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4 de Novembro de 2011 archive

Horários Anuais até à BR8

Este post podia ser uma autêntica bomba para os lados da 24 de Julho, por enquanto não apresentarei a prova em como a aplicação para o pedido de horários anuais está viciada à partida.

Podia fazer a linkagem de alguns posts para trás em que fui dando conta dos erros da BR2, mas também não me vou dar a esse trabalho.

Para tirar a limpo a razão porque alguns horários verdadeiramente anuais saem como temporários procurei encontrar as respostas a essa situação e em dois minutos descobri os motivos.

Resumidamente:

a aplicação assume automáticamente como temporário qualquer pedido de horário encontrando-se esse campo a cinzento sem possibilidade de ser feita a alteração para anual.

Existem duas possibilidades para o pedido de horários:

– Substituição ao abrigo do 95º do RCTFP

– Aumento de turmas

No primeiro caso a aplicação divide-se nos motivos que originam a substituição.

Em qualquer dos casos a aplicação mantém a duração prevista do horário como TEMPORÁRIO

De seguida é pedido o número de horas que origina o motivo do horário. O campo da duração prevista do horário contínua inactivo.

Agora existe um truque para passar o horário a anual. Deve experimentar-se alterar o motivo que origina o pedido até que a duração prevista fique com o campo de cor verde. Quando isso acontece já é possível colocar o motivo exacto que origina o pedido e seguir com a aplicação para a frente tendo a garantia que o horário será ANUAL.

Tudo isto em video seria interessante.

Agora voltando ao tema do post fica aqui disponibilizada a tabela com o número de horários anuais nas 8 bolsas de recrutamento com a percentagem total desse tipo de horário comparada com a percentagem da BR2.

O quadro dá a entender que as escolas aprenderam a lidar com a aplicação e aprenderam o truque, mesmo assim nem todas ainda o sabem.

Como neste espaço é possível comentar anónimamente e se existir alguma coragem de quem nas escolas faz o pedido de horários na aplicação podia dar aqui o testemunho destes factos.

 

 

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Hora de Luta – Para vencer a crise


Hora de Luta
Para Vencer a Crise

Os sucessivos governos encontraram na Administração Pública e nos seus trabalhadores um laboratório para todo o tipo de experiências, procurando impor um Estado mínimo que a todos penaliza.

Além do mais, os trabalhadores da Administração Pública têm vindo a perder poder de compra há mais de uma década, não progridem e veêm as regras do jogo serem sucessivamente alteradas ao sabor das políticas.

Os trabalhadores foram confrontados com sucessivos cortes nos salários e nas pensões, com o congelamento das progressões e promoções, com a alteração nas regras de avaliação.

O maior empregador nacional, o Estado, que deveria ser o exemplo, prepara-se agora para apertar ainda mais o cinto aos seus trabalhadores e pensionistas e, numa medida inédita, decreta que quem aufere acima de 485 Euros não recebe a totalidade dos subsídios de Natal e de férias.

Os trabalhadores da Administração Pública são os primeiros a pagar a factura. O governo discrimina-os em detrimento dos restantes e espera encontrar na opinião pública o acordo para estas medidas, colocando Trabalhadores contra Trabalhadores.

O empobrecimento geral, a que mais de 650 mil trabalhadores foram votados, trará consequências, tais como: menos dinheiro no bolso, diminuição do consumo, tendência para a estagnação económica e o aumento do desemprego.

O governo também fechou o mercado de trabalho aos jovens, que vivem num cenário marcado, maioritariamente, pela precariedade e pela incerteza das relações laborais.

Esta luta não é apenas dos trabalhadores da Administração Pública, é uma luta de todos, uma luta dos pensionistas, das famílias, dos jovens trabalhadores e desempregados, em suma dos cidadãos que usufruem dos serviços públicos no momento em que nascem, quando aprendem, quando contribuem, quando recebem, quando adoecem ou até mesmo quando morrem.

Esta é uma luta de todos. Esperamos que todos participem no protesto de 12 de Novembro e na Greve Geral do dia 24, contra as medidas de austeridade, por serviços públicos de qualidade e na defesa dos postos de trabalho.

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EVT – Ponto de Situação

Hoje de tarde no FB da APEVT foi dado a conhecer que o grupo parlamentar do CDS-PP agendou para dia 7 de Novembro uma audiência com esta Associação Profissional. Conhecendo a posição assumida em pré-campanha eleitoral pelo CDS-PP espera-se que as posições deste partido, agora no governo, não sejam diferentes do que foram há meia dúzia de meses atrás.

