Professores devem ou não fasear os três anos de serviço recuperado? O ECO fez as contas

Professores devem ou não fasear os três anos de serviço recuperado? O ECO fez as contas – ECO

  • Isabel Patrício
  • 24 Maio 2019

Fasear ou não fasear a recuperação dos dois anos congelados? É esta a questão a que os professores têm de dar resposta até 30 de junho. Veja as simulações para perceber qual a melhor opção.

Depois de um longo processo negocial e de uma polémica apreciação parlamentar, é agora certo que os professores vão recuperar apenas dois dos mais de nove anos congelados. O que não é certo é como irá tal contagem decorrer, estando nas mãos dos docentes essa escolha: ou recebem esses 1.018 dias em três tranches entre 2019 e 2021 ou de uma só vez, mas apenas no momento da sua próxima progressão. Em causa está uma decisão que exige muitos cálculos e previsões. O ECO foi fazê-los.

Em abril, o Governo fez publicar em Diário da República o diploma que “mitiga os efeitos do congelamento” na carreira docente, no qual está prevista a recuperação de 70% do módulo de tempo padrão (isto é, dois anos, nove meses e 18 dias) no momento da próxima progressão. “A partir de janeiro de 2019, aos docentes são contabilizados dois anos, nove meses e 18 dias, a repercutir no escalão para o qual progridam a partir daquela data”, lê-se no decreto-lei nº36/2019.

A essa modalidade veio somar-se já em maio uma outra, desta vez introduzida pelo diploma que “mitiga os efeitos do congelamento” nas demais carreiras especiais. De acordo com o decreto-lei nº65/2019, a recuperação desse tempo será feita em três momentos (junho de 2019, 2020 e 2021), com efeitos imediatos no “escalão ou posição remuneratória detidos pelos trabalhadores”. Ainda que este diploma se dirija às carreiras especiais pluricategoriais e não especificamente à dos professores (que é unicategorial), esta modalidade também está disponível para os professores, se a considerarem mais vantajosa. Para tal, têm de avisar os serviços do Ministério da Educação até 30 de junho de 2019.

Tomar esta decisão não é, contudo, uma tarefa fácil, já que cada uma dessas opções pode ser vantajosa consoante o caso. Das hipóteses colocadas pelo ECO e segundo os vários cálculos feitos pelo professor Rui Cardoso, parece sobressair uma orientação principal: para quem ia progredir ainda este ano é tendencialmente mais vantajoso fugir do faseamento.

Por outro lado, quem já está no nono escalão deverá optar por receber já no próximo mês a primeira parte desses dois anos que o Governo concordou recuperar, uma vez que a posição seguinte (a décima) é a última da tabela e portanto, se esperar pela próxima progressão para recuperar esse tempo, esses 1.018 dias acabarão por não ter expressão remuneratória.

Confuso? O ECO preparou alguns exemplos claros, que deverão ajudá-lo a perceber as hipóteses em cima da mesa. Todos estes cenários partem do princípio que o docente tenha obtido “Bom” na última avaliação de desempenho e não tenha entretanto concluído um mestrado ou doutoramento, já que esses graus académicos e as notas de avaliações superiores implicam bonificações de tempo de serviço no escalão seguinte, o que complica ainda mais estes cálculos. Também se considera que os docentes dispõem já das horas de formação contínua necessárias à progressão, uma vez que sem cumprir esse requisito o salto não é possível.

  • Progredi em 2018. Devo fasear? Sim

À boleia do descongelamento das carreiras que marcou o início de 2018, muitos foram os professores que saltaram de escalão no início do último ano, voltando o relógio a ficar a zeros. Arrancou novamente a contagem de quatro anos, ou seja, 1.460 dias.

De acordo com o decreto-lei especificamente direcionado para os docentes, depois da progressão a 1 de janeiro de 2018, esses profissionais veriam reconhecidos na totalidade os dois anos agora recuperados pelo Executivo de António Costa no final de 2021, na altura da próxima progressão.

Nessa altura, o professor receberia então os tais 1.018 dias, ficando a faltar 433 dias para a sua próxima progressão, já que são precisos 1.460 dias para concretizar esse avanço. Se tivesse progredido originalmente a 1 de janeiro de 2018 e tivesse depois subido de escalão a 31 de dezembro de 2021, esse próximo salto seria a 9 de março de 2023. Com o faseamento, conseguiria antecipar o salto de 2020, acontecendo o segundo no mesmo momento.

