Setembro 2018 archive

Divulgação – I Congresso Internacional de Artesanato (Santo Tirso)

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I Congresso Internacional de Artesanato (Santo Tirso)

 

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BE avança… Depois de ter recuado.

Rui Cardoso

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Agora dizem que sim… Depois logo se verá…

 

Bloco só aprova Orçamento se houver dinheiro para contar todo o tempo de serviço dos professores

A duas semanas de ser conhecida a primeira versão do próximo OE, Catarina Martins avisa, em entrevista ao “Diário de Notícias”, que não permitirá que o Governo não cumpra a contagem de todo o tempo de serviço dos docentes que esteve congelado ao longo de nove anos. Aumento de pensões e descida da conta da luz avançam

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Divulgação – Convite para presença e participação na Marcha pela Transformação da Educação em Portugal

Rui Cardoso

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Exmos. Srs.,

Somos cidadãos comuns – pais, alunos e profissionais de educação – que estão insatisfeitos com o ensino em Portugal e que pretendem contribuir para uma mudança de paradigma educativo.
Consideramos que o modelo de ensino tradicional, que ainda vigora maioritariamente nas nossas escolas, não vai ao encontro das necessidades das crianças/jovens e do seu desenvolvimento integral.
Ao longo dos anos surgem, no nosso sistema de ensino, inúmeras alterações que ainda não reflectem uma verdadeira mudança. São quase sempre ajustes ou remendos a um funcionamento que está, por si só desgastado, antiquado e obsoleto.
Assim:
– Defendemos ALTERAÇÕES NAS METAS CURRICULARES, para além da definição das aprendizagens essenciais. É preciso dar tempo e liberdade, aos professores e alunos, para que as matérias sejam trabalhadas de forma mais significativa e profunda. Aprender a fazer, a pensar, a articular conhecimentos em vez de aprender a decorar e a memorizar com o consequente fácil e rápido esquecimento.
– Defendemos AVALIAÇÕES QUALITATIVAS, que realmente reflictam o percurso diário dos alunos e que se baseiem em diferentes opções no modo de avaliar. Os alunos não devem ter de fazer a mesma tarefa no mesmo espaço de tempo e as avaliações não podem estar quase totalmente focadas em testes e em colocar o aluno numa percentagem, que em nada contribui para a sua própria evolução e superação, num percurso que é único e individual.
– Defendemos a VERDADEIRA INCLUSÃO. Equidade nas aprendizagens, onde se prevê o acesso ao conhecimento e a participação (reflectiva e crítica) de todos os alunos, providenciando-se oportunidades de aprendizagem efectivas e inclusivas para todos. Não se pode acreditar numa escola inclusiva se não se acreditar que todos os alunos podem aprender, independentemente das suas circunstâncias individuais.
– Defendemos a APRENDIZAGEM ACTIVA, com a implementação de modelos pedagógicos que não se baseiem fundamentalmente em aulas expositivas e que transformam os alunos em receptores passivos de informação.
– Defendemos ESPAÇOS EXTERIORES ESCOLARES que deixem de ser edifícios rodeados de cimento, estéreis, demasiado planos e arranjados, sem terra, árvores ou outros elementos naturais que não respeitam as necessidades motoras e simbólicas das nossas crianças, tão essenciais para a integração das aprendizagens mais formais.
– Defendemos a DISCIPLINA POSITIVA, com a formação de profissionais de educação, desde auxiliares, educadores e professores. Não acreditamos em castigos, gritos, ausências de recreios, mesas viradas para a parede e tabelas de bom ou mau comportamento. Acreditamos na autoridade do adulto, e não no autoritarismo, enquanto responsável pelo bem-estar dos alunos mas envolvendo-os na construção das regras do espaço escolar.
– Queremos colaborar para que a escola faça realmente parte da COMUNIDADE e que seja uma extensão das famílias. Que os pais que querem e têm disponibilidade para participar, possam ser envolvidos em actividades do quotidiano e que o acesso à mesma não lhes seja vedado. Cada vez mais é prática comum que jardins-de-infância e escolas com alunos do 1ºciclo não permitam a entrada dos pais, com crianças a serem entregues e recolhidas na recepção, como se de mercadoria se tratasse. Com regras claras e definidas, respeitando os limites e funcionamento das escolas, é possível que todos os intervenientes na educação das crianças façam parte de um todo que visa um interesse comum.
ORGANIZADORES:
MAPPE – Movimento Pais, Professores, Educadores e Alunos Unidos.
MPAI – Movimento Pais e Amigos para a Inclusão em Portugal.
Venham. Participem. Sejam activos na mudança, para lá da insatisfação. Tragam quadros de ardósia ou cartolinas pretas para escreverem frases alusivas às mudanças que defendemos. Partilhem em massa. Contagiem. Tragam os vossos filhos a participar num acto de cidadania. Acreditem.
Com os nossos cumprimentos,
MAPPE – Movimento Pais, Professores, Educadores e Alunos Unidos.
MPAI – Movimento Pais e Amigos para a Inclusão em Portugal.

