedido de horário encontrando-se esse campo a cinzento sem possibilidade de ser feita a alteração para anual.

Existem duas possibilidades para o pedido de horários:

– Substituição ao abrigo do 95º do RCTFP

– Aumento de turmas

No primeiro caso a aplicação divide-se nos motivos que originam a substituição.

Em qualquer dos casos a aplicação mantém a duração prevista do horário como TEMPORÁRIO

De seguida é pedido o número de horas que origina o motivo do horário. O campo da duração prevista do horário contínua inactivo.

Agora existe um truque para passar o horário a anual. Deve experimentar-se alterar o motivo que origina o pedido até que a duração prevista fique com o campo de cor verde. Quando isso acontece já é possível colocar o motivo exacto que origina o pedido e seguir com a aplicação para a frente tendo a garantia que o horário será ANUAL.

Tudo isto em video seria interessante.

Agora voltando ao tema do post fica aqui disponibilizada a tabela com o número de horários anuais nas 8 bolsas de recrutamento com a percentagem total desse tipo de horário comparada com a percentagem da BR2.

O quadro dá a entender que as escolas aprenderam a lidar com a aplicação e aprenderam o truque, mesmo assim nem todas ainda o sabem.

Como neste espaço é possível comentar anónimamente e se existir alguma coragem de quem nas escolas faz o pedido de horários na aplicação podia dar aqui o testemunho destes factos.

 

 

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Hora de Luta – Para vencer a crise


Hora de Luta
Para Vencer a Crise

Os sucessivos governos encontraram na Administração Pública e nos seus trabalhadores um laboratório para todo o tipo de experiências, procurando impor um Estado mínimo que a todos penaliza.

Além do mais, os trabalhadores da Administração Pública têm vindo a perder poder de compra há mais de uma década, não progridem e veêm as regras do jogo serem sucessivamente alteradas ao sabor das políticas.

Os trabalhadores foram confrontados com sucessivos cortes nos salários e nas pensões, com o congelamento das progressões e promoções, com a alteração nas regras de avaliação.

O maior empregador nacional, o Estado, que deveria ser o exemplo, prepara-se agora para apertar ainda mais o cinto aos seus trabalhadores e pensionistas e, numa medida inédita, decreta que quem aufere acima de 485 Euros não recebe a totalidade dos subsídios de Natal e de férias.

Os trabalhadores da Administração Pública são os primeiros a pagar a factura. O governo discrimina-os em detrimento dos restantes e espera encontrar na opinião pública o acordo para estas medidas, colocando Trabalhadores contra Trabalhadores.

O empobrecimento geral, a que mais de 650 mil trabalhadores foram votados, trará consequências, tais como: menos dinheiro no bolso, diminuição do consumo, tendência para a estagnação económica e o aumento do desemprego.

O governo também fechou o mercado de trabalho aos jovens, que vivem num cenário marcado, maioritariamente, pela precariedade e pela incerteza das relações laborais.

Esta luta não é apenas dos trabalhadores da Administração Pública, é uma luta de todos, uma luta dos pensionistas, das famílias, dos jovens trabalhadores e desempregados, em suma dos cidadãos que usufruem dos serviços públicos no momento em que nascem, quando aprendem, quando contribuem, quando recebem, quando adoecem ou até mesmo quando morrem.

Esta é uma luta de todos. Esperamos que todos participem no protesto de 12 de Novembro e na Greve Geral do dia 24, contra as medidas de austeridade, por serviços públicos de qualidade e na defesa dos postos de trabalho.

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EVT – Ponto de Situação

Hoje de tarde no FB da APEVT foi dado a conhecer que o grupo parlamentar do CDS-PP agendou para dia 7 de Novembro uma audiência com esta Associação Profissional. Conhecendo a posição assumida em pré-campanha eleitoral pelo CDS-PP espera-se que as posições deste partido, agora no governo, não sejam diferentes do que foram há meia dúzia de meses atrás.