Ao optar por fasear, o mesmo docente receberia a primeira tranche do tempo recuperado (340 dias) já em junho, ficando então com 856 dias acumulados (aos 340 dias somam-se os 516 dias que já passaram desde 01 de janeiro de 2018), o que é insuficiente para saltar de escalão. Essa passagem deveria, por isso, acontecer aquando da segunda tranche, a 1 de junho de 2020.

Depois dessa progressão em 2020, o mesmo docente voltaria a progredir a 18 de março de 2023, ficando saldados os dias de recuperação.

Tudo somado, é mais vantajoso fasear o tempo recuperado. Faseamento ou não, a segunda progressão acontece praticamente no mesmo momento, mas o primeiro salto já teria acontecido dois anos antes, no caso de o docente optar pelas tranches. Esse profissional ficaria assim todo esse período a receber um salário mais elevado do que aquele a que teria direito se recebesse os tais 1.018 dias só no momento da progressão.

  • Ia progredir a meio de 2019. Devo fasear? Não

Quem já conta ou vai contar com tempo de serviço suficiente para progredir este ano, não deverá encontrar grande vantagem em fasear a recuperação dos dois anos, nove meses e 18 dias. O cenário mais vantajoso será receber tudo de uma só vez.

No caso de um professor que a 1 de julho de 2019 estivesse em condições de progredir, o próximo salto previsto, com o reconhecimento dos dois anos no momento dessa primeira progressão, seria a 6 de setembro de 2020.

Com o faseamento, esse primeiro salto acontece um mês mais cedo, aquando da recuperação dos tais 340 dias, mas essa segunda progressão passa a estar prevista só a 1 de junho de 2021 — quase um ano depois face ao salto previsto com a recuperação total. E se é verdade que, depois desse salto, ainda fica com 259 dias em “depósito”, também o é que na primeira modalidade já tinha estado três anos a acumular tempo de serviço, sendo o faseamento desvantajoso.

  • Ia progredir no primeiro trimestre do 2020. Devo fasear? Sim

No caso de um professor que tivesse condições para progredir a 1 de fevereiro de 2020, a próxima progressão aconteceria a 9 de abril de 2021. Isso se a totalidade dos dois anos fossem reconhecidos nesse segundo mês do próximo ano.

Caso esse docente optasse pelo faseamento, esse primeiro salto poderia acontecer já a 1 de junho deste ano, mas o próximo teria de ser adiado para 1 de junho de 2021. Só nessa altura é que o profissional voltaria a reunir os 1.460 dias necessários à progressão, o que difere em poucos meses da data indicada para a primeira modalidade.

Portanto, se optasse por fasear os dois anos recuperados, esse docente ficaria, numa primeira fase e durante mais tempo, a receber um salário superior, já que a primeira mudança de escalão seria antecipada cerca de oito meses. No segundo salto, esse mesmo professor ficaria a receber um salário inferior àquele em que teria direito na primeira modalidade, mas apenas durante um mês. A opção pelo faseamento acaba, ainda assim, por ser mais vantajosa.

  • Ia progredir no final de 2020. Devo fasear? Sim

Depois de analisado o início de 2020, o final desse mesmo ano oferece ainda menos dificuldades no momento da decisão, isto é, contas feitas, é aconselhável escolher o faseamento.

No caso de um professor que reunisse condições para progredir a 1 de setembro de 2020, a segunda progressão, à boleia da recuperação dos tais 1.018 dias, aconteceria a 8 de novembro de 2021.

Com o faseamento, esses saltos passariam a acontecer a 27 de setembro deste ano (ou seja, praticamente um ano antes do que o previsto com a modalidade anterior) e a 17 de novembro de 2021.

Mais uma vez, com o faseamento, o docente fica a receber antecipadamente a remuneração resultante da primeira progressão, que é naturalmente superior ao seu escalão atual, mas vê atrasada a chegada ao salário ainda maior decorrente desse segundo salto. Nesse caso, a diferença de calendário deverá ser apenas de poucos dias e portanto não é relevante, sendo preferível optar pelo faseamento.

