António Costa encerra assunto 942 (Mas nós não…)

A vontade de um cidadão não se pode sobrepor à de milhares… vamos continuar.

E depois vem falar de motivação dos professores…

 

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9 comentários

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    • Rio Dão on 7 de Setembro de 2019 at 13:46
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    Continuem a votar nesta escumalha. Gente sem palavra. Nem mais um voto.

    • Pardal on 7 de Setembro de 2019 at 16:16
    • Responder


    António Costa esteve muito bem ao dar por encerrada uma questão que não faz qualquer sentido. A recuperação do tempo de serviço foi realizada à semelhança das carreiras gerais da função pública.

    O País continua com um endividamento altíssimo que não permite aventuras.

    António Costa demonstrou Sentido de Estado e conhecimento profundo da situação económica da Europa em que são já evidentes sinais preocupantes.

    Um professor encontra a sua motivação profissional nos alunos e não em valores materiais. Os professores portugueses não tem motivo de queixa em relação aos vencimentos praticados, dado estes serem (em paridade do poder de compra) dos mais elevados na Europa.

      • Paulo Anjo Santos on 7 de Setembro de 2019 at 18:28
      • Responder

      Sobretudo os contratados que passam uma carreira toda, com a cenoura da futura integração nos quadros, a ganhar mil euros por mês, quando são colocados e em muitos anos a gastar uma boa parte do vencimento em deslocações. O problema da classe docente é que está muito dividida. Há um 1º grupo que conseguiu atingir o topo de carreira ou perto disso não está nada mal, sobretudo em relação aos restantes. Depois há 2º grupo de professores que já estão nos quadros mas não subiram muitos escalões por causa dos congelamentos (digamos que é o grupo que entrou cedo para os quadros e tem atualmente entre os 40 e os 55 anos, mais coisa menos coisa), estes não estão grande coisa, as espetativas de chegar ao topo da carreira já eram e o vencimento é relativamente baixo para as qualificações e experiência que têm, reasta-lhes a consolação de saberem (os que sabem) que há quem esteja pior, por incrível que possa parecer. Um 3º grupo diria que inclui contratados que conseguem colocações com relativa facilidade e professores do quadro que entraram recentemente. Uns estão melhor ouros pior, mas nenhum está muito bem, o vencimento é baixo, ronda os mil euros líquidos, a insegurança é alta e para muitos todos os anos têm de mudar radicalmente de vida para conseguir ter colocação. Um 4º grupo inclui os que estão piores de todos, aqueles que são contratados adeternum e que não sabem onde vão estar no próximo ano, nem se vão ter um horário completo, de 20 ou 14 tempos letivos. Estes deviam ser aqueles que só poderiam ser mantidos nestas circunstâncias 3 a 5 anos (sendo simpático para o estado ou governos) mas muitos deles são mantidos assim décadas, sempre com a tal cenourinha que lhes vai dando esperanças.

      Obviamente que estes grupos estão em situações muito diferentes e por isso têm interesses diversificados… no meu caso diria que estou entre o 4º e o 3º, ou melhor, estava no 4º mas agora parece que já estou no 3º, é a tal cenourinha, vamos lá ver se lhe consigo dar uma dentada, ou se me voltam a tirá-la como fizeram em 2012…

      Quanto ao Pardal, obviamente é um boy do PS, está aqui como deve haver muitos em todos so foruns de opinião para tentar ganhar votos… tenho dúvidas que seja professor, mas até pode ser, é certamente alguém com interesses partidários.

      • Rio Dão on 7 de Setembro de 2019 at 18:48
      • Responder

      O Pardal fazes parte do grupo por uns tachos ou algumas benesses andas a fazer propaganda política dessa escumalha xuxialista. O dr Mário Soares deve rebolar no túmulo. Miseráveis. És tu e o cabeça de lista por Viseu, João Azevedo, vulgo João Banana..

      • António Costa on 7 de Setembro de 2019 at 19:16
      • Responder

      E pronto , temos o professor Pardal, como é seu hábito a zurzir nos professores! Chego à conclusão que é um infiltrado do regime e que não perde uma oportunidade para desvalorizar os professores. O objectivo deste Pardal é proletarizar a classe docente. Diz-me donde vens, dir-te-ei quem és!

    • Alberto on 7 de Setembro de 2019 at 17:42
    • Responder

    Ó, Pardal,
    Tinha duas questões ( e as respetivas alíneas) para colocares ao teu amigo Costa.
    Em primeiro lugar, por que motivo fala tanto num PS forte? É uma forma eufemística de pedir uma maioria absoluta? Esse slogan não engana ninguém. Em eleições anteriores, queixou-se da vitória de Seguro por «poucochinho»; nas últimas, o teu amigo teve uma derrota por «poucochinho», conseguiu fazer governo e fez, em geral, bom trabalho (omito a chantagem da demissão indigna de um estadista…). Portanto… que deixe de ser manhoso e calculista.
    Por outro lado, no seus debates, a sua opinião sobre os professores reduz-se a conhecimentos do âmbito familiar. O facto de a sua digníssima esposa ter sido educadora leva-o a verbalizar as suas preocupações com a monodocência? Porquê só agora? Pretende dividir os professores? Quer conseguir algumas dezenas de milhares de votos, acenando com cenouras… a alguns?
    Apetecia-me repetir-lhe a frase que Fernando Pessoa diz a Ricardo Reis na festa de Carnaval, no romance «O Ano da Morte de Ricardo Reis»…. mas poderia ser interpretada como um insulto à dignidade do cargo que exerce.

    • No name on 7 de Setembro de 2019 at 20:36
    • Responder

    A digníssima esposa foi educadora. Já não é? Quero um marido ministro com urgência !

    • Rui Filipe on 9 de Setembro de 2019 at 16:17
    • Responder

    Querer ser simpático com o 1o Ciclo, é dividir para reinar.
    Todos os níveis de ensino tem os seus galhos. A honestidade manda, que se encontrem medidas equitativas para todos.
    O pior que a Classe pode fazer, é cair neste engodo. Será ou seria mais uma vitória da manhosice : separar para “ liquidar”.

    • António Silva on 9 de Setembro de 2019 at 23:39
    • Responder

    Srs/as profes, se concordam com a opinião de António Costa que os942 é assunto encerrado, então votem nele outra vez. Julgo que nestas situações que deveriam deixar a porra do Partido de lado e verem quem poderá repor os anos meses e dias perdidos, não foi um ano, foram mais que nove (9) anos perdidos que vão contar para o resto da vossa vida.

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