Tag: Curriculo

Fusão do 1.º e 2.º Ciclos, o Estudo do CNE

Deixo aqui o link para o Estudo e saliente algumas partes:

Para um currículo
dos primeiros seis anos de escolaridade

No que concerne às modalidades de docência, e independentemente da estruturação dos ciclos, a solução apontada para a fragmentação reside na alteração dos modos de trabalho docente. A ideia de monodocência pura foi matizada: o sucesso educativo não depende do isolamento de um professor único, mas da existência de equipas educativas estáveis. A proposta dominante para a reconfiguração curricular passa pela redução do número de interlocutores no 2.º ciclo (pluridocência cooperativa com quatro ou cinco docentes) e pela instituição da figura do professor tutor ou gestor do currículo, que garanta o acompanhamento integral dos alunos. Sublinha-se a necessidade de transitar de uma coadjuvação passiva para uma colaboração efetiva no planeamento e na sala de aula, permitindo uma gestão integrada do currículo, que dê sentido às aprendizagens e combata a dispersão.

A gestão de recursos humanos – A estrutura dos grupos de recrutamento e o atual modelo de concursos foram identificados, transversalmente, como o maior obstáculo técnico e organizacional à mudança. Embora exista enquadramento legal que permita à direção da escola atribuir disciplinas afins ao mesmo professor, desde que possua a devida habilitação, a rigidez administrativa do sistema de colocações e a elevada
mobilidade docente continuam a limitar a autonomia de gestão das escolas. Na prática, a dificuldade dos diretores em selecionar perfis docentes adequados ao projeto educativo das escolas inviabiliza a estabilidade necessária à constituição de equipas pedagógicas coesas e à consequente operacionalização sustentada de um currículo integrado.

A profissionalidade docente – Reconhece-se a premência de realinhar a formação inicial e a contínua com as exigências de um currículo que se pretende integrado. As audições evidenciaram que a atual matriz formativa, frequentemente ancorada numa lógica monodisciplinar e no ensino segmentado de didáticas, não prepara adequadamente os docentes para o desenvolvimento de projetos interdisciplinares. A constituição de equipas pedagógicas coesas exige não apenas especial atenção na elaboração de horários, mas
sobretudo uma formação que capacite os docentes para o trabalho colaborativo e para a gestão flexível do currículo, superando a cultura de isolamento e o tradicional modelo de instrução. Para tal, sublinha-se a necessidade de investir em dinâmicas estruturadas de indução profissional e numa forte formação contínua em contexto de trabalho, que assuma a escola como uma verdadeira comunidade de prática. Através desta formação entre pares será possível dotar os docentes da segurança e das competências necessárias
para a coadjuvação, a diferenciação pedagógica e a gestão flexível reclamada para os primeiros anos de escolaridade.

Em suma, a reconfiguração curricular dos 6 aos 12 anos assume-se não apenas como uma necessidade de harmonização internacional, mas como um compromisso inadiável com a qualidade e a equidade no desenvolvimento integral das crianças.

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Flexibilização de currículos ainda em 2017 (Secretário de Estado da Educação – João Costa à Antena 1/11 Fev, 2017)

(…) Em setembro, com a abertura do ano letivo 2017/ 2018, os alunos dos 1º, 5º, 7º e 10º anos já vão contar com currículos flexíveis, em que 25 por cento do conteúdo é definido pelas próprias escolas, resultado de uma maior autonomia. Segundo o secretário de Estado da Educação, João Costa, a gestão flexível é “uma peça de um puzzle maior do destino que é dado a cada aluno”. Na construção desse puzzle foi ontem conhecida a primeira peça: o ministério da Educação divulgou no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa, o ‘Perfil dos Alunos para o Século XXI’. O trabalho estabelece um conjunto de dez competências a serem adquiridas pelo aluno que conclui os 12 anos de escolaridade obrigatória. Um dos princípios apontados é ‘educar ensinando com coerência e flexibilidade’. É também defendida a necessidade de criação de um “perfil comum a todas as vias de ensino (científico-humanística, profissional e artístico especializado)”. Concluído o ‘Perfil do Aluno’, João Costa defendeu que agora é necessário criar três outras peças do puzzle. “Muito brevemente estaremos a apresentar a estratégia da educação para a cidadania, a proposta de decreto de lei sobre a educação inclusiva, destinada a alunos com necessidades educativas especiais, e temos também em curso o trabalho sobre a gestão flexível”, sublinhou. Para o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas, Filinto Lima, a introdução de currículos flexíveis “é uma necessidade há muito sentida pelas escolas”. O dirigente sublinha, contudo, que “representa um desafio que deve ser pensado e interiorizado e não pode ser realizado do pé para a mão””

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Quando Duas Cabeças Destas se Juntam

… é muito mau sinal.

Se bem que eu até concorde que o 2º ciclo é uma pequena coisa de nada no meio dos 12 anos de escolaridade.

Mas volta Maria de Lurdes Rodrigues à sua velha questão da quantidade de professores do 2º ciclo (não conheço turma do 2º ciclo onde existam 14 professores, nem nenhuma turma do 1º ciclo que só tenha um professor) e de David Justino que teve uma lei de bases do sistema educativo pronta com veto presidencial de Jorge Sampaio, onde separava o 1º ciclo de estudos até ao 6º ano e um segundo ciclo até ao 12º ano.