  • Ia progredir só em 2021. Devo fasear? Sim

Este é um dos casos em que encaixa um redondo “sim” ao faseamento dos dois anos, nove meses e 18 dias recuperados.

Sem faseamento, um professor que só reunisse as condições necessárias para progredir a 1 de janeiro de 2021 apenas voltaria a saltar de escalão, à boleia da recuperação do tempo congelado, a 10 de março de 2022.

Ora, com as diferentes tranches, esse mesmo docente conseguiria saltar de escalão a 27 de janeiro de 2020. Com a primeira fase de recuperação (os primeiros 340 dias recuperados em junho de 2019) ainda lhe ficariam a faltar 240 dias de tempo de serviço para um novo salto, atirando para 27 de janeiro de 2020 essa progressão. Depois desse salto, o docente voltaria a progredir a 19 de março de 2022, demonstrando-se a vantagem da opção pelo faseamento, neste caso concreto.

Link permanente para este artigo: http://www.arlindovsky.net/2019/06/professores-devem-ou-nao-fasear-os-tres-anos-de-servico-recuperado-o-eco-fez-as-contas/

44 comentários

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    • Hugo on 11 de Junho de 2019 at 17:51
    • Responder

    Boa tarde, tendo muito bom no ultimo ciclo avaliativo e teoricamente apenas mudaria de escalão em dezembro do próximo ano; esta avaliação pode ser usada e assim passaria de escalão em junho (como refere o simulador)?

    • Ana Maria on 11 de Junho de 2019 at 18:12
    • Responder

    não não pode. Já bonificou com ela no escalão anterior. Agora no escalão que está pode usá la mas apenas com bom… não bonifica 2 vezes MB!!!!!

      • Hugo on 11 de Junho de 2019 at 19:11
      • Responder

      A avaliação de Mb foi no ciclo avaliativo 2009-2011 e desde então não mudei de escalão.

        • Ana Maria on 11 de Junho de 2019 at 23:21
        • Responder

        então sim. Tem que pedir recuperação da avaliação

          • Mika on 11 de Junho de 2019 at 23:24

          Sendo assim não necessito de pedir aulas assistidas?!
          Obrigado pela ajuda

          • Hugo on 12 de Junho de 2019 at 8:52

          Tenho respostas contraditórias à minha questão, há quem diga que a bonificação de mb só poderá ser utilizada depois de entrar no novo escalão

    • Lúcia Sousa on 11 de Junho de 2019 at 18:26
    • Responder

    Estou no 5º escalão e mudo para o 6º escalão em 30 de junho de 2019. Será vantajoso para mim pedir o faseamento? No 5º escalão fui avaliada com Muito Bom. Se não pedir o faseamento, só posso usar a avaliação anterior ser usufruir do muito Bom e tendo de aguardar vaga para aceder ao 7º escalão.

    • Toninho on 11 de Junho de 2019 at 18:34
    • Responder

    Boa tarde.
    Tive aulas observadas no ciclo avaliativo 2009/2011,estava no 1 escalão. Progredi em janeiro de 2019 para o 2 escalão…posso recuperar as aulas observadas de 200)/2011 para entrar no 3 escalão???
    Obrigado a quem puder ajudar

    • Zezinho on 11 de Junho de 2019 at 18:35
    • Responder

    Boa tarde.
    Tive aulas observadas no ciclo avaliativo 2009/2011,estava no 1 escalão. Progredi em janeiro de 2019 para o 2 escalão…posso recuperar as aulas observadas de 200)/2011 para entrar no 3 escalão???
    Obrigado a quem puder ajudar

    • Maria Albuquerque on 11 de Junho de 2019 at 18:38
    • Responder

    Olá! Mudei para o 9º em janeiro 2019. O que me é mais vantajoso? Obrigada

      • João on 11 de Junho de 2019 at 21:05
      • Responder

      Pedir faseamento.

        • João on 11 de Junho de 2019 at 21:08
        • Responder

        Não, Quem muda em 2019, espera para ganhar de imediato os quase 3 anos.

