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Dispensas Sindicais 2015/2016

Será que ainda vamos ter de esperar pelo dia 26 para a publicação das listas?

 

Aplicação disponível de 15 a 26 de junho.

 

dispensas sindicais
 

Manual de Dispensas Sindicais

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Por Curiosidade

Fui verificar algumas páginas de organizações sindicais no Facebook e deparei-me com situações diversas. Algumas organizações como a FENPROF não têm qualquer página no FB e outras organizações sindicais têm difícil acesso ao seu endereço de FB.

Ainda são poucas as organizações sindicais que usam esta rede social para partilharem informações suas.

E tendo em conta que grande parte da informação dos tempos atuais são transmitidas através das redes sociais fica aqui o reparo e o registo do que fui encontrando.

Os links para as páginas de cada organização sindical encontram-se sobre as imagens.

Podem na caixa de comentários colocar endereços de outras organizações sindicais que não encontrei.

 

FNE SINDEP Sipe SPGL2 SPN SPZN

 
 

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Sobre o Inglês no 1º Ciclo

FNE DEFENDE FORMAÇÃO ESPECÍFICA PARA O ENSINO DO INGLÊS NO 1º CICLO

 

 

Realizou-se hoje (2 de setembro) uma reunião de negociação entre o FNE e o MEC, a propósito da criação de um novo grupo de recrutamento para o ensino do Inglês no 1º ciclo do ensino básico, tendo a FNE defendido a garantia de que esta área seja assegurada por docentes com formação específica para o efeito.

A FNE reiterou nesta reunião os princípios que constam do parecer sobre a matéria aprovado por unanimidade pelo Conselho Nacional de Educação – número 2/2014.
Assim, a FNE concordou com a criação do grupo 120 de recrutamento, no âmbito do 1º ciclo do ensino básico, integrando a exigência de obtenção do Mestrado em Ensino do Inglês no ensino Básico e a prática pedagógica supervisionada de Inglês no 1º ciclo do Ensino Básico.

A FNE defendeu a concretização de ofertas formativas que permitam a transição de docentes dos atuais grupos de recrutamento 110, 220 e 330 para este novo grupo, com respeito pelos mínimos de formação que permitam o respetivo acesso.

É claro para a FNE que a lógica pedagógica do 1º ciclo continua a exigir a existência de um professor titular responsável pelo processo global de ensino aprendizagem, o qual integra várias componentes, sendo que o Inglês passa a ser uma delas, mas com a garantia, por um lado, de que é obrigatória, e por outro de que a sua lecionação é assegurada por docentes com formação específica para o efeito.

A FNE defendeu a rápida determinação de lugares de quadro de zona pedagógica e de agrupamento, para permitir a vinculação dos docentes que forem necessários para garantir que a partir do ano letivo de 2014/2015 o Inglês passe a ser componente obrigatória dos 3º e 4º anos do 1º ciclo do ensino básico.
A negociação desta matéria continua com uma nova reunião, a ocorrer no dia 8 de setembro, às 11h, no MEC – Palácio das Laranjeiras – Lisboa.

Lisboa, 2 de setembro de 2014
O Secretariado Nacional

 

 

FENPROF propõe debate público sobre o modelo de lecionação e o regime de docência no 1º CEB

 

O MEC propõe a criação de um grupo específico para o ensino de inglês no 1º ciclo, defendendo que tal área não deve ser atribuída ao professor do 1º ciclo titular de turma.

Na reunião desta terça-feira, 2 de setembro, nas Laranjeiras, a FENPROF alertou para o facto de tal iniciativa abrir legitimamente campo para a criação de “outros grupos específicos” substituindo o regime de  monodocência por um regime de pluridocência nos 3 e 4º anos de escolaridade.

A FENPROF sublinhou que esta é uma alteração substancial que não se compadece com decisões precipitadas e casuísticas, propondo ao MEC a abertura calendarizada de um debate público envolvendo a comunidade científica (ESE e Universidades) e a comunidade educativa (escolas, professores, pais e sindicatos) de modo a construir um regime de docência no 1º ciclo que seja consensualmente aceite e devidamente fundamentado.

A FENPROF registou com apreensão que, no que respeita às medidas transitórias, necessárias, enquanto não houver número suficiente de docentes do 1º ciclo preparados para o ensino do inglês, o MEC não tenha sido capaz de dizer minimamente que medidas serão tomadas.

O Secretariado Nacional da FENPROF
2/09/2014 

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Dispensas Sindicais 2014/2015

São 307 os docentes que se encontram dispensados total ou parcialmente da componente letiva em 2014/2015 para o exercício da atividade sindical para os sindicatos identificados no quadro de baixo. As Federações Sindicais ainda dispõe de créditos próprios e por conseguinte não se encontram nesta lista alguns dos dirigentes sindicais mais conhecidos.

Quase metade (141 docentes) estão com dispensa total para o ano letivo 2014/2015.

O Sindicato com mais docentes dispensados é o SPGL com 53, sendo que nenhum docente tem dispensa total da componente letiva.

O SIPPEB tem apenas um docente dispensado da componente letiva para 2014/2015.

 

dispensas sindicais

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Hoje Dia 2 de Maio

… também o SPGL faz 40 anos.
Depois da criação do SPZN em 30 de Abril de 1974, no dia 2 de Maio de 1974 foi criado o segundo sindicato de professores.

Vou tentar em breve fazer um resumo histórico com a data de criação de cada um dos sindicatos que nasceram após o 25 de Abril de 1974. Se quiserem contribuir para esse resumo histórico podem na caixa de comentários colocar os sindicatos que conhecem, bem como a data oficial da sua constituição.

 

spgl

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Mais Uma Negociação Falhada

Que se tem tornado habitual nos últimos tempos.

 

DN Negociação

Diário de Notícias (29-04-2014)

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Não Parece Ter Havido Qualquer Novidade Hoje

… nem mesmo o abandono da reunião por parte da Fenprof.