Já em Julho de 2013 coloquei artigo com o grande objetivo de David Justino para os tempos próximos, que parecem aproximar-se.

 

 

Ex-ministros da Educação defendem mudanças nos ciclos de ensino

 

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Para os ex-ministros David Justino e Maria de Lurdes Rodrigues, é preciso reforçar a articulação entre o 1.º e o 3.º ciclo.

 

 

A necessidade de reorganizar os ciclos de ensino, que atualmente se dividem em quatro fases, foi esta segunda-feira defendida pelos ex-ministros da Educação David Justino e Maria de Lurdes Rodrigues, de governos social-democrata e socialista.

O alargamento do ensino obrigatório foi o tema do seminário do Conselho Nacional de Educação (CNE) que levou a ex-ministra Maria de Lurdes Rodrigues e o atual presidente do CNE, David Justino, a debater a situação atual e os desafios do ensino.

Para os ex-ministros, é preciso discutir uma nova fórmula de ciclos de ensino, que atualmente se dividem em quatro fases: 1.º ciclo, a antiga primária, que vai do 1.º ao 4.ºano; 2.º ciclo (o antigo ciclo preparatório); 3.º ciclo, que vai do 7.º ao 9.º ano; e o secundário, do 10.º ao 12.º.

“Fomos construindo o ensino por camadas”, explicou Maria de Lurdes Rodrigues, sublinhando que “este é o momento de debater qual o melhor modelo” de organização de ciclos. “Muitos pedagogos identificaram um bloqueio na forma de organização que faz com que as crianças com dez anos passem de um único professor para 14. É muito desestabilizador para o desenvolvimento da criança”, disse Maria de Lurdes Rodrigues, lembrando ainda que com a mudança de ciclo as crianças tinham problemas de concentração e capacidade de relacionamento de matérias.

“É uma oportunidade de discutir isso e de propor para as legislativas seguintes um novo quadro de organização que ajude a combater o insucesso escolar”, defendeu Maria de Lurdes Rodrigues, em declarações aos jornalistas à margem do seminário, que hoje decorre na sede do CNE, em Lisboa.

Também David Justino entende que este é um dos temas onde será possível conseguir um acordo partidário, uma vez que está provado que existe um elevado insucesso no 2.º ciclo devido “à falta de articulação entre o 1.º e o 3.º ciclo”.

“É preciso eliminar obstáculos”, disse David Justino, classificando o atual modelo como “uma espécie de bolo de noiva, que é feito às camadas”.

Ambos saudaram a escolaridade obrigatória até ao 12.º ano, as melhorias registadas nas taxas de escolarização, abandono e insucesso, mas reconheceram que ainda existem problemas para resolver: “Ainda estamos muito longe de uma escola de sucesso”, defendeu o ex-ministro David Justino.

“Durante muito tempo, a preocupação era a igualdade de oportunidades no acesso à escola, mas agora é a equidade no sucesso”, disse por seu turno Maria de Lurdes Rodrigues.

As elevadas taxas de insucesso escolar, em especial quando os alunos mudam de ciclo de ensino, foi apontado como um dos problemas a resolver.

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Mas o José Pacheco Foi Para o Brasil ou Para a Finlândia?

Porque parte disto já foi testado em portugal há alguns anos e ainda se implementa na escola da ponte, embora com resultados duvidosos.
 

O que a Finlândia vai mudar no ensino é em tudo contrário ao que Portugal fez

 
Estudantes vão participar na elaboração dos currículos e na escolha dos temas a abordar nos novos módulos multidisciplinares.
 
A Finlândia quer descobrir como se consegue aumentar a motivação dos alunos

 

O país que é habitualmente apontado como exemplo no campo da educação, a Finlândia, prepara-se para mudar, a partir de 2016, o seu sistema de ensino de modo a adaptar a escola a um “mundo que está a mudar a grande velocidade”, indicou ao PÚBLICO a directora do Conselho Nacional de Educação finlandês, o organismo que está a elaborar o novo currículo nacional para a escolaridade obrigatória.

Não é a “revolução” anunciada, em Março, pelo jornal inglês The Independent, numa notícia que, apesar de prontamente desmentida pelo Governo finlandês, acabou por ser replicada por vários outros jornais e blogues. Ao contrário do que aí se escreveu, as disciplinas tradicionais não vão ser abolidas e substituídas por um ensino baseado em tópicos transversais, embora este também vá por diante. O que se propõe é, assim, um modelo de coabitação e não de exclusão numa reforma que vai também pôr os estudantes a participar na definição dos currículos e meios de avaliação.

Na prática, tudo que o “país maravilha” da educação se propõe fazer para mudar a escola é radicalmente diferente e de sinal contrário à reforma empreendida recentemente em Portugal pelo ministro Nuno Crato, comenta José Morgado, professor do Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA).