Durante a tarde de hoje a APEVT foi contactada pelo grupo parlamentar do CDS-PP para agendamento da audiência solicitada.
Informamos que essa audiência com o grupo parlamentar do CDS-PP ocorrerá na tarde da próxima segunda-feira, dia 7 de Novembro de 2011.
APEVT

Já no dia 27 de Outubro, antes de conhecida a entrevista de Nuno Crato ao Público, a APEVT tinha feito o seguinte comunicado que ainda não tinha dado conta:

Aprofundar a luta de EVT.
        Não Podemos barricar-nos. Ir à luta exige  hoje:
        Vontade de lutar e uma visão estratégica de  futuro

1 – A situação actual não pode apenas centrar-se e, muito  menos esgotar-se, numa posição de resistência, mas antes, integrar a luta que  temos de desenvolver hoje, numa perspectiva estratégica que passará pelos  seguintes eixos:
– Defesa intransigente dos direitos socioprofissionais dos  professores de EVT;
– Defesa e promoção do papel insubstituível das artes e das  tecnologias na educação e no ensino básico;
– Intervir de forma proactiva no processo de reorganização  curricular, não nos centrando numa posição de defesa e atrás da barricada, mas  antes numa posição de intervenção exigente e de participação construtiva na  política educativa.
2 – Assim, recusamos as decisões de qualquer política  curricular intempestiva e de curto prazo, com origem num discurso demagógico,  populista e oportunista que cavalgando a “crise” procure abrir caminho a  decisões socialmente inaceitáveis.
Os efeitos das políticas curriculares sobre a sociedade só  se conhecem verdadeiramente a médio e longo prazo, por isso, as alterações  curriculares não podem conformar-se nos limites da conjuntura da “crise”  financeira, económica e social.
Por outro lado, as políticas curriculares devem trazer  estabilidade ao sistema, às famílias, às escolas, aos professores e aos alunos,  as gerações do nosso futuro.
3 – Relativamente à reorganização dos ensinos básico e  secundário, integramos o amplo movimento social e educativo que afirma a sua necessidade.  Mas a revisão curricular é a principal âncora do sistema de ensino. Assim exige-se  um forte acordo político e social de natureza estratégica, pois aquela requer  estabilidade e continuidade nas políticas. A reforma curricular não pode estar  ao sabor das mudanças políticas conjunturais resultantes dos ciclos políticos  eleitorais.
Por isso defendemos e  lutamos por um movimento social amplo – movimento sindical docente; associações  científicas de professores; cientistas da educação e movimento associativo de  pais e encarregados de educação, entre outros – que exija uma ampla  participação social nas alterações e organização do currículo escolar.
A luta de EVT tem de desenhar-se neste quadro, de modo a  garantir que a reorganização curricular integre e respeite as aquisições  civilizacionais no ensino que fizeram da artes e das tecnologias dois pilares  da educação da modernidade.
Consideramos que a problemática da defesa dos direitos profissionais  dos professores deve por isso equacionar-se também nesta amplitude de modo a  garantir uma mobilidade de docência nas áreas das artes e tecnologias em todos  os ciclos do ensino básico.
O que fazer neste contexto?
Propostas para a  acção:
1.  A nível dos professores e escola:
Desenvolvimento de  iniciativas promotoras de uma ampla visibilidade educativa e social do papel da  EVT / da Artes e das Tecnologias na formação das crianças e jovens

2.  A nível da APEVT
Articulação com as  associações científicas e socioprofissionais de professores
Articulação com o  Movimento Sindical Docente
Organização, em curto  prazo, de um Encontro Nacional dos professores de EVT

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Aniversário da FNE

A FNE comemora hoje 29 anos de existência. Hoje também o layout da sua página mudou.

Parabéns pelo aniversário.

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Distribuição dos DACL por colocar – grupo 110

O lm graças às contas que tão bem sabe fazer distribuiu os DACL ainda não colocados na BR8 por QZP e por QE/QA.
Como se torna de mais fácil leitura a apresentação destes dados em quadros elaborei a tabela que se segue.

