Textos publicados num jornal local de Viana sobre a situação criada pela determinação da sede e nome da agregação dos agrupamentos de Darque, Monte da Ola e Foz do Neiva.
Mai 13 2013
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Mai 03 2013
A Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola EB2,3 de Nogueira, em representação de todas as Associações de Pais do Agrupamento de Escolas de Nogueira, e as Juntas de Freguesia que integram aquele Agrupamento, interpuseram, na passada semana, no Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga uma providência cautelar e respectiva acção judicial conjunta, contra a decisão do Ministério da Educação e Ciência de agregar o referido Agrupamento de Escolas com a Escola Secundária Alberto Sampaio.
Contrariando estudos internacionais, de reconhecida validade, e sem nunca explicitar claramente quais os verdadeiros motivos da agregação e/ou demonstrar quais os ganhos efetivos, e qual o impacto positivo desta medida, o Ministério da Educação e Ciência decidiu avançar unilateralmente com a agregação, apesar da oposição clara do Conselho Municipal de Educação, dos Conselhos Gerais, e da Federação das Associações de Pais, conhecedores da realidade das Escolas do concelho de Braga.
Esta acção judicial é mais uma iniciativa de contestação de todas as Associações de Pais do Agrupamento de Escolas de Nogueira que, desde a primeira hora e junto das instâncias ministeriais, sempre se manifestaram contrárias à criação de uma estrutura congregando mais de 3.000 alunos distribuídos por 15 escolas e 8 freguesias, num raio de 12 Km.
O afastamento e a dimensão da estrutura, envolvendo escolas com culturas e objetivos necessariamente distintos, tornarão a sua gestão muito complexa e ineficiente. Os proponentes da acção estão convictos que ocorrerá, inevitavelmente, uma degradação da qualidade de ensino, um aumento do insucesso escolar e da indisciplina, agravados pela previsível diminuição dos recursos humanos disponíveis, para apoiar e supervisionar os alunos, como já se vislumbra no actual concurso de docentes, com a apresentação de um número inédito de lugares a extinguir…
Por outro lado, a intenção do MEC de aumentar o número de horas atribuídas para a coordenação dos estabelecimentos escolares reforça a convicção de que o modelo preconizado não está a funcionar e de que o Governo, sem nunca admitir, já reconhece este falhanço. É pois, com enorme receio, que as Associações de Pais do AEN, em particular da EB2,3, e as Juntas de Freguesia encaram o avanço deste processo cujo objectivo é meramente economicista. Ora, a Educação não é um encargo puramente financeiro que importa diminuir a todo o custo; é um investimento de futuro numa sociedade que se quer moderna, e num país que pretende evoluir.
Importa não só realçar os excelentes resultados das escolas do concelho de Braga patentes no relatório do Conselho Nacional de Educação (“Estado da Educação 2012”; http://www.cnedu.pt/images/Docs_CNE_estadoEdu2012/EE_2012_Web3.pdf) e que, com esta e outras agregações, sofrerão um grande revés, bem como salientar o relatório da OCDE “The High Cost of Low Educational Performance”, de 2010 (http://www.sourceoecd.org/education/9789264077485), onde se exalta o benefício de uma boa educação para a sociedade como um todo. Enquanto educadores e responsáveis pelos interesses das comunidades que representam, os proponentes sentem que é sua obrigação lutar contra a destruição do trabalho que foi arduamente desenvolvido ao longo de anos em prol da educação, para que se não hipoteque irremediavelmente o futuro das crianças e dos jovens. A defesa daquilo em que se acredita é algo de que nunca se deve desistir!
Jorge Mendes
Presidente da Direção da Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola EB23 de Nogueira, Braga
Fernanda Carvalho
Presidente da Mesa da Assembleia da Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola EB23 de Nogueira, Braga
(Texto escrito na ortografia antiga!)
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Abr 25 2013
… para as novas CAP tomarem posse.
Já que todos os que lá estão foram agregados é bom que perguntem aquilo da 1ª prioridade ao concurso interno.
E se forem comprar fatiotas novas para o evento lembrem-se que as poderão voltar a usar em breve com a constituição dos giga-agrupamentos.
… mas nessa altura a cerimónia será mais pequena.