Na Finlândia aponta-se para “uma ‘modernização’ do pensamento educativo” que, destaca Morgado, se traduz na intenção de desenvolver “formas de trabalho em sala de aula que transcendam a lógica do trabalho interior a cada disciplina, definindo um conjunto de tópicos que exigem saberes oriundos de diferentes disciplinas e que serão trabalhados de forma transversal”.

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Conferência Verticalidade do Currículo Nacional, do 1º Ciclo ao Ensino Secundário

Inscrições aqui até ao dia 5 de Maio.

 

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É o Mais Certo

Porque se no primeiro ano da autonomia dada às escolas para organizarem os tempos de outra forma que não os 45 e os 90 minutos poucas aderiram, e não era difícil essa mudança, será mais difícil que neste primeiro ano as escolas tenham vontade de pensar em currículos diferentes sem haver qualquer experiência piloto em funcionamento.

Novas disciplinas podem “nunca sair do papel”

 

 

As 212 escolas com contrato de autonomia vão poder criar novas disciplinas a partir de setembro, que por fazerem parte do currículo têm avaliação e contam para os alunos chumbarem ou passarem de ano. Uma novidade de que as escolas ainda desconfiam e que até temem que não saia do papel. Para o Governo esta é mais uma possibilidade para as escolas se diferenciarem e adaptarem aos professores e aos alunos que têm.

 

 

O novo nível de autonomia permite às escolas usar 25% da carga horária anual para oferecer uma nova disciplina ou reforçar outras que já existem, mas ainda não convenceu as escolas. Para já, esta é uma possibilidade que apenas está ao alcance das que têm contrato de autonomia, cerca de um quarto. E para o presidente do Conselho das Escolas, as direções “numa primeira fase vão ser tentadas a reforçar a carga horária de algumas disciplinas, eventualmente aquelas que têm exames”. José Eduardo Lemos, também diretor da Secundária Eça de Queiroz, na Póvoa de Varzim, confessa que a sua própria escola ainda não decidiu o que vai fazer com esta flexibilidade de currículo.

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Publicada a Alteração à Matriz Curricular do 1º Ciclo

… e dos cursos profissionais do ensino secundário.

Foi hoje publicado o Decreto-Lei 91/2013, de 10 de Julho, que procede à primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho, que estabelece os princípios orientadores da organização e da gestão dos currículos dos ensinos básico e secundário, da avaliação dos conhecimentos a adquirir e das capacidades a desenvolver pelos alunos e do processo de desenvolvimento do currículo dos ensinos básico e secundário.

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Novas Mexidas na Carga Horária

Terá sido alguma influência chinesa, chilena ou brasileira?

Novas mexidas na carga horária

 

O Ministério da Educação e Ciência (MEC) vai voltar a mexer nos currículos dos ensinos Básico e Secundário, alterando a carga horária de algumas disciplinas já no próximo ano letivo. A informação foi transmitida às delegações dos sindicatos de professores nas reuniões realizadas a semana passada e confirmada, ontem, ao Correio da Manhã pelo MEC.

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Encontro Nacional – 30 de Junho

Mais uma iniciativa que se prepara para o dia 30 de Junho em Santa Maria da Feira com o tema “pela suspensão da revisão curricular – um guião para resistir” e o lema É PROIBIDO DESISTIR

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Matrizes Curriculares Finais?

Aqui 

Para analisar ao longo da tarde

Nas novas matrizes voltaram a estar distribuídos os tempos por aulas de 45 minutos.

Com quadros separados para a distribuição dos tempos mínimos e máximos.

 

Principal novidade do documento: “podendo ser feitos ajustes de compensação entre semanas.

Desta forma é possível usar os tempos sobrantes em semanas seguintes, caíndo por terra todas as tabelas feitas até aqui. Tendo em conta esta complexidade o provável é assistirmos ao fim dos horários semanais fixos quer dos professores, quer dos alunos.

Apesar de isto já se fazer em determinados contextos educativos não estou a ver a facilidade com que os mega-agrupamentos podem gerir estas compensações.

Tenho sérias dúvidas que as escolas consigam em meados de Setembro arrancar com a normalidade que seria necessária.

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EV Ganha Espaço no 3º Ciclo

E aumenta a pressão para que as aulas sejam organizadas em Blocos de 50 minutos.

Menos tempo para Educação Física, mais para Educação Visual

Na nova Matriz conhecida recentemente é alterado o tempo mínimo para a leccionação de Educação Visual no 7º e 8º anos de 90 para 100 minutos e no 9º ano de 135 para 150 minutos.

Esta alteração tem duas leituras:

– Aumentar a pressão para a organização dos tempos letivos em blocos de 50 minutos

– Obrigar a que na organização por tempos de 45 minutos tenham de ser atribuídos 3 tempos no 7º e 8º ano e 4 tempos no 9º ano.

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Tempos Letivos 45 vs 50 Minutos

Elaborei esta tabela com os tempos sobrantes para a situação de as escolas optarem por tempos letivos de 45 ou 50 minutos.

No caso do 2º ciclo é possível usar a totalidade dos tempos sobrantes para entregar a uma ou outra disciplina, esgotando-se sempre o tempo máximo por ano de escolaridade.

No caso dos restantes anos caso a opção seja a de utilizar tempos letivos de 50 minutos só será possível usar os tempos sobrantes para atribuição desses tempos no caso de serem usados esses minutos em acumulação.