 

Sindicatos e Ministério da Educação discutem concursos de professores

 

 

Os sindicatos da Educação reuniram-se esta segunda-feira com a tutela para uma nova ronda negocial relativa às alterações ao diploma que regulamenta os concursos de professores, sob acusações de pouca abertura negocial do lado do Governo. A delegação da Fenprof acabou por abandonar a reunião.

 

A delegação da Fenprof, que incluía representantes do SIPE (Sindicato Independente de Professores e Educadores) e da Associação Sindical de Professores Licenciados abandonou a reunião conjunta. O SIPE e a Associação Sindical têm outras reuniões marcadas com a tutela. A Federação Nacional dos Professores admite ir a Tribunal Administrativo.

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Reunião Suplementar Dia 7 de Abril

Foram agendadas reuniões suplementares sobre o diploma de concursos para o próximo dia 7 de Abril.

Tendo em conta a duração prevista destas reuniões percebe-se de imediato que estas reuniões são apenas para cumprir calendário.

 

 

FNE – 10:00 – 11:00

ASPL – 11.00 – 12:00

SIPE – 12:00 – 13:00

À hora de publicação deste post não se encontrava no site da FENPROF o agendamento desta reunião com o MEC, mas para completar esta sequência não me admirava que fosse marcada para as 9 horas.

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Começam Hoje as Reuniões Para Alteração ao Diploma de Concursos

De manhã estará a FNE reunida com o MEC e da parte da tarde será a vez da Fenprof.

 

O que perspectiva para estas reuniões?

 

O MEC deve querer efetuar alterações pontuais relativamente à vinculação “semi-automatica”, às disposições transitórias para o concurso interno extraordinário de 2015 e ao reforço da autonomia na contratação de docentes das escolas com Autonomia.

De acordo com recentes declarações do ministro da educação é possível que nestas reuniões seja alterado o índice de vencimento dos professores contratados para o 167.

As organizações sindicais pretendem mais do que alterações pontuais e querem terminar com as contratações de escola, mantendo-se as colocações centralizadas pelo MEC ao longo de todo o ano letivo. Também é consensual em todas as organizações sindicais que a periodicidade dos concursos é demasiado extensa.

Haverá vontade do MEC de se aproximar das posições dos sindicatos?

Mais logo ficamos a saber.
 

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Pelo Menos 500 Vezes

… seria o título ajustado a esta notícia.

 

Porque não é por existir um contador que se consegue determinar com exatidão o número de sentenças que o MEC perdeu.

E seria interessante conhecer estes dados de todos os sindicatos para até perceber-se se o MEC não lesou o estado com o pagamento de todas as sentenças, das custas judiciais e dos juros de mora.

E também servia naturalmente para medir o trabalho feito por todas as organizações sindicais, não só o trabalho, mas também a sua competência.

Se quiserem relatar na caixa de comentários a vossa situação agradeço e ficaremos mais esclarecidos.

Nome do Sindicato ou a título Individual – Decisão favorável ou não, ou ainda a aguardar decisão – Valor de indemnização

 

500

 

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A Primeira Notícia das Reuniões de Hoje

Prova para professores sem influência nos próximos concursos

A FNE saiu da reunião com o ministério sem esperança num acordo quanto ao diploma que vai regular o concurso para a vinculação de professores que continua em discussão.

 

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A resposta da FNE e da FENPROF à Vinculação

Discordo por completo da posição de Mário Nogueira quando volta a criar o receio da mobilidade especial a “milhares” de docentes dos quadros, quando nesse ano vão entrar docentes contratados no quadro.

No meu ponto de vista, a entrada destes docentes no quadro deita por terra qualquer objetivo de “requalificar” um único docente, independentemente do grupo a que pertença.

 

 

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Alguém Me Elucida Sobre o Que se Passa nos Açores?

… porque a longa distância não me consigo aperceber das intrigas que por lá se passam.

 

E este relato retrata bem como quem não está por dentro dos assuntos não consegue apanhar o fio à meada.

 

Hoje (13-02-2014), o BE apresentou uma proposta de substituição integral da sua proposta inicial, indicando que esta resultava de uma última tentativa de consensualização com o PS, uma vez que continha as matérias acordadas com uma parte do grupo parlamentar deste partido.
Em suma, esta proposta consistia:
– num concurso interno extraordinário, a par do concurso externo extraordinário em 2014, 2015 e 2016, com as mesmas regras de graduação dos docentes do quadros que as existentes no concurso atual;
– em vagas para quadros de escola, de forma a colmatar as necessidades permanentes do sistema;
– num concurso externo extraordinário, os contratados podiam selecionar escolas para provimento não inferior a 3 anos e outras por 1 ano; os candidatos que tivessem 1075 dias de serviço nos últimos 5 anos no respetivo grupo e/ou nível de docência, nas escolas públicas da RAA, podiam ficar na 1.ª ou na 4.ª prioridade, conforme concorressem por 3 anos ou por 1, desde que esgotassem todas as escolas; os candidatos que tivessem feito o estágio na Região, sido bolseiros na Região, ou tivessem 1095 dias de serviço no respetivo grupo e/ou nível nas escolas da rede pública, particular, cooperativa ou solidária, podiam ficar na 2.ª ou na 5.ª prioridade, conforme concorressem por 3 anos ou por 1 ano, desde que esgotassem todas as escolas; os candidatos profissionalizados ficavam na 3.ª prioridade nas escolas em que concorressem por 3 anos e na 6.ª nas escolas para que concorressem por 1 ano.

Após longo e caloroso debate, o BE retirou esta proposta, declarando não permitir que esta fosse totalmente pervertida pelo PS e pelo PCP. De facto, o regimento da Assembleia permite que, se a proposta do BE fosse a discussão, qualquer partido podia apresentar e aprovar qualquer alteração que apresentasse.