Graças à desertificação do interior começada por MLR, com o encerramento de milhares de escolas, continuada por IA e sem fim à vista com NC, os docentes do interior acabam por sofrer as consequências desta reorganização da rede escolar.
Os QZP que acabam por sofrer mais são os de Viseu, Bragança, Douro Sul, Guarda, Tâmega e Castelo Branco.
Estranhamente Vila Real não apresenta elevados números de DACL por colocar, a razão deve-se a que muitos dos docentes de Vila Real (com maior tempo de serviço) ocuparam muitos dos lugares do QZP de Tâmega espurrando estes para a manutenção da ausência de componente lectiva.
Mais cedo ou mais tarde isto virá como uma bola de neve o que poderá vir a afectar os qzp do litoral.

NOTA: Entretanto não é possível cumprir a promessa do dia 13 de Outubro e colocar os DACL não colocados numa escola da sua preferência enquanto aguardam colocação pela Bolsa?

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Não Colocados no Grupo 110

Fica aqui disponibilizada a lista de não colocados no grupo 110 elaborada pela isa110.

só por curiosidade, ainda há por colocar 280 DACL, sendo que a sua maioria pertence aos QZP 20 e 22. Também há alguns do QZP 18 e Quadros de Escola (que daria demasiado trabalho a analisar). Mas podemos afirmar com bastante convicção que trata-se de professores da zona norte e beira interior.

isa110

 

Lista em pdf de DACL não colocados ordenada (280)

Lista em pdf de CN não colocados ordenada (8858)

Lista em pdf com todos os não colocados no grupo 110 na BR8

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Contratados no grupo 240

Se a intenção de acabar com o par-pedagógico na disciplina de EVT é pura e simplesmente reduzir para metade o número de professores da disciplina importa saber quantos contratados estão colocados neste grupo e quantos professores dos quadros existem em EVT.

Não tenho o número de docentes deste grupo em funções no entanto diz-se que existem 7 mil docentes dos quadros. O número de contratados até ao dia de hoje neste grupo são de 994 docentes, sendo que apenas 353 estão colocados em horários anuais e completos.

Destes 353 docentes, 286 foram reconduzidos de 2010/2011 para 2011/2012.

Se porventura o interesse do MEC for a redução aritmética para metade das necessidades para este grupo, poderão ficar numa situação muito complicada cerca de 4000 professores do grupo 240.

Existindo um compromisso de Nunco Crato de que nenhum docente do quadro será afectado então a alteração da disciplina de EVT não pode ser feita com um corte desta natureza.

 

 

 

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Horários a Concurso – 02 Novembro

41 Horários

62 Horários

116 Horários

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Também eu quero uma auditoria

… para perceber porque é que determinado horário que deveria ser anual saiu na BR8 como temporário.

Garanto que para esse horário o candidato não regressa antes do final do ano lectivo – A própria DGRHE sabe já que autorizou uma mobilidade para Timor por todo o ano. Assim, esta auditoria devia ser extensiva a todas as bolsas e a todo o processo de pedido de horários e não só à BR2

PSD e CDS pedem ao Governo auditoria a colocação professores

Os partidos da coligação governamental (PSD e CDS) apresentaram hoje na Comissão de Educação um projeto de resolução para que o Governo solicite uma auditoria ao processo de colocação de professores através da segunda bolsa de recrutamento.

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Sr. Acácio, a esperança já se perdeu há 6 anos atrás

PS acusa ministro da Educação de gerar instabilidade e de ausência de ideias

Represa de Boa Esperança - Maranhão © by deltafrut

O PS manifestou-se hoje “perplexo” com aquilo que considera ser a situação de instabilidade no sistema educativo, acusando o ministro da Educação de “incapacidade” na gestão e de ausência de uma ideia global para a política de educação.

Acácio Pinto, deputado eleito pelo círculo de Viseu, acusou ainda o Ministério da Educação de criar instabilidade em “áreas como a formação de adultos, em que se geraram expectativas em relação às escolas e aos estudantes”. “Mas este Ministério da Educação tudo tem vindo a fazer para que essas respostas não sejam encontradas. O PS considera que não se vislumbra uma única medida de esperança para o sistema educativo, o que é muito preocupante”, sustentou Acácio Pinto.