    • Antónia Santos on 11 de Junho de 2019 at 19:14
    • Responder

    Boa tarde
    Mudei para o 9º em agosto de 2018.
    O que será mais vantajoso, pelo que li será pedir o faseamento. Será que estou correta?
    Depois quando é que mudo para o 10º.
    Agradeço a quem puder ajudar.
    Antónia

    • ilda on 11 de Junho de 2019 at 19:29
    • Responder

    Mudava para o 8º escalão em junho de 2021.
    devo pedir faseamento ,certo?
    Obrigado
    Ilda

    • Carina on 11 de Junho de 2019 at 19:52
    • Responder

    Estou no terceiro escalão e mudo em dezembro para o quarto. Se nessa altura pedir a totalidade do tempo e, como tive excelente em 2009/2011 e nunca usufruí dessa avaliação, ficaria com 2a9n18d + 12 m…assim, mudaria para o quinto em abril de 2020…devo/posso pedir pedir aulas assistidas até 30 de junho, apesar de só ainda estar no terceiro? O excelente isenta de vaga para acesso ao quinto escalão?

    • Ana Paula Santos Areias on 11 de Junho de 2019 at 19:57
    • Responder

    Boa tarde!
    São muitas as hipóteses colocadas, muitas as situações estudadas e muitas sugestões dadas. No entanto, continua a não haver nenhum esclarecimento quanto aos professores que ficaram afunilados no quarto escalão (ou no sexto) à espera de vaga. Como é que se processa com estes professores que já deveriam ter mudado em 2018. Estou no quarto escalão desde 2005, vi passarem-me à frente imensos professores reposicionados (quase uma centena) e outros tantos que mudaram muito depois de mim. Não vou entrar nas vagas este ano e provavelmente para o próximo ano também não… Então, mais uma vez, vamos ser ultrapassados? Podemos pedir faseamento? Qual é a situação mais vantajosa?
    Alguém é capaz de esclarecer estas situações? Há alguém nestas situações que já tenha alguma resposta concreta?
    Obrigada

      • Maria on 11 de Junho de 2019 at 23:54
      • Responder

      Colega
      Estou na mesma situação. No 6 escalão. É revoltante, para não dizer coisa pior. Para sindicatos, governo e até para este blog não existimos. Já perdi mais 2 anos para além dos 9. Ninguém diz o que se vai passar com as pessoas que estão nas listas e já concluíram o tempo no escalão há mais de um ano?

        • Ana Paula Santos Areias on 12 de Junho de 2019 at 1:20
        • Responder

        Pois, parece que realmente ninguém quer saber destes professores afunilados – devemos ser uma minoria, a avaliar pela completa ignorância a que somos votados…
        Segundo o esclarecimento do SIPE , parece que vamos mesmo continuar a vê-los passar.: os anos, os colegas muito mais novos. Enfim, uma tremenda injustiça.

        Veja-se a nota do SIPE:
        Ponto 4- “O SIPE classifica como lamentável a enorme injustiça que resulta da aplicação dos diplomas da recuperação do tempo serviço para os docentes que ainda se encontram nas listas de acesso ao quinto e sétimo escalões, assim como para aqueles que subiram de escalão em 2018, que agora apenas podem optar pela recuperação do tempo de serviço de modo faseado, enquanto os docentes que subiram de escalão em 2019 podem optar pela totalidade, sendo que muitos vão integrar a mesma lista”.
        Ponto 5- “O SIPE considera totalmente despropositada a existência de cotas e vagas para o acesso ao 5º e 7º escalões da carreira, que podem diluir completamente os efeitos desta parcela do tempo de serviço congelado”.

        Perante isto, o que percebo é que não temos opção- somos obrigados a optar pelo faseamento e, entretanto, outros virão para engrossar a já longa lista, passando novamente à frente?! E nisto tudo, ainda não percebi como é que vamos usufruir dos dois anos e restantes dias, pois, quando finalmente entrarmos nos escalões, ou seja, quando obtivermos vagas,, já o tempo se esgotou, já se diluiu?! Não consigo mesmo perceber NADA! Onde está a justiça? Onde está a equidade?

          • Maria on 12 de Junho de 2019 at 17:07

          O faseamento, no meu entendimento (já pouco entendo disto), apenas vai servir para perdermos mais 11 meses que não serão utilizados no escalão seguinte. Isto para os que transitarem em 2020 para o 7 escalão através da vaga. O faseamento servirá apenas para não sermos ultrapassados pelos que estão atrás da lista. A recuperação total não vai afetar quem se encontra na lista e já concluiu o tempo no 6 escalão, irá afetar outros.