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Abr 24 2013
… ao Luís Sottomaior Braga, Diretor do Agrupamento de Escolas de Darque, ao Fernando Oliveira, Diretor do meu agrupamento, e à Anabela Silva, amiga e Diretora do Agrupamento de Escolas Júlio Saúl Dias, pelo serviço que têm prestado como dirigentes escolares e que por força de necessidades megalómanas de se juntarem injustificadamente paletes de alunos num mesmo agrupamento acabaram por ser cartas fora do baralho dos decisores políticos.
A escola pública perderá sem eles.
Como alguns que estão a receber esta comunicação sabem, cesso em breve, ao fim de 6 anos, funções como director de agrupamento de Escolas de Darque, por opção e no fim do mandato, tendo, desde sempre dito, que não aceitaria integrar a CAP do agrupamento agregado que inclui Darque, anúncio que fiz atempadamente (há mais de um ano) para evitar que esse “assunto” contaminasse outros mais importantes.
Decidi assim por razões pessoais, de disponibilidade e pela opção de não aceitar ser nomeado para cargos que já desempenhei por eleição. Aliás, tendo desempenhado vários cargos dirigentes e de gestão em várias instituições e no Estado, só num, as funções não resultaram de eleição.
E quem me nomeou tinha uma categoria de carácter, conhecimento e valor ético que fez aceitar a subordinação a essa discricionariedade e que encontro pouco.Mas, afastado da discussão de como vai ser o novo agrupamento agregado, mantenho o que em 6 anos defendi no que agora desaparece e continuo a não aceitar em silêncio comportamentos indignos e a desconsideração da população que servi estes 6 anos.
Hoje, no final do processo que faz com que nas listas oficiais do Ministério da Educação deixe de constar o Agrupamento de Escolas de Darque escrevi o texto anexo que divulgo como carta aberta e explica o problema e o rumo que parece ter levado.
Fica para memória futura e para que cada qual assuma perante a população a sua parte de responsabilidades, sendo que da minha parte assumo responder a todos os que queiram debater este assunto na sua vertente concreta e geral (o problema da concepção das agregações).
Peço desculpa aos que não queiram receber esta comunicação e tenham sido incluídos na listagem que elaborei.
Se me reportarem mesmo só podendo desculpar-me tratarei de evitar a repetição de outros envios.Com os melhores cumprimentos,
Luis Sottomaior Braga
Para conhecimento remete-se solicitando divulgação a comunicação hoje remetida aos órgãos autárquicos de Viana do Castelo e Darque (e serviços regionais do ministério da educação) relativa à definição da sede do agrupamento que inclui em agregação as escolas de Darque.
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Abr 23 2013
Será que o MEC voltou atrás com as agregações da 4ª Fase?
Porque estar agregado sem estar é um pouco estranho, tanto mais que existe uma prioridade a separar tudo isto.
Isto porque as escolas que foram agregadas no dia 1 de Abril continuam cada uma com o seu código em concurso e pela candidatura existe esta pergunta:
Não mentirei se disser sim, nem a escola mentirá se validar a minha resposta.
Isto é mais uma trapalhada do MEC que prova o desnorte que vai pelas Laranjeiras.
Vou perguntar ao presidente da CAP que já foi nomeado. 😀
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Abr 22 2013
As escolas que agregaram fazerem uma lista de ordenação conjunta para os professores tomarem as suas opções em concorrerem ou não em função da sua ordenação no novo agrupamento?
Os quadros de agrupamento não são obrigados a concorrer e apesar do elevado número de vagas negativas até podem ter componente letiva em 1 de Setembro, mas assim faziam as suas escolhas de forma transparente.
Se bem que oficialmente não existem as agregações de Dezembro e Março e tudo isto seria cómico se não fosse tão trágico.
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Abr 02 2013
Tinha de ser um homónimo meu a assinar um documento digital onde resolveram agregar a minha escola para ter um total de 3301 alunos. 🙁
Mas sei de fonte segura que outras agregações existem e que não constam desta lista.
Segundo o jornal público, ficou assim completa a agregação de escolas com mais esta lista de 18 novas agregações.
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Abr 01 2013
Nem por ser dia 1 de Abril.
E fico-me por aqui.
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Jan 18 2013
… o gás pimenta substituiu o “uso da forma mais musculada de intervenção“, ou seja, da porrada.
Agentes da PSP de Braga utilizaram, esta manhã, gás pimenta para fazer dispersar uma manifestação de estudantes da Escola Secundária Alberto Sampaio, que protestavam contra a agregação do estabelecimento de ensino num mega-agrupamento.