 

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Pressa na mudança de regime deixa muitos alunos com necessidades especiais sem apoios

(Clicar na imagem para aceder ao artigo completo)

E sabendo do que falo pergunto também para que é que servem determinados CRI -Centros de Recursos para a Inclusão, dado que os técnicos chegaram ao Agrupamento este ano com a conversa de treta que vão estar na retaguarda, que vão ser uma espécie de consultores e pensei para os meus botões:

“querem “mamar” o ordenado e não trabalhar com alunos!?”.

Aviso à navegação, o Manual de Apoio à Prática diz o seguinte na página 63 relativamente aos “Apoios Especializados em contexto escolar” (pelo CRI):

No quadro desta abordagem:

– a intervenção deve ter enfoque nos diferentes ambientes da escola nos quais é suposto o aluno participar, e na interação entre o aluno e esses ambientes, tendo como objetivo eliminar barreiras que dificultam ou impedem o acesso ao currículo e à participação na vida escolar;

– a intervenção dos profissionais dos CRI assume uma função eminentemente colaborativa, mediante a prestação de apoio de retaguarda aos professores, pais, pares e outros profissionais, transversal às diferentes fases de intervenção educativa (avaliação, planeamento e intervenção) e visando a capacitação da equipa educativa;

– a intervenção pode ainda assumir a forma de apoio em grupo, sempre que o desenvolvimento de competências passe pelo contributo dos pares, ou de apoio individual, quando o objetivo é desenvolver competências especificas a serem generalizadas;

 

E segue aqui uma mensagem para os Diretores de determinados CRI: a quantia que o Estado transfere para o CRI relativamente ao meu Agrupamento vai ser, na sua maioria, aplicado no 3.º ponto acima descrito:

“(…) apoio em grupo, sempre que o desenvolvimento de competências passe pelo contributo dos pares, ou de apoio individual, quando o objetivo é desenvolver competências especificas a serem generalizadas”

 

Meus caros estou-me pura e simplesmente borrifando para a conversa de treta do apoio de retaguarda do 2.º ponto onde vocês se estão a agarrar para não meterem os pés nas escolas e “mamarem” o dinheiro.

 

O que me leva a lançar esta pergunta?

Porque é que o Ministério da Educação não entrega o dinheiro que entrega ao CRI diretamente aos Agrupamentos e nós contratamos os técnicos?

Simples.

Ando nisto todos os anos a pedir por favor aos técnicos que façam o horário definitivo para virem intervir no Agrupamento?

Faço outra pergunta:

O dinheiro que o Estado transfere para os CRI é gasto todo a pagar as terapias ou os CRI pegam na quantia X que recebem diretamente do Estado  e subtraem Y para pagar despesas de funcionamento que não estão relacionadas com o trabalho dos terapeutas nos Agrupamentos?

Eu não tenho de andar a pagar o ordenado de cargos diretivos bem pagos e mordomias associadas. Os vícios estão aí todos.

Estou farto.