    • Carla Duarte on 11 de Junho de 2019 at 20:19
    • Responder

    Boa noite.
    Estou no 2°escalão (30/12/2009); tive excelente em 2009/2011 e nunca usufruí dessa avaliação;
    tenho horas de formação.
    O que será mais benéfico – total ou faseado?
    Para o ano tenho que requerer observação de aulas assistidas, quer tenha optado pela recuperação total ou faseada?

    Continuação de excelente trabalho.
    Cumprimentos
    Carla Duarte

    • Maria Carvalho on 11 de Junho de 2019 at 20:51
    • Responder

    Um professor que tenha sido reposicionado definitivamente nos termos da Portaria n.º 119/2018, caso não opte pela recuperação faseada, só poderá recuperar os 2A9M18D quando tiver a primeira progressão após o reposicionamento?

    • Manu Silva on 11 de Junho de 2019 at 21:32
    • Responder

    Olá!
    Mudei para o 9º em fevereiro de 2019. O que será mais vantajoso nesta situação?
    Obrigada.


    1. Usar já os 1018 dias!

    • Mika on 11 de Junho de 2019 at 22:24
    • Responder

    Boa noite,
    Tive aulas assistidas em 2009/2011 e tive a avaliação de Muito Bom.
    Subi para o 2 escalão em fevereiro de 2018.
    Posso solicitar a recuperação das aulas assistidas?! E antecipar em meio ano a subida para o e escalão?!
    Obrigado

    • Júlia Ribeiro on 11 de Junho de 2019 at 22:34
    • Responder

    Mudei para o 9º escalão em 14 de fevereiro e tive muito bom na avaliação do ano letivo 2018/19. qual a melhor opção total ou faseado?


    1. Total.

    • São Costa on 11 de Junho de 2019 at 22:35
    • Responder

    Olá boa noite.
    Mudei para o 4º escalão em 25 de janeiro de 2019. Da análise que fiz parece-me mais vantajoso utilizar o tempo de uma vez só,. Como tive na última avaliação um Muito Bom, e com os 2A9M18 dias, deveria mudar no dia 10 de outubro deste ano. O problema é que preciso de aulas assistidas para mudar para o 5º escalão . A nota informativa veio deixar-me confusa, no ponto 6 diz que a observação de aulas serve como requisito mas não como avaliação. Quer dizer que se tivermos muito bom ou excelente não o podemos usar? Então que está na situação da nota informativa não pode aceder diretamente ao 5º escalão.

    • Cris on 11 de Junho de 2019 at 23:37
    • Responder

    olá
    mudei par 3º escalão 29 setembro 2009. Será vantajoso para mim pedir o faseamento?


    1. Sim, faseamento.

    • Mika on 11 de Junho de 2019 at 23:59
    • Responder

    Boa noite,
    Peço, mais uma vez, a vossa ajuda para o esclarecimento da seguinte situação:
    Tive aulas assistidas em 2009/2011 e tive a avaliação de Muito Bom.
    Subi para o 2 escalão em fevereiro de 2018.
    Posso solicitar a recuperação das aulas assistidas?! E antecipar em meio ano a subida para o e escalão?!
    Obrigado

    • Gina Fonseca on 12 de Junho de 2019 at 7:46
    • Responder

    Olá, bom dia!
    Mudei para o 6 escalão no final de fevereiro de 2019. Devo pedir o tempo por inteiro ? Se pedir o tempo por inteiro serei avaliada até final de agosto de 2019. Ainda poderei pedir aulas assistidas?

    • Marcelo Reis on 12 de Junho de 2019 at 17:22
    • Responder

    Boa tarde
    Estou nas listas para progredir para o 7 escalão, que será com a data de 31 de Janeiro de 2019.
    Pergunto devo pedir o tempo faseado ou por inteiro ?.

