São Mais Escolas Fechadas que as Anunciadas na Comunicação Social

A falta de assistentes operacionais nas escolas devem-se a vários fatores.

  • O primeiro, com o rácio de assistentes operacionais que são insuficientes para as necessidades das escolas.
  • O segundo, porque até agora não são substituídos os assistentes operacionais em falta nas baixas por doença, aposentação ou morte.
  • O terceiro, pelo enorme atraso nos concursos dos poucos mais de mil assistentes operacionais dados às escolas em março e que em muitos casos ainda não têm o concurso terminado.

 

No meu caso já por duas vezes tive necessidade por encerrar no período da tarde o funcionamento de uma escola do 1.º ciclo para acautelar a segurança e higiene do espaço escolar, porque de nenhuma forma conseguia manter o número de Assistentes Operacionais para manter o funcionamento da escola ao longo de todo o dia.

Nada disto é desconhecido pelas entidades superiores e têm sido enviado reports semanais das novas situações de doença dos assistentes operacionais, que por serem de 14 dias nunca serão substituídos numa lista de reserva que ainda não está constituída.

O envelhecimento da classe profissional dos Assistentes Operacionais (tal como das outras profissões) faz com que o número de baixas médicas aumente, sem que neste caso possa haver substituição porque a sua maioria são por períodos inferiores a 30 dias (as baixas médicas são praticamente colocadas por períodos de 14 dias sendo reavaliadas no fim desse período). E acontece em muitos casos sucessões de baixas médicas de 14 dias.

Enquanto não for tratado de forma séria o rácio de Assistentes Operacionais por escola e uma forma mais ágil de substituição o problema irá manter-se de futuro.

 

Escolas a fechar mais cedo e alunos com necessidades especiais em casa por falta de funcionários

 

Casos confirmados pela Lusa foram esta sexta-feira denunciados pela Fenprof e vão constar de uma plataforma online que a federação sindical vai criar para receber queixas de professores, assistentes, pais, alunos e cidadãos em geral

Escolas a funcionar de forma rotativa, alunos do 1.º ciclo com aulas só de manhã ou crianças com necessidades especiais impedidas de ir às aulas são algumas das consequências da falta de funcionários e professores. Os casos confirmados pela Lusa foram esta sexta-feira denunciados pela Fenprof e vão constar de uma plataforma ‘online’ que a federação sindical vai criar para receber queixas de professores, assistentes, pais, alunos e cidadãos em geral.

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