Rui Cardoso

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Diploma dos Concursos – publicado…

E de nome Decreto-Lei 9/2016, de 07 de Março.

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Manifestação de interesse com vista à seleção do Presidente da CAP da Escola Portuguesa de S. Tomé e Príncipe – Centro de Ensino e da Língua Portuguesa

Aos interessados… e o anuncio foi publicado com a devida antecedência…

 

Candidatura disponível entre as 9.00H do dia 7 de março e as 23:59H do dia 11 de março de 2016 (hora de Portugal Continental)

 

[gview file=”http://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/03/Manifestação-de-interesse.pdf”]

 

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No Próximo ano letivo poderão existir Contratos de Cooperação com Timor…

 

Atento o disposto no n.º 5 do artigo 75.º da Lei n.º 82 -B/2014, de 31 de dezembro, nos n.os 2 e 3 do artigo 32.º da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, aprovada em anexo à Lei n.º 35/2014, de 20 de junho, no n.º 4 do artigo 3.º e no n.º 3 do artigo 4.º da Portaria n.º 20/2015, de 4 de fevereiro, determino o seguinte:

1 — É concedido parecer genérico ao Ministério da Educação para celebrar com duração inicial até um ano, ou renovar por mais um ano, durante o ano de 2016, contratos de cooperação de serviço docente, ao abrigo da Lei n.º 13/2004, de 14 de abril, para o exercício de funções no âmbito do Projeto dos Centros de Aprendizagem e Formação Escolar, em Timor -Leste, até ao limite máximo de 150;

2 — Os contratos podem ser renovados nos termos e limites legais estipulados no artigo 11.º da Lei n.º 13/2004, de 14 de abril;

3 — A celebração e a renovação dos contratos referidos nos números 1 e 2 ficam condicionadas à prévia existência de cabimento orçamental nos termos legalmente aplicáveis, bem como à previsão dos encargos para os anos seguintes em sede do orçamento da Direção -Geral da Administração Escolar;

4 — Nos termos legalmente previstos, para efeitos de efetivação da responsabilidade civil, financeira e disciplinar a que eventualmente haja lugar, a Direção -Geral da Administração Escolar deve manter organizados os processos de celebração dos contratos de prestação de serviços suprarreferidos, de forma a poder avaliar- se o cumprimento do presente despacho, a observância do regime legal sobre aquisição de serviços e o pleno enquadramento dos contratos nos pressupostos que justificam a autorização aqui determinada;

5 — A informação relativa aos contratos celebrados ao abrigo do presente despacho deve ser enviada até ao fim do primeiro trimestre de 2017 para o Ministério das Finanças, através do endereço eletrónico contratacaoserviços@mf.gov.pt, juntando os elementos previstos nas alíneas a) a e) do n.º 2 do artigo 3.º da Portaria n.º 20/2015, de 4 de fevereiro;

6 — O presente despacho produz efeitos a 1 de janeiro de 2016.

Despacho n.º 3255/2016

 

 

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Propostas para organização do ano letivo remetidas ao ME – FNE

 

Após aprovação em reunião do Secretariado Nacional da FNE, realizada a 2 de março, foi remetido ao Ministério da Educação um documento que integra os contributos da FNE para a organização do ano letivo 2016/2017.

 

(A proposta para o conceito de “hora” vai de acordo ao que foi publicado AQUI pelo Arlindo Ferreira)

 

[gview file=”http://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/03/Contributos_FNE_OAL2016-2017.pdf”]

 

 

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Andam as escolas a ficar perigosas?…

 

No 1º ciclo, tem-se assistido a um aumento substancial de violência por parte dos alunos. Quase todos os dias  chegam relatos em catadupa… Não se encontram as razões, não se tomam medidas.

É verdade que há alguns anos, trabalhar no 1º ciclo era um sossego, no que diz respeito a comportamentos desviantes, hoje não. Embora não existam números, é algo que não deve interessar a alguém, é um facto que os comportamentos das crianças do 1º ciclo têm vindo a degradar-se dentro da escola. Já não se trata de pequenos episódios esporádicos, nesta ou naquela escola, ou limitado a certos estratos da população. Hoje, está-se a generalizar. As razões são muitas. Há quem continue a apontar o dedo a jogos e programas de televisão, mas vão muito para além disso…

As mudanças na sociedade têm sido muitas e com elas vieram as mudanças de valores. A educação e transmissão de valores às crianças tem sido, sistematicamente, passada à escola, mas a escola não está preparada para isso. Os atuais encarregados de educação, devido aos seus afazeres, não têm tempo de passar os valores do convívio em sociedade aos seus educandos. Resta a escola, que não está equipada para isso.Violência

No 1º ciclo, as crianças, veem-se fechadas, dentro de uma sala de aula, seis horas por dia. Quando saem da escola são fechadas em ATL´S, Centros de Estudo, atividades várias, ou até em casa, não têm tempo de brincar, de sociabilizar… A consequência é que não estão a aprender a viver em sociedade. Com isso vem a agressividade, entre pares, aluno/assistente operacional, aluno/professor… encarregado de educação/assistente operacional, encarregado de educação/professor… Os Centros Escolares, neste aspecto, não vieram ajudar, juntaram um número quase incontrolável de alunos, perante o rácio aluno/adulto na escola.