Os minutos sobrantes no 3º ciclo, na opção 50 minutos, são precisamente 100 que poderiam ser entregues a 2 disciplinas, mas o que pode travar o uso desses minutos é o limite máximo imposto a cada um dos anos letivos.

Seria de bom senso no caso das escolas optarem pelos tempos de 50 minutos que fosse permitido ultrapassar o limite máximo por ano fazendo uso dos créditos de minutos sobrantes em cada um dos ciclos, assim no 3º ciclo deveria ser possível usar os 100 minutos sobrantes para atribuir a duas disciplinas, no 10º e 11º anos usar os 60 minutos sobrantes para entregar a uma disciplina e permitir que os 10 minutos sobrantes do 10º e 11º anos fossem usados em acumulação com os 85 minutos do 12º ano permitindo que nesse ano ou num dos dois anteriores fosse usado dois tempos de 50 minutos mesmo que faltassem 5 minutos no total dos minutos sobrantes.

Se outras ideias surgirem coloco-as em novo post

 

 

ADENDA (14:00) – Atualização do quadro com alteração da fórmula dos minutos sobrantes e com a soma dos minutos finais no ensino secundário em tempos de 50 minutos.

Neste post já tinha elaborado um quadro com a possibilidade de distribuição do tempo sobrante na opção das aulas com 50 minutos no 2º ciclo. Pela complexidade de variáveis que podem existir na opção de aulas de 45 minutos ainda não consegui completar o quadro com a distribuição dos tempos pelas disciplinas.

 

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Esclarecimento do MEC

… em nota de imprensa a um sábado à tarde.

 

Informações sobre carga horária semanal causam confusão nas escolas

 

O Ministério da Educação assegurou este sábado, através do gabinete de imprensa, que as matrizes curriculares dos ensinos básico e secundário publicadas na sexta-feira não correspondem a uma carga horária semanal de aulas menor do que a anunciada em Março.

Com destaque para o debate nas caixas de comentários dos blogues.

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Um Pequeno Teste

…no 2º Ciclo com tempos de 50 minutos distribuídas as sobras por cada uma das disciplinas.

Em algumas situações a distribuição parece desajustada noutras parece adequada.

Obviamente que eu tinha uma preferência numa destas opções, o problema é que todos nós as teremos e serão diferentes da minha. E tudo isto pode ser possível dentro da mesma escola e com turmas diferentes.

Com tempos letivos de 50 minutos um horário completo de um docente teria obrigatóriamente de ser 22 tempos letivos de 50 minutos desaparecendo as horas supervenientes do horário, ou seja 1100 minutos.

Vantagens desta proposta. FIM DAS AULAS DE SUBSTITUIÇÃO.

 

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Tabela de Comparação de Tempos Letivos

Elaborada pelo Bruno Gomes:

Envio em anexo uma tabela comparando as possíveis distribuições da carga horária de cada disciplina, considerando tempos letivos de 45, 50 e 55 minutos.

Verá que, mesmo diminuindo o número de tempo em cada disciplina, considerando os tempos de 50 e 55 minutos, o tempo sobrante para atingir o máximo é menor do que o tempo letivo respetivo.

Outro pormenor é que seria impossível ter tempos letivos de 55min sem ultrapassar o tempo máximo semanal ou ter uma disciplina com tempo inferior ao mínimo.

Isto, claro, pensando que não subdividiam os tempos letivos.

Ficheiro em Excel aqui.

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Novo Paradigma

É escusado fazerem contas do número de aulas que uma disciplina possa ter se tiver um x número de horas semanais.
Não vale a pena dividir uma disciplina que tenha 200 minutos por 50 minutos e considerar que essa disciplina terá 4 aulas de 50 minutos, e que ao mesmo tempo as aulas de 45 minutos continuem em articulação com as de 50.

Também é possível que com esta organização curricular uma turma tenha mais tempo para uma determinada disciplina enquanto outra turma da mesma escola possa ter um acréscimo de tempo numa outra disciplina.
O princípio até nem é tão mau quanto isso, tenho é dúvidas que seja aplicável para o próximo ano letivo sem o necessário tempo de preparação.

Não me admirava que na organização dos tempos letivos das escolas continuasse a ser usado no próximo ano letivo os períodos de 45 minutos com as compensações ao final dos períodos das manhãs e das tardes do tempo que faltasse para o cumprimento do tempo mínimo de cada disciplina.

Assim, é possível que uma disciplina com 200 minutos possa ter 4 tempos de 45 minutos mais uma aula de 20 minutos.

Não desgosto desta nova organização, mas tenho muitas dúvidas que as escolas consigam encontrar decisões pedagógicos para justificar as suas escolhas.

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As Sobras do Currículo

As cargas curriculares que são apresentadas nos quadros por áreas disciplinares representam o tempo mínimo de tempo útil de aula de cada área. Havendo um minúsculo espaço de manobra entre os tempos mínimos por áreas disciplinares e os tempos máximos a cumprir por semana em cada um dos anos, 95(???) minutos em cada um dos anos do 2º ciclo e 90 minutos em cada um dos anos do 3º ciclo, 110 minutos no 10º e 11º anos e 115 minutos no 12º ano, assim, será possível atribuir os tempos sobrantes para o reforço das atividades letivas que promovam o desenvolvimento do aluno.

