Rui Cardoso

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A realidade do vírus nas escolas do 1⁰ Ciclo – A mãe não dorme

 

A realidade do vírus nas escolas do 1⁰ Ciclo

A mãe não dorme

Desculpem o meu umbiguismo nesta reflexão. Falarei apenas do universo do primeiro ciclo neste contexto pandémico. A DGS continua a afirmar e a mascarar as escolas como lugares seguros, com pouca transmissão do vírus, especialmente no que concerne às faixas etárias mais novas. Voltemo-nos para eles, os mais novos. À conversa com uma estimada colega minha do primeiro ciclo, constatámos que não deve haver profissão com nível mais desigual de protecção do que a nossa. Porquê? Simples. Em qualquer outro estabelecimento profissional, todos os seus intervenientes usam protecções individuais, máscaras, acrílicos. No primeiro ciclo e, obviamente, no jardim de infância isso não acontece. Os docentes e auxiliares protegem-se a si próprios e às crianças, mas…quem é que os protege e como é que as próprias crianças se protegem entre elas? Nunca o Ministério da Educação considerou obrigatório o uso de máscara no primeiro ciclo. Um erro crasso. Devia ter sido a primeira entidade a consciencializar os pais, já que muitos não aceitam que os seus filhos a usem nas aulas e não ouvem os apelos dos professores. É desigual a protecção nas escolas do primeiro ciclo. O Ministério da Educação há muitos anos que resolve tratar das Escolas como se fossem empresas. Todavia, repare-se que nas empresas todos utilizam protecções individuais. Nas escolas do primeiro ciclo e jardins de infância, não. O Ministério da Educação é um órgão carregado de trafulhice e gosta de atirar areia para os olhos de quem não trabalha neste meio asséptico, como eles gostam de ludibriar. O Ministério da Educação sujeita as crianças mais pequenas a estarem ao magote nestas condições e usa o chavão da “desigualdade acentuada pelo Ensino à Distância” para que não venha à tona a entrega de computadores e acesso à internet, tão apregoado no final do ano lectivo transacto. Onde estão? Ludibriam para esconder que nada prepararam, nada entregaram! Ludibriam porque não querem pagar a um dos pais para estarem com as crianças em casa. O Ministério da Educação não quer saber do bem estar psicológico e físico dos nossos/vossos filhos! Se quisesse, não votava ao abandono muitas escolas cheias de gente, por aí. Se quisesse, não nos faziam a todos carne para canhão. E depois há os delegados de saúde. Não tenho palavras para descrever que tipo de delegado de saúde se é, quando se decide manter toda uma turma, professores e auxiliares na escola, após a confirmação de casos positivos dentro da turma. Não entendo! Sem quarentena, sem testes de despistagem, nada! Não entendo como, em caso exactamente igual, um outro delegado de saúde de outro concelho que dista apenas 5km, tem um procedimento totalmente diferente e ordena o estado de quarentena para todas as crianças, professores e auxiliares que mantiveram contacto com essas crianças positivas. Sim, crianças de 6 anos contagiam-se e contagiam os outros, contrariamente ao que os seres iluminados, Zen e assépticos do Ministério da Educação fazem crer! Eu afirmo, sem ser da área da saúde. Afirmo por constatação. E, neste caso do primeiro ciclo, os Municípios não têm nada a dizer? As próprias direcções dos Agrupamentos não têm nada a refutar? Baixa-se a cabeça aos Deuses dos delegados de saúde e espera-se que, na semana seguinte, caia o próximo tordo?

Por fim, os professores e auxiliares continuam a não ser considerados como prioritários para a toma da vacina. Tirem as vossas conclusões. A minha é simples e simplória: há muito que corre a Inquisição atrás destes seres raros de livros debaixo dos braços. Não sei, parece um ódio generalizado…E, depois, também tenho outra conclusão simplória: a maltratada classe docente será eternamente rebaixada. Todo o patrão que não se preze gosta de ver os seus empregados à briga. Isso faz com que estejam entretidos e não se unam…contra ele.

 

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Encarregados de Educação insurgiram-se contra aulas presenciais em Vila Real

 

A escola Secundária Camilo Castelo Branco, em Vila Real, estava a funcionar em regime misto, os alunos de todos os anos tinham aulas num turno e as aulas do turno contrário, com um peso reduzido, eram lecionadas online, uma forma que a escola tinha encontrado para evitar o contágio de infeções de Covid-19.

Entretanto a Direção da Escola recebeu uma ordem do Delegado Regional Norte da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares que determina que a escola terá de assegurar a retoma de todas as atividades educativas e formativas, letivas e não letivas, em regime presencial.

