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A Ler…com Atenção – Ainda Sobre O Artigo 79 E Imbecilidades Diversas

Ainda Sobre O Artigo 79 E Imbecilidades Diversas | O Meu Quintal

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La Dolce Vita – De Sócrates a Duarte Lima: conheça os 318 beneficiários de subvenções vitalícias

De Sócrates a Duarte Lima: conheça os 318 beneficiários de subvenções vitalícias – Política – Jornal de Negócios

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O Inferno Em Que Transformaram A Minha Profissão – Parte 1, 2 e 3

O Inferno Em Que Transformaram A Minha Profissão – 1 | O Meu Quintal

 

O Inferno Em Que Transformaram A Minha Profissão – 2 | O Meu Quintal

 

O Inferno Em Que Transformaram A Minha Profissão – 3 | O Meu Quintal

 

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Pela Renascença / Com Áudio da Entrevista – Há professores a viver em parques de campismo no Algarve

Há professores destacados para dar aulas no Algarve que optam por viver em parques de campismo, hostels ou residenciais. A realidade é noticiada nesta quinta-feira pelo “Diário de Notícias” e, não sendo nova, tem-se agravado de ano para ano.

“Temos conhecimento dessa realidade, que aliás é uma realidade que não se esgota no Algarve – eu diria até que acontece na cidade de Lisboa e no Porto também”, refere à Renascença o secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof).

“Particularmente em Lisboa, é um problema grave que no ano passado levou ao não preenchimento de lugares que apareceram com horário completo para efeitos de contratação – por exemplo, já durante o ano – precisamente porque o preço da habitação hoje, em algumas zonas, é superior ao salário líquido de um professor”, acrescenta.

No Algarve, o turismo fez disparar ainda mais o preço das casas e já não é só durante o verão.

Se este cenário se mantiver, alerta Mário Nogueira, poderão surgir problemas no futuro, pois, “convenhamos, para todo o trabalho que tem que ser feito em casa, não é propriamente a [escolha] adequada” e “isto pode até levar a que haja alunos e escolas que não vão conseguir ter professores habilitados”.

O sindicalista defende, por isso, que sejam os municípios a tratar do alojamento dos docentes: “esta, sim, é que seria uma responsabilidade que o Governo deveria transferir para os municípios”, aponta.

Estas questões “são de ordem social” e “aí os municípios deveriam ter a responsabilidade de poder ter uma oferta com custos moderados, garantindo que as escolas do seu concelho têm os professores de que necessitam, para que os seus alunos tenham aulas do primeiro ao último dia”, argumenta.

A Renascença descobriu um professor no Algarve que já passou pela experiência de viver num parque de campismo por incapacidade financeira de sustentar um alojamento.

Paulo Cesário é de Torres Vedras e dava aulas no ensino particular, mas no ano passado ficou desempregado. Ir trabalhar para o Sul do país não o assustou, mas os preços dos apartamentos e dos quartos para arrendar é que não estavam ao alcance da sua bolsa.

“A opção foi o parque de campismo da Fuseta. Falei com a minha mulher e com o meu filho e resolvi ir para lá fazer oito meses seguidos. Eu dava aulas na Fuseta e em Moncarapacho”, conta.

Mas Paulo Cesário é perentório: “Para isto, é preciso gostar de fazer campismo; não é para todos”.

Continua aqui com áudio da entrevista:

Há professores a viver em parques de campismo no Algarve – Renascença

 

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A Ler – Simplesmente Vergonhoso: A porta dos fundos da supervisão

A porta dos fundos da supervisão – ECO

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A Ler com Atenção – Se O Mandato Não Acabou Para Legislar…

Se O Mandato Não Acabou Para Legislar… | O Meu Quintal

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Opinião / Raquel Varela – Os camionistas a defender a nossa democracia

Os camionistas a defender a nossa democracia | Opinião | PÚBLICO

O perigo da extrema-direita não vem de um sindicato a lutar por 900 euros. Vem do desenho autoritário que o Governo está a querer impor.

Raquel Varela / Historiadora, Universidade Nova de Lisboa

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Crónica Diária da República das Bananas – Esquadras da PSP encerradas porque polícias estão a conduzir camiões

Polícias estão a substituir motoristas. Sindicato denuncia esquadras encerradas

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A Recusa do Trabalho a Tempo Parcial para os Professores pelo Público Lisboa – 12 agosto 2019

Os meus agradecimentos ao Luís Cansado do grupo do Facebook Professores Contratados.

Sim, ando por ai também…

Sim, Portugal é uma República das Bananas …e Podres.

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Pelo Educare – Fenprof acusa Governo de bloquear renovações a técnicos perto da vinculação

Fenprof acusa Governo de bloquear renovações a técnicos perto da vinculação » Educare – O Portal de Educação

A Fenprof acusou hoje o Ministério da Educação de violar a lei ao bloquear a renovação de contratos de técnicos especializados nas escolas para impedir que fiquem numa situação de vinculação automática no próximo ano.

Em comunicado, a Federação Nacional dos Professores (Fenprof) afirma que que os sindicatos estão a receber “inúmeras queixas” de direções de escolas “sobre a impossibilidade de procederem à renovação de contratos de técnicos especializados que reúnem as condições para tal na aplicação eletrónica” e sobre “a falta de resposta formal e escrita aos inúmeros pedidos de esclarecimento que têm endereçado à DGAE [Direção-Geral da Administração Escolar]”.

Segundo a Fenprof, a resposta tem apenas sido dada por telefone e “está a causar uma enorme indignação junto das direções das escolas e dos técnicos especializados”.

“Está a ser informado pela DGAE que apenas os técnicos especializados aderentes ao Programa de Regularização Extraordinária dos Vínculos Precários na Administração Pública (PREVPAP) estariam em condições de renovar os contratos! A mesma resposta está a ser dada aos técnicos especializados que se têm dirigido à DGAE, acrescentando que são ‘indicações internas’… Ora, a candidatura ao PREVPAP era só para técnicos não docentes, e como tal, os formadores com atividades docentes estavam impedidos de concorrer a esse programa”, lê-se no comunicado da federação.

Anabela Sotaia, dirigente da Fenprof, explicou à Lusa que em causa estão sobretudo casos de formadores no ensino profissional e ensino artístico especializado que, na prática, são professores, mas que legalmente são considerados técnicos especializados por não haver um grupo de recrutamento para a sua área de ensino.

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