25 de Novembro de 2017 archive

Manifesto-me contra!

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Manifesto-me contra!

 

 

“Um manifesto subscrito por 10 diretores de escolas públicas propõe a suspensão do acesso ao 10.º e último escalão da carreira docente nas negociações com o Ministério da Educação sobre a recuperação do tempo de serviço congelado. O documento sugere ainda que o 8.º escalão mantenha seis anos de duração. “Apelando à solidariedade entre os professores, defendemos a suspensão do acesso ao 10.º escalão da carreira até o quadro económico do país permitir a reversão desta decisão, e defendemos a inalteração do regime transitório que dimensiona o 8.º escalão”, defende o manifesto subscrito por José Queirós, do agrupamento da Póvoa de Lanhoso, e nove outros diretores. “São cedências equilibradas, com equivalente financeiro volumoso, adequadas a um tempo de lenta recuperação económica e apaziguadoras de tensões sociais desnecessárias e inúteis”, pode ler-se no documento. Os subscritores entendem que desta forma os sindicatos estarão em condições de exigir a devolução de todo o tempo congelado, num período de quatro anos, com início em janeiro de 2019. A proposta surge na sequência de declarações de membros do Governo a avisar que a contagem integral do tempo de serviço “esbarra em constrangimentos financeiros do Estado”, o que suscitou “dúvidas sobre o resgate futuro dos direitos laborais”. O manifesto apela à solidariedade para com os professores mais jovens: “Entendemos que no centro do compromisso devem estar os professores mais fragilizados. É certo que todos os professores fizeram sacrifícios durante a austeridade, pagando a taxa extraordinária de IRS e sofrendo cortes remuneratórios avultados. Mas não foi assim com o congelamento do tempo de trabalho, que atingiu menos os que estavam próximos do fim da carreira – apesar de tudo, parados em lugares confortáveis. Os professores que mais sofreram com o congelamento das carreiras são os que ocupam os escalões intermédios e os primeiros escalões”. Transcrevi o texto do CM.

Desde já, fica claro que estou no 9º escalão!

No entanto, e citando Evelyn Beatrice Hall,Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las.

A liberdade de expressão  tem de ser a garantia assegurada a qualquer indivíduo de se manifestar, buscar e receber ideias e informações de todos os tipos, com ou sem a intervenção de terceiros, por meio de linguagens oral, escrita, artística ou qualquer outro meio de comunicação. O princípio da liberdade de expressão deve ser protegido e é isso que a defendo.

Mesmo, para com os patetas, que têm dado opiniões sobre a escola e os professores, sem nada saberem do tema, nos mais diferentes palcos mediáticos, defendo essa liberdade.

Por isso mesmo, tenho o direito de me manifestar, contra o triste manifesto de 15 de dezembro!

Para já estranho que estes manifestantes Diretores, de Agrupamentos de escolas (ao que parece), não ofereçam o seu “suplemento remuneratório mensal que se soma ao ordenado base do diretor, subdiretor e adjuntos de agrupamento de escolas ou escola não agrupada e é calculado com base no cargo e em função da população escolar que dirige.

De acordo com uma tabela que consultei, um diretor de uma escola ou agrupamento de escolas com mais de 1200 alunos recebe um suplemento remuneratório de 750 euros. Se a escola tiver entre 801 e 1200 alunos recebe 650 euros e se dirigir uma escola com até 800 alunos aufere mais 600 euros.

Um subdiretor ou adjunto de uma escola com mais de 1200 alunos recebe um complemento ao ordenado de 400 euros, de uma escola com 801 até 1200 alunos recebe 355 euros e de uma escola com até 800 alunos aufere mais 310 euros.

Ora eu reconheço que é justo, mas estes subscritores solidários podiam ter começado por aí!

Reparem no pormenor do texto manifestante:

Mas não foi assim com o congelamento do tempo de trabalho, que atingiu menos os que estavam próximos do fim da carreira – apesar de tudo, parados em lugares confortáveis. Os professores que mais sofreram com o congelamento das carreiras são os que ocupam os escalões intermédios e os primeiros escalões”.