No entanto, a maioria dos pais e encarregados de educação estavam contra esta norma uma vez que alertaram para o facto de não estarem asseguradas as condições mínimas de segurança, nem estar em pleno o funcionamento de serviços da escola como o refeitório e o bar. Os pais lembraram ainda que a oferta de restauração fora da escola também é inexistente devido às novas regras de confinamento.

Entretanto foram vários os pais que ameaçaram não deixar os seus filhos irem à escola na próxima segunda-feira se todas as atividades tiverem de ser presenciais. Muitos encarregados de educação insurgiram-se contra esta medida e foi mesmo lançada uma petição para tentar travar a retoma de atividades letivas em regime presencial em detrimento das atividades assíncronas na referida escola.

Depois deste caso vir a público a direção do estabelecimento de ensino, revelou que “fica suspensa a decisão da retoma de todas as atividades letivas e não letivas, em regime presencial”, que tinha sido comunicada aos encarregados de educação.

De acordo com a nota enviada pela diretora da escola, “todos os horários deverão ser cumpridos no modelo que se encontra em vigor desde o início do ano letivo”.

Vale a pena lutar pelos nossos filhos…

 

 

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Haverá alguma relação entre a % record de casos do grupo etário dos 20-39 anos e as crianças dos 0 aos 9 anos?

Até aos 9 anos as crianças não são obrigadas a usar máscara – facto.
Não interessa para a questão saber se a conseguem usar corretamente ou não, sequer se a devem usar ou não.
Só com o tempo saberemos os efeitos colaterais na saúde das crianças.
Não nos devemos iludir com a percentagem de casos de crianças até aos 9 anos, pois temos o dever de as proteger daquilo que nos é desconhecido, até porque não sabemos qual a percentagem de crianças testadas.
É curioso que a maior percentagem de casos esteja no grupo etário (20-39 anos) que, por regra, corresponde aos pais destas crianças.
Há estudos que demonstram que as crianças são um grande vetor de contaminação, os números parecem não contrariar…
Tal como para as crianças, também para os seus pais só o tempo nos trará o conhecimento dos efeitos colaterais na sua saúde.
Órfãos?
Prevenir é a palavra chave.
Em caso de dúvida, fechem as escolas! Já!
Nuno Domingues.

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Apetecia-me dizer algo à Graça…

 

..mas é algo que não pode ser escrito.

 

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No 1º dia de confinamento, não se notou qualquer tipo de confinamento

 

Os números de novos casos e internamentos por covid 19 estão a aumentar exponencialmente, a ocupação de camas nos hospitais e o número de mortes por covid 19 também estão a aumentar exponencialmente, os professores de Portugal tem na sua esmagadora maioria mais de 50 anos e consequentemente várias doenças associadas à idade, os alunos gostam de estar nas escolas porque para além de aprenderem melhor, também convivem melhor, sem máscara no exterior da escola e muitos não querem saber das consequências dos seus atos “não vão deixar de namorar, fumar, partilhar comida e bebida fora da escola, sem máscara”, os professores dão as aulas com máscara, mas sem acrílicos e tem que se aproximar dos alunos para explicar os conteúdos, já existem vários alunos com covid e em confinamento, os alunos fazem parte da sociedade portuguesa, onde se regista o aumento do número de casos de covid.
Paços de Ferreira esteve numa situação muito grave a nível do país, em novembro. A situação em Paços de Ferreira melhorou em novembro e dezembro, não por qualquer tipo de milagre sem explicação, as 2 maiores escolas do concelho de Paços de Ferreira estiveram a funcionar à distância para os alunos do ensino secundário e profissional de 2 de novembro até ao final do 1º período, penso que, se deve aprender com este exemplo de experiência positiva e replicar para todo o país no mínimo por um mês, porque daqui a um mês podemos ter menos professores para prestar ensino presencial, dado que, podem não ter lugar numa cama de hospital, e hoje, já ninguém quer ser professor. Hoje, 1º dia de confinamento, não se notou qualquer tipo de confinamento, foi uma sexta- feira normal, desta forma o covid vai continuar a aumentar exponencialmente.
 
Devemos tratar bem os professores de Portugal.
 
É necessário refletir melhor relativamente à manutenção das escolas abertas neste confinamento.

