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Nov 18 2017

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Verifico Alguma Revolta Incompreensível Sobre a Progressão dos “Extraordinários”

Na caixa de comentários de alguns artigos e também pelo facebook verifico alguma revolta pelos novos vinculados passarem a ter o mesmo direito que todos os docentes que entraram no quadro também tiveram.

Desde que existe carreira docente os docentes que entravam no quadro eram posicionados no escalão correspondente ao tempo de serviço que tinham, ainda isso existe no atual ECD e só o impedimento de haver alteração da posição remuneratória desde 2010 os tem impedido de ir para o escalão correspondente ao seu tempo de serviço.

Quem entrou no quadro desde 2010 será reposicionado em janeiro de 2018 no escalão correspondente ao seu tempo de serviço (no entanto lembro que os 9 anos, 4 meses e dois dias de serviço estão congelados para todos e até para estes docentes).

Um docente que tenha 20 anos de serviço em 31/12/2017 terá de ver descontados 9 anos, 4 meses e dois dias, pelo que para efeitos de carreira em 1/1/2018 só tem 11 anos, 7 meses e 28 dias. Ao ser reposicionado só poderá ser para o 3.º escalão.

Nesta transição há situações de injustiça para quem vinculou antes de 2010 que são as seguintes:

  • A partir de 2011 a carreira inicia-se no índice 167
  • Este docente ao passar para o 3.º escalão passa ao lado da obrigatoriedade das aulas assistidas do 2.º escalão.

A primeira situação de injustiça decorre da alteração da carreira docente que aconteceu em 2007, com Maria de Lurdes Rodrigues, que alterou apenas para futuro a entrada na carreira sem ter em conta quem já se encontrava nela. No meu caso passei 4 anos pelo índice 151 e quem entra de novo na carreira pode passar-me à frente por não ter de passar por um escalão indiciário que já não existe. Mas é o que determina a nova estrutura da carreira docente.

O mesmo acontece a quem está ainda no 1.º escalão e teve de permanecer os 4 anos no índice 151 ou 3 anos se apanhou a transição da carreira do ECD de 2007.

E aqui sim é que as injustiças vão ter mais visibilidade, pois um docente com menos tempo de serviço poderá passar à frente de alguém com mais tempo de serviço por ter desaparecido esse índice 151.

Mas sobre isto já escrevi em 2010

Apesar das injustiças que se podem criar acho muito bem que os docentes sejam colocados no escalão a que têm direito. Esta é uma luta que acontece desde 2011 por um direito justo e que todos os docentes sempre tiveram.

 

 

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Comentários

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  • Paulo Dias

    Então, para os recém vinculados continua o apagão dos 9 anos 4 meses e dois anos para efeitos de progressão na carreira? Então as injustiças continuam? é uma meia vitória?
    • raquel

      O apagão continua para todos. Os sindicatos apenas conseguiram a promessa de ainda se ir analisar de que forma se poderá reaver os 9 anos 4 meses e dois anos. Mas que ninguem conte com isso para 2018.
      meia vitória? fomos foi ludibriados.
      • Lope

        Então mas esperavam o quê dum País que deve 250 mil milhões e que só suporta a dívida porque o BCE impede a subida das taxas de juros? Então davam hoje para tirarem em dobro amanhã? Enquanto estiverem 130 mil no sistema… e o Nogueira foi culpado disso, o PCP é que não quis um regime especial de aposentação para professores para os ter como arma de arremesso. O que o PC está a fazer é para entalar o PS contra os parceiros europeus. O Nogueira não passa de um manipulador.
        • raquel

          Lope, os funcionários públicos e os professores trabalham e por tal facto recebem o seu ordenado e pagam impostos. Não andamos a fugir às nossas obrigações para com o país como grande parte dos privados o fazem, até tivemos um 1º Ministro máximo representante, que no seu tempo de empresário e de iniciativa privada não cumpriu com o pagamento dos seus impostos. Não fomos nós que contraímos essa dívida toda para que tenhamos de estar ad eternium a pagar mais do que os outros, por ela e qualquer contributo que tenhamos dado, já fomos bem sacrificados , com subsídios confiscados e congelados anos a fio. Ninguém está a pedir retroativos ou indemnização dos anos congelados, ou dos subsídios retidos, apenas que não se venha dizer que não trabalhamos 9 anos, 4 meses e 2 dias. Esse tempo tem de ser reconhecido porque foi cumprido.
    • Joana

      Se esses anos contarem para os efetivos devem contar para os contratados, nomeadamente os recem vinculados. pode é ainda não ser este ano, depende das negociações. Não podem é ser discriminados face aos já efetivos
  • raposo

    Finalmente o Arlindo vem dar-me razão. Até vou gravar esta publicação há anos que venho a dizer isto e chamaram-me tudo e mais alguma coisa.Também considero que os docentes devem ser reposicionados mas se o reposicionamento causa situações de injustiça flagrantes como as que identifica, da qual também sou vitima, deveria lutar para as resolver e não dizer que acha bem! Eu também acho bem, mas acho mal as injustiças e deveria lutar para que isso fosse alterado. Injustiças são injustiças e não são aceitáveis em função de uma pretensa solidariedade…
  • Kika

    Tenho 20 anos de serviço e estou no 2.º escalão desde 2005.
    O meu curso é Matemática (via ensino) sendo que efetivei logo no ano seguinte ao primeiro contrato como profissionalizada (18 anos).
    Por lá ficarei até 2009 quando perfizer os 4 anos neste escalão. Já tive aulas assistidas como é obrigatório.
    Apesar de concordar com a reposição destes docentes, sem qualquer dúvida, não posso deixar de me sentir injustiçada pois também deveria ir para o 3.º escalão.
    E muitos colegas estarão nesta situação.
    Cumprimentos.
    • Catarina

      Apoiado! Deves ser reposicionada de acordo com os 9a, 4m, 2d!
  • Seia36

    Arlindo então então e o artigo 36º da Proposta de OE para 2018? Serve para quê? Para limpar a um sitio que eu cá sei? As ultrapassagens não deviam ser permitidas para quem tem o mesmo tempo de serviço… É um questão de justiça.
  • A