    • Isabel on 12 de Junho de 2019 at 17:22
    • Responder

    Olá, boa tarde

    Mudei para o 9.º em 16-4-2010.
    Mudo para o 10.º em 16-4-2021.
    Devo pedir o tempo faseado?
    Posso antecipar a mudança para o 10.º com este descongelamento? Quando?
    Alguém sabe esclarecer-me?
    Muito obrigada

    • isabel Cunha on 12 de Junho de 2019 at 18:10
    • Responder

    Olá,

    Mudei para o 5.º escalão em fevereiro de 2018 tendo tido excelente no 4.º escalão. Pedi bonificação de doutoramento em 21 de março de 2018. A escola não sabia o que fazer e a DGAE só agora informou que deveria mudar em 21 de março de 2108 para o 6.º escalão após cumprir os requisitos. Fiz 25 horas de formação e fui avaliada nesse ano letivo. Em que dia devia ter mudado para o 6.º escalão? A escola aguarda instruções para atualizar a minha situação. Continuo como se estivesse no 5.º.
    Dependendo do dia em que se dá efetivamente a mudança de escalão mudo para o 7.º em junho de 2020 ou setembro. Isso significa que devo ser avaliada este ano ou no próximo. Não sei o que fazer!

    • Alice Carneiro on 12 de Junho de 2019 at 20:22
    • Responder

    Boa noite! Gostava que me desse uma opinião.
    Conclui mestrado em junho de 2010. No dia 1 de julho de 2010 ingressei no 8ºescalão onde estou até hoje.
    Comecei a trabalhar a 26 de janeiro de 1987 e nasci a 14 de janeiro de 1962.
    Transito ao 9ºescalão a 1 de julho de 2021.
    No meu caso, o que será mais benéfico? Faseado? Aguardar?

    Agradeço que me seja dada uma informação.

    Obrigada

    • Petra Vougen on 12 de Junho de 2019 at 20:37
    • Responder

    Antes da “concessão” dos 2 anos, 18 meses e 2 dias, informaram-me no Sindicato que (tendo entrado em QZP este ano letivo – 18/19), ficaria no 2° escalão provisoriamente, até cumprir o requisito das Aulas observadas, que conclui a 30 de janeiro de 2019.
    Ora, após a concessão da supra referida “dádiva”, tenho tempo para ir para o 4° escalão, e ainda não passei sequer para o 3° porque o IGEF não tem dinheiro para cabimentacao de todos… Tenho uma especialização equivalente a 300 horas, que não sei se ficarão “aprisionadas” no 3° escalão. E se preciso de fazer mais formação este mês de julho 2019; se devo considerar a minha progressão a partir da data de entrega do reqy das aulas observadas ou aquando da conclusão dess requisito já cumprido; se devo fazer ou não a progressão; e se fizer em julho às 50horas de formação creditada neste mês de julho 2019, (em que já me inscrevi), posso passar diretamente para o 4° escalão (se ainda nada sei e nada me sabem dizer em concreto nem no meu agradecimento, nem no sindicato, nem na DGAE, para onde já liguei… Alguém me pode dar uma Luz neste Labirinto?

    • Petra Vougen on 12 de Junho de 2019 at 20:45
    • Responder

    Queria acrescentar a questão de saber se devo fasear ou não a progressão e para que escalão irei por lei, pelo que expus 3° ou 4°? E se não fasear quando me pagarão essa passagem? Obrigada e bo sorte para todos neste perfido an-do-li-ta que nos dão como prémio, após o desgaste de um. ano letivo e de todos estes Trabalhos, que nem Hércules teria força ou pachorra para cumprir….

    • Petra Vougen on 12 de Junho de 2019 at 20:55
    • Responder

    Os milhões vampirizados pelo Salgado, Joe, Sócrates e todos os sabidos e conhecidos Gatunos sobejamente conhecidos e noticiados fabricam para pagar o trabalho dos professores e de todos os que compõem o tecido social, que estão a formar o novo tipo de escravatura …. Só quando TODOS PARAREM POR COMPLETO os seus fiéis serviços a essa classe de cleptocratad e especuladores, e reinar o CAOS SOCIAL – A VALER – e PRENDEREM e PEDIREM A RESTITUIÇÃO DOS MILHi ROUBADOS, em vez de andarmos tidos a cumprir prazos idiotas de “Fasear ou nao-faser, eis-a-questao”, e a sobreviver com estas migalhas que nos atiram com a maior das hipocrisias e sobrancerias, poderemos voltar a ser um Estado Democrático e de gente inteligente, e não está turba desordenada, submissa, subserviente e capacho de todo o crápula saído de trás da sua rocha!!!!

