Os Assistentes Sociais não vinculam nas Escolas Portuguesas porquê?

 

Até 1998 quase todas as escolas portuguesas tinham um assistente social a trabalhar lá e era necessário? Será que desde essa altura, agora em 2019, os problemas sociais e económicos dos alunos nas escolas desapareceram?

Nos quadros das Escolas não existem assistentes sociais, porquê?

Todos os anos são contratados apenas por uns meses, porquê?

Porque não pode sair dinheiro do Orçamento do Estado para lhes pagar?

Porque são pagos com dinheiro que vêm dos Fundos da União Europeia?

Porque só algumas Escolas Portuguesas se podem candidatar a um projeto para terem assistentes sociais?

A resposta para esta série de perguntas é:

Porque seria admitir que em Portugal as escolas precisavam do trabalho dos Assistentes Sociais, que estes tinham de ser pagos através do Orçamento de Estado Português e que portanto os Assistentes Sociais eram necessários, por isso justificaria a sua efetivação, necessidade permanente!! E que isso poderia abrir precedente para abrir concursos não apenas para as escolas apelidadas de “Teip” e onde existem projetos para “Turmas Pief”, mas para todas as outras escolas do país.

Entretanto, vai-se empurrando com a barriga… para o ano logo se vê.

 

Rui Cardoso

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9 comentários

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    • Eu on 8 de Dezembro de 2019 at 10:15
    • Responder

    Contratar pelo menos um assistente social para cada Agrupamento, a trabalhar em estreita colaboração com um psicólogo, era fundamental para melhorar muitas das questões que afligem hoje as escolas… Os assistentes sociais conseguem uma proximidade com as famílias que ajuda a resolver muitas das questões a montante da Escola… Era fundamental a contratação destes profissionais…

    • Pardal on 8 de Dezembro de 2019 at 11:36
    • Responder


    As “escolas” não são nem devem ser “agências de emprego” para colocar todo o tipo de “desempregados” e “sub-empregados”.

    As “escolas” não são “albergues”, “instituições de caridade”, “asilos”, “cantinas sociais”, “centros de saúde” e também não são extensões da segurança social.

    As “escolas” não são gabinetes de assistencialismo.

    Separemos as águas. Cada macaco em seu galho.

      • Paulo Anjo Santos on 8 de Dezembro de 2019 at 13:38
      • Responder

      E sobre o facto de serem ou não precisos disseste?…. como diz o outro «bola!!», sero, nicles… Se já houve e deixou de haver, tens alguma opinião sobre o assunto?! Ou vens aqui apenas passar a palavra do «grande lider»…. pelo menos já o estás a fazer com modos aceitáveis!Foi preciso alguém te dizer alguma coisa? ou pior, foi preciso dizerem-te que não te pagavam mais? Não tem inteligência suficiente para perceber por si só?!

      • Sócas on 8 de Dezembro de 2019 at 19:08
      • Responder

      Não percebi! Também não são hospitais e têm fisioterapeutas… E quanto a assistentes sociais você devia saber, a sua prosápia de engajado rosa, que há Agrupamentos com assistentes sociais. Não seja ignorante! Já não lhe falo de outros países trate você de se informar…

      • Maria on 9 de Dezembro de 2019 at 21:45
      • Responder

      Pardal desconhece o papel de Serviço Social Escolar. Seria bom informar-se devidamente para não dizer disparates. Em Portugal o governo acha que os professores são polivalentes e o resultado está à vista. Professores cansados, esgotados e desmotivados por não poderem exercer as suas funções em pleno. Veja o que se passa noutros países europeus e não só.

    • Cláudia Martins on 8 de Dezembro de 2019 at 13:23
    • Responder

    O Sr com as suas declarações só demonstra uma falta de conhecimento profundo sobre a profissão de um assistente social e as suas funções. Lamento os juízos de valor quando esta profissão é tudo menos assistencialismo. Sugiro que procure informar se sobre o trabalho desenvolvido por estes profissionais nas escolas e se possível vá ver no terreno o que fazem. Obrigada.

    • Filipa Lage on 8 de Dezembro de 2019 at 13:29
    • Responder

    Esperamos que com o Ok do PREVPAP os assistentes sociais vinculem. Pelo menos temos o mail a confirmar que somos uma necessidade permanente (nas escolas onde concorram).

    • Falcão on 8 de Dezembro de 2019 at 16:07
    • Responder

    Pardal,
    Tic tac, tic tac, tic tac, tic tac, ai se o ridículo mata-se, eu ia passar muita fome…

    • Falcão on 8 de Dezembro de 2019 at 16:11
    • Responder

    “mata-se” era só para te convidar a dar aulas de português… 🙂 anda anda, busca busca… tic tac tic tac tic tac, os tempos estão a ficar negros no reino da pardalada… o futuro é incerto e muito preocupante para a família… o milho está a acabar…

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