    Pois eu não concordo nada com o reposicionamento destes docentes. Se tiveram umas regras especiais de entrada na carreira, regras que não existem no ECD, nem nas normas para vinculação em funções publicas (seja de professor ou de qualquer outro cargo público), coisa que está em tribunal e tarda em sair, não compreendo como é que se aplica o reposicionamento destes em detrimento dos restantes colegas que concorreram pela via normal e são mais uma vez congelados. Mais, se estes devem ser pagos pelo escalão x ou y, todos os outros contratados, esteam ou não na carreira, deveriam ter o mesmo direito de serem pagos pelo tempo de servo prestado, mesmo que em contrato… ou não?!?!?!? Só dessa forma compreendo que a justificação de se alegar que estes docentes eram prejudicados, quando a mairia dos que não entraram em anos anteriores foi porque não concorreram para todas as vaga disponíveis.
    • A

      Já agora, sou do quadro desde 2003 e continuo no 1º escalão, nunca subi, ganho pelo índice dos contratados e para o ano, se não subir, fico a ganhar menos que alguns destes porque passam para o índice 188 se tiverem 3 contratos consecutivos, não é? Será que posso candidatar-me a beneficiar do subsidio de caducidade e concorrer a vagas internas extraordinárias no próximo concurso? Era giro.
      Arlindo, defender o ilógico é ser ilógico, essas normas estariam todas muito certas se os concursos internos e externos tivessem sido respeitados e não houvesse a imoralidade das VE no meio disto tudo. É o mesmo que dizer que o mérito e o esforço de quem arriscou vagas em escolas problemáticas e com carência de professores é para ser apagado e ignorado que a música agora só toca para os que nunca arriscaram.
      • António Ferreira

        CONCORDO plenamente!!!!
      • Luis

        Vai ganhar ainda menos do que pensa, os contratados recebem a caducidade do contrato, agora divida o valor da caducidade por 12 meses e veja quanto ganha a menos por mês.
        • A

          Tem toda a razão, tenho colegas que, por estarem bem posicionadas, preferem continuar a contrato até abrir vaga no seu QZP porque sabem que podem sempre contar com o subsidio. Se houve pagamento a subsidio de caducidade por que raios há normas travão e VEs? O subsidio de caducidade não é pago só quando há caducidade? Se há caducidade não há continuidade… ou não?!?!?!?
        • Ribas

          Sabe que há contratos de 1 mês em Vila do Conde e depois contrato de 2 meses em Baião e dp fica à espera 15 dias até voltar a ser colocado em Barcelos por 1mês….e dp 4 meses em Braga..e então acabou o ano; só um exemplo; se quiser trocar comigo eu dou-lhe a minha indemnização por caducidade!
        • Luis

          Também já passei por essa situação ou pior e nessa fase não havia caducidade de contrato para ninguém, e muito menos subsidio de desemprego, era o salve-se quem puder.
    • NP

      Apoiado a 100%! Anos de vida perdidos longe de casa, sacrifícios que se fizeram para agora os sindicatos serem coniventes com esta injustiça declarada? Estou no quadro há dez anos, tenho DEZASSEIS ANOS de serviço. Ganho como contratado!!! Na lei, diz que aos contratados bastam 4 anos para passarem para o 188. Os do concurso extraordinário vincularam no QZP da minha preferência antes de mim pq não tive acesso às vagas. Agora serão duplamente beneficiados?!?!?!?!?! Mas isto é incompreensível!!! Porque é que uns têm uns direitos e outros não? Q sindicatos são estes que NÃO NOS REPRESENTAM?
      • raquel

        Nenhum contratado ganha pelo 188. Isso é uma incongruência da lei, porque um contratado com 4 anos de serviço em horário completo e anual, vincula.
        • NP

          Incongruência ou não, está escrito. A lei, que eu saiba, é para ser respeitada. Só não ganham pelo 188, a meu ver, por causa da questão do congelamento, já que o vínculo não está acoplado à questão salarial, pelos vistos.

          Desrespeitoso, incongruente, inconsequente e inqualificável é todo este processo. Tenho dezasseis anos de serviço. Não quero passar à frente de ninguém. Quero que vejam reconhecido o meu tempo de serviço para reposicionamento, tal como os professores restantes na mesma situação!

          Espero que sejam corrigidas as injustiças que o Arlindo apontou!

          Se as conhecem, então mais uma razão para atuarem e não compactuarem com esta situação!

          É tempo de dizer basta a esta ENORME INJUSTIÇA!

        • Catarina

          Nenhum contratado ganha por esse indice! Mas se calhar já te esqueceste o que é ser contratado, ou foste pouco tempo para saber o que é!
        • raquel

          Está escrito desde 2014 e fazia sentido nessa altura porque, da redação dos termos da 1ª Norma Travão que obrigava a ter 5 contratos sucessivos, no mesmo GR, em horário completo e anual, poderia haver contratados a reunir condições para essa progressão. Com as sucessivas revisões às regras da NT, em concreto ano passado que de 5 anos se passou para 4 anos e avançando a proposta deste ano de se passar a 3 anos em qq GR, esse artigo ficará completamente obsoleto. Não esquecer que a vinculação pela NT é automática não havendo possibilidade do candidato continuar como contratado.
        • A

          Vincula se concorrer para todos os QZP, pode não vincular, aliás, praticamente todos os que forem agora inseridos no 2º e 3º escalão não são efetivos porque não quiseram, há colegas no 1º escalão efetivos porque os primeiros não quiseram as vagas más. Agora concorrem à frente, ficam a ganhar mais e perto de casa. Grande Mário, grande João, bom trabalho, agora vão trabalhar para uma escola e deixem o poleiro para quem queira arranjar as vossas negociatas. A coisa devia ser investigada, cheira mal.
        • raquel

