1 de Maio de 2019 archive

A Ler – Da Extrema Desonestidade Intelectual De Mário Ronaldo Centeno De Harvard Y Eurogrupo – 4

Da Extrema Desonestidade Intelectual De Mário Ronaldo Centeno De Harvard Y Eurogrupo – 4 | O Meu Quintal

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A Ler – Da Extrema Desonestidade Intelectual De Mário Ronaldo Centeno De Harvard Y Eurogrupo – 3

Verdade se diga o Centeno não passa de um tretas…, eles é que pensam que temos a memória curta…

É mentir com quantos dentes se tem na boca…

 

Da Extrema Desonestidade Intelectual De Mário Ronaldo Centeno De Harvard Y Eurogrupo – 3 | O Meu Quintal

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São Muitas as Falhas das Listas Provisórias de Acesso ao 5.º e 7.º Escalão

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A maior falha que detecto nas listas publicadas ontem é a colocação pelas escolas como data de ingresso no escalão como o 1.º dia do mês seguinte à data em que os docentes reúnem as condições de progressão.

Depois nas minhas contas dão erros deste género, em que o docente não teria condições para estar candidato às vagas de acesso por falta de tempo de serviço de 4 anos nesse escalão (presumindo eu que durante este tempo nenhum destes docentes tivesse adquirido o grau de mestre ou de doutor).

Uma outra falha foi encontrar 3 docentes que conseguiram o milagre de serem os únicos a progredir durante o congelamento entre 1/1/2011 e 31/12/2017.

 

Seria assim tão difícil a DGAE ter um sistema automático para a contabilização do tempo de serviço docente?

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Porque hoje é dia do trabalhador lutar pela diginidade no seu trabalho…

Rui Cardoso

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A Ler – Da Extrema Desonestidade Intelectual De Mário Ronaldo Centeno De Harvard Y Eurogrupo – 2

Da Extrema Desonestidade Intelectual De Mário Ronaldo Centeno De Harvard Y Eurogrupo – 2 | O Meu Quintal

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Estes Grupos Tiveram Mais Colocações Até ao Fim do 2.º Período do Que Durante todo o Ano Letivo Passado

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Os grupos 200, 240, 250, 330, 400, 410, 420, 430, 530, 600 e 610 tiveram mais docentes contratados colocados até ao fim do 2.º período do que em todo o ano letivo passado.

Se fizermos nova comparação com 2016/2017 verificamos que este ano existiu um aumento acentuado nos seguintes grupos de recrutamento: 200, 240, 400, 410, 530, 600 e 610.

Apesar de nas notícias ter vindo a público que História está a ser prejudicada no currículo, ambos os grupos de História (2.º e 3.º Ciclos) viram acentuadas as colocações de professores contratados em relação a anos anteriores.

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Docentes Com Mais Tempo de Permanência no 4.º e no 6.º Escalões

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Com a publicação das listas provisórias de acesso ao 5.º e ao 7.º escalão podemos verificar quais os docentes com mais tempo de permanência nestes escalões e que são os candidatos número 1 em cada uma das listas.

Para aceder ao 5.º escalão a docente com mais tempo de serviço no 4.º escalão mudou pela última vez a este escalão no dia 01/10/2001 e perfaz 6.300 dias de “trabalho” e não de “serviço” em 31/12/2018.

O docente com mais tempo de permanência no 6.º escalão subiu pela última vez em 16/09/2001, pelo que contará com 6.315 dias de “trabalho” desde essa sua última progressão.

*coloquei entre aspas o trabalho, pois os dois congelamentos não permitiram contabilizar o tempo de serviço para efeitos de carreira, pelo que deverá ser descontado em todos os docentes os 9A4M2D se a sua última progressão foi antes de 30/08/2005 e os 7 Anos se a progressão aconteceu até 31/12/2010.

Muitos docentes que estão nestas listas têm data de progressão apenas a partir de 01/01/2018, mas para estes foi considerado o tempo remanescente dos efeitos do reposicionamento.

São 71 os docentes reposicionados no 4.º escalão que vão conseguir obter vaga para acesso ao 5.º escalão e são 12 os docentes que foram reposicionados que vão obter vaga para aceder ao 7.º escalão.