Durante a tarde de hoje a APEVT foi contactada pelo grupo parlamentar do CDS-PP para agendamento da audiência solicitada.
Informamos que essa audiência com o grupo parlamentar do CDS-PP ocorrerá na tarde da próxima segunda-feira, dia 7 de Novembro de 2011.
APEVT

Já no dia 27 de Outubro, antes de conhecida a entrevista de Nuno Crato ao Público, a APEVT tinha feito o seguinte comunicado que ainda não tinha dado conta:

Aprofundar a luta de EVT.
        Não Podemos barricar-nos. Ir à luta exige  hoje:
        Vontade de lutar e uma visão estratégica de  futuro

1 – A situação actual não pode apenas centrar-se e, muito  menos esgotar-se, numa posição de resistência, mas antes, integrar a luta que  temos de desenvolver hoje, numa perspectiva estratégica que passará pelos  seguintes eixos:
– Defesa intransigente dos direitos socioprofissionais dos  professores de EVT;
– Defesa e promoção do papel insubstituível das artes e das  tecnologias na educação e no ensino básico;
– Intervir de forma proactiva no processo de reorganização  curricular, não nos centrando numa posição de defesa e atrás da barricada, mas  antes numa posição de intervenção exigente e de participação construtiva na  política educativa.
2 – Assim, recusamos as decisões de qualquer política  curricular intempestiva e de curto prazo, com origem num discurso demagógico,  populista e oportunista que cavalgando a “crise” procure abrir caminho a  decisões socialmente inaceitáveis.
Os efeitos das políticas curriculares sobre a sociedade só  se conhecem verdadeiramente a médio e longo prazo, por isso, as alterações  curriculares não podem conformar-se nos limites da conjuntura da “crise”  financeira, económica e social.
Por outro lado, as políticas curriculares devem trazer  estabilidade ao sistema, às famílias, às escolas, aos professores e aos alunos,  as gerações do nosso futuro.
3 – Relativamente à reorganização dos ensinos básico e  secundário, integramos o amplo movimento social e educativo que afirma a sua necessidade.  Mas a revisão curricular é a principal âncora do sistema de ensino. Assim exige-se  um forte acordo político e social de natureza estratégica, pois aquela requer  estabilidade e continuidade nas políticas. A reforma curricular não pode estar  ao sabor das mudanças políticas conjunturais resultantes dos ciclos políticos  eleitorais.
Por isso defendemos e  lutamos por um movimento social amplo – movimento sindical docente; associações  científicas de professores; cientistas da educação e movimento associativo de  pais e encarregados de educação, entre outros – que exija uma ampla  participação social nas alterações e organização do currículo escolar.
A luta de EVT tem de desenhar-se neste quadro, de modo a  garantir que a reorganização curricular integre e respeite as aquisições  civilizacionais no ensino que fizeram da artes e das tecnologias dois pilares  da educação da modernidade.
Consideramos que a problemática da defesa dos direitos profissionais  dos professores deve por isso equacionar-se também nesta amplitude de modo a  garantir uma mobilidade de docência nas áreas das artes e tecnologias em todos  os ciclos do ensino básico.
O que fazer neste contexto?
Propostas para a  acção:
1.  A nível dos professores e escola:
Desenvolvimento de  iniciativas promotoras de uma ampla visibilidade educativa e social do papel da  EVT / da Artes e das Tecnologias na formação das crianças e jovens

2.  A nível da APEVT
Articulação com as  associações científicas e socioprofissionais de professores
Articulação com o  Movimento Sindical Docente
Organização, em curto  prazo, de um Encontro Nacional dos professores de EVT

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Aniversário da FNE

A FNE comemora hoje 29 anos de existência. Hoje também o layout da sua página mudou.

Parabéns pelo aniversário.

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Distribuição dos DACL por colocar – grupo 110

O lm graças às contas que tão bem sabe fazer distribuiu os DACL ainda não colocados na BR8 por QZP e por QE/QA.
Como se torna de mais fácil leitura a apresentação destes dados em quadros elaborei a tabela que se segue.

Graças à desertificação do interior começada por MLR, com o encerramento de milhares de escolas, continuada por IA e sem fim à vista com NC, os docentes do interior acabam por sofrer as consequências desta reorganização da rede escolar.
Os QZP que acabam por sofrer mais são os de Viseu, Bragança, Douro Sul, Guarda, Tâmega e Castelo Branco.
Estranhamente Vila Real não apresenta elevados números de DACL por colocar, a razão deve-se a que muitos dos docentes de Vila Real (com maior tempo de serviço) ocuparam muitos dos lugares do QZP de Tâmega espurrando estes para a manutenção da ausência de componente lectiva.
Mais cedo ou mais tarde isto virá como uma bola de neve o que poderá vir a afectar os qzp do litoral.

NOTA: Entretanto não é possível cumprir a promessa do dia 13 de Outubro e colocar os DACL não colocados numa escola da sua preferência enquanto aguardam colocação pela Bolsa?

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