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PS:

Eu quero mais é que o David Rodrigues vá escrever poemas Haiku…

Nova lei do Ensino Especial? Escolas não estão preparadas, avisam os professores

 

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Comunicado do Governo sobre a negociação suplementar sobre a recuperação de tempo de serviço dos professores

Rui Cardoso

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Negociação suplementar sobre a recuperação de tempo de serviço dos professores

Na sequência do pedido das estruturas sindicais, realizou-se a reunião de negociação suplementar sobre a questão da recuperação de tempo de serviço dos professores.
Nesse contexto, o Governo deu a conhecer às organizações sindicais o projeto de Decreto-lei elaborado para o efeito que permite – aos docentes do ensino básico e secundário cuja contagem do tempo de serviço esteve congelada entre 2011 e 2017 – recuperar 2 anos, 9 meses e 18 dias, a repercutir no escalão para o qual progridam a partir de 1 de janeiro de 2019.
Apesar do pedido de negociação suplementar, verificou-se uma vez mais que as estruturas sindicais não apresentaram qualquer contraproposta suscetível de permitir alcançar um acordo, à semelhança do que sucedeu no decurso do processo negocial mantido ao longo dos últimos meses.
Contudo, mesmo sem o acordo das organizações sindicais – e sem que a recuperação do tempo fizesse parte do seu Programa, no qual apenas foi inscrito o compromisso de descongelamento das carreiras – o Governo não deixará de reconhecer, através do Decreto-lei que se propõe aprovar, a recuperação de tempo de serviço docente, tendo por referência uma visão integrada do sistema de emprego público, num paralelismo com a diversidade de carreiras e dos respetivos mecanismos de desenvolvimento remuneratório.
Recorde-se, neste âmbito, que nas carreiras gerais um módulo padrão de progressão corresponde a 10 pontos, que em regra são obtidos ao longo de 10 anos, enquanto na carreira docente o módulo padrão é de 4 anos. Assim, dado que os 7 anos de congelamento correspondem a 70% do módulo de uma carreira geral, 70% de 4 anos na carreira docente correspondem, de forma similar, a 2 anos, 9 meses e 18 dias.
Note-se ainda que o artigo 18.º da LOE 2018 operou o descongelamento de todas as carreiras, logo, também da carreira docente. Este foi um compromisso assumido e cumprido, permitindo já ao longo do ano de 2018 a progressão de cerca de 46.000 docentes.
O que agora está em causa, em cumprimento do artigo 19.º da LOE 2018 – que remetia a consideração do tempo para processo negocial, com vista a definir o prazo e o modo para a sua concretização, tendo em conta a sustentabilidade e compatibilização com os recursos disponíveis, e bem assim em harmonia com a Declaração de Compromisso assinada em 18 de novembro de 2017 – é, portanto, a mitigação dos efeitos do congelamento, em paridade com as restantes carreiras. Negociar foi o compromisso e, embora sem acordo, o Governo cumprirá, através de Decreto-Lei, a proposta apresentada em sede negocial.

 

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Declarações à saida da reunião entre os Sindicatos e o ME

Rui Cardoso

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O balanço da reunião entre professores e Governo

Rui Cardoso

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Será que o Decreto Lei da recomposição da carreira docente vai trazer surpresas?

 

O balanço da reunião entre professores e Governo

A secretária de Estado da Educação fez esta sexta-feira um balanço sobre a reunião com os sindicatos dos professores. Apesar de garantir que não haverá acordo em relação ao tempo a recuperar, outros aspetos do decreto-lei sugeridos pelos professores ainda serão analisados pelo Governo.

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Uma Vergonha…

Rui Cardoso

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Fenprof diz que proposta do Governo é “injusta, ilegal e desrespeitadora

A reunião suplementar entre o Ministério da Educação e os 11 sindicatos que representam os professores realizou-se esta sexta-feira. À saída, Mário Nogueira garantiu que não surgiu nenhuma conclusão do encontro. O secretário geral FENPROF classificou a reunião como “vergonhosa”.

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Cartoon do dia – A Liquidificadora – Paulo Serra

Rui Cardoso

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Contraproposta da FPP/PRÓ-ORDEM sobre a recomposição da carreira

Rui Cardoso

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