Janeiro 2018 archive

Procedimento tendente à revisão do Regulamento das provas de avaliação externa e das provas de equivalência à frequência dos ensinos básico e secundário

 

Procedimento tendente à revisão do Regulamento das provas de avaliação externa e das provas de equivalência à frequência dos ensinos básico e secundário

Serve a presente publicação para informar que é dado início ao procedimento tendente à revisão do Regulamento das provas de avaliação externa e das provas de equivalência à frequência dos ensinos básico e secundário, aprovado pelo Despacho normativo n.º 1-A/2017, de 10 de fevereiro.

  • Publicado a 5 de janeiro de 2018. A constituição como interessado pode fazer-se nos 10 dias úteis subsequentes.

A constituição como interessado no presente procedimento depende de declaração escrita nesse sentido, dirigida ao Diretor-Geral de Educação e enviada para o endereço eletrónico regmedu12018@medu.gov.pt

Procedimento tendente à revisão do Regulamento das provas de avaliação externa e das provas de equivalência à frequência dos ensinos básico e secundário

A preparação do referido despacho normativo justifica-se para os efeitos previstos no Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho, alterado pelos Decretos-Leis n.ºs 91/2013, de 10 de julho, 176/2014, de 12 de dezembro, e 17/2016, de 4 de abril, tendo por objetivo concretizar as normas e os procedimentos relativos às provas de avaliação externa e às provas de equivalência à frequência do ensino básico e secundário.

ficheiro para descarregar

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/01/procedimento-tendente-a-revisao-do-regulamento-das-provas-de-avaliacao-externa-e-das-provas-de-equivalencia-a-frequencia-dos-ensinos-basico-e-secundario/

Recenseamento de Docentes 2018

A DGAE inicia hoje a preparação do concurso interno/externo de 2018 com esta aplicação de recenseamento dos docentes.

 

Aplicação disponível para os AE/ENA até às 18:00 horas de dia 18 de janeiro de 2018 (hora de Portugal Continental)

 

Esta aplicação visa o levantamento de informação pessoal e profissional relativa a todos os
docentes que se encontram providos no Agrupamento de Escolas / Escola não Agrupada
(AE/ENA), e todos aqueles que, à data da sua disponibilização, se encontrem nele a exercer
funções (docentes providos noutro AE/ENA, docentes providos em QZP ou docentes contratados).
Os dados agora carregados servirão de base para o pré-preenchimento da aplicação “Apuramento de Vagas” com vista ao Concurso Interno / Externo.

 

Manual da aplicação na imagem.

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/01/recenseamento-de-docentes-2018/

O trabalho subsquente da defesa radical dos professores…

… Com uma defesa como a que temos tido, quem é que necessita de um ataque?

Definir quantos docentes acedem a 5.º e 7.º escalões é trabalho subsequente, diz Tiago Brandão Rodrigues

Tiago Brandão Rodrigues afirmou que negociou para que “o descongelamento de carreiras acontecesse” e que a definição do número de professores que vai progredir é um “trabalho subsequente”.

O ministro da Educação disse esta segunda-feira que a definição do número de professores que vai progredir ao abrigo da portaria de acesso aos 5.º e 7.º escalões da carreira docente é “um trabalho subsequente” à negociação do diploma.

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/01/o-trabalho-subsquente-da-defesa-radical-dos-professores/

O Impacto do Descongelamento das Carreiras a partir de 2018 no relatório da DGAEP e IGF

Há números que tendem em não bater com outros já apresentados… será que são “contados” pelas mesmas pessoas e para o mesmo fim?

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/01/o-impacto-do-descongelamento-das-carreiras-a-partir-de-2018-no-relatorio-da-dgaep-e-igf/

Debate | Flexibilização curricular, avaliação e justiça curricular

Debate | Flexibilização curricular, avaliação e justiça curricular

 

 

 

O OBVIE – Observatório da Vida nas Escolas organiza um novo ciclo de debates durante o ano de 2018, intitulado “Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades: Flexibilizar e inovar numa escola em transformação“.

O primeiro debate trabalha o tema “Flexibilização curricular, avaliação e justiça curricular” e decorre no dia 23 de janeiro de 2018.
O debate terá a participação de
– João Costa, Secretário de Estado da Educação
– Maria Manuel Guedes, Direção do Agrupamento de Escolas de Vilela
– Joaquim de Azevedo, Universidade Católica
– Moderação: Ariana Cosme, FPCEUP

A entrada é gratuita, mas exige inscrição em goo.gl/A2isYX

Consultar o calendário de debates deste ciclo

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/01/debate-flexibilizacao-curricular-avaliacao-e-justica-curricular/

Como Ensin´Arte?

Como Ensin’Arte?

 

 

Em Portugal, há mais de dez mil escolas públicas, do pré-escolar ao 12.º ano, mas o ensino das artes ainda não chega a todos. Na Reportagem Especial desta noite fazemos a radiografia deste ensino, um desenho incompleto devido à falta de informação dos próprios organismos públicos que são responsáveis pelo ensino das artes no país.

 

 

Site da Educação Estética e Artística e lista dos agrupamentos que estão neste projeto.

E na zona do Porto muito falta ainda crescer…

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/01/como-ensinarte/

A Balcanização e Proletarização da Classe Docente

Texto de João Ferrer.

 

A balcanização e proletarização da classe docente

 

“Lamento a proletarização da profissão de professor” afirma Vítor de Aguiar e Silva…e, eu também!

Acrescento, até, que existe uma balcanização da profissão. O termo, que diz respeito à fragmentação de uma região ou de um país em zonas mais pequenas e geralmente hostis entre si, parece-me adequado na medida em que espelha cada vez mais aquilo se passa na classe docente.

