E como Vai o Recenseamento pelas Diferentes Escolas?

Dizem que este recenseamento de docentes vai servir para o apuramento de vagas, no entanto também questiona a data de ingresso na carreira dos docentes, as avaliações obtidas em ciclos anteriores, a data de última mudança de escalão, os graus e a formação.

Independentemente do fim a que se destina este recenseamento, digo novamente aquilo que sempre achei que devia ser feito, um registo biográfico eletrónico. O e-bio terá sido uma das melhores ideias que surgiu da administração escolar e que teve forte oposição dos sindicatos, em especial da Fenprof. Pena que tivesse desaparecido.

E é ridículo que ano após ano apareça uma aplicação complexa para voltar a inserir dados idênticos.

De tão complexa que é o seu preenchimento, o prazo foi alargado até ao meio dia do 23 de Janeiro. Sei também que muitas escolas vão usar o fim de semana para preencher o recenseamento de forma a conseguirem ter tudo pronto até esse dia. São muitas horas extraordinárias perdidas pelas escolas neste preenchimento de dados, muitos deles bastante complexos.

No meu caso tudo está pronto, sem uso de qualquer hora extra, fruto de muita organização dos serviços administrativos e da boa gestão do tempo e do bom método de trabalho.

 

 

 

 

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3 comentários

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  1. Concordo inteiramente com o Arlindo, o e-bio é uma ferramenta que, nos dias de hoje já deveria ser usual. Os sindicatos não querem o e-bio porque se o MEC se lembra de colocar uma opção que indique “sindicato a que o professor está filiado” automaticamente fica-se a saber o número de sócios por cada organização, o que obrigaria a que a FENPROF, FNE, etc… tivessem que começar a defender verdadeiramente a classe e não a escolher guerras de oportunidade, porque neste caso, os números contam e penso que os números de associados podem estar viciados.

    • NINGUÉM on 20 de Janeiro de 2018 at 8:47
    • Responder

    Concordo plenamente com o Arlindo. Na minha opinião, a Educação deveria ser um sector independente da política de cada governo. Assim, poderíamos dar continuidade aos projetos legislados, reformular/inovar decretos, leis…, mas nunca subtrair uma iniciativa útil, como a E-bio.

    Enquanto a Educação Nacional for legislada por políticos que pouco sabem sobre ela e do seu papel na sociedade, o nosso país há-de sofrer sempre com essas decisões.

    Sem um sistema educativo organizado, com membros, tronco e cabeça, a nossa educação será como uma gota de água que se dilui quando chega a primavera/verão, depois de percorrer as alterações provocadas pelo outono/inverno.

    • e-bio - boa ideia! on 20 de Janeiro de 2018 at 11:38
    • Responder

    Também concordo com o e-bio. Uma base de dados com os dados pessoais e profissionais dos docentes facilitava concursos, progressões e espelhava o setor.


  1. […] coisa, mas agora temos mais uma para “recensear” os professores e todos os seus dados. O Arlindo pergunta como vai a coisa. Vai andando. Como todo o disparate, a malta alinha e vai de carregar as mesmas coisas. E são […]

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