Numa altura que todos os grupos vão acabar por perder horários fruto do aumento do número de alunos por turma, redução dos CEF, CNO, EFA e ainda das agregações, este final de ano letivo vai tornar-se num campo de batalha entre professores para angariar um pequeno reforço da componente letiva da sua disciplina.

Comparativamente com o documento de 26 de Março existiu um acréscimo de 45 minutos na carga curricular semanal para os alunos do 9º ano.

Mas o mais certo é que as horas sobrantes possam calhar aos grupos com mais docentes em ausência de componente letiva, tudo em nome da boa gestão dos recursos humanos e sem qualquer fundamentação pedagógica para essa atribuição.

Por isso, cuidem-se todos neste final de ano.

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Matrizes Curriculares dos Ensinos Básico e Secundário

O Ministério da Educação e Ciência apresenta agora as matrizes curriculares que entrarão em vigor no ano letivo de 2012-13. Após a apresentação da proposta da revisão da estrutura curricular, em dezembro de 2011 e a consulta pública que se lhe seguiu, foram anunciadas, em março de 2012, as principais decisões tomadas. Estas matrizes farão parte integrante do Decreto-Lei a publicar brevemente, que estabelece os princípios orientadores da organização e da gestão dos currículos, da avaliação dos conhecimentos e capacidades a adquirir e a desenvolver pelos alunos e do processo de desenvolvimento dos ensinos básico e secundário.
Brevemente serão igualmente publicados os diplomas legais que regulamentam os planos dos diversos cursos dos ensinos básico e secundário.

 

 

Documento para analisar

 

 

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Síntese dos Contributos da Revisão Curricular

Quanto à revisão, a Fenprof exige que o governo divulgue uma síntese dos contributos recolhidos durante a discussão pública, desconfiando que  a tutela se limitou a fazer “o que lhe ia na cabeça”. 

 

Meu caro, deixo-lhe aqui essa síntese já convertida em documento de leitura de pdf.

Escusa de agradecer, já a tinha divulgado no mês passado.

Esta versão já permite a pesquisa no documento.

 

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Dados Estatísticos

Na página 4 pode ver-se os dados estatísticos dos contributos que chegaram ao MEC até 31 de Janeiro de 2012 para a Revisão da Estrutura Curricular.

Dos 1678 contributos recebidos foram analisados 1601, tendo sido excluídos por diversos motivos 77.

 

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Relatório Final dos Contributos da REC

Um documento muito interessante para analisar e perceber se os 1600 contributos vieram pedir o fim da EVT e da ET do currículo nacional.
O documento apresenta-se em imagem inserida em pdf e neste momento estou a passar o documento para word de forma a permitir a pesquisa no documento.

Um documento para analisar nos próximos dias.

Clicar na imagem para aceder ao documento em pdf que ocupa 8,3 MB.

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Parecer – Associação de Professores de Teatro-Educação

APROTED

Associação de Professores de Teatro-Educação

 

Somos uma associação composta por professores de Teatro / Expressão Dramática que têm exercido funções como docentes há vários anos (alguns há mais de 10, a maioria há mais de 3), apesar de sermos considerados “necessidades residuais”. A associação é composta por professores profissionalizados (mas sem grupo de recrutamento) e também por professores com Habilitação Própria.
Para além do trabalho que temos desenvolvido em escolas (e que não tem sido devidamente reconhecido pelos vários governos), temos lutado pelo reconhecimento e desenvolvimento da Educação Artística em Portugal, nomeadamente das disciplinas ligadas ao Teatro e à Expressão Dramática.
Participámos na “discussão pública” da proposta de Revisão da Estrutura Curricular, enviando um documento para o e-mail disponibilizado, mas também em audiências com deputados dos vários grupos parlamentares.
Depois de termos lido e analisado a proposta de Revisão “definitiva” da Estrutura Curricular tornada pública no dia 26 de Março de 2012, vimos por este meio apresentar o nosso parecer sobre a mesma, nomeadamente no que diz respeito à presença do Teatro na Educação.

 

Parecer completo sobre a imagem

 

A Direcção da APROTED – Associação de Professores de Teatro-Educação

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Boas Ideias – Currículo

De uma vez por todas quero dizer que ninguém ganha com comentários ofensivos entre os vários grupos disciplinares e essa nunca será uma solução para o problema que está a afetar as disciplinas de EVT, ET, Música e TIC. Sou mais apologista da procura de ideias e soluções que procurem valorizar a discussão do que propriamente entrar na guerra de palavras.

Se todas estas diciplinas trabalhassem em conjunto na procura de uma solução consensual todos teriamos a ganhar e o currículo seria reforçado.

O Dário Baptista nete post sugere uma ideia que considero bastante interessante e que poderia ser usada pelo MEC na sua revisão da estrutura curricular.

Aguardo as vossas reações sem que se volte à discussão inútil do ataque ao adversário porque no fundo o barco é o mesmo e a água está a entrar por vários lados.