O uso deste dispositivo para controlar os alunos é confirmado pela própria polícia, que justifica a medida como forma de evitar o “uso de formas mais musculadas de intervenção”. Na sequência dos confrontos, pelo menos um aluno terá necessitado de tratamento hospitalar.
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Jan 16 2013
… o que faz de mim um privilegiado, pois passo a ser um horário zero com prioridade no concurso de 2013/2014 que não vai servir para ficar em mais lado nenhum.
O Ministério da Educação e Ciência anunciou nesta quarta-feira a criação de 67 novos agrupamentos escolares, resultantes da reorganização da rede escolar, sendo que uma das novas unidades orgânicas, em Lisboa, engloba quase quatro mil alunos.
O agrupamento de escolas São Vicente/Telheiras e o agrupamento de escolas Virgílio Ferreira, em Lisboa, agora unidos num novo agrupamento, representam um total de 3953 alunos, sendo assim a maior unidade orgânica criada pela revisão da rede escolar divulgada esta terça-feira.
De acordo com a lista divulgada pelo ministério, a reorganização criou 12 novos agrupamentos com mais de três mil alunos a seu cargo, e apenas dois novos agrupamentos com menos de mil.
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Dez 27 2012
… que receba a queixa do tribunal?
Porque se não me falha a memória dia 31 de Dezembro de 2012 será o último dia de funções das várias direções regionais de educação, o que me faz pensar que nesse dia serão publicados em diário da república as novas agregações para não existirem responsáveis pelas decisões tomadas.
Conselho Municipal de Educação de Braga reitera «frontal oposição» e promete fazer tudo para «obrigar a DREN a recuar»
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Nov 26 2012
… agregamos.
E o processo que deveria estar concluído até final do ano letivo foi antecipado para o final do ano civil.
Assim, até ao dia 5 de Dezembro serão oficialmente constituídas as novas agregações, a partir dessa data e até ao final do ano civil os presidentes das CAP serão nomeados e até ao dia 12 de Janeiro as novas agregações estarão em pleno funcionamento com as novas CAP.
Pela extinção das DRE no final do ano e muito provavelmente pela realização do concurso nacional a realizar durante o mês de Março ou Abril as agregações têm de estar concluídas ainda este ano.
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Nov 22 2012
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Nov 22 2012
… estão a ser preparadas a ritmo acelerado.
Também dizem que estão a ser convidados bastantes agrupamentos para os novos TEIP 3.
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Jun 04 2012
A autonomia perpassa pelo discurso da generalidade dos documentos estruturantes da educação. É assumida e invariavelmente reiterada a importância da sua atribuição às escolas, para a melhoria do sistema educativo. Mas a autonomia não chega às escolas, seja porque as medidas não correspondem aos propósitos enunciados, seja porque as estruturas intermédias do ministério introduzem mecanismos inibidores da sua aplicação.
O Ministério da Educação é intrinsecamente centralizador (independentemente dos partidos ou dos ministros que ocuparam a pasta), mas tem a noção clara (damos isso de barato) de que os tempos e os estudos apontam a autonomia como um fator de progresso social e de qualidade na educação: os sistemas com melhores resultados e maior equidade educativa, segundo os resultados dos testes PISA, tendem a estar associados a países que atribuem maior autonomia às suas escolas. O MEC tem, também por isso, necessidade de aparecer (no discurso, pelo me-nos) como um “mãos largas” disposto a atribuir, cada vez mais, autonomia.
Socorremo-nos dum relatório duma entidade externa (OCDE), para que também não se levantem “a priori” suspeitas de que somos parte interessada e/ou fazemos coro com um discurso de classe sistematicamente opositivo das medidas decretadas, raramente apercebido como aceitável pelo comum dos cidadãos, bombardeado como está pelo discurso político, com arraiais assente na comunicação social, e que, à força da repetição, o vai condicionando. No recente relatório da OCDE – ‘Preparing Teachers and Developing School Leaders for the 21st Century’ – é evidenciado o facto de Portugal ser um dos campeões do centralismo, entre os países da OCDE, com autonomia negativa nos três parâmetros analisados: autonomia curricular e de avaliação de desempenho; autonomia de gestão dos recursos da escola; e autonomia de liderança.
O centralismo do sistema educativo português, asseverado pelo relatório da OCDE, e que mais não é que a confirmação do que tem sido afirmado, de há muito, por investigadores e atores no meio escolar, tem produzido os resultados de que não nos podemos orgulhar no que concerne à qualidade (35% dos alunos do ensino básico reprova pelo menos uma vez) e à equidade (temos a maior taxa de abandono escolar da OCDE (27%).