          Não! Quem tem 4 anos seguidos em horário completo e anual fica abrangido pela Norma Travão e a sua vinculação é automática no QZP onde ficou colocado a dar aulas no último ano. Pode até concorrer a outros QZP’s, mas em última instância, vai vincular no QZP onde abriu vaga.
        • joão

          não, eu posso abrir vaga no QZP 1 e vincular no QZP 7, se eu tiver melhor graduação do que os que abriram vaga no QZP7, posso ir “roubar” vaga aberta por outro colega
      • Catarina

        Gostava de saber qts professores estão inscritos no total nestes sindicatos para acharem que tem direito a representar todos os professores… Ca para mim andam uns 20 ou 30 a dizer que representam 100000
        • A

          Nunca houve um escrutínio às listas dos sindicatos, muitos podem já ter saído, mas continuam a contar mesmo sem pagar as quotas, dá jeito. Até era fácil o MEC saber quantos representa cada sindicato, bastava perguntar às escolas quantos professores descontam para cada umas das federações.
      • Xiquinho

        Entrei para a carreira em 2003, trabalho desde 2000, não fui reposicionado em coisa nenhuma porque quando a Sra. Maria de Lurdes Rodrigues implementou os escalões passei do 4º (antigo) para o 1º. Como à data éramos obrigados a permanecer os anos indicados em cada escalão (4 no 1º), independentemente dos anos de serviço, graças ao congelamento e à não reposição, nunca subi para o 1º escalão, tenho 17 anos de serviço, logo, mesmo com o congelamento já tenho 7 anos sem congelamento a 1 de janeiro de 2018.
        Obtive menção de excelente na avaliação de desempenho de 2012/2013, a qual posso, segundo a legislação produzida à data, recuperar (dizia que eram as três últimas avaliações), logo só teria que estar no 2º escalão 3 anos. Quer isto dizer que o docentes de quadro que nunca beneficiaram destas subidas vão subir normalmente enquanto os outros são reposicionados?!?!?!?
        • NP

          A minha situação é semelhante à do colega. É a tal injustiça q o Arlindo refere no seu post. Os colegas da VE podem passar à frente em termos de escaloes pq o tempo é contabilizado por inteiro (retirando os nove anos etc) pois não foram abrangidos pelas leis da Maria de Lurdes q nos penalizaram em 2007. Ou seja, entramos primeiro em quadro, mas isso é, neste momento, uma enorme desvantagem. Mas ainda bem q a injustiça está identificada, é pública. Espero q os sindicatos na sua demanda pela correção da língua portuguesa (tão traiçoeira) em documentos de entendimento teóricos, percebam as injustiças práticas q podem ser cometidas caso esta situação em particular não seja considerada. Seria a tal ultrapassagem que não pode acontecer!
      • Lurdes Pinho

        Os que vincularam tinham 17 anos de serviço. Foi o meu caso. Era de arriscar
  • manuel

    Direito? Pois, mas o ECD tb. diz que ninguém deve ser ultrapassado e está à vista que é o que vai acontecer.
    Muitos “extraordinários” só entraram agora porque nunca quiseram concorrer a vagas para o pais todo, mas sempre preferiram ficar a contrato perto de casa. Pois eu, e muitos outros que já estão na carreira há mais tempo, tiveram de o fazer: para conseguir efectivar tive de ir a concurso nacional e fiquei onde calhou, longe de casa, mas consegui vaga. Claro que os primeiros anos foram de sofrimento, mas a pouco e pouco, nos concursos seguintes, fui-me aproximando à residência. São opções que as pessoas fazem, conscientemente. Agora, pelos vistos, os extraordinários são os coitadinhos e vão-me passar à frente! Grande lata.
    A mesma lata do concurso para titulares. À conta desse concurso muita gente passou a lugar de quadro na escola onde estava e ocupando vaga, só porque estava no sitio certa à hora certa. Ultrapassaram muita gente e lá ficaram, onde estão até hoje. Acabaram-se os titulares, mas não foi feita a devida correção das vagas. Uma injustiça. Não fosse concurso para titulares nunca teriam ocupado vaga nas referidas escolas, porque eram candidatos com graduação muito inferior. Deu jeito a muita gente. Bem calados ficaram. Memória curta, não?
  • Nabiça

    Arlindo atenção que o reposicionamento não é assim tão liniar. O reposicionamento será feito no escalão em que quem já estava vinculado com o mesmo tempo de serviço está.
  • Susana

    Só é mais justo se com o mesmo tempo de serviço estiverem no mesmo escalão.
  • Mais injustiças! Irra!

    Pois eu acho muito mal esse reposicionamento com “novas regras” para quem entrou depois de 2010. Como é que alguém pode achar bem? OS extras e VE NUNCA DEVERIAM TER EXISTIDO. Quem já pertencia aos quadros foi porque concorreu a nível nacional para conseguir uma vaga tentando aproximar-se nos concursos seguintes. Porém há muitos que ainda não o conseguiram. Desde 2013 abriram milhares de vagas para entrar gente do privado e muitos outros que nunca deixaram a beira da porta para QZP´s que outros com maior graduação e já pertencentes aos quadros também pretendiam e agora ainda vão ser reposicionando com regras diferentes podendo passar a auferir por um escalão acima mesmo com menos tempo de serviço. ISTO É UMA ESTUPIDEZ E UMA INJUSTIÇA. Não estão em negociações? Então há extra para tudo e não para nivelar todos por igual?????

    Vão vincular mais uns milhares e quantas vagas são para o interno?????? Este deveria ter uma prioridade, a última para TODOS os que vincularam pela ilegalidade de extras e VE independentemente de já serem QE ou QZP.
    Estou fartooooooooooooooooooooooooooo de tanta injustiça.