 

A razão porque defendo que ET deveria ser partilhada com TIC, é porque ambas as disciplinas são de teor técnico/tecnológico.
O mais correto seria partilhar EM com EV, pois são de teor artístico.
O que deveria ter sido feito, seria ter criado 2 áreas obrigatórias no 3.º ciclo.
Área Artística, com EV e EM.
Área Técnica, com TIC e ET.
Estamos a falar do ENSINO BÁSICO, pelo que deste modo todos os alunos teriam na sua formação de base Artes e Tecnologias.
Todas as áreas são importantes na formação básica de uma pessoa, sejam elas EV, EM, TIC ou ET.

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Blogosfera – adduo

Comparação curricular – 3.º ciclo

tabelas retificadas às 22.15

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Blogosfera – adduo

Comparação curricular – 2.º ciclo

 

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Currículo – 26 de Março



Documento completo em pdf, publicado às 18:39 no site do MEC.

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Blogosfera – Profblog

O Ramiro esteve mais atento e retirou melhores apontamentos.

Nuno Crato divulgou esta tarde as mudanças a introduzir na revisão curricular e na autonomia das escolas

Revisão curricular:

Reforçar as áreas disciplinares fundamentais.
Reafirmar a identidade das disciplinas que se agrupam nas expressões.
Reforçar o caráter transversal da educação para a cidadania mas não a autonomizado como disciplina de frequência obrigatória. Atribuição de um tempo letivo de oferta de escola que pode ser usado para a educação para a cidadania. O MEC define os conteúdos da educação para a cidadania e deixa à escola a autonomia de decisão.
No 2º CEB:
Separação da EVT em duas disciplinas: educação visual e educação tecnológica.
Oferta obrigatória de Apoio ao Estudo num total de 5 horas semanais. É obrigatória a oferta de escola mas só os alunos com dificuldades são obrigados a frequentá-la.
Manter o caráter experimental das ciências da natureza.
No 3º CEB
Oferta de uma segunda língua estrangeira para além da obrigatoriedade do inglês.
Mais tempo para a história e a geografia.
Educação visual obrigatória nos 7º, 8º e 9º anos com reforço de tempos no 9º ano.
TIC obrigatória no 7º ano.
Disciplina de opção oferecida pela escola nos 8º e 9º anos.
A educação para a cidadania tanto pode ser oferecida na disciplina de história como num tempo específico.
No ensino secundário:
Mantêm-se duas disciplinas na  formação específica. Na proposta anteriormente divulgada, só havia uma.
Reforço do ensino do português no 12º ano com maior atenção na expressão escrita e oral.
Apoio aos alunos:
Os agrupamentos podem utilizar professores de outros níveis de ensino para ensinarem expressões no 1º CEB como professores coadjuvantes.
Introdução de provas finais no 4º ano já no próximo ano letivo. Isto significa que passa a haver provas externas obrigatórias no final de todos os ciclos.
Permitir que as escolas organizem as turmas de modo a darem mais apoio aos alunos com dificuldades.
Reforço da autonomia pedagógica e organizativa das escolas:
O crédito de horas dado à escola tem sido dado em função do tempo de serviço dos professores (antiguidade) e o MEC quer dar esse crédito em função do número de turmas da escola. O MEC vai transferir para os diretores e os conselhos pedagógicos o poder para fazerem uso dos créditos horários.
Dar autonomia às escolas para organizarem os tempos letivos como quiserem. Podem optar, por exemplo, por tempos letivos de 50 minutos, por 45 minutos ou por 90 minutos.
Introduzir a oferta de complementos curriculares complementares com carga flexível a ser realizadas com o crédito horário da escola. As escolas têm liberdade para decidirem quais os conteúdos dessa oferta de complementos curriculares.

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Contributos de Última Hora

Acho muito estranho o parecer do Conselho de Escolas ainda não ser público, mas posso afirmar que já o vi, que ele existe e que começa assim.

O Conselho das Escolas reunido em Caparide, no dia 27 de janeiro de 2012, emitiu o seguinte parecer sobre a Revisão da Estrutura Curricular apresentada pelo Ministério da Educação e Ciência, tendo como pressupostos a redução da dispersão curricular existente e a aposta no desenvolvimento gradual da autonomia das escolas que considera de valorizar:

Não percebo porque se esconde este parecer da comunidade educativa.

Alguns contributos de última hora:

Fenprof

SPLIU

Grupo de Docentes Seniores

Amnistia Internacional de Portugal

Pode-me ter falhado um ou outro sindicato, mas também não deixa de ser curioso que apenas FNE, FENPROF e SPLIU tenham os seus pareceres on-line.

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Conselho de Escolas – Formação Cívica

Depois de os Diretores já terem dado indicações a Nuno Crato da necessidade de se manter a disciplina de Formação Cívica no currículo dos alunos do ensino básico e secundário o Conselho de Escolas vem reforçar essa exigência.
Este Conselho alerta também para a necessidade de o apoio ao estudo ser considerado como componente letiva. Até aqui tudo bem não fossem as 5 horas semanais representarem um acréscimo de cerca de 15% de despesa nas matrizes curriculares apresentadas em 12 de Dezembro.
Gostava de ter acesso a este parecer já que na notícia nada refere em relação às disciplinas artísticas (EVT e ET) prevendo apenas um reforço nas TIC que seriam dadas até ao 8º ano e um reforço na disciplina de Educação Física.