As recentes medidas restritivas (impeditivas quase) da constituição de turmas dos cursos de dupla certificação – Cursos de Educação e Formação (CEF), por exemplo, não apontam para um reconhecimento de autonomia que deveria ser dada às escolas, na busca as melhores soluções educativas para os problemas concretos com que se deparam, e poderão ser “meio caminho andado” para o aumento da vergonhosa taxa de abandono escolar do país.
Os conselhos de turma, psicólogos e os seus encarregados de educação podem assumir a integração dum aluno com caraterísticas muito específicas numa turma CEF como a solução como mais adequada. Mas o MEC entende que o aluno, sem percorrer o calvário, de “duas ou mais retenções” não pode enveredar por esses cursos.
O prejuízo recai inevitavelmente sobre esse aluno e sobre os alunos das turmas “normais” onde se integrar, perturbando o seu funcionamento. A outra alternativa é o reconhecimento por parte do aluno ou família da inutilidade de continuar a “marcar passo” e abandonar a escola, enveredando por percursos desviantes atentatórios (quase sempre) do bem-estar social.
Uma boa nova, que aponta para a importância do exercício da cidadania ativa, também demonstrativa da dificuldade do MEC em aceitar a autonomia: as escolas do concelho de Braga não sofreram novas agregações.
Ao autoritarismo inicial do MEC na imposição da lógica organizativa das escolas em mega-agrupamentos, apesar da ténue possibilidade de apresentação de outras “soluções inovadoras” (gostávamos de conhecer uma destas, que não apontasse para agregações, que tivesse sido aceite) assistimos a uma apatia por parte das comunidades educativas. Só quando as comunidades se aperceberam que a ânsia de poupança atingia foros de obsessão (“custe o que custar”), notando-se que parecia não haver limites às dimensões das estruturas agregadas, se começou a notar mobilizações de oposição às (i)lógicas das propostas territoriais do MEC. Algumas ainda foram a tempo.
O concelho de Braga respirou de alívio, neste fim se semana, por ter conseguido adiar uma proposta que assumia foros de inevitabilidade, embora reunisse a oposição de todas as comunidades escolares, da Câmara Municipal e Conselho Municipal de Educação; mas convém não descurar na defesa da centralidade da escola com rosto, de proximidade pedagógica e de gestão, porque a “retirada” foi meramente estratégica.
E se os argumentos apresentados pelas comunidades educativas, que legitimamente se opuseram a este “retrocesso educativo”, eram genuínos, as escolas terão que demonstrar, na sua prestação de contas, que tinham e têm razão, e que assim conseguirão prestar um (ainda) melhor serviço educativo.
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Mai 18 2012
…da primeira fase, mas…
… “a conclusão da segunda fase será divulgada muito em breve, de modo a assegurar a preparação atempada e tranquila do ano letivo de 2012/2013“.
Deve ser para mostrar serviço às reuniões da Troika da próxima semana.
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Mai 09 2012
Reportagem no DN de Pedro Sousa Tavares que aborda a questão do pagamento das despesas de deslocação aos docentes que terão de fazer deslocações dentro das novas agregações de escolas.
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Mar 22 2012
De acordo com o novo Regime de Autonomia, Administração e Gestão dos Estabelecimentos Públicos da Educação Pré-escolar e dos Ensinos Básico e Secundário as escolas TEIP serão agregadas apenas quando depender essa agregação da sua iniciativa.
De a cordo com um documento da DREN para as agregações no Concelho do Porto pode-se verificar que 7 agrupamentos TEIP em 20 estão indicados para essa agregação.
São eles:
AE do Viso
AE Manoel de Oliveira
AE Leonardo Coimbra – Filho
AE do Amial
AE António Nobre
AE Ramalho Ortigão
AE do Cerco
Não faz sentido que um documento que foi aprovado em negociação, aguardando-se apenas a sua publicação, seja colocado de lado para no espaço de tempo em que não é publicado em Dirário da República uma DRE possa precipitar a agregação dessas escolas TEIP, a não ser que a estratégia seja a de agregação este ano de acordo com a proposta apresentada ou então esperar pelo fim das TEIP e nessa altura já não haver muitas escolhas para essa agregação.
Clicar na imagem para ver a proposta de agregações no Concelho do Porto.
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