Quem concorda?

Professores devem eleger e ser eleitos para órgãos de gestão das escolas

O princípio da escola democrática é um princípio básico na nossa Constituição e por isso devemos proporcionar a todos os professores direitos iguais de eleger e ser eleitos pelos órgãos de gestão das escolas e limitar a três os mandatos dos membros dos órgãos de gestão das mesmas”, declarou Joaquim Sousa.

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12 comentários

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    • Maria Fernandes on 18 de Setembro de 2019 at 15:36
    • Responder

    Boa tarde colegas. Nunca devia ter sido alterada a forma de se eleger quem queremos que nos “dirija”. Para isso, serviu o 25 de abril, para nos repor a democracia!!!

    • Ricardo on 18 de Setembro de 2019 at 16:01
    • Responder

    Nem mais.
    Eleição pelo CG só serve para perpetuar interesses.
    E mais, dois mandatos por direção chega!!

    • Slimani on 18 de Setembro de 2019 at 16:59
    • Responder

    Que eu saiba todos os orgaos de gestão das escolas são constitudos por professores portanto são eleitos professores.
    O serem escolhidos por professores também o são, porque os CG têm na sua constituição e como grupo maioritario os Professores
    O limite de mandatos concordo

    • Slimani on 18 de Setembro de 2019 at 17:01
    • Responder

    Maria Fernandes então também deverão ser eleitos pelo pessoal não docente que também são dirigidos pelo mesmo órgão, e além de que são em maior numero que nós

      • Maria on 18 de Setembro de 2019 at 22:48
      • Responder

      No CG os professores estão em minoria. Em qualquer agrupamento há muito mais docentes do que pessoal não docente.
      Como pode dizer parvoíces destas aqui? Só pode estar a fazer campanha de desinformação.

        • Slimani on 19 de Setembro de 2019 at 8:39
        • Responder

        Maria no CG da minha escola estao representados 6 professores, é o grupo mais representativo por isso não digas asneiras.
        Quanto ao pessoal não docente efetivamente depende de Agrupamento para grupamento, mas tu so deves conhecer uma realidade, deves esquecer que nos JI e nas EB1´s o pessoal não docente é em triplo ou quadruplo comparativamente ao pessoal docente. Os agrupamentos não são só as EB 2/3 e Secundárias.

      • Ana on 19 de Setembro de 2019 at 21:51
      • Responder

      Parece que sabe muito pouco … deveria informa-se melhor antes de emitir opiniões sem o mínimo de rigor!!

        • Slimani on 23 de Setembro de 2019 at 10:05
        • Responder

        https://abeiradouro.net/constituicao-do-conselho-geral/

        Qual é o grupo mais representativo?
        E eu é que me devo informar melhor
        Enfim, será que são mesmo Professores os que por aqui comentam?

    • Lelo on 18 de Setembro de 2019 at 19:11
    • Responder

    Pensar que os governos voltem ao tempo democrático da votação para os Conselhos Executivos é ser-se muito ingénuo.
    Os vários governos adoram a figura do Diretor+Conselhos Gerais. Ditadura Pura.

    • CF on 18 de Setembro de 2019 at 20:50
    • Responder

    Limite de mandatos a todos os membros das direções para acabar com as ditaduras.
    Uma turma ao diretor para acabar com a burocracia.

    • Orquídea neves on 18 de Setembro de 2019 at 20:58
    • Responder

    Se fosse só ditadura… E os casos de”friends gate? ” é a incompetencia, as vezes gritante? Etc… Etc.

    • MUDAR-PRA-MELHOR on 19 de Setembro de 2019 at 0:19
    • Responder

    De facto, até à data, não tem havido equidade nem valorização de quem trabalha no ensino!!!! E, olhe-se lá… As minhas primeiras aulas datam de 1987.

    SEGUE-SE UMA OUTRA PROPOSTA, TÃO VÁLIDA QUANTO OUTRAS, em várias matérias professorais…

    Cá vai (E JÁ ME REPITO COM ESTA POSIÇÃO PORQUE A APRESENTEI EM OUTRAS PARAGENS…),

    A)- cada prof deverá ter a seu cargo um X nº mínimo e um Y nº máximo de alunos por ano letivo -, com um acréscimo de 8% no vencimento por cada +10 alunos acima desse X nº mínimo;

    B) o(s) vencimento(s) base a propor, de montante bem superior ao atual, deve ficar indexado a uma graduação da tipologia comportamental disruptiva dos alunos ou turmas e ao nº de alunos por docente no ano letivo – já que existe a figura da “flexibilidade” seria profícuo que ela coubesse no vencimento dos professores. QUE BEM FICARÍAMOS COM UMA FLEXIBILIDADE ASSIM.

