Rui Cardoso

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Indignação e revolta é o que sinto!!! Manuais reutilizáveis no 1º ciclo!!!!????

 

Indignação e revolta é o que sinto!!! Manuais reutilizáveis no 1º ciclo!!!!????

Não é viável!!! Como se apagam livros com imensos exercícios feitos nos mesmos, com autocolantes, espaço para desenhos… Os livros não estão feitos para serem utilizados desta forma!!! E os alunos não têm capacidade de escrita rápida para copiar os imensos exercícios que existem para o seu caderno!!! Não é viável a sua reutilização neste ciclo de ensino!!! E ver o rosto dos alunos a apagarem os seus trabalhos de um ano inteiro de trabalho é doloroso!!! Não se devia começar uma casa pelo telhado!!! Primeiro publiquem-se manuais diferentes!!! Estes não dão!!! Mas ninguém nos ouve…
Para não falar que alguns ficam sem folhas, sem capas etc…
São assim as crianças!!! E os alguns manuais não têm a qualidade suficiente para aguentarem anos e anos…
O objetivo é a reutilização, mas não tem sido feita. Só se for para a reciclagem. Há escolas com salas cheias destes manuais «emprestados», não dados, como o governo quer transparecer!!! Investiguem o que fizeram com tantos manuais recolhidos em anos anteriores! Nem para contentores de reciclagem foram!!! Ocupam salas de arrumos nas escolas!!! Ao menos podiam usá-los para darem origem a novo papel!!! Indignação e revolta é o que sinto… Isto tem que ser denunciado!!! Sei que os colegas também pensam assim… E os Encarregados de Educação também… Deviam ser unidas forças para alterar a situação…👎

Professora do 1º ciclo e encarregada de educação

 

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Carta Aberta ao ministro da Educação, de uma professora do Grupo 120

 

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Professores extraordinários – Filinto Lima

 

Professores extraordinários

De há uns anos a esta parte, pelas mais diversas razões, os professores têm visto a sua nobre atividade ser desacreditada. As promessas dos partidos a estes briosos profissionais resultaram numa mão cheia de nada, tendo os muitos anúncios voláteis das últimas semanas culminado no puxar do tapete por parte de quem lhes deveria devotar consideração e gratidão.

Denegrir a imagem de quem educa e forma os jovens do país, à cata de uma eventual subida percentual nas sondagens, é ignorar o preço que se pagará por décadas de desinvestimento, hipotecando-se, assim, a educação das futuras gerações.

É inconcebível prescindir dos professores, mais ainda maltratá-los, como temos assistido por quem tem responsabilidades públicas e sociais, e que, escudando-se em declarações pseudopoliticamente corretas, agridem vilmente uma classe que se recusa a ser espezinhada.

Não se isentam de culpas os que, assumindo uma postura prepotente, arrogando-se donos da classe docente, contribuem para a desconfiança generalizada da opinião pública. Pouco a têm sabido defender, desmerecendo a consideração dos muitos profissionais que se sentiram prejudicados e optaram pela desvinculação.

O próximo Governo está obrigado a reverter uma situação injusta e insustentável, sendo fulcral garantir a melhoria das condições de trabalho.

O rejuvenescimento do corpo docente, a aplicação da componente não letiva do horário docente para exercício de cargos e atividades que não envolvam alunos, a redução da componente letiva com início aos 40 anos de idade, e a possibilidade de a partir dos 60 se optar pela diminuição ou ausência da componente letiva em favor de outras tarefas são atitudes proativas que urge implementar.

Professor

 

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Os Professores Portugueses estão “velhos”…

Nada que já não se saiba há muito. Não era necessário nenhum estudo da OCDE, bastava olhar para as políticas implementadas nos últimos anos.

Em dez anos teremos as previsões mais pessimistas confirmadas, não haverá professores em número suficiente para as necessidades do país. Os sucessivos governos continuam a fazer orelhas moucas e quando o problema se tornar insustentável, resolverão o problema em cima de um qualquer joelho, com todas as consequências inerentes. A qualidade do ensino estará ameaçada e assistir-se-à a uma fuga desenfreada à escola pública (para que tiver capacidade financeira). Mas esse problema não é imediato e em Portugal não se planeia a médio/longo prazo.