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Disponibilidade do CDS para alterações curriculares à proposta inicial

CDS disponível para alterações à proposta de revisão da estrutura curricular

[important]O CDS/PP mostrou-se hoje disponível para estudar uma alternativa à área de Formação Cívica, que o Ministério da Educação pretende eliminar.[/important]

O objectivo será o de garantir que os directores de turma possam ter horas integradas no currículo destinadas à resolução de problemas e conflitos dos seus alunos, indicou o deputado centrista Michael Seufert na recta final da audição pública sobre a revisão da estrutura curricular, que foi promovida pela comissão parlamentar da Educação.

Esta foi uma das propostas apresentadas por professores na sessão onde, com a sala do Senado praticamente lotada, docentes, representantes de sindicatos e associações profissionais e de pais “chumbaram” a proposta apresentada pelo Ministério da Educação e que se encontra em consulta pública até ao final do mês. Identificados com casacos, lenços ou fitas de cor amarela, os professores de Educação Visual e Tecnológica (EVT) compareceram em peso.

A prevista divisão da disciplina de EVT em duas componentes separadas, com menos tempo lectivo total, foi aliás um dos pontos mais contestados durante a manhã de hoje. Também o fim dos desdobramentos de turmas na disciplina de Ciências da Natureza no 2.º ciclo e a extinção de Formação Cívica mereceram a crítica praticamente unânime dos mais de 40 intervenientes na audição.

A área de Formação Cívica, que no ensino básico ocupa um bloco de 45 minutos por semana, tem sido sobretudo utilizada pelos directores de turma para debater e resolver problemas criados pelos alunos ou apontados por estes. No 2.º e 3.º ciclo são estas aulas que contribuem “decisivamente para a melhoria do clima das escolas. É aí que se resolvem muitos problemas disciplinares”, alertou a directora do agrupamento do monte da Caparia, Inês Castro.”É nas aulas de Formação Cívica que resolvemos muitos dos conflitos existentes e que se faz a gestão dos problemas de turma. Por isso não concordamos com a sua extinção”. corroborou Margarida Guimarães, do agrupamento de escolas de Vila de Rei.

Fátima Lopes, do agrupamento de escolas de Ansião, lembrou que os directores de turma não podem retirar tempo às aulas das disciplinas que ministram para resolver estes problemas. Uma solução, segundo ela, poderia passar por mudar a designação de Formação Cívica para espaço de Directores de Turma, com tempos lectivos consignados no currículo e a ser implementado em todos os níveis de ensino.

Praticamente não tenho dúvidas que a formação cívica continuará no currículo do ensino básico e possivelmente no ensino secundário (com este ou com outro nome).

Em EVT também acho possível haver ganhos significativos  relativamente à proposta que está em discussão pública. Hoje foi visível o crescer da onda amarela por EVT na Maia, em Coimbra e em Lisboa.

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TIC continua a prazo para o 9º ano

Obviamente que não fazia sentido outra coisa. E também não fará sentido ser alterado o currículo do 6º ano em 2012/2013 para quem está já a frequentar o 5º ano.

São estas pequenas coisas que Nuno Crato começa só agora a aperceber-se.

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Audição de Nuno Crato

Irá abrir o Windows Media Player com o debate no Canal Parlamento.

Nota: Já retirei o link automático do canal parlamento

E Nuno Crato terminou assim a uma pergunta de Ana Drago:

“Só respondemos pelos documentos que se encontram no site do Ministério e não pelos documentos que se encontram nos Blogues.

Se Nuno Crato soubesse o que realmente se passa no seu Ministério podia saber que alguns “documentos” que se encontram em blogues, nomeadamente as listas de colocações de DACL neste Blogue (que os candidatos não têm acesso) serviram para que alguém ficasse a saber que tinha sido colocado numa escola.

 

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FNE debate a revisão da estrutura curricular

A FNE sempre defendeu que uma reestruturação curricular deveria obedecer a quatro grandes princípios:
– ser condicionada em primeira linha por critérios pedagógicos e só em linha secundária por questões orçamentais;
– permitir uma ampla participação de todos os agentes da sociedade;
– ser decidida na base do maior consenso possível, depois do debate;
– garantir condições de estabilidade.

A FNE quer contribuir para que o debate seja o mais alargado possível e quer constituir um espaço recetor de opiniões, que, por seu lado, não deixará de ter em linha de conta para formular a sua posição final.

Assim, o objetivo desta plataforma é a recolha de opiniões que nos possam ajudar a analisar,não apenas as propostas do MEC, mas a consideração de outras soluções e alternativas possíveis.

Obrigado pelo seu contributo.

Para aceder ao formulário clicar neste link.

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2600 professores vão ficar sem horário

Alterações do 5.º ao 12.º ano eliminam 60 mil horas de aulas semanais.