    C) não se pode admitir que um prof tenha serviço distribuído , p.e., 3 ou 4 turmas com 4, 5 ou 6 alunos, num total de menos de 40 alunos num ano letivo e, outros, com turmas bem “recheadas”, cada uma a rondar os 30 alunos. Se não há nº de alunos para distribuir ao prof, deve completá-lo noutra escola. A atribuição dos cargos, em regime de rotatividade (a acordar!!!) implicando a distribuição do nº X mínimo de alunos (o mesmo mínimo dos restantes docentes acrescido de 5% no(s) ordenado(s) base, assunto retomado mais abaixo.

    D) os diretores e suas equipas coadjuvantes (subdiretores, adjuntos e coordenadores de estabelecimento) devem ter um único mandato, no máximo de 4 anos durante toda a sua carreira profissional, ficando vedada a possibilidade de aceder a qualquer um dos cargos de diretor, de subdiretor ou de adjunto, independentemente do cargo desempenhado nesses 4 anos-, é importante dar lugar à rotatividade através da promoção da equidade e oportunidades para todos.

    E) o vencimento de um qualquer diretor deverá ser igual ao do professor/professores a auferir o montante máximo na sua escola – ou seja, igual ao docente que auferir o ordenado com maior nº de acréscimos de 8%, cfr. referido acima -, o cargo de diretor é exigente, não se discute! Porém, no mesmo nível de exigência quanto ao nº de horas de trabalho, de entrega, de abnegação de um qualquer professor. Não tendo alunos, o diretor dedicar-se-á, com toda a propriedade, ao desempenho do nobre cargo de direção, no limite até 4 anos da sua carreira profissional. Igual similitude se prospecta nos cargos de subdiretor e de adjuntos do diretor;

    F) Aos cargos de representação nos órgãos de gestão estratégica – Conselho Geral – também deverá impor-se um limite máximo, de 4 anos, a todos os membros/representantes. A limitação, a 4 anos, deverá ser, também, nominal. Volvidos os 4 anos, o membro em causa cessará o desempenho, ficando-lhe vedado qualquer outro acesso, enquanto membro de outros mandatos do Conselho Geral (CG), independentemente da natureza da representatividade.

    OUTRA PARTILHA DE COMO TUDO VAI CORRENDO EM DESNORTE…

    Tenho conhecimento de uma escola pública onde uma docente membro do CG saiu do órgão Conselho Geral por incompatibilidade e regressa , passados 2 anos, ao CG por convite verbal do diretor: nessa mesma reunião é eleita presidente do órgão, ao arrepio do que um qualquer cidadão médio entende serem as boas práticas de direito administrativo em termos de legalidade, de responsabilidade e,mesmo de cidadania, de exemplo a dar na qualidade de docente. Tendo a conduta desta Sra Presidente do CG sido sobejamente elogiada, por quem de direito, com grandes responsabilidades no Ministério da Educação – foi-lhe reconhecido, por escrito, que enquanto Presidente do Conselho Geral está a prestar um serviço público ao país. Atualmente a escola carece da abertura urgente de concurso público para eleição do diretor (essa escola profissional encontra-se com CAP desde nov 2018) e a Sra Presidente não consegue reunir o Conselho Geral, sempre por falta de quórum – apenas têm comparecido 3 elementos – e o órgão não procede em conformidade. Existem docentes doentes e ausentes há mais de um ano das reuniões do CG dessa escola, e também não existem docentes na lista de suplentes para entrar no órgão. A Sra Presidente, que parece estar agarrada ao cargo, não procede a novas eleições entre os docentes. Já houve quem denunciasse à tutela todas as irregularidades,protagonizadas pela Sra Presidente do Conselho Geral, uma docente dessa escola profissional pública. Contrariamente ao que deveria acontecer, a Sra Presidente do CG conseguiu construir uma lista de representantes dos docentes no CG incluindo docentes contratados (note-se que nada tenho contra os colegas contratados, que muito respeito!) mas que a lei ainda não permite integrar no CG. O próprio Sr Presidente da CAP da escola subscreveu a tal lista dando autorização para permanecer afixada, ninguém respeita a lei? Apesar dos escandalosos atropelos à lei, a Sra Presidente do CG até já recebeu um reconhecimento escrito de prestação de serviço público ao país [reconhecimento registado por quem de direito – um dirigente pertencente a uma entidade oficial do Ministério da Educação).
    A absurda falta de conhecimento dos trâmites legais que um qualquer cidadão médio deve dominar passam ao lado de docentes com responsabilidades acrescidas nesta escola pública. É lamentável que exista quem nas nossas escolas, nas nossas comunidades locais e no Ministério da Educação entenda que tudo isto está bem … e se recomenda!

    E é neste estado que temos a nossa escola pública, para onde também vão os impostos de todos…

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