Até os diretores estão “velhos”, o retrato tirado aos diretores escolares mostra que têm, 23% têm mais de 60 anos.

Portugal vai ter de renovar metade da classe docente na próxima década

 

 

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Como se gasta o tempo em sala de aula?

 

Um em cada quatro minutos de aulas não é usado a ensinar

Os professores portugueses gastam 17,2% do tempo das aulas a tentar manter a ordem e 8,2% em tarefas administrativas.

Mais de um quarto do tempo das aulas do 3.º ciclo do ensino básico (7.º ao 9.º ano) não é gasto a ensinar, ou seja, bem mais que as médias europeia ou dos países desenvolvidos.

Quem faz as contas são os professores portugueses (do público e do privado) em resposta a um inquérito feito pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) para perceber como anda o ambiente de aprendizagem nas escolas.

Na prática, por cada 100 minutos de aulas os docentes nacionais apenas gastam, em média, 73,5 minutos a ensinar (na OCDE a média sobe para 78%).

Dos 48 países avaliados num inquérito que não era feito há cinco anos apenas sete apresentam um resultado pior que o português: Arábia Saudita, África do Sul, Brasil, Chile, Holanda, Bélgica e Turquia.

Do outro lado, os professores portugueses também estão no grupo dos que mais tempo perdem, 17,2% das aulas, a tentar manter a ordem na sala.

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Mais um plano e mais um coordenador…

No meio de tantos projetos e projetinhos, o tempo de escola para o básico já escasseia…

Estratégia do Plano Nacional das Artes 2019-2024, que pretende apoiar práticas artísticas e aproximar arte e património dos cidadãos, foi apresentada hoje.
Destaque-se a criação do cargo de coordenador em cada agrupamento escolar ou estabelecimento de ensino, responsável por desenhar um programa cultural adaptado ao contexto, em parceria com as autarquias, as estruturas artísticas e a comunidade educativa.

A criação do Índice de Impacto Cultural, de uma academia para formação de professores, e de uma escola em Porto Santo, para reflexão sobre políticas culturais, estão entre as medidas do Plano Nacional das Artes apresentado esta terça-feira, em Lisboa.

O Plano Nacional das Artes (PNA) foi apresentado na grande sala de ensaio dos Estúdios Victor Córdon, pelo seu comissário, Paulo Pires do Vale, na presença de cerca de duas centenas de agentes culturais, artistas, professores e representantes de museus e entidades ligadas à cultura e à educação.

 

 

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Recomendação sobre qualificação e valorização de educadores e professores dos ensinos básico e secundário

 

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Comunicado – Calendário escolar dos estabelecimentos públicos para ano letivo 2019-2020

Calendário escolar dos estabelecimentos públicos para ano letivo 2019-2020

 

Está publicado em Diário da República o calendário escolar para o ano letivo 2019/2020 que, como já havia anunciado o Ministro da Educação, tem início entre 10 e 13 de setembro de 2019. 17 de dezembro é o último de dia de aulas do 1.º período, retomando o 2.º período no dia 06 de janeiro. Tendo em conta que o dia 01 de janeiro de 2020 é uma quarta-feira, evita-se o reinício das aulas a uma sexta-feira, tal como sucedeu no último ano letivo em que 01 de janeiro foi uma quarta-feira. Em comparação com o calendário escolar de 2018/2019, haverá os mesmos 11 dias de férias no período do natal. O 2.º período letivo termina a 27 de março de 2020, sendo retomadas as aulas, para o último período letivo, no dia 14 de abril de 2020. Além destas referências, as datas dos exames finais e provas de aferição também podem ser encontradas nesta publicação.

Lisboa, 18 de julho 2019

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Calendário Escolar 2019/2020

 

Despacho n.º 5754-A/2019 – Diário da República n.º 115/2019, 1º Suplemento, Série II de 2019-06-18

Educação – Gabinetes da Secretária de Estado Adjunta e da Educação e do Secretário de Estado da Educação

 

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CONCURSO DE AFETAÇÃO – RAM – 2019/2020 – LISTA ORDENADA PROVISÓRIA DE CANDIDATOS ADMITIDOS

 

Download do documento (PDF, 1.33MB)

 

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