    • António Ferreira

      CONCORDO!!!
    • Catarina

      Tem razão nas vagas que deveriam existir para o interno. No resto tem parcialmente! Quem entrou não veio só do privado! Algumas vagas foram efetivamente para quem trabalhou sempre no publico!
  • António Ferreira

    Caro Arlindo!
    É com desilusão que leio esta interpretação do sucedido e achar-se que é natural tal situação.
    Vinculei em 2004, supostamente passei ao 2º escalão, mas com a reformulação dos escalões, voltei novamente ao 1º!!! Entretanto, com os sucessivo congelamentos, mantenho-me nesse escalão atualmente (com 16 anos de serviço completos), com a agravante de apenas poder progredir em janeiro de 2019, pois ainda me faltam trezentos e muitos dias para poder progredir… Agora chegam estes colegas que, muitos por opção, preferiram ficar como contratados perto de casa, entram nos quadros de uma forma simples e ultrapassam-me sem a mínima lógica. Onde está a justiça??? Sinto-me completamente desiludido e farto de ser injustiçado e roubado!!! Peço desculpa pelo desabafo, mas custa-me aceitar tamanha INJUSTIÇA!!!!!
    • Vanda Cachapa

      Também não concordo
    • Recém vinculada

      Terá sido de forma simples, a mim ninguém me bateu à porta a perguntar se queria vincular!
    • Educadora por paixão

      Eu também não concordo! Mais uma vez salvam-se apenas alguns “amigos”!
      Sou QA tenho mais de 30 anos de serviço e estou congelada desde 2001. Fiz formação, fui avaliada e não subo de escalão! Que democracia é esta? Ou é para todos ou não é para ninguém! Fico contente pelos colegas que mudam de escalão mas e os outros? Parece que uns são mais docentes do que outros!
      Quando efetivei, há cerca de 20 anos, efetivei onde o Estado queria (longe de casa) e não porque eu queria e aguentei. Não podia recusar pois era penalizada com 2 anos sem poder concorrer . Hoje, os docentes só concorrem a quadro de agrupamento se quiserem!
      Cada vez criamos mais injustiças e divisões na carreira docente!
      O acordo dos sindicatos com o ministério é uma “farsa” e eu sinto-me defraudada. Como diz o ditado popular “Com papas e bolos se enganam os tolos”!
      • raquel

        E há cerca de 20 anos quando efetivou não lhe contaram o tempo que tinha como contratada para a posicionar? Sinceramente não estou a perceber qual é a dúvida e indignação das pessoas em relação a este tema. Não sei se entenderam que o tempo congelado, esse não vai contar, só conta o restante.
        • asol

          Entrei no quadro em 2006 e até hoje nunca saí do 1º escalão… Vou ser reposicionada onde deveria estar ou nem por isso? Ou tenho o azar de ter entrado em quadro antes de 2010???
        • NP

          Estou na mm situação da colega, vinculei em 2006. Pelos vistos também é azar ter andado por longe, ter alugado casa longe, ter ficado longe da família, não ter podido concorrer a outro QZP antes daquele que se ficou vinculado (como acontece agora) e por aí adiante, Azar de uns, sorte de outros, pelos vistos. Mas que injustiça vem a ser esta? Andamos a brincar com a vida das pessoas?
        • A

          Não há subida para nenhum, só pelo tempo de serviço, eu trabalho desde 2000 e estou no quadro desde 2003, continuo no 1º escalão e só subo 3 meses após o descongelamento para o 2º.
      • Catarina

        Aqui não há amigos!
        Em vez de estarem preocupados com quem vai ser reposicionado justamente pelo tempo de serviço que efetivamente prestaram (e não, não foi à porta de casa mas foi 18 anos c contratos a 200, 300 e 500 km de casa muita parte do tempo com 2 filhos pequenos), deviam estar preocupados com o motivo do Sr Mário Nogueira não ter lutado pelo reposicionamento de quem ja esta no quadro já em 1/1/2018! Problema não é quem vinculou agora!!! Problema é quem esta a negociar o acordo e que devia bater-se pelos motivos que lhes foram apresentados por todos nós e agora se vende por uns “rebuçados”. O que leio aqui é o que sempre nos impediu de ter a carreira que deviamos ter: desunião! Vinculei agora e estou profundamente ofendida com o que estão a fazer a quem foi congelado no quadro em 2007, apesar de aparentemente ir ser “beneficiada”. Fiz greve na última 4a e não era nada comigo porque nunca sequer esperei que o meu tempo de serviço fosse contabilizado fosse para o que fosse! Mas fiz porque era justo! Justo para quem vejo todos os dias na minhas escola a trabalharem para agora serem pisados mais uma vez. E o que vejo? Os que pedem justiça, são injustos para os outros em vez de criticarem quem negoceia! É injusto: É! Mas apontem o dedo a quem de direito!
        • A

          O problema não é terem vinculado, é a forma como vincularam, num concurso feito à medida indo contra as normas preconizadas pela Legislação Geral de vinculações em funções públicas. É que não podia ter sido aberto um lugar de quadro para contratos sem primeiro disponibilizar todas as vagas em concurso interno. A forma é errada e todos sabem que o é, mas há outros interesses e esta gente anda há demasiado tempo a fazer o que quer impunemente. Só estou feliz porque não fiz greve, aprendi muito na altura da Maria de Lurdes Rodrigues, os sindicatos assim que conseguiram não ser avaliados na mesma forma dos colegas atiram a toalha ao chão e lixaram-se para tudo e para todos.
    • Indignada

      Partilho o mesmo sentimento. É revoltante e muito desmotivador. Sinto-me desvalorizada depois de quase 17 anos de serviço e ainda no 1° escalão e ver este colegas ultrapassarem-nos mais uma vez. :-[
      • Catarina

        Problema não é darem aos recem vinculados o que lhes é devido! É não darem a quem já estava nos quadros antes disto tudo, o que é seu por direito. Isto sim é problema! Eu tenho 18 anos de serviço e só entrei agora na carreira, por isso se quiseres falar de desmotivação e revolta, tens aqui alguem que te compreende. Agora não atires palavras para sitios que não deves. Manda na direção dos sindicatos que tão bem nos representam!
    • Catarina

      ahahahahaha injustiça! é o que há mais! Tenho mais tempo de serviço (18 anos… parece-me que ainda levo vantagem de 2 anos…mas nunca fui boa a matemática lol), NUNCA estive perto de casa, só vinculei agora e mesmo assim continuo longe de casa! Compare as situações e depois pense bem nas…supostas…injustiças! E agradecia explicação de como foi simples entrar no quadro?!?!?!?!?! Já agora, partir do particular (de alguns contratados que preferem estar perto de casa) para o geral (que todos fazem isso) é errado. Mas mais uma vez…a lógica escapa-me!
    • Eugénio Bezerra

      Caro colega: entrei para os quadros em 2013 (tenho 26 anos de serviço) e ganhou ainda 1518 euros.Não acha injusto eu ganhar muito menos que colegas com metade do meu tempo de serviço?
  • Recém vinculada

    Boa tarde!