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Já lá foram 45 anos – Santana Castilho

Rui Cardoso

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Já lá foram 45 anos

Boa parte da população portuguesa não tinha nascido a 25 de Abril de 1974. E porque a disciplina de História é bastarda para o que resta do currículo nacional, será cada vez maior o desconhecimento sobre o 24 de Abril, se não devolvermos siso ao sistema nacional de ensino. Porque narrar com rigor histórico o que aconteceu no passado não é apenas pugnar pela identidade de uma comunidade. É dar aos mais novos um instrumento vital para fazerem opções de futuro.
Não me aqueceu a alma a sessão solene do 25 de Abril, formalidade sem rasgo, com muitos ecos falsos, a começar por Carlos César, do PS. Com tanta coisa por fazer, apenas Marcelo, ainda assim em modo Cavaco (sem cravo na lapela), fez uma intervenção para ser ouvida, comparando o querer dos jovens de então com o querer dos jovens de hoje. Ferro Rodrigues proclamou-se, explicitamente, pior tratado “do que os cães” e, implicitamente, masoquista. Porque aceita tais tratos de polé, de livre vontade, digo eu, pelo menos desde 1985.
O PSD enganou-se no papel e fez um belicoso discurso de campanha. O CDS, incapaz como sempre de distinguir os dois 25 (o de Abril e o de Novembro), esforçou-se por esconder que a data (a primeira) o incomoda. O PCP e o Bloco fizeram intervenções condicionadas pelo suporte dado à “geringonça”, beneficiada a do Bloco pela emotividade inerente ao percurso de vida de Jorge Falcato.
Guardados os paramentos que serviram à liturgia, Portugal continua subdesenvolvido quando comparado com a Europa e cada vez mais territorialmente desigual. Porque não despega dos salários baixos (diz o INE que o salário médio são 890 brutos/mês), duma carga fiscal exagerada e de políticos que preferem ocupar-se da distribuição de mordomias e favores públicos aos prosélitos e às empresas do regime, a chamar os capazes de pensar o futuro do país. Submetido às várias castas partidárias e a uma Europa perdedora na competição com a China e os EUA, já ultrapassado em sede de indicadores relevantes pelos países da Europa de leste, Portugal vive hoje da euforia do imobiliário, do comércio de curto prazo e do turismo de ocasião. Pouco, muito pouco, para sair da periferia. A crise financeira de 2008 entregou o nosso sistema financeiro e as nossas empresas estratégicas a capitais estrangeiros e estabeleceu a preponderância de uma criatividade única: a tributária. O subfinanciamento da educação e da saúde (os portugueses confrontam-se com cenários caóticos nas urgências hospitalares e com listas de espera no SNS, que levam muitos a morrer à espera de uma cirurgia) e a esmagadora ineficácia da justiça juntam-se ao envelhecimento da população para comprometerem o futuro e facilitar populismos vigilantes, à espera da oportunidade.
Nas escolas portuguesas há medo e opressão. O medo de que falo é naturalmente diferente do medo de 1973. É o medo imposto pela sacralização do menor custo. A opressão a que me refiro é naturalmente diferente da de 1973. É a opressão imposta pela avalanche dos estudos empíricos sem rigor metodológico e pelos palpites dos falsos eruditos, que criaram o desvario curricular a que chamaram “flexibilidade”. É a opressão da “mudança de paradigma”, rumo ao século XXI, que substituiu o melhor da literatura, da filosofia, das humanidades e das artes pelo vocabulário abreviado e pobre em que se expressam as urgências dos nativos digitais e da “geração mais bem preparada de sempre”. É a opressão do trabalho a mais, da burocracia sem sentido, do centralismo torturante.
Para este clima organizacional encontramos respostas diversas: demasiados aderiram à religião dos novos (velhos) dogmas pedagógicos, benemeritamente; uns tratam da vida, indiferentes; outros lutam, impotentes; alguns trepam, perseguem e apontam, inquisitoriamente.
Abril revelou-se, assim, tolerante. Tão tolerante que alguns do 24 passaram a militar em partidos ditos do 25 e chegaram a governar depois, como já haviam governado antes. Não nos impõem mais um ditador, mas caminhamos a passo estugado para “a aparência da democracia” que Aldous Huxley previu: “um sistema de escravatura onde, graças ao consumo e ao divertimento, os escravos terão amor à sua escravidão”.

In “Público” de 1.5.19

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A remota hipótese de um concurso extraordinário em 2020

Rui Cardoso

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O Centeno quer contratar 1.000 técnicos superiores para órgãos da Função Pública. No meio do discurso, muito próprio para o dia de hoje, referiu o seguinte

Poderá ainda haver lugar a recrutamentos para carreiras do pessoal docente – ensino básico e secundário e educadores de infância -, que obedece a um calendário e regras próprias.

 

Pode ser só discurso de circunstância e para tentar acalmar as hostes que ontem enervou, mas…

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Audição do Ministro das Finanças sobre as contas dos 942 (video)

Rui Cardoso

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Já disse o que tinha a dizer no post anterior sobre as afirmações deste senhor, deixo-vos o video da sua audição e intenção…

 

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