Efetivamente, o PS e o PCP apresentaram propostas de alteração, cujo teor o SDPA divulga:
– concurso interno extraordinário, a par do concurso externo extraordinário em 2014, 2015 e 2016, com as mesmas regras de graduação dos docentes do quadros que as existentes no concurso atual;
– vagas para quadros de escola, em função do número de aposentações e flutuação de alunos inscritos;
– alterações na graduação dos candidatos ao concurso externo extraordinário – 1.ª prioridade para docentes com 1075 dias de serviço seguido nos últimos 3 anos que se candidatassem obrigatoriamente a todas as escolas da RAA por 3 anos; 2.ª prioridade para os candidatos que tivessem feito o estágio na Região, sido bolseiros na Região, ou tivessem 1095 dias de serviço no respetivo grupo e/ou nível nas escolas da rede pública, particular, cooperativa ou solidária da RAA e que concorressem obrigatoriamente a todas as escolas da RAA por 3 anos; 3.ª prioridade para candidatos com habilitação profissional, às escolas a que concorressem por 3 anos; 4.ª prioridade para candidatos profissionalizados, às escolas a que concorressem por 1 ano.

Como estas propostas do PS e do PCP continuavam a ter por base a proposta inicial do BE, este partido, pelas mesmas razões apontadas acima, também retirou esta proposta. Contudo, o PS adotou-a de imediato, como sua, o que lhe permite apresentar e aprovar todas as propostas de alteração que entender. Face a este facto, tido como inédito pelo PSD, CDS-PP, BE e PPM, os deputados do CDS-PP e do PPM abandonaram o plenário, em sinal de protesto, tendo os trabalhos do dia sido encerrados logo após.

Assim, amanhã (14-02-2014), pelas 10h, reiniciar-se-ão os trabalhos, tendo por base a proposta inicial do BE agora adotada pelo PS e as propostas de alteração do PCP e do PS.

(A Direção, aos 13-02-2014)

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Vi Hoje Consumada a Primeira Mudança ao Índice 272

… com efeitos retroativos a 2010 no que respeita ao vencimento, acrescido do pagamento de juros de mora.

 

Esta alteração de índice decorre desta decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto.

 

No entanto, apenas aos sócios do SPZN foi reconhecida esta alteração de índice. A escola que enviou três pedidos de reposicionamento à DGAE só recebeu resposta positiva da docente sindicalizada no SPZN.

Tal como no pagamento da caducidade dos contratos, o MEC apenas está a dar cumprimento às ordens dos tribunais de casos individuais ou nominativos.

Será este um novo paradigma?

Tendo em conta que os sindicatos apenas representam em tribunal os seus associados estas decisões podem ajudar a melhorar os serviços jurídicos das organizações sindicais ou obrigar as organizações sindicais a estarem melhor preparadas juridicamente?

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Do Renascimento

… da “plataforma”.

 

Como já disse, esta época só tem paralelo com a divisão da carreira imposta por Maria de Lurdes Rodrigues e talvez por isso seja necessário a mesma união que em 2008 para eliminar esta prova inútil e absurda.

 

 

Nove organizações sindicais unem-se contra a prova de avaliação de professores

 

Antes da greve, que será convocada para dia 18, uma das acções está marcada para o dia 5, junto à Assembleia da República. Os sindicatos querem ver os professores contratados e os do quadro unidos, no dia em que o decreto que regulamenta o teste é apreciado pelos deputados.

 

Representantes de nove organizações sindicais de professores – incluindo as duas federações mais representativas – reuniram-se esta sexta-feira, em Coimbra, para concertar posições na luta contra a prova de avaliação de conhecimentos e de capacidades destinada aos docentes sem vínculo. Se entretanto ela não for suspensa pelos tribunais, os professores de todo o país serão convidados a concentrarem-se no dia 5 em frente na Assembleia da República e nas galerias, para acompanhar a reapreciação do diploma que regulamenta a prova.

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Sobre a Reforma do Estado

FNE DEFENDE UMA REFORMA DO ESTADO CONSISTENTE, ABRANGENTE E DURADOURA, PRESERVANDO E REFORÇANDO O ESTADO SOCIAL

 

Para a FNE, uma qualquer reforma do Estado deve servir, em primeiro lugar, para preservar e reforçar o Estado Social, nas suas funções essenciais de garantia de serviços públicos de Educação, Saúde e Segurança Social, de qualidade, de acesso universal e que respeitem princípios de equidade.

Quanto às fórmulas que podem ser encontradas para a sua concretização, a FNE entende que elas podem ser as mais diversas e que devem assentar na preocupação de uma racional e equilibrada gestão dos dinheiros públicos.

É deste modo que a FNE regista o guião hoje divulgado para a reforma do Estado, abstendo-se de, sem um conhecimento mais aprofundado do texto de partida, fazer apreciações de maior profundidade.

De qualquer modo, e à primeira vista, em relação ao que sobre Educação em especial se escreve no referido documento, ficam-nos sérias apreensões, quer quanto à exequibilidade de algumas medidas, quer à garantia de preservação de um serviço público de educação de qualidade e regulado pelo Estado.

Preferimos, no entanto, sublinhar a intencionalidade que é assumida de promover um alargado diálogo quanto às soluções que finalmente venham a ser encontradas.

É assim que a FNE exprime o desejo de que este processo de reforma do Estado implique uma forte participação social, uma franca abertura à crítica e a soluções alternativas e, finalmente, a busca de soluções de consenso alargado que tragam consigo a necessária durabilidade das medidas que vierem a ser definidas.

 

Porto, 30 de outubro de 2013
A comissão permanente da FNE

 

Escolas: privatizar, municipalizar e beneficiar grupos privados

 

A Federação Nacional dos Professores prometeu na passada quarta-feira uma “oposição tenaz” e uma “luta tremenda” à “reforma” do Estado anunciada pelo vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, por considerar que se trata de uma “desvirtuação completa” do Estado social. O objetivo é antigo: desmantelar a escola pública.

O Secretário-Geral da FENPROF, Mário Nogueira, acusou o Governo de pretender privatizar e municipalizar o ensino, beneficiando os grupos privados.

Entre as propostas do Governo está a agregação de municípios, o alargamento da responsabilidade das autarquias a novos ciclos de ensino, a criação de “escolas independentes”, abrindo concursos que permitam aos professores tornarem-se proprietários e gestores de uma escola, e a aplicação do “cheque-ensino” de forma gradual e assente em projetos-piloto.