“Parados em lugares confortáveis”?

Na escola, os lugares mais confortáveis são os dos Diretores, desde logo pelas poltronas em que se sentam.

Já agora, estes Senhores Diretores deviam era pensar no modelo de eleição dos Agrupamentos de Escola, ou ainda não concluíram que a eleição indireta não arrecada simpatia e pode traduzir-se, até, numa prática antidemocrática?

Esperamos um manifesto sobre este tema!

 

João Ferrer

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RR13 só a 6 de dezembro…

Rui Cardoso

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A RR 13 é a ultima com aceitação neste ano civil. Depois desta só lá para dia 29 de dezembro… A CE ficará suspensa entre o dia 8 de dezembro e o dia 29 de dezembro, inclusive.

 

Reserva de Recrutamento (RR13)
Calendário

Pedido de horários (AE/ENA) – Disponível das 10.00 horas de dia 27 de novembro até às 10.00 horas de dia 4 de dezembro de 2017; 

Validação (DGEstE) – Disponível até às 12.00 horas de dia 4 de dezembro de 2017; 

RR 13 – 6 de dezembro de 2017.

Devido à interrupção das atividades letivas em resultado das férias de Natal, as Reservas de Recrutamento irão ser suspensas temporariamente durante o mês de dezembro. Os AE/ENA poderão voltar a pedir horários para Reserva de Recrutamento a partir do dia 22 de dezembro e a partir de dia 26 de dezembro de 2017, para Contratação de Escola. A seleção de candidatos em Contratação de Escola encontra-se suspensa de dia 08 de dezembro até dia 29 de dezembro de 2017, inclusive. Os prazos associados a outras etapas dos procedimentos concursais em curso não suspendem

 

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Turmas com menos alunos nos 1.º, 5.º e 7.º anos em 2018/2019

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Ao que parece a redução do número de alunos por turma aplicada em 2017/2018 às escolas TEIP serão aplicadas a todas as restantes escolas no ano letivo 2018/2019.

Assim, os limites máximos de alunos por turma serão de 24 no 1.º ano e nos 5.º e 7.º anos o intervalo varia entre o mínimo de de 24 alunos e um máximo de 28 alunos.

 

 

Turmas com menos alunos nos 1.º, 5.º e 7.º anos em 2018/2019

 

 

Para esta matéria, os únicos grupos parlamentares sem propostas eram os do PSD e do CDS-PP – que, no governo, aumentaram o número máximo de alunos por turma. Ontem à noite foram votadas as iniciativas do PS, do PCP e do BE, todas aprovadas, ainda que as últimas duas parcialmente: ficaram excluídas as turmas do Ensino Secundário e, no caso da proposta dos comunistas, também as com alunos com necessidades educativas especiais.

As normas vão ainda ser chamadas a plenário, esta manhã, e a iniciativa do PEV será apenas votada esta tarde. A redução será feita nas turmas de início de cada ciclo, ou seja, no próximo ano lectivo incide sobre os 1.º, 5.º e 7.º anos. Apesar de caber à tutela definir a redução, esta deve ser de dois alunos, à semelhança do que aconteceu já este ano nos territórios educativos de intervenção prioritária.

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“Os Professores São Miseráveis”

(Clicar na imagem para aceder ao artigo)

Ó Rodriguinho vai mas é trabalhar, malandro!

O Paulo Guinote já lhe respondeu:

A NextPower do Liberal MoitadeDeus e o Estado | O Meu Quintal

(…)

Em 2017 foram já 6 num total acima de 150.000€, melhorando dos 3 em 2016, num valor acima dos 130.000€. Mas percebe-se que houve tempos mais faustos: quase 250.000€ em 8 contratos em 2015, mas os melhores anos foram os de 2011 a 2013, com 