    Sou recém vinculada e até posso compreender alguma incompreensão nalguns comentários, mas julgo que devemos ver de todos os prismas o problema, ando a trabalhar desde 2002, acabaram com o meu grupo, fiz formação noutras áreas para me manter a fazer aquilo que realmente gosto e continuei a ser necessária no sistema, estou à seis anos longe de casa, vinculei e fiquei na mesma longe de casa (não queixo disso apesar de ver horários surgirem no qzp perto da minha casa) e julgo que após receber pelo índice 167 (apenas, se a memória não me falha, de à três ou quatro anos, para cá quando fomos reconhecidos como professores) seria igulamente injusto que o tempo que trabalhei, antes do congelamento geral, fosse colocado no lixo.
    O problema é sempre quando olhamos apenas para o nosso umbigo e nos sentimos melhor se pudermos rebaixar o outro. Então e os anos para trás em que quem já estava na carreira auferia o índice 167 enquanto quem tinha o mesmo tempo ainda auferia o 151(acho que era este)? não deveria contabilizado? Só porque se era contratado?

    • A

      Não se preocupe que não vai subir de escalão, eu sou vinculado desde 2003, trabalho desde 2000 e ainda estou no 1º escalão, logo, à colega ainda lhe faltam dois anos para subir ao 2º escalão.
      • Recém vinculada

        Como é que faltam 2 anos?
        • A

          Com o congelamento a colega ainda não tem o tempo de serviço necessário para poder passar para o 2º eu entrei em 2000 e estou no quadro desde 2003, continuo no 1º escalão. Faltam-lhe dois anos e pico.
      • Catarina

        Excelente A!!! Muito bom! Eu trabalho desde 1999 e entrei para o quadro agora! Explica lá porque é diferente de mim????? Eu nem na carreira estava! Isso tb é justo??? Deves ser reposicionado: Sim!
        Mas os outros tem o mesmo direito!
    • H

      E depois os outros é que só olham para o seu umbigo!
    • NP

      Trabalho desde 2001/02. Entrei no quadro em 2006, Estou no índice 167 desde essa altura. Acha justo ficar num índice diferente do meu, com os mesmos anos de serviço? Não olhe apenas para o seu umbigo. Já agora, uma professora que escreve de “à três ou quatro anos”… é o que há, enfim,,,
      • Catarina

        Ahahahahahahaah Eu tb não acho justo. Trabalho desde 1999 e acho injusto só ter entrado agora no quadro quando tens menos tempo de serviço que eu e já lá estas desde 2006!
        Calma a falar de injustiças porque há muitas para distribuir. Concentra as tuas energias onde são devidas: sindicatos!
      • Recém vinculada

        não percebo porque fala “é o que há”, só no ano letivo de 2014/2015 é que passei a receber pelo indice 167 até então recebia pelo indice 151. Você esteve durante esses 8 anos a usufruir de um salário superior e com garantia de trabalho. E eu é que só olho para o meu umbigo? eu é que digo enfim…
        • NP

          Os vossos argumentos parecem-me bastante enviesados. Por um lado, se a Catarina trabalha desde 1999 e só vinculou agora, das três uma: ou o grupo de recrutamento é muito concorrido ou tem baixa média de curso/graduação ou nunca quis concorrer para longe. Quanto a isso, não podemos comparar condições diferentes na origem ou no percurso, provavelmente estamos em grupos de recrutamento distintos.
          Dps, eu estou a dizer que entre dois professores DO QUADRO (como é agora o caso ATUAL) não pode haver discrepâncias salariais deste teor… Se a “recém vinculada” entrou apenas em quadro em 14/15, ainda bem para si. O que gastei em alugar quartos LONGE DA MINHA FAMÍLIA não compensou o tal índice 167. Eu teria sempre horários perto de minha casa. Percebe?

          Agora não tentem argumentar que para repararmos injustiças devemos cometer outras ainda maiores!

          O que defendo é simples e claro: estando em quadro, tempo igual de serviço = mm índice remuneratório. Qual é a dúvida???

        • Recém vinculada

          Eu entrei no quadro este ano (2017)!!! e sempre concorri para longe de casa o que eu disse foi que apenas fomos (os contratados) equiparados ao índice a partir de 2014/2015.
          E para que fique claro efetivei porque concorri para longe e mesmo em mobilidade continuo longe de casa.
        • Celso

          Sempre a mesma lengalenga sobre os porquês de uns vincularem cedo e outros tarde…Contudo, agora é preciso analisar outros aspetos que a “Recem vinculada” tendo chegado só agora à carreira não deve saber………….

          Quem está na carreira há mais tempo, andou a levar no lombo com muitas manobras duvidosas para não progredir e que não passou só pelo congelamento do tempo de serviço. Tudo bem que os recém vinculados sejam reposicionados, mas não é justo que para estes seja automático e ainda fiquem num escalão acima dos outros que têm o mesmo tempo de serviço, isso claro descontado já os 9 anos e tal a todos. Percebe? Você acha isso justo?
          Assim sendo concordo com NC”estando em quadro, tempo igual de serviço = mm índice remuneratório”.