“Aqueles grupos de professores chamam-se grupo GPS e outros que tais”, afirmou o dirigente sindical, em alusão a empresas proprietárias de colégios privados.

Para Mário Nogueira, está em causa “um ajuste de contas” com a escola pública de qualidade para todos e com o 25 de Abril.

“É o desmantelamento do Estado social”, frisou, acrescentando que o Governo, além da oposição dos professores, tem ainda de ultrapassar “o obstáculo da Constituição”.

“Eles podem querer ajustar contas com muita coisa, mas também vão ter de ajustar contas connosco”, advertiu, considerando o guião hoje apresentado configura uma desresponsabilização do Estado.

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Iniciativas Sindicais

Da Resolução do Secretariado da FNE de hoje:

 

3. O Secretariado Nacional da FNE rejeita que o Governo tenha aprovado e feito publicar a legislação relativa à concretização da chamada prova de avaliação de conhecimentos e capacidades como exigência prévia à entrada na carreira docente, assumindo o compromisso de desenvolver as ações adequadas à sua eliminação, quer porque ela não só é inútil como inconstitucional, como já se requereu ao Provedor de Justiça.

4. O Secretariado Nacional mantém a interpretação de que os docentes que entraram em carreira no presente ano letivo, por efeitos do concurso extraordinário de vinculação de 2013, não podem estar sujeitos a um período probatório que é totalmente injustificável particularmente quando se fala de profissionais que já exercem funções docentes há mais de uma dezena de anos.

5. É neste contexto que o Secretariado Nacional da FNE delibera:

– prosseguir as ações que já estão em curso em sede de Tribunais, no sentido de garantir o direito à vinculação de todos os docentes que perfizeram pelo menos quatro contratações sucessivas em horários completos e de ano inteiro;

– dinamizar ações de combate ao desemprego docente e à precariedade laboral;

– promover as ações que forem ajustadas ao respeito por direitos adquiridos em termos de dispensa da realização da prova de avaliação de capacidades e conhecimentos, para além de continuar a combater a sua existência, por continuar a considera-la inútil e sem que através dela se consiga qualquer melhoria do sistema educativo, para o que pedirá reuniões com os Grupos Parlamentares;

 

No site da Fenprof:

FENPROF VAI ENTREGAR PETIÇÃOPELA REVOGAÇÃO DA PROVA NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA E REQUERER PROVIDÊNCIA CAUTELAR NOS TRIBUNAIS

 

É preciso que os deputados compreendam, realmente, quem são os profissionais que o governo quer sujeitar a um “exame” para, alegadamente, verificar se têm os “requisitos mínimos” para o exercício da profissão para a qual estão qualificados. O conhecimento em concreto dos “perfis” destes profissionais é um argumento forte para demonstrarmos o absurdo da prova. É importante que os deputados saibam quais são as suas habilitações e quais os respetivos trajetos profissionais, em muitos casos já extensos e com inúmeras provas dadas.

Exige a revogação da prova de acesso à profissão! Professor/a ou educador/a ameaçado/a pela prova: envia os teus dados!

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Tema Para Hoje

Sindicatos e Ministério da Educação voltam a reunir por causa da prova de acesso

 

 

Os sindicatos de professores voltam esta sexta-feira ao Ministério da Educação para uma ronda negocial, dedicada em particular à prova de acesso à carreira docente para os professores contratados, já contestada pelas principais federações sindicais do sector.

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Reações Sindicais à Prova de Conhecimentos

FNE contra proposta do Governo que prevê nota mínima para professores lecionarem

 

O secretário-geral da Federação Nacional de Educação (FNE) manifestou-se hoje contra a proposta do Governo de que os professores têm de ter 14 valores numa prova de avaliação para lecionarem, considerando que “põe em causa” a formação inicial.

O Ministério da Educação e Ciência disse ter enviado aos sindicatos três diplomas destinados a “implementar a prova de avaliação de conhecimentos dos candidatos aos concursos de seleção e recrutamento prevista desde 2007 na legislação em vigor, a adaptar o estatuto da carreira docente a essa implementação” e a regulamentar a formação contínua de professores.

A FNE mantém uma total oposição à realização de uma prova depois da formação inicial de professores feita em instituições de ensino superior, que reconhecem através do respetivo diploma que aquela pessoa reúne conhecimentos e competências para poder ser professor”, disse à agência Lusa João Dias da Silva.

O secretário-geral da FNE criticou que, depois da certificação feita pelo ensino superior, “haja uma prova com a duração de duas horas que põe em causa tudo aquilo que foi o percurso realizado na formação inicial”.

O sindicalista lembrou que a ideia desta prova foi estabelecida no estatuto da carreira docente, na revisão que foi promovida pela então ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues.

Nós sempre nos manifestámos contra a existência de uma prova desta natureza”, frisou, adiantando que o ministério quer fazer aquilo que nunca foi feito até agora, a regulamentação dessa norma do estatuto da carreira docente.

Para o sindicalista, “não há qualquer razão” para a existência desta prova, defendendo outra solução: Quando o professor é colocado numa escola deve ter um “período de indução” de um ou dois anos e ser acompanhado por um docente com “mais experiência e qualificações que o ajude a ultrapassar as dificuldades do dia-a-dia de ser professor”.

No final desse período, verificar-se-á se o docente reúne as condições para continuar na carreira docente, explicou.

Esta seria uma solução preferível a esta solução que é iminentemente teórica e com uma duração de apenas duas horas que não nos parece suficiente para estar a determinar se uma pessoa reúne o conjunto de competência para ser professor quando isso já foi feito pelas instituições do ensino superior”, reiterou.

Por outro lado, “também não achamos correto que um professor que serviu o sistema educativo durante 10, 15 anos seja agora sujeito a uma prova desta natureza”, disse, afirmando que “é uma forma de desconsideração do percurso de formação inicial e das instituições de ensino superior”.