 

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Escolas têm de ter um sério reforço da segurança sanitária – SPZC

 

Escolas têm de ter um sério reforço da segurança sanitária

 

Os efeitos da pandemia exigem dos responsáveis do Ministério da Educação ação e não apenas palavras. Nestes tempos difíceis, professores e educadores continuam sobrecarregados nas suas funções e sem as necessárias condições. E não entendem o porquê de, estando na linha da frente, não fazerem parte do grupo prioritário de vacinação

O SPZC considera que se vive um momento particularmente sensível e de preocupação a nível da saúde pública, agravado neste mês de janeiro, que exigirá um esforço acrescido de todos neste contexto de novo confinamento.

Os educadores e professores estão claramente na primeira linha de resposta a dar às solicitações de alunos e comunidade neste tempo de pandemia.

Mas uma coisa é certa, o Ministério da Educação não fez o trabalho de casa no que diz respeito à criação de condições para o bom funcionamento das escolas. Faltam recursos que permitam aos docentes fazer face à sobrecarga de trabalho com que desde o início deste ano escolar estão confrontados. Falta a inclusão dos docentes nos grupos prioritários na vacinação. Falta uma resposta eficaz para os professores e educadores de grupos de risco. Falta a necessária redução do número de alunos por turma, de forma a ser respeitado o distanciamento físico de segurança.

Este confinamento, no que diz respeito às medidas anunciadas e agora em vigor, tem pouco de confinamento. São inúmeras as exceções ao mesmo.

O SPZC está preocupado com os cerca de três milhões de alunos, pais e encarregados de educação em circulação diária. A mobilidade deste elevado número de pessoas, muitas delas utilizando o transporte público, são um enorme risco a nível de cadeias de transmissão da covid-19. Perante as inúmeras interrogações que se levantam, e não pondo de parte a importância inigualável do ensino presencial, o eventual recurso ao ensino misto não deverá ser descartado. De forma particular os alunos pertencentes aos sectores de ensino mais avançados.

Apesar desta situação difícil e complexa, o SPZC continua inteiramente ao serviço dos docentes. O apoio sindical, a formação e as áreas social e cultural serão as pedras de toque da atuação, com uma proximidade permanente e constante e estamos disponíveis para o ajudar.

Porque se está no início de mais um ano civil, o SPZC não poderá deixar de transmitir uma nota de descontentamento pelos resultados havidos nas negociações no âmbito da Administração Pública. Lamentavelmente, os aumentos para este ano, uma vez mais, não incluirão os docentes. Já lá vai mais de uma década com desvalorização salarial e perda do poder de compra. Não é desta forma que se atraem os desejáveis e necessários novos professores para o sistema educativo.

 

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Professores necessitam de declaração da escola para ir trabalhar

 

Sempre que seja preciso sair de casa e deslocar-se por motivos profissionais, pode fazê-lo. Segundo o decreto da presidência do Conselho de ministros, consideram-se autorizadas as saídas da habitação que visam “o desempenho de atividades profissionais ou equiparadas”. Contudo, convém estar munido de uma justificação para circular.

Estas deslocações devem fazer-se acompanhar por uma declaração emitida pela entidade empregadora, no caso dos professores, pela escola.

Apesar de a maioria necessitar deste documento para apresentar às autoridades, caso estas o solicitem, tal como no primeiro confinamento há um conjunto de pessoas que, no exercício das respetivas funções, estão dispensadas de apresentar qualquer tipo de declaração, o que não é o caso dos professores

. São as exceções à regra:

  • Profissionais de saúde e outros trabalhadores de instituições de saúde e de apoio social;
  • Agentes de proteção civil, forças e serviços de segurança, militares, militarizados e pessoal civil das Forças Armadas e inspetores da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica;
  • Titulares dos órgãos de soberania, dirigentes dos parceiros sociais e dos partidos políticos representados na Assembleia da República e pessoas portadoras de livre-trânsito emitido nos termos legais;
  • Ministros de culto, mediante credenciação pelos órgãos competentes da respetiva igreja ou comunidade religiosa;
  • Pessoal das missões diplomáticas, consulares e das organizações internacionais localizadas em Portugal, desde que relacionadas com o desempenho de funções oficiais.

 

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Do Não Encerramento Das Escolas

 

Do Não Encerramento Das Escolas

– É na sua aula que vemos as nossas caras, professor! Dizem-me os alunos que se conheceram este ano; é ali que o fazem mais verdadeiramente.

Pela natureza da disciplina, Educação Física, e assumindo o risco opcional de leccionar turmas numerosas maioritariamente sem máscara (a DGS sugere aulas sem máscara quando se garante, sei que é risível, três metros mínimos de distanciamento físico), prefiro aulas presenciais. Tem sido inesquecível e um recomeço desafiante e inesperado. Mas aconteceram perplexidades: já leccionei várias aulas com alunos infectados ou estive integrado em correias de transmissão; nunca fui testado, isolado, sujeito a quarentena ou sequer contactado; e como eu, milhares de professores robustos não prioritários que serão casos de estudo para os padrões da imunização sem vacina.