  • Recém vinculada

    Quanto aos 9 anos 4 meses e 2 dias julgo que devem ser descongelados, segundo percebi e bem para todos ao mesmo tempo!
  • Filipe Rocha

    Pois eu estou exatamente nessa situação vinculei em 2006 entrei para QZP fiz a profissionalização em serviço é só em 2009 fiz os 1460 dias de serviço e como entrei em QA entrei para o primeiro escalão! Hoje ainda estou neste escalão porque logo a seguir congelei e agora faltam me cerca de dois e mais alguns meses para ascender ao segundo escalão.
    • A

      Dois não, três.
  • maria

    E os colegas do 4º e 6º escalão ? Se tem quotas , como vai ser contado o tempo de serviço ? Mais uma vez vão marcar passo, pois o nº de vagas vai ser muito reduzido.E para os que tiveram muito bom e excelente, a proposta apresentada pelo Ministério fala na avaliação IMEDIATAMENTE anterior. Por isso muitos vão ser excluídos.
    Mas os Sindicatos não querem saber. Foi assim em 1989, foi assim com Maria Lurdes Rodrigues, e vai ser assim agora.
    Mais uma TRAIÇÃO . Já estamos habituados.
    E o Arlindo o que acha ?
    • Catarina

      Sindicatos fazem sempre o contrário do que deviam! Ontem, tinhamos o queijo e a faca na mão! Bastava dizerem: OU consideram o tempo todo já a comecar em 2018 (faseado ou não isso agora é metéria de discussão) e fica já feito o acordo (e não o compromisso) ou na próxima semana temos Greve por tempo indeterminado! Isto quando o OE esta a ser discutido na Assembleia. BE e PCP deram apoio aos professores. Seria muito bom ver a votação do orcamento com uma manif à porta. Mas não…compromisso que nos vai entalar foi melhor…
      • Celso

        CERTISSIMA! Estes sindicatos estragam tudo é sempre a mesma treta. VENDIDOS!!!!
  • H

    Tudo para os do costume e mais uma vez à custa dos restantes. Estes, os restantes… Não paguem o sindicato é a única maneira de ganharem algum! Pois os sindicatos e os governos olham sempre para os mesmos. Quanto aos partidos não vejo solução, não temos em quem votar.
    • Catarina

      BE e PCP. Deram razão aos professores. Ou não viste notícias?!?!?! Exigiram que tempo de serviço fosse todo contabilizado e dado já a partir de 2018 e deixaram pormenores p governo e sindicatos (erro). Depois sindicatos fizeram o que se viu…qd tinham poder negocial por causa do OE na proxima semana…
      • Carlos Preto

        BE e PCP. Deram razão aos professores. É muito fácil dar razão. É só populismo. Dão razão mas depois aprovam o orçamento. Estes professores têm neurónios ou gostam de ser enrab…….?
        • Catarina

          Ainda não aprovaram nada. E agora não saberemos pois Sindicatos já cederam.
      • H

        Esses são do mesmo saco que os outros só querem saber dos extras e afins … Justiça que era bom! Nada!
        • Catarina

          Obvio! Mas ainda assim, fazem parte ou… participam no Governo e foram contra a descriminação que nos estavam a fazer (e continuam). Justiça teria de ser os Sindicatos a exigir na negociação. Ai culpa ja não é nem de BE nem de PCP nem de ninguem mas sim de quem negoceia. E ai é o que se esta a ver…basta ver declaracoes dos srs sindicalistas na 4a, 5a e 6a para ver o que estavam a exigir e comparar com o conformismo e a lata ao sairem ontem do ME a acharem que obtiveram um bom acordo…
        • A

          O BE e o PCP não querem que o governo caia, sabem que com o que foi aprovado agora era o Socrates 2ª legislatura parte II, podai haver maioria para o PSD em menos de nada. Os que poderiam ficar felizes com o acordo são apenas 7% dos professores, os que vincularam nas VE e desses só serão inseridos os que tinham tempo anterior ao descongelamento e com normas diferentes da dos colegas de quadro, não vão precisar de aulas observadas. O BE e o PCP não valem nada, vão aprovar esta estupidez e não compreendem nada de nada das matérias específicas que deveriam dominar para nos poderem representar minimamente bem. Não voto em incompetentes nem em carneirada, estou farto desses deputados todos que só sabem andar à voz do dono. A coitada da Ana Drago que era a única que sabia do que falava foi posta a andar e o PCP nunca teve 1 único que percebesse nada sobre educação, a cassete é sempre a mesma, dai terem cada vez menos simpatizantes, depois das patrocinadas pela FENPROF (CDU dos profs) quem não votava neles era eu.
        • H

          Fique lá com a sua “extrema esquerdalha” que a mim não me enganam mais. E não está livre de acabar a carreira a ganhar 500 euros.
  • Claudia Lago

    Mas…andamos a brincar????Desculpe Arlindo, eu não sinto revolta que os colegas sejam reposicionados em função do tempo de serviço que têm…O que me causa indignação é a ilegalidade que refere aqui : “Nesta transição há situações de injustiça para quem vinculou antes de 2010 que são as seguintes:
    . A partir de 2011 a carreira inicia-se no índice 167
    . Este docente ao passar para o 3.º escalão passa ao lado da obrigatoriedade das aulas assistidas do 2.º escalão.” Isto é pura e simplesmente inaceitável!!!