A proposta do Governo prevê um regime de exceção para o “candidato com dez ou mais anos completos de serviço docente efetivo que não obtenha aprovação na prova”, que “poderá repeti-la uma única na vez na edição seguinte, sem prejuízo da admissão ao concurso de seleção e recrutamento de pessoal docente imediatamente subsequente à data de realização da primeira prova”.

 

 

FENPROF denuncia postura persecutória do MEC aos professores contratados e desempregados

 

O desrespeito que o MEC de Nuno Crato revela pelos professores é enorme e, então, se for pelos professores sem vínculo (contratados ou desempregados), é total.

Depois de decidir não pagar a compensação por caducidade dos contratados, de apenas colocar 3 em 45.431 candidatos e de anunciar a não realização de uma importante fase do concurso, a “contratação inicial”, o MEC aprofunda a perseguição ao professor sem vínculo, agora com a intenção de promover um exame de acesso à profissão que se destina, inclusivamente, a professores com 20 ou 30 anos de serviço, avaliados de Bom ou classificação superior.

É uma vergonha esta postura do MEC, como também é vergonhosa a intenção de “negociar” esta matéria em pleno período de férias dos professores. Se já era baixa a credibilidade política da atual equipa ministerial com estes procedimentos fica de rastos essa credibilidade.

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Ronda Pelos Sindicatos

Na generalidade, todas as organizações, apesar de não ter existido acordo, se congratulam pelo fim das negociações com evidentes ganhos para os professores.

 

Compromisso obtido pela FNE salvaguarda o futuro dos professores

 

A FNE e o MEC chegaram hoje a um compromisso, assumido em ata negocial, que coloca um ponto final nas negociações entre a tutela e os sindicatos sobre a aplicação de um regime de mobilidade especial, agora designado por requalificação, aos professores. Nas últimas semanas realizou-se um prolongado e difícil processo de negociação, que levou mesmo os professores a avançar para uma greve às avaliações e uma greve geral de professores, mas que hoje se traduziu numa enorme diminuição dos impactos negativos que constavam da proposta inicial enviada aos sindicatos.

Não foi possível chegar a acordo com o MEC, mas o documento final redigido esta tarde, e assinado por todos os sindicatos, afasta-se claramente das intenções iniciais do ministério da educação. Não sendo possível eliminar, para já, em definitivo, o regime de requalificação para os professores e o aumento do horário de trabalho, asseguramos um regime excecional para os docentes e que defende o seu futuro e a dignidade que a profissão docente exige e merece. A partir de hoje a tranquilidade pode regressar às escolas e os professores poderão terminar este ano letivo com a convicção que valeu a pena as ações de lutas desenvolvidas e todo o esforço despendido nos últimos dias.

Deste modo destacamos os principais ganhos:

arrowfne Criação de mecanismos que diminuem a colocação de professores em DACL

arrowfne Determinação de que a haver requalificação, só será introduzida a partir de fevereiro de 2015

arrowfne Garantia que 1 professor sem turma atribuída possa conseguir um horário letivo através de não através de aulas mas de actividades como apoio ao estudo, aulas de substituição e coadjuvação de colegas, que passam a ser equiparadas a serviço letivo.

arrowfne Ficou assumido o compromisso de não atribuir serviço letivo aos cerca de seis mil professores que estão a aguardar a autorização da reforma, deixando livres mais horários.

arrowfne Ficou assegurado que o limite geográfico para a mobilidade dos professores dos quadros de escola que não tenham serviço letivo é de 60 quilómetros, tal como acontece com a restante Função Pública.

arrowfne Houve também o compromisso que o aumento do horário de trabalho para as 40 horas incidirá apenas na componente não lectiva de trabalho individual.

arrowfne De assinalar ainda que a direção de turma volta a integrar a componente letiva ao contrário do que ficou recentemente estabelecido no despacho de organização do ano lectivo para 2013/2014.

DII FNE 25 jun 2013

 

Com a sua luta, professores obtêm importantes ganhos!

 

Os professores obtêm importantes ganhos

 

Está suspensa a greve ao serviço de avaliações

 

27 de junho – fazer uma grande Greve Geral   

A  FENPROF concluiu o processo negocial com o MEC, obrigando-o a recuar em  matérias que mobilizaram a maioria dos professores e educadores, num longo e forte  processo de luta, com recurso à greve em serviço de avaliações, uma  manifestação nacional e uma greve geral dos professores e educadores.

Na  reunião de hoje, o MEC, sob uma forte pressão dos professores, aceitou uma série de condições que, constituindo um  importante avanço em resultado da sua luta, não permitiu, no entanto, a  assinatura de qualquer acordo.

A  manutenção, na Assembleia da República, de projetos de lei para  regulamentar o horário das 40 horas e a mobilidade especial, impedem  esse acordo e devem mobilizar-nos para a realização de uma grande Greve  Geral no próximo dia 27 de Junho.

No  entanto, os ganhos obtidos com os horários de trabalho e com a  consagração de uma série de medidas que permitirão reduzir o drástico  efeito dos horários zero, que as intenções do governo faziam prever, a  par do recuo do MEC, criando condições excecionais para os professores,  designadamente no que à componente letiva diz respeito, permite o  restabelecimento do funcionamento normal das escolas, pelo que a greve  às avaliações pode ser suspensa.

No  entanto, informa-se que, se por qualquer motivo algum professor estiver  ausente por greve às suas reuniões de conselho de turma, continua  coberto pelo pré-aviso de greve.

Em breve disponibilizaremos a ata final deste processo negocial. Viva a luta dos professores!

Valeu a pena lutar!

Vale a pena lutar…

 

Hoje, ficou concluído o processo negocial com o MEC, obrigando-o ao recuo das medidas que mobilizaram os professores e educadores durante grande parte do mês de junho, através da grande adesão à greve ao serviço de avaliações, à manifestação nacional de 15 de junho e à greve geral dos docentes.

Na reunião de hoje, o MEC, sob uma forte pressão dos professores, aceitou uma série de condições que, constituindo um importante avanço em resultado da sua luta, não permitiu, no entanto, a assinatura de qualquer acordo.