    • Petra Vougen on 12 de Junho de 2019 at 21:11
    • Responder

    E só há notícias em todo lado só te a transição do 5° e do 7° escalão…
    E os outros abaixo? Que estiveram quase 3 décadas sem vincular por terem ingressado em Cursos atualmente obsoletos, com mestrados e doutoramento a que foram para o caixote do lixo, por terem sido feitos – verdadeiramente de forma desinteressada, antes de serem vinculados?
    E as formações em que se inscreveram antes desta CORRIDA ÀS FORMAÇÕES CREDITADAS, que antes da Dádiva do Olimpo não tinham formandos suficientes e não puderam ser realizadas?
    Agora vê-se alguns Centros de Foro a fazer negócio à pressa, cobrando de 60€ a 140€ para dar formação neste próximo mês de julho… E já estão esgotadas, porque ninguém sabe se não será melhor fazê-las… Tristeza fazer parte deste Circo…

    • Petra Vougen on 12 de Junho de 2019 at 21:26
    • Responder

    Ora, se se quiserem rir um pouco – par não chorar ou ter um ataque de Burnout – by the way, já considerado pela OMS como Doença incapacitante – vejam a candidatura do insólito e híbrido Castelo Branco às legislativas… Eh, eh.. !!! Pois parece que o seu mediatismo já lhe valeu o número suficiente de sequito para esse efeito… Estou seriamente a pensar votar nele… Ah, ah… Para compor de vez o Silogismo do Circo Português… Sempre causa maior tudo na plateia, em vez de frustração, ódio ou auto-comiseracao… Ou então, ponhamos( porque agora podemos fazê-lo) baixa médica por Burnout profissional já agora e até aí descongelamento total. Ou até esses bandidos de todos conhecidos fiquem a apodrecer atrás das grades, depois de os expoliarem de tudo o que roubaram a quem anda há décadas vá marchar invisível e honestamente! Já só Movimento DOCENTES DOENTES, mas TODOS EM SIMULTÂNEO. Ficam aqui estás sugestões de quem já não perderia muito depois de 3 décadas de Descarreira e desconsiderações e anos e anos roubados iniquamente! CHEGA!!!!!!

    • Petra Vougen on 12 de Junho de 2019 at 21:38
    • Responder

    Ah . .. Também não nos precisamos de filiar no STOP…. Basta que cada professor escreva uma Carta ao Parlamento Europeu enupindo-o com milhares de Histórias de Vida de Injustiças Reais, para isto tomar outro rumo. Santos de Casa não fazem milagres. – já que estamos em altura Deles – quem sabe façam um Milagre de acabar com esta corja de vampiros da treta!

    • Maria Paula Pimentel on 13 de Junho de 2019 at 9:09
    • Responder

    Bom dia,
    Passei em 24 de fevereiro de 2019 para o 5 escalão. Tive para isso aulas assistidas e Muito bom. Tinha créditos. Em setembro de 2018 fiz formação no novo decreto de inclusão.
    Gostaria de saber o que fazer.
    Obrigado pela atenção.

    • Terra das Lágrimas on 14 de Junho de 2019 at 17:12
    • Responder

    Muito se fala de mudanças de escalão, muito se fala de descriminação destes e daqueles. Permitam-me uma questão: alguém se tem lembrado dos bacharéis que com 33 anos de serviço estão no quarto escalão ?
    Alguns deles mudaram a última vez de escalão em 2010. Vão passar ao quinto em 2021: faltam-lhes pouco para reformar. Toda uma vida de trabalho para acabar no quinto, quando muito no sexto escalão.
    Nem colegas, nem sindicatos, nem governo consideram a sua existência.

    • Maria Teresa Costa on 14 de Junho de 2019 at 22:17
    • Responder

    Boa Noite
    Mudei para o 5ª escalão em 05/02/2019, obtive a avaliação de excelente, ficaria neste escalão apenas 1 ano.
    Neste momento já tenho as horas de formação necessárias e entreguei o relatório de avaliação.
    Gostava de saber se devo pedir os 2 A9 M 18 D, na totalidade ou faseado.

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