    Isto não foram negociações…Foi fogo de vista e mais um logro…Dahhhhh

    • Isabel Pires

      Faltam as quotas, professores que ficaram retidos e os outros não???
      • luarzita

        Eu fui uma delas, em 2010, que fiquei retida por causa das cotas irem para os favoritos ( não sou lambe botas) , e não passei ao 3º escalão. Entrei ao serviço em setembro de 96, e estou no 2º escalão até agora. Como vai ser ??? com 21 anos de serviço, tendo desaparecido, aquele despacho de 2010…como ficamos ???? Quando vamos ser colocados no escalão certo?
    • Catarina

      Verdade pura!
  • Sierra

    Alguém que me explique: Eu vinculei em 2006 e NÃO me contaram os seis anos de serviço como contratado desde 2000 (para a progressão). Como sabemos ainda estou no 1º escalão. Colegas meus que infelizmente só conseguiram entrar no quadro em 2015, porque a média de curso é inferior, vão agora ver contado todo o seu tempo como contratado, passando julgo eu para o 3º escalão. Eu fico no 1º. É assim ou está a escapar-me algo?
    • d

      Se vinculou em 2006 e tinha 6 anos de serviço, presumo que 1 ano antes da profissionalização – esse não conta. Depois teve um ano no 126. Depois passou para o 151 e lá tinha que permanecer 4 anos, mas entrou no quadro, pelo que o inseriram no 1º escalão bem.
      • Sierra

        Essa não é a questão principal, O que pretendo confirmar é saber se, com o mesmo tempo de serviço, os meus colegas de curso que apenas vincularam em 2015 vão agora passar passar para um escalão superior ao meu.
        • d

          Com 6 anos de serviço vão ficar no primeiro escalão também.
        • António

          Como assim, se os contratos vão ser inseridos com 6 anos de serviço no 2º escalão, nós deveríamos também ser inseridos autonomamente porque as normas aplicadas foram outras, éramos obrigados a entrar na carreira no 1º escalão e a permanecer quatro anos no mesmo, independentemente do tempo de serviço. A norma da integração dos contratos no escalão correspondente só saiu em 2014 e nenhum professor de quadro beneficiou da mesma e penso que nem pode beneficiar neste momento, terá que ser alterada a legislação porque penso que não tem retroativos, ou tem? Se não tiver só quem efetivou de 2014 para a frente pode beneficair da integração no escalão.
        • justificação

          Qual quê?! Sempre foram integrados no respetivo escalão até 2010. Depois disso é que o deixaram de o ser. O tempo de serviço tinha que ser era como profissionalizado e avaliação mínima de Satisfaz. Conforme o nº de anos de serviço que se tinha quando se efetivava, nestas condições, a pessoa era logo integrada, no respetivo escalão. Agora nas décadas de 80 e de 90 a maioria efetivava era sem ter 7 anos de tempo de serviço (o do estágio + 6 após profissionalização) para integrarem o 2º escalão.
        • Catarina

          Temporariamente sim! Negociação esta a ser muito mal realizada…mas já é hábito!
          Quem vinculou desde 2011 vera o seu tempo de servico contabilizado.
          Quem ja estava não porque tempo que devia ser contado deriva dos 9a, 4m e 2d congelados e este só sera dado a partir de 2019 (com sorte) e não se sabe quando terminará!
          Processo devia ser simultaneo! Tudo o resto que vai alem disto, traz injusticas. E contra mim falo porque vinculei este ano MAS repito sindicatos estão a negociar MAL.
        • d

          O tempo de congelamento não vai ser contado, Catarina. Não confunda as pessoas. Só vai ser contado o tempo que as pessoas tinham quando entraram no quadro, que era o que sempre acontecia até 2010 e deixou de acontecer a partir daí, porque o MEC deixou de cumprir a lei.
        • Catarina

          Foi isso que quis dizer. Quando refiro que o tempo sera contado, refiro-me a esse!
          Alias é o que esta no post do Arlindo
    • NP

      Tudo aponta nesse sentido. Eu estou na mesma situação que a colega, exceto o facto de ter começado em 2001. Também não posso crer nesta injustiça!
      • antonio

        espero mesmo que todos os docentes que estão no 1ºescalão efetivos que sejam recolocados em 2018 , fico feliz por todos afinal somos professores e nao empregadas de limpezas que parece que vejo nestes comentários uma vergonha só visto.
  • raposo

    Ando aqui eu há séculos a falar que isto ia acontecer e ninguém ligou nenhuma, ou então estava a prejudicar os outros a dizer que estava a ser invejoso, etc. Quando do que se trata é de uma injustiça. Não se trata de estar contra os colegas eles aproveitam e bem uma falha do sistema (quanto a mim propositada). Ainda hoje à tarde com um colega (Nabiça) estava a explicar-lhe isto e o homem a dizer-me olhe que não, que não ia ser assim. Vai ser assim vai,
    a menos que alguém se lembre disto mas a sério, não basta à ultima da hora lançar o boato e depois assobiar para o lado. O Arlindo sabe que eu sei que o que esta a dizer no fundo é que é uma injustiça e não deixa de ser….apesar de aparentemente concordar com ela….
  • ARF

    Obrigada pela clareza de espírito. Tenho 20 anos de serviço feitos em Setembro deste ano, vinculei à 2 anos atrás e este ano efetivei. Não sou nem nunca me considerei extraordinária a nível de concursos, corri o continente e a Madeira durante muitos anos para conseguir o maior tempo de serviço possível. Hoje continuo a receber pelo índice 167 por razões óbvias, e não não podemos por todos dentro do mesmo saco, considero que continua a haver injustiças mas também considero justo que me seja atribuído o mesmo que aos outros no passado. Não estamos em tempo de atirar pedras mas sim de nos unirmos como classe, é valorizando-nos que chegamos lá .
  • M. Correia