A manutenção, na Assembleia da República, de projetos de lei para regulamentar o horário das 40 horas e a mobilidade especial, impedem esse acordo e devem mobilizar-nos para a realização de uma grande Greve Geral no próximo dia 27 de Junho.

Os ganhos obtidos com os horários de trabalho e com a consagração de uma série de medidas que permitirão reduzir o drástico efeito dos horários zero, que as intenções do governo faziam prever, a par do recuo do MEC, criando condições excecionais para os professores, designadamente no que à componente letiva diz respeito, permite o restabelecimento do funcionamento normal das escolas, pelo que a greve às avaliações pode ser suspensa.

No entanto, informa-se que, se por qualquer motivo algum professor estiver ausente por greve às suas reuniões de conselho de turma, continua coberto pelo pré-aviso de greve.

Junho de 2013, será também relembrado como o mês da luta da classe docente em Portugal. Por isso continuamos a dizer bem alto…

…VALE A PENA LUTAR…

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Falta de Acordo

… mas no entanto as greves às avaliações são suspensas a partir de 6ª feira.

A desenvolver ao longo da tarde.

Sindicatos e Ministério da Educação não chegaram a acordo

 

 

As negociações entre professores e Governo chegaram ao fim sem que as partes tenham chegado a acordo, esta terça-feira. Contudo, os sindicatos suspendem a greve às avaliações. Os professores vão fazer greve geral na quinta-feira, mas regressarão às escolas no próximo dia 28.

A partir de sexta-feira as escolas podem voltar à normalidade“, afirmou Mário Nogueira, líder da Federação Nacional dos Professores (Fenprof) à saída do ministério, em Lisboa.
O sindicalista acrescentou porém que “é preciso continuar a combater um Governo que está a destruir o país” e “um Ministério da Educação que está a desmantelar a escola pública”.

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A Pró-Ordem Vai Assinar

E já tem a ata pronta.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2013/06/130625-A-Pró-Ordem-subscreve-Ata-com-o-MEC.doc”]

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O Prolongamento Joga-se Amanhã

E só consegui recolher estas informações na Lusa.

 

Propostas do Ministério da Educação são “um ponto de partida” – FNE

O presidente da Federação Nacional de Educação admitiu que as propostas do Ministério da Educação para os professores “são um ponto de partida para continuar o trabalho e apostar na convergência“.

Atualizado às 23.02

 

FENPROF admite “alguns avanços significativos” nas negociações com Governo

O secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof) considerou hoje que as negociações com o Ministério da Educação sobre questões como a mobilidade especial e o alargamento do horário semanal produziram “alguns avanços significativos“.

Atualizado às 23.04

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Ao Início da Tarde

Professores não podem ser colocados a mais de 60 quilómetros da sua escola

 

 

O secretário da Administração Escolar garantiu nesta segunda-feira que nenhum professor será colocado além de 60 quilómetros da escola onde é efectivo, alterando o que estava definido até agora, que previa que alguns docentes fossem colocados a 200 quilómetros.

Nenhum professor do quadro de escola ou agrupamento será colocado para além dos 60 quilómetros”, anunciou o secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar, João Casanova de Almeida, numa curta conferência de imprensa realizada no Ministério da Educação, onde durante a manhã esteve reunido com vários sindicatos independentes e a Fenprof.

O secretário de Estado, que durante a tarde vai se reunir com a FNE e restantes sindicatos de professores, sublinhou que o ministério não pode “excepcionar qualquer professor no que toca à requalificação profissional [antiga mobilidade especial] e o horário de 40 horas de trabalho”, no entanto, está a trabalhar no sentido de “criar condições específicas de aplicação destas medidas”.

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Pela Hora de Almoço

Existem alguns sinais que alguns sindicatos de menor dimensão possam ter aceite o horário de trabalho de 40 horas, não se conhecendo mais pormenores sobre o compromisso assumido pelo MEC onde serão colocadas as 5 horas a mais no horário dos professores.

A FENPROF junta de tarde o secretariado nacional ao mesmo tempo que continua a reunião com o MEC. Ao fim da manhã deu também sinais de haver vontade de acordo com o MEC.

Quer FNE, quer Pró-ordem ainda não se reuniram hoje com o MEC e apenas têm a reunião marcada para a tarde.

 

Sindicatos de professores regressam ao Ministério à tarde

 

Os sindicatos de professores que estiveram hoje de manhã em reuniões no Ministério da Educação regressam à tarde e admitem que possa haver mudanças na mobilidade geográfica dos docentes.

 

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Conferência de Imprensa dos Sindicatos

… hoje às 18:45.

Tudo aponta que a greve entre dia 24 e 28 às avaliações seja para manter. E é culpa do MEC essa manutenção, porque poderia ter antecipado para hoje a reunião agendada para o dia 24.

Mas o MEC só faz mudanças de datas quando está em causa que seja assegurado o serviço de transportes das crianças para as escolas em dia de exame e não por respeito aos professores, que já não existe há muito.

Sindicatos reúnem-se e promovem conferência de imprensa

 

Os Sindicatos de Professores reúnem hoje, como estava previsto, para fazerem um ponto de situação em relação à luta em curso, que continua a manter níveis de adesão fortíssimos, e também para decidirem como será dada continuidade a essa luta na próxima semana.

Recorda-se que, para s semana de 24 a 28 de junho, está prevista uma importante reunião no MEC (segunda, dia 24) e está convocada, por CGTP e UGT, uma Greve Geral, que se realizará no dia 27, a qual, pelos sinais que chegam, deverá ter uma forte adesão dos trabalhadores portugueses. Será ainda semana de exames escolares, com a curiosidade de, no dia 26, se realizarem os que, inicialmente, se previam para 27.

Os Sindicatos de Professores reunir-se-ão, a partir das 16 horas, no Hotel Marquês de Sá, em Lisboa, onde, às 18.45 horas, se realizará uma Conferência de Imprensa para tornar púbicas as conclusões da reunião.

