Em defesa do Programa TEIP

Não nos compete comentar a qualidade de uma investigação académica. Essa é tarefa dos pares académicos. Compete-nos sim informar com rigor, no respeito pela verdade e pelo desafio que as escolas TEIP abraçam e de que não desistem.

 

Em defesa do Programa TEIP‏

 

“Hesitei sobre o título. O Programa TEIP não carece de defesa, porque tem provas mais do que dadas. Contudo, quando se faz notícia, a partir de um estudo, afirmando a ineficácia de uma política pública, generalizando a partir de uma amostra lacunar e de conclusões precipitadas e sem se tratar o contraditório fornecido pelo Ministério da Educação, torna-se útil disponibilizar informação verdadeira sobre os resultados das escolas que se encontram em territórios educativos de intervenção prioritária (TEIP), evitando-se, assim, eventuais aproveitamentos políticos (ou sensacionalismos) de um trabalho académico discutível.“

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6 comentários

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    • Mário Rodrigues on 26 de Julho de 2021 at 11:11
    • Responder

    Senhor João Costa! Felicito-o pelo excelente trabalho! Brevemente, todas as escolas portuguesas estarão ao nível TEIP!…

      • Alecrom on 26 de Julho de 2021 at 18:03
      • Responder

      Geração TEIP?

      Todos
      Em
      Igual
      Patamar

      Finalmente vamos chegando ao comunismo, lol.

        • Tou xéxé gue bara on 26 de Julho de 2021 at 18:18
        • Responder

        Mas…o comunismo de leste não costumava ter um ensino exigente?
        Já não se percebe nada!
        O superficialismo só benefícia políticos e grandes grupos económicos que dominam os políticos.

  1. O secretário Costa saiu em defesa do programa TEIP. Pelos vistos o tema é-lhe tão caro que não enviou uma 2ª linha fazer a defesa da honra desta sua menina dos olhos, ao contrário de outras. Talvez tenha sido porque as críticas resultaram de uma tese de doutoramento. O texto em si é o habitual reportório de propaganda à obra própria, sem cedência a grandes dúvidas, mesmo quando se admitem necessidade de retoques.

    O secretário Costa presta-se a fornecer “informação verdadeira” e uma pessoa quase se engasga com a torrada matinal. O secretário Costa considera, desse modo, que terá andado “informação falsa” a circular, embora afirme, em plural majestático, que “não nos compete comentar a qualidade de uma investigação académica”; que isso “essa é tarefa dos pares académicos”. E isto é tudo muito curioso. Porque dá a entender, implicitamente, que os académicos não deveriam ter a ousadia de avaliar a qualidade das políticas. A menos que seja o ipps do iscte. Ou algum centro amigo da católica, claro.

    • Rui Manuel Fernandes Ferreira on 26 de Julho de 2021 at 17:28
    • Responder

    O Parvo veio a terreiro defender o indefensável.
    Já tê-lo feito revela, pois, que precisa que o defenda.
    Só o que não singra por ele próprio é que não precisa de defesa.
    E quanto maior for a mediocridade mais ferozmente se defende.

    Diz,
    Não nos compete comentar a qualidade de uma investigação académica. Essa é tarefa dos pares académicos. Compete-nos sim informar com rigor, no respeito pela verdade e pelo desafio que as escolas TEIP abraçam e de que não desistem.

    Pois, senhor SE, informar com rigor, no respeito pela verdade, é exatamente fazê-lo com o argumento científico. Daí a importância do estudo. Não só do TEIP mas sim de todo e qualquer sistema educativo compensatório. A artificialidade vai pagar-se caro. Parvo.

      • Rui Manuel Fernandes Ferreira on 26 de Julho de 2021 at 17:30
      • Responder

      … é que precisa de defesa.

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