    Vinculei em 2003, no índice 151 na altura. A transição imposta no ECD de 2007 obrigou-me a permanecer mais três anos nesse índice, tendo integrado o 1° escalão da nova estrutura de carreira apenas em 2010. E aí me encontro desde então! Não consigo deixar de sentir uma grande sensação de injustiça! Mais uma grande injustiça. Porque, se entendi bem, eu vou ter de esperar sabe-se lá mais quanto tempo para sair do 1º escalão, enquanto outros o conseguirão já em janeiro, tão somente porque vincularam mais tarde (em condições de vinculação extraordinária)!! Exatamente pelo respeito de iguais direitos para todos, não posso aceitar como justa esta situação. Estou no 1º escalão há anos ( quinze anos completos de serviço) e agora fico para trás só porque vinculei há mais tempo em condições não extraordinárias!!!
  • Lope

    https://eco.pt/2017/11/18/contagem-do-tempo-levaria-um-quarto-dos-professores-ao-topo-da-carreira/
    Cá está o problema base: há demasiados professores acima dos 55 anos no sistema. Sem um regime especial de aposentação não iremos lá. Este ou outro Governo até poderão prometer e dar alguma coisa, mas será sempre mínimo, pois o País está numa situação financeira muito complicada. E Centeno é claro: os do topo bem podem esperar. O que é mais ou menos óbvio, se dos 650 milhões só haverá 100 milhões, por certo não será para os do topo. Deveriam também separar os que dão aulas daqueles que não dão. Então um colega que já tem o prémio do cargo ainda quer progredir como o outro que trabalha no duro e difícil com os alunos? Isso não é justo.
  • Pingback: Uma injustiça é sempre uma injustiça por milhões de justificações que se apresentem – Primeiro Ciclo()

  • Maria Silva

    Sinceramente, por vezes é desmotivador ler certos comentários aqui.
    Pode-se concluir; é a luta pela sobrevivência, cada um está a olhar para o seu umbigo…
    Classe sem classe nenhuma!…
    • Carlos Preto

      Estes partidos de esquerda fazem tudo para se manterem no poder… Pelo menos com o Passos quando cortou foi para todos… Com esta geringonça dá-se a uns, enquanto a outros diz-se que não há dinheiro, e vão-se criando injustiças. Estou mesmo a ver a Catarina a dizer daqui a dois anos que esteve ao lado dos professores… Com papas e bolos se enganam os tolos (neste caso os professores, porque os dos restaurante , reformados, já tiveram a sua parte)
  • Catarina Paço

    Sou professora de QA desde antes de 2010 mas concordo que a 1ª medida deve ser a reposição dos colegas que entraram recentemente para os quadros no escalão que lhes é devido (obviamente, com a não contabilização do tempo congelado). Em 2º lugar, aqueles que não obtiveram pelo menos BOM (não há quotas) na avaliação de desempenho, estariam impedidos de subir ao mesmo tempo que os restantes.
  • Sierra

    Continuo sem perceber uma coisa: todos afirmam que só a partir de 2010 os professores deixaram de ser osicionados na carreira de acordo com o seu tempo de serviço como contratado. Ora comigo isso não aconteceu em 2006 quando vinculei. Já tinha 6 anos como contratado e fiquei no primeiro ano do 1 escalão. Fui enganado?
    • justificação

      Não, não foi enganado! Em 2006 precisava de ter quando entrou no quadro 7 anos de tempo de serviço (ano de estágio não contava para a carreira – o seu primeiro ano de serviço; depois tinha que se estar um ano no índice 126 – o seu segundo ano de serviço; depois tinha que estar quatro anos no índice 151 – 3º, 4º, 5º e 6º anos de serviço; após o 7º ano de serviço (6 após a profissionalização) podia-se entrar para quadro, diretamente, para o 2º escalão. Caso se entrasse em ano anterior para o quadro, ia-se para o primeiro escalão.
      • anonimo

        Se o tempo antes da profissionalização conta para a progressão como é que diz que o ano de estágio não conta? deve estar a fazer confusão.
  • Pedro Fonseca

    Boa tarde.
    Parece-me que estamos a discutir “INJUSTIÇAS” em que todos temos razão, mas que estão claramente desfasadas no tempo. Reconheço os argumentos dos dois lados, os pré e os pós vinculados, mas o cerne da questão remonta à revisão dos escalões e essa já foi feita há muito tempo… infelizmente! Quem agora se insurge contra os colegas que vão progredir para um escalão superior, alegando justiça e que nunca correram riscos, não pode esquecer-se que todo o seu tempo como contratado já foi contado e contabilizado para progressão. Quando todos defendemos a contagem de tempo integral não me parece justo que esse tempo seja apagado só porque entraram na carreira mais recentemente… a sua reposição é mais que justa!! É claro que quem já cá está se vê injustiçado… mais tempo e um escalão inferior!! Devemos ser todos equiparados como já li aqui!!! mesmo tempo de serviço mesmo escalão!!! tudo isto poderia ser correto se não tivessem alterado/reformulado os escalões no passado! Aí sim foi introduzida uma injustiça, mas nessa altura não vi a perseguição às bruxas, comparável ao que aqui se vê!
    É claramente legítimo e justo que quem ainda não o foi, que seja integrado no escalão correto, tendo em conta o tempo que tem (não congelado) e com base nos atuais escalões. Também é justo que todos aqueles que terão de esperar para progredir sintam um amargo de boca, mas também não podem esperar que os novos colegas sejam injustiçados por uma restruturação que foi feita no passado. Todos os que já estamos no quadro já beneficiámos do nosso tempo como contratados… podemos dizer que tivemos azar por apanhar a alteração de escalões?!! Eu tive, mas também não posso desejar que os outros também tenham que ter o mesmo azar… Naquela altura comemos com as alterações e agora nada feito…
    Como diz o povo sorte de uns, azar dos outros… Neste caso o conceito de justiça tem sempre dois lados, mas não é por isso que temos a legitimidade para nos atacarmos…
  • Carlos

    Penso que terão que ficar pelo menos mais este ano no 2ª escalão aqueles que forem reposicionados para que tenham aulas assistidas. Além disso têm que ter a formação necessária para passar para esses escalões, não basta o tempo de serviço
  • AC

    Completamente de acordo consigo! Para já, foi uma grande vitória para TOD@S! Quem esperava que fosse reconhecida esta grande injustiça! E, penso, não vou abrangida por estas alterações, mas UM/A POR TOD@S E TOD@S POR UM/A!!
  • David Carpinteiro

    Quem entrou este ano para os quadros também é reposicionado ou tem de esperar um ano para que isso aconteça?
  • Cat Pinoquio

    Vamos apoiar a geração dos “excilentis” para vergar os prof’s divididos e garantir as gestões fascites e por todos a gritar vivO mertu!
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