Lisboa, 21 de junho de 2013
As Organizações Sindicais

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Resposta de JDS à JSD

FNE pede levantamento de todos os custos da democracia

 

O secretário-geral da Federação Nacional de Professores (FNE) declarou hoje não ter “nenhuma reserva” a que sejam conhecidos os custos dos sindicatos de professores, mas pediu um levantamento de todos os custos da democracia, incluindo o dos partidos políticos.

“É bom que haja transparência, admitimos que sim, mas que não nos situemos apenas nos sindicatos de professores. Façam um levantamento de tudo o que impõe o custo do funcionamento da democracia: dos partidos políticos e das diferentes entidades de participação social. Sobretudo não se faça isto no sentido de se por em causa ou limitar a sua ação, porque os sindicatos são elementos fundamentais do funcionamento da democracia”, defendeu Dias da Silva.

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Auscultação aos Professores

Questionário a ser preenchido nas escolas até dia 19.

Sem ser oficial, podem preencher também aqui a auscultação para conhecermos em tempo real a vontade dos professores sobre o prosseguimento da luta.

O questionário preenchido aqui não deve impedir de o fazerem também nas vossas escolas.

Ao final de cada dia apresento os resultados.

 

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Pela Noite, Depois do Jantar

… Professores voltam à mesa das negociações

 

 

 

É bom que reforcem o jantar, caso contrário podem ter de chamar o “homem das Pizzas”. 😀

 

 

entregador-de-pizza

 

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A Ronda da Manhã na RTP

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Comunicado Conjunto das Organizações Sindicais

Organizações sindicais de professores rejeitam atuais políticas e  medidas que o Governo pretende impor e decidem unir-se para lutar

 

As organizações sindicais de professores ASPL, FENPROF, FNE, SEPLEU, SINAPE, SINDEP, SIPE, SIPPEB e SPLIU reuniram-se em Lisboa a 16 de maio para analisarem a atual situação política, social e económica do país e as suas graves implicações na Educação.

 

Num momento marcado por uma contínua desvalorização da Escola Pública, uma acentuada degradação das condições de trabalho nas escolas E um enorme aumento da instabilidade e do desemprego dos professores é com forte preocupação que as organizações registam a intenção do governo de impor mais e mais graves medidas, tais como a aplicação da mobilidade especial aos professores já a partir do próximo mês de setembro, a possibilidade de despedimento de professores na sequência da cessação dos seus contratos de trabalho, o anunciado aumento do horário de trabalho para as 40 horas e a eventual eliminação das tabelas salariais que constam dos seus estatutos de carreira.

Acrescem estas medidas a outras como a imposição de muitas que se destinam unicamente à eliminação de horários de trabalho, de onde relevam a criação de mega-agrupamentos, o aumento do número de alunos por turma ou as alterações curriculares que entraram em vigor no presente ano letivo. Também os cortes orçamentais previstos para o funcionamento das escolas, a par dos que se repercutirão nos apoios sociais devidos aos alunos mereceram a reprovação destas organizações sindicais. Por fim, denunciam publicamente a intenção da AEEP de impor um novo contrato coletivo de trabalho (CCT) para os docentes do Ensino Particular e Cooperativo (EPC) que é um verdadeiro atentado à profissão de Professor e às suas condições de exercício profissional.

Face à situação vivida e ao seu anunciado agravamento, as organizações decidiram:

– Denunciar qualquer alteração ao ECD que não decorra de processos negociais efetivos a desenvolver em sede de Ministério da Educação e Ciência, rejeitando, assim, a estratégia do governo que passa por enviar propostas de Lei para a Assembleia da República e que são da autoria das Finanças;

– Solicitar reuniões às Confederações de Pais e suas federações distritais com o objetivo de debater a atual situação na Educação e encontrar formas comuns de intervenção;

– Dirigir-se a todas as associações de pais e associações de estudantes com o objetivo de expor a sua apreciação da atual situação e proporem tomadas de posição convergentes;

– Solicitar reuniões a todos os partidos políticos com representação parlamentar;

– Exigir, de imediato, ao governo a garantia de não aplicação da mobilidade especial e despedimentos, a manutenção do horário de trabalho nas 35 horas e o respeito pelos estatutos de carreira, incluindo no que respeita a remunerações;

– Repudiar veementemente as propostas de revisão do CCT do EPC que preveem um violento aumento dos horários de trabalho e uma redução salarial que chega a ultrapassar os 30%, entre outros aspetos propostos pela AEEP;

– Exigir também a aprovação de medidas que permitam dar resposta positiva ao grave problema do desemprego que afeta o setor dos professores e rejeitar qualquer alteração às condições previstas para a aposentação, assim como quaisquer medidas que impliquem a redução das pensões de aposentação;

– Convocar uma Manifestação Nacional de Professores, Educadores e Investigadores para 15 de junho, em Lisboa. Mereceu ainda amplo consenso a convocação de greve ao serviço de avaliações para os dias 11, 12, 13 e 14 de junho, bem como a convocação de Greve Nacional de Professores, Educadores e Investigadores Portugueses para 17 de junho.

As organizações manifestaram a sua total abertura ao diálogo e à negociação no sentido de serem encontradas soluções para os problemas que levaram a que tomassem estas decisões. Reafirmam a sua oposição às políticas e medidas a que estão a ser sujeitos a Educação em geral, a Escola Pública e todos os profissionais do setor, sejam do público ou do privado, e que põem em causa a qualidade do ensino, a igualdade de oportunidades de muitas crianças e jovens no que respeita ao acesso e sucesso escolar e educativo, bem como o futuro de muitos milhares de professores, educadores e investigadores.

As Organizações Sindicais de Professores 16/05/2013

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Sindicatos Querem Reduzir Turmas por Professor

dn sindicatos querem reduzir turmas por professor

No Diário de Notícias (18-04-2013)

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Ordem de Trabalhos para Hoje no MEC

… que a antecipar um conselho de ministros, marcado para a tarde, a auscultação deve ficar-se mesmo por aí. Este será mais um dia que será marcado por más notícias no que respeita à educação já que durante a tarde serão definidos cortes na ordem dos 600 milhões de euros.