Mas voltando ao tema do momento, as escolas são um dos cernes da disseminação do vírus tal o aceso debate que provocam; e há o ângulo de análise “escola a tempo inteiro” que fica para outra altura. Ou seja, o que está em causa não é a opção entre ensino à distância e aulas presenciais. Não se trata disso. Em regra, não há aprendizagens plenas, longe disso, atrás de uma máscara ou de um ecrã nem com os actuais constrangimentos.

Dito isto, o que está em causa é a saúde pública. Sejamos objectivos: as nações das escolas e turmas numerosas perderam o controlo da pandemia. Por exemplo, repare-se que a Alemanha fechou as escolas no início de Dezembro e só as reabre daqui a oito ou dez semanas. Temos dois dados objectivos da perda de controlo em Portugal, e provavelmente nos congéneres da tragédia: não se conhecem 87% dos locais de contágio e os universos escolar e sanitário tiveram em Novembro uma confirmação: a covid-19 acelerou entre a população mais jovem e foi no grupo dos 10 aos 19 que o contágio mais cresceu” (“e com a agravante de ser nas crianças e nos jovens que se concentra o maior número de falsos negativos e assintomáticos“).

Portanto, fica-se apreensivo quando se estabelece um confinamento geral sem passar para ensino não presencial qualquer grau de ensino, mais ainda num país que tem o calendário escolar com menos dias de interrupção da Europa e que acentuou esse excesso na pandemia.

Por outro lado, a tese da escola segura é uma perda de tempo para o debate. As escolas não são seguras nem inseguras. Não se sabe. O que se sabe é que não cumprem os 3 c’s e que têm os mil e um cuidados possíveis. Não se mede a segurança sem meios de controlo. Os estabelecimentos de ensino encerram porque a frequência, e a envolvência, das escolas numerosas é uma plataforma giratória da disseminação do vírus na sociedade.

Ouvi um especialista estupefacto por se ter dito que os números de infectados em Portugal sobem quando as escolas fecham. Como é possível uma afirmação destas. No primeiro confinamento, o encerramento das escolas foi crucial. Na segunda vaga, e umas semanas depois da abertura do ano lectivo, iniciou-se a subida acentuada dos números. As pontes de Dezembro deram sinais na redução de casos positivos e na última semana do mês baixaram as contagens diárias. Os números do início de Janeiro foram cumulativos . É, portanto, ainda mais difícil tirar conclusões, como disse o PM para o argumentário que desenvolveu, uma vez que houve o Natal e a muito limitada passagem do ano. As escolas reabriram a 4 e já vamos a 15 (bem sabemos que é Natal quando um homem quiser, mas convém não exagerar). O que é certo, é que nas mortes e nos internamentos os números são inequívocos e constantes.

Como já escrevi várias vezes, há cinco soluções simples para melhorar os 3 c’s dentro e fora da escola e que baixariam os contágios: horários desfasados, turmas por turnos, descentralização de intervalos, pequenas interrupções a cada quatro ou cinco semanas de aulas e redução temporária da carga curricular para simplificar a execução das quatro primeiras. Era importante que o inerte ministério se movesse antes que chegue a quarta e a quinta vaga.

Por outro lado, o marketing político cria desconfiança. Como nos recordamos, umas semanas depois de ter começado o ensino à distância os governantes desdobravam-se (e perante a surpresa de quem lecciona) em elogios à nossa escola digital e à entrada do país no século XXI (até a flexibilidade curricular, pasme-se, foi usada pelo PM em pleno parlamento como atributo do sucesso). Agora que interessa ter a escola aberta, foi, afinal, um falhanço. Para além disso, continua por concretizar o que o PM disse a 11 de Abril ao Expresso: “no próximo ano lectivo haverá acesso universal dos alunos dos ensinos básico e secundário à Internet e a equipamentos informáticos, considerando que este investimento avultado é essencial face aos riscos de pandemia.”

António Costa disse que a decisão do não encerramento de escolas foi uma esolha política e que “ouviu os dirigentes dos pais e das escolas“. Umas horas depois, ouvi as posições contrárias, e com evidente preocupação, dos responsáveis clínicos (infecciologistas e intensivistas) do Hospital Curry Cabral, em Lisboa, e do Hospital S. João, no Porto. Esperemos que tenha sido uma boa escolha.

 

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