Se devolverem o buraco da parque escolar, dos magalhães, dos portáteis e dos certificados das novas oportunidades é possível que sobre algum dinheiro para dar alguma esperança ao sistema educativo.

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Não deve ser difícil imaginar

… que alguém pode precisar de ter uma insónia, neste caso premeditada.

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Listas Ordenadas da BR8

Ficam aqui disponibilizadas as listas da BR8 ordenadas por grupo de recrutamento, por graduação do candidato e por ordem de pedido de horário.

Ainda me faltam os colocados nos grupos: 200, 260, 300, 310, 320, 430, 510, 540, 550, 560, 600, 610, 920 e 930.



NOTA: alterei a data de colocação de 13-10-2011 para 31-10-2011 para menter a minha base de dados correcta.

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A ressurreição da ANPRI

É sempre bom que as Associações profissionais possam estar activas nestes momentos mais difíceis. Só espero que este acordar tardio não seja demasiado tarde.

Resumo da 1ª reunião da nova Direção
31-Oct-2011

Na reunião da ANPRI, realizada no dia 29 de outubro de 2011, foram tratados os seguintes temas sobre os quais serão destacadas algumas das medidas a ser tomadas:

  1. Aumento do número de sócios, de forma a aumentar representatividade da ANPRI
  • Dinamização de uma campanha de angariação de sócios.
  • Redução do custo da quota anual para 50% do valor antigo, ficando assim o valor da quota anual em 12,50€.
  • Marcação de uma audiência com representantes do Ministério da Educação e Ciência
    • Foram encetados os primeiros contatos para a marcação da audiência
    • Foram definidos os pontos a abordar na audiência, incluindo questões e preocupações que os professores de informática nos fizeram chegar, incluindo ideias que surgiram na comunidade dos professores de informática do Facebook.
  • Plano de atividades da ANPRI para o ano de 2011/2012
    • Dinamização de ações de formação creditadas, nas quais os sócios terão algumas vantagens (Valor de inscrição gratuita ou com descontos de até 50%)
    • Organização de uma Conferência nacional de professores de informática, com oradores convidados, divulgação de boas práticas e dinamização de Workshops.
  • Atribuição da distinção Sócio Honorário (prevista nos estatutos)
    • Atribuição desta distinção a diversos elementos que se destaquem na comunidade cientifica e que defendam e valorizem o ensino da informática, podendo assim dar um contributo significativo à nossa associação.
  • Criação de um conselho consultivo (previsto nos estatutos), para acompanhar o desenvolvimento das atividades da ANPRI
    • Este conselho será constituído por sócios honorários (referidos no ponto anterior) e outras individualidades de relevo nacional.
  • Distribuição de pelouros pelos membros da Direção
    • Gestão da base de dados dos sócios
    • Dinamização de atividades
    • Atualização da página Web da ANPRI
    • Reforço da presença da ANPRI nas redes sociais atuais

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    Deêm-lhes uma talocha para as mãos!

    Cimento, Estação de Évora, 2009.11.03 © by nmorao

    BES, BCP, BPI e Banif juntos já valem menos que a Cimpor

    Contas feitas, e somadas estas desvalorizações, a avaliação bolsista dos quatro bancos nacionais cotados é de agora 3,24 mil milhões de euros. Ou seja, juntos, BES, BCP, BPI e Banif já valem menos que a Cimpor, que está a valer 3,51 mil milhões de euros.

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    Retrocesso Civilizacional

    “A 1 de Maio de 1886, em Chicago, nos Estados Unidos da América, quinhentos mil trabalhadores saíram às ruas numa manifestação pacífica para exigir um limite de oito horas por dia de trabalho”

     

    Governo abre a porta a semana de 48 horas

    (31 Outubro de 2011)

    O alargamento da semana de trabalho de 40 para 48 horas, sem que as empresas privadas incorram em custos adicionais com salários, é um dos pontos a negociar na Concertação Social nas próximas semanas. O corte no número de dias de férias também deverá ser analisado.

     

     

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