A revisão curricular que o Ministério da Educação e Ciência pretende implementar já no próximo ano lectivo implica a eliminação de mais de 2600 horários completos de professores nas escolas públicas, entre o 5.º e o 12.º ano de escolaridade, em consequência da redução de perto de 60 mil horas de aulas semanais. Os sindicatos não duvidam de que esta reorganização vai implicar a saída de muitos professores e exigem o estudo de impacto financeiro. O ministério defende que o que interessa são os interesses dos alunos.

Segundo as minhas contas o número mínimo de perdas com EVT atingirão os 2500 docentes, assim sinto que este número apresentado pelo DN peca por defeito.

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Blogosfera – APEDE

Revisão da Estrutura Curricular: gato escondido com rabo de fora

…- Ao contrário do que a comunicação social apressadamente veiculou, e que o próprio Nuno Crato se encarregou de reforçar no “Prós e Contras”, de ontem à noite, é falso que esta Revisão Curricular, tenha vindo reforçar a carga horária da disciplina de História, no 3º ciclo. O que agora se anuncia não é propriamente um reforço, mas sim uma simples reposição do meio bloco letivo que a esmagadora maioria das escolas já atribuía à disciplina de História, na gestão dos tempos a atribuir pela escola, tempos esses que, este ano letivo, foram suprimidos … 

Fosse esse o maior problema de outras disciplinas.

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Revisão da Estrutura Curricular

Para discussão pública até ao dia 31 de Janeiro de 2012. Documento em pdf.




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Proposta-base para a Reforma Curricular

Amanhã pelas 15 horas, no Centro de Caparide, o MEC dará a conhecer às Associações Profissionais a proposta-base para discussão da Reforma Curricular Intercalar.

Conforme previ, estaria para muito breve o início da discussão da nova reforma curricular.

[important]INFORMAÇÃO/COMUNICADO da APEVT (dias 7/12/2011 às 18:45 horas)

Na próxima segunda-feira, dia 12 de dezembro de 2011, pelas 15 horas, a APEVT (juntamente com outras associações de professores e sociedades científicas) estará presente no Centro de Caparide, a convite do MEC, para participar na “Sessão de Apresentação da proposta-base para discussão da Reforma Curricular Intercalar”.
Na noite desse mesmo dia transmitiremos, como tem sido habitual, informações que consideremos relevantes para todos vós.
A APEVT será representada por José Alberto Rodrigues e Carlos Gomes (ou dito de outra forma, pelas iniciais que já conhecem: JAR e CG).
APEVT[/important]

 

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Alterações Curriculares

Está quase a fazer um ano que dei conta pela primeira vez do documento que estava a ser trabalhado para as altrações curriculares que Isabel Alçada estava a preparar em que eliminava o par-pedagógico da disciplina de EVT, a Área de Projeto e o Estudo Acompanhado. Esse documento começei a apresentá-lo no dia 7 de Dezembro de 2010 neste post.

Tenho uma leve impressão que as novas propostas para a alteração estarão em andamento e numa fase já adiantada. Falta saber se este documento será do conhecimento público antes do final do ano civil ou se o MEC aguarda para o início de 2012 a sua divulgação.

Espera-se que se abra um debate nacional em torno das novas alterações curriculares, Nuno Crato já o disse que iria fazer, a FENPROF vai fazer um abaixo assinado até ao dia 15 de Janeiro para pedir esse debate. A FNE também preparou iniciativas sobre as alterações curriculares e já na próxima segunda feira irá reunir com a CONFAP para discutir o impacto do Orçamento de Estado para 2012, nomeadamente no que às alterações curriculares diz respeito. É bom que as duas Federações trilhem caminhos diferentes e não se atropelem fazendo a mesma coisa para um objetivo comum.

Fenprof faz abaixo-assinado para debater revisão curricular

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Pesca à linha (sem bicha)

No JN

No DN

Ministério estuda fim de aulas extras de Inglês e Música

Como o MEC não sabe o que vai fazer para 2012/2013 o mais fácil é lançar a cana ao mar e ver o tamanho do peixe que lhe sai, Guterres fazio-o bem.

Tenho as minhas ideias formadas sobre uma possível revisão curricular, pelo que estranho que quem governe ainda não as tenha. E assumo aqui que as minhas posições não são de ESQUERDA, antes pelo contrário, e que me deixa muita pena que esta direita ande coxa.

Eliminar currículo para diminuição da despesa do estado nunca pode ser uma medida de direita, se PPC se assume como Liberal que liberte a responsabilidade do estado em financiar todo o currículo e determine, por exemplo, que as AEC sejam pagas pelas famílias que possuam rendimentos para isso. 100 euros por ano para manter a “escola a tempo inteiro” no 1º ciclo não está ao alcance de grande parte das famílias portuguesas? E se calhar pelo mesmo valor implementava-se essa “escola a tempo inteiro” no 2º e 3º ciclo.

A diminuição da oferta do ensino público só pode ter como objectivo alimentar as GPS e outras organizações privadas deste género que se irão aproveitar da fraca prestação de serviços do estado para se irem engordando. Se a direita é isto então realmente não sou de direita.

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Uma boa verdade do Albino

“Nos corremos o risco de façe à necessidade de ajustar o pais em termos financeiros quando formos a debater a educação já não haver rigorosamente nada para debater”

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