Vítor de Aguiar e Silva “É um mestre, autor da mais importante obra portuguesa de Teoria da Literatura” ‒ foi com estas palavras que o Presidente da República felicitou o vencedor do Prémio Vasco Graça Moura 2018, tendo o júri destacado o seu “o percurso incomum”.

Tenho, a partir daqui, muitas questões!

E, em primeira linha, sobre o “nosso” Presidente: “Marcelo descobriu uma fórmula: a Presidência, exerce-a na rua, a tirar selfies, a beijar crianças e velhinhas, a dar palmadas nas costas dos homens, a entrar em tabernas.”

Este presidente das selfies e dos afetos, que apoia tudo e todos, não tem uma só palavra para com os professores, ou pelo menos para “a proletarização da profissão de professor”.

Repare-se no que se passa com a questão da recuperação do tempo de serviço; no que diz respeito aos concursos; no problema dos professores contratados e no “funil” que o Ministério da Educação impõe (por ordem do Ministério das Finanças) ao acesso aos 5º e 7º escalões.

“Ao longo do processo negocial realizado, desenvolvido em três rondas, o Ministério da Educação revelou-se completamente insensível aos argumentos apresentados pela Fenprof, mantendo uma postura de total inflexibilidade em torno das suas posições iniciais. Face à situação negocial criada, mas admitindo que a postura dos responsáveis do ME possa ser ainda alterada, a Fenprof decidiu avançar para o pedido de negociação suplementar, criando, desta forma, condições para que o processo negocial desenvolvido seja digno desse nome”, justificou esta estrutura, afeta à CGTP, em comunicado.”

Ou seja, “uma postura de total inflexibilidade”.

Também a FNE, afeta à UGT, aponta no mesmo sentido numa nota divulgada. “Como a versão final que a FNE recebeu não contém nenhuma alteração que dê resposta às questões colocadas nas anteriores reuniões de negociação, foi solicitada a abertura de negociação suplementar sobre este diploma, por se considerar que com um novo encontro, e ponderados os argumentos que têm vindo a ser apresentados, se poderá encontrar uma formulação mais justa para a matéria em discussão”.

O acesso aos 5.º e 7.º escalões está condicionado à abertura de vagas para o efeito, um processo que se encontra por regulamentar desde que o Estatuto da Carreira Docente foi alterado em 2010.

Muito bom! Então e agora?

O projeto de portaria, no seu artigo 3.º, refere que o número de vagas para a progressão aos referidos escalões é estabelecido por total nacional por escalão e fixado anualmente por despacho dos membros do governo responsáveis pelas áreas das finanças e da educação.

Ou seja, é o que quiserem e se quiserem, esses senhores das Finanças!

E então o que se passa com o projeto de portaria sobre o posicionamento no escalão da carreira docente dos educadores de infância e dos professores dos ensinos básico e secundário, do pessoal com tempo de serviço prestado em funções docentes antes do ingresso na referida carreira e a que se refere o n.º 3 do artigo 36.º e o n.º 1 do artigo 133.º do ECD? Refiro-me aos docentes do 1º escalão.

O Artigo 2.º que regulamenta as condições de acesso afirma:

“Só podem ser objeto de posicionamento em escalão da carreira docente diverso do previsto no n.º 2 do artigo 36.º do ECD, os seguintes docentes:

  1. a) Os que sejam portadores de qualificação profissional para o desempenho de funções docentes;
  2. b) Aqueles cujo tempo de serviço prestado em funções docentes antes do ingresso na carreira tenha sido avaliado com a menção qualitativa mínima de Bom;
  3. c) Os que tenham já realizado o período probatório ou estejam dispensados do mesmo.”

No Artigo 3.º, e ainda sobre o reposicionamento no escalão da carreira docente, pode ler-se “é efetuado no correspondente ao tempo de serviço prestado em funções docentes antes do ingresso na carreira, contabilizado de acordo com as condições fixadas no artigo anterior, e de acordo com os critérios gerais de progressão constantes do artigo 37.º do ECD.

 Aos docentes a reposicionar é exigido o cumprimento dos seguintes requisitos:

  1. a) Tenham obtido já, na avaliação do desempenho na carreira, pelo menos menção qualitativa não inferior a Bom;
  2. b) Tenham um número de horas de frequência, com aproveitamento, de formação contínua ou de cursos de formação especializada obtidas após o ingresso na carreira, que seja pelo menos igual ao produto resultante da multiplicação do número de anos necessário para a progressão ao escalão em que devam ser reposicionados por 12,5.”

Ora…muito bem! Mas não esqueçam as cotas do 5º e 7º escalão.

Em suma: A carreira docente é uma mentira. Roubo de anos de serviço e, um afunilar, estreitarafilar, desencorparapontar, desengrossar e abicar dos docentes ao acesso aos últimos escalões.

Lamento a balcanização e proletarização da classe docente.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/01/a-balcanizacao-e-proletarizacao-da-classe-docente/

Pelos Açores – Os números do SRE…

… não me parecem corretos. Será que contabilizou as dezenas de professores que, no ultimo concurso interno, entraram nos quadros do continente e deixaram os quadros dos Açores?

De resto, os professores dos Açores debatem-se com as mesmas dificuldades e problemas que nós no continente. Carreiras, concursos, concursos extraordinários, ECD, discursos destrutivos…

 

Açores têm 525 professores com contrato há três anos consecutivos

 

…mas os professores dos Açores…

Duzentos professores manifestam-se à porta do presidente do governo açoriano em dia de receção de ano novo

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/01/os-numeros-do-sre-dos-acores/

Load more

Seguir

Recebe os novos artigos no teu email

Junta-te a outros seguidores:

x
Gosta do Blog