 

1. Auscultação sobre medidas de intervenção nas situações de docentes sem componente letiva;

2. Auscultação sobre as propostas de diplomas Calendário Escolar 2013-14 e Organização do ano letivo 2013-14;

3. Educação Especial e Ensino Particular e Cooperativo.

 

 

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Para Amanhã – Pró-Ordem

A Pró-Ordem amanhã no Ministério para apresentar alternativas a Nuno Crato

 

Assunto: Concursos/Mobilidade Especial/Despedimento de Professores

 

Pretendeu o MEC proceder à negociação dos assuntos referidos em epígrafe de forma atabalhoada e ilegal no prazo recorde de 48 horas (reuniões negociais dos dias 20 e 22 de março) pelo que a Pró-Ordem requereu de imediato o período de Negociação Suplementar, previsto na Lei nº 23/98, de 26 de maio. Amanhã, dia 9 de abril, às 10 horas, voltamos ao Palácio das Laranjeiras para prosseguimento das negociações.

 

A pretexto de uma simples proposta de Regulamentação para o Concurso de Docentes para 2013/14, aquilo que se desenha, cada vez com mais nitidez, é a preparação de mais uma vaga de despedimentos de professores.

 

Após o despedimento de dezenas de milhares de professores contratados e de professores do quadro que foram compelidos a aposentar-se com penalizações, o que esta Regulamentação almeja é a mobilidade e o subsequente despedimento de mais alguns milhares de professores enviados para horário zero.

 

Pelo que, estamos perante o ataque mais devastador contra a escola pública e o seu corpo docente nos últimos 40 anos.

 

Se não vejamos:

 

– O MEC pretende rever, através de simples Portaria, normas constantes de Decreto-Lei o que vai contra os mais elementares princípios jurídico-constitucionais. Como a Portaria configura um ato de tipo administrativo e não de caráter legislativo, ela não é sindicável politicamente.

 

– Os horários zero são consequência direta de um conjunto de medidas tomadas pelo Governo, v. g. Revisão da Estrutura Curricular, aumento do número de alunos por turma e a criação dos giga-agrupamentos.

 

Em face do supra aduzido, a Pró-Ordem propõe as seguintes alternativas:

 

– Excecionar do regime de Mobilidade Especial/Despedimento os docentes que possuam mais de 30 anos de serviço, devendo ser-lhes atribuídas funções de apoio pedagógico que podem ser diversas de acordo com as necessidades de cada Escola/Agrupamento.

 

– Os docentes que tenham o mínimo de 6 horas letivas complementadas com outras atividades escolares mantêm-se nas respetivas escolas.

 

– A Pró-Ordem propõe que, em alternativa à bonificação do tempo de serviço – que daria lugar a ultrapassagens – aos docentes do Quadro de Nomeação Definitiva que sejam obrigados a ir lecionar para longe, seja aplicado o regime legal de compensações e de ajudas de custo que se aplica aos adjuntos, assessores e especialistas afetos aos Gabinetes ministeriais, das Secretarias e Sub-Secretarias de Estado, bem como o subsídio de renda de casa em vigor para outros funcionários da Administração Pública.

 

– Manter os atuais 23 QZP e não aceitar a sua redução para 10, pois tal traduzir-se-ia em mega-áreas territoriais podendo os docentes visados ficar colocados a centenas de quilómetros do seu domicílio e sem direito a ajudas de custo.

 

– A negociação de um regime especial de aposentação sem penalizações para os docentes excedentários.

 

Nas reuniões havidas, especialmente o Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar falou na possibilidade de transferência dos professores excedentários para outros Ministérios e organismos da Administração Pública, mas até ao momento não entregou à Pró-Ordem qualquer projeto nesse sentido.

Lisboa, 8 de abril de 2013

 

Pela Direção Nacional

O Presidente

Filipe do Paulo

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Reações à Conclusão das Agregações de Escolas

FNE – diz que agrupamentos “comprometem qualidade de
ensino”

 

FENPROF – Agrupamentos são “disparates uns sobre os outros”

CONFAP – Pais defendem separação entre gestão administrativa e pedagógica

 

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Afinal Alguém Assinou?

Depois de ter anunciado neste post que 3 sindicatos não assinaram qualquer acordo sobre a vinculação extraordinária, de acordo com a notícia avançada pelo jornal de notícias, chegou-me informação que além da FNE, FENPROF, SEPLEU, SINAPE/FEPECI , ASPL a Pró-Ordem também não subscreveu qualquer acordo com o MEC. Assim, cai por terra o anúncio do MEC para a comunicação social que 10 organizações sindicais deram o seu aval a este concurso.
A pergunta que agora deixo é: Afinal alguém assinou este acordo?

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Blogosfera – Educar Portugal

Sem vagas à vista, quem assinar um acordo está a trair os professores – obviamente aquela organização sindical que o fizer pagará caro por isso!

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Pareceres sobre a Vinculação Extraordinária

Depois de já ter publicado o parecer da FNE sobre a vinculação extraordinária surgem outros pareceres das seguintes organizações sindicais.

 

FENPROF

SINDEP

SPLIU

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Blogosfera – Educar A Educação

Uma reflexão do Nuno Domingues sobre o papel dos sindicatos.

E se mudássemos de porta? Ficaria tudo na mesma?

 

E se em vez de concordarmos ficar na fila à porta do Centro de Emprego, a servir de figurantes às manifestações tradicionais dos sindicatos, e se em vez de nos manifestarmos aqui e acolá, fizéssemos das sedes dos sindicatos o nosso ponto de encontro na defesa da Educação, com o mesmo espírito de missão que tivemos nas mega-manifestações?

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E Para Que Serve Tudo Isto?

Se ninguém sabe quando a carreira descongela. Ou será que o orçamento de estado para 2013 vai trazer alguma surpresa?

Para consulta oral a proposta da bolsa de avaliadores e negociação obrigatória as restantes duas propostas.

 

Bolsa de Avaliadores

Avaliação por Ponderação Curricular

Avaliação dos Diretores

 

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