Há uns anos, era difícil ouvir relatos de um aluno ter sido mais agressivo com um adulto, com quem contactava na escola. Hoje já não é assim, é usual. As escolas estão a ficar perigosas.

Das alterações ao Estatuto do Aluno pela Lei 51/2012 de 5 de setembro, não resultaram grandes efeitos práticos. As escolas, também têm a sua culpa. A tendência em desvalorizar e de não atuar, tem sido persistente. É mais fácil olhar para o lado e assobiar. Não dá trabalho…

Mas vamos a exemplos: Um aluno, em sala de aula, não acata um pedido de realização de uma tarefa por parte da professora. A professora insiste. O aluno amua e diz que não faz. A professora tenta dissuadi-lo e levá-lo a realizar a tarefa. O aluno insiste que não faz. A professora não desiste. O aluno levanta-se e diz, já “chateado”, que se vai embora. A professora tenta dissuadi-lo de sair da sala de aula. O aluno não está para aí virado. A professora vê-se obrigada levantar a voz, dando-lhe a ordem para se sentar de imediato. O aluno desata num pranto e acaba por se sentar, depois de alguma insistência. Choraminga toda a manhã e não realiza nenhuma das tarefas nesse espaço de tempo. No meio dos soluços e da insistência da professora em que realize as tarefas, a educação polida do menino revela-se. Fica de castigo e não vai ao intervalo. Durante a hora de almoço, frustrado pela manhã de “clausura”, desentende-se com um colega, enquanto “chutam umas bolas” e empurra-o, levando o outro a uma queda. Não contente, ainda lhe “espeta uns chutos” na parte abdominal. A assistente operacional que o tenta dissuadir de continuar a agressão, é insultada. Não leva um “chuto”, porque se desvia a tempo. O aluno fica de castigo, novamente, no intervalo da tarde. Durante a aula de Educação Física, AEC, decide ajustar contas com o colega, pois sente-se injustiçado. Distribui mais uns “chutos”. O professor intervém. O aluno amua novamente, remetendo-se a um canto, não realizando a aula. No dia seguinte, logo pela manhã, a encarregada de educação espera pela chegada da professora. A revolta é evidente no seu olhar. O seu rebento foi vítima de um abuso por parte, da professora, da assistente operacional e do professor de Educação Física. A professora explica-lhe o sucedido no dia anterior e em outros em que ela “aturou”, mas relevou este tipo de atitudes. A encarregada de educação, mais calma, atira com a questão dos “nervos” do petiz. “É dos nervos, senhora professora. Ele é muito nevoso. Já não sei o que lhe fazer…” (se ela não sabe, queres ver que é a professora que vai saber…) Também pode acontecer que o encarregado de educação não queira “diálogo” com a professora e se vá queixar ao Sr. Diretor… e lá vai a professora explicar-lhe o que ele já devia saber…

O que fazer nestes casos?

Situação 1: Nada! Continua-se a “aturar” as crises nervosas, os insultos, os desafios, as agressões, o descontentamento dos outros encarregados de educação… e vai-se levando até ao final do ano…

Situação 2: Faz-se uma participação de ocorrência. E depois espera-se… espera-se pelo quê? Pela aplicação de uma medida disciplinar corretiva ou sancionatória, de acordo com os Art.º 24º, 25º, 26º, 27º e 28º da Lei 51/2012 de 5 de setembro? No 1º ciclo, isso é tão raro, que devia estar sobre proteção da ONU. No máximo dá-se-lhe uma tarefa, que deve executar durante um determinado período de tempo como, ajudar a levantar a loiça das mesas do refeitório, ou ajudar a professora bibliotecária durante os intervalos. Não há garantias de que o aluno realize as tarefas se, estiver “chateado com a vida ou num dia de nervos”…

Se uma criança tem este tipo de atitude no 1º ciclo, será que quando transitar para o 2º ciclo “vai ganhar juízo”?

(Há colegas de outros ciclos a ter que chamar as autoridades policiais para que alunos abandonem as salas de aulas.)

A autoridade do professor foi dilacerada. Nos dias que correm, se o professor levanta a voz, já não é um pedagogo, é um bruto. A sociedade perdeu valores, mas mesmo assim quer que a escola continue a “educar” o futuro.

Estamos assistir a uma transição, já longa, de métodos de educação. Vimos de uns pais “autoritários” e de certa forma “distantes”, conscientes do seu papel na educação dos filhos, para uns pais “amigos e próximos” (tão próximos que às vezes se confundem com os filhos) que ainda não perceberam como educar os filhos nesse papel.

Entretanto, o ambiente na escola vai-se degradando e o espaço torna-se perigoso para todos…

Até quando?…

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Inicio de procedimento relativo à organização do próximo ano letivo

Publicados hoje na página da DGAE…

 

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[gview file=”http://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/03/Publicitação-do-início-do-procedimento-relativo-à-elaboração-do-despacho-normativo-relativo-à-organização-do-.pdf”]

 

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O professor secreto…

Desculpem-me a tradução livre que fiz do texto, mas achei importante divulgar. Os problemas na educação e no que isso representa para a vida pessoal de cada professor não está circunscrito ao nosso país, mas…

O texto foi retirado do “theguardian” e é o testemunho de uma professora inglesa.

 

Hoje é um bom dia. Levantei-me e lavei a louça e talvez, se hoje continuar a ser um bom dia, vou tomar um banho, lavar meu cabelo e trocar de roupa. Poderia até ir buscar os meus filhos à escola. Estas podem parecer pequenas tarefas, mas nas últimas três semanas tenho vivido numa névoa provocada pela medicação que comecei a tomar para a ansiedade aguda e depressão. À medida que o nevoeiro levanta, a realidade acena e decisões terão que ser tomadas. Estou paralisada de medo, mas não posso continuar com minha vida assim. Preciso ser corajosa, olhar profundamente para dentro de mim e aceitar o que me está a tornar doente. Eu já decidi – nunca mais porei um pé numa sala de aula. Já não sou professora. Estou farta. Porque é que os professores devem falar sobre saúde mental com os alunos e colegas?   Há três semanas, considerava o suicídio. Estava disposto a acabar com a confusão, dúvidas e inutilidade que sentia. Não queria ir – ou assim eu pensava. Durante meses, uma nuvem escura de depressão tinha sido pendurada sobre a minha cabeça. Não conseguia dormir; não conseguia comer; eu duvidava que tudo o que fiz; fui esquecida; estava confusa; e, o mais preocupante, estava perdendo a minha confiança dentro da sala de aula. Como a depressão piorou, comecei a ter ataques de pânico. Eu levantava-me às 4 da manhã, realizando determinados rituais, antes de conseguir encontrar a coragem para conduzir até ao trabalho. No dia em questão, tive duas aulas terríveis. Eu não conseguia controlar a turma e sentia que não poderia continuar. Mas, em determinado ponto, num frio e cinzento momento, tive uma epifania. A realidade era, que eu queria viver. Eu sou uma mãe, sou uma mulher, sou uma filha, sou uma irmã, sou uma amiga para muitos. O que eu não quero, é ser professora.

.Ao longo da minha carreira de professora de 13 anos, foi-me dito por colegas professores, inspetores de Ofsted, alunos e pais que eu sou uma boa professora – uma “natural”. Tenho obtido excelentes resultados, sentia entusiasmo ao falar sobre a matéria, e interessei-me apaixonadamente em relação ao bem-estar dos meus alunos. Apenas algumas semanas antes, o nosso gerente de comportamento, tinha transferido um “difícil” estudante de 11 anos para a minha turma. No final da aula, o rapaz disse-me que tinha acabado de ter a aula mais interessante e agradável da sua vida e desejou ter escolhido estudar sobre os assuntos abordados nessa aula. Quando saiu da sala de aula, acrescentou: “Você é uma excelente professora.” No entanto, o ensino tem arruinado minha vida. Ele rasgou a minha alma, comeu-me e cuspiu-me. Eu já não sou uma pessoa despreocupada, tagarela, como já fui. Ele roubou-me a saúde, roubou-me a minha auto-estima e, o mais importante, quase me roubou a vida.

Texto parcial

(clicar na imagem) in theguardian 27/02/2016

the guardian

 

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O fim do ensino como o conhecemos…

 

Cientistas desenvolvem método de aprendizagem que no futuro irá acabar com a escola…

 

Quando aprende alguma coisa, o seu cérebro muda fisicamente», explica Phillips. «Conexões são realizadas e multiplicadas, num processo chamado ‘neuroplasticidade’. O que acontece é que algumas funções do cérebro, como a fala e a memória, ficam localizadas em regiões muito específicas do cérebro, do tamanho do nosso dedo mindinho. O que o nosso sistema faz é accionar essas mudanças em regiões específicas do cérebro enquanto se aprende.

 

(clicar na imagem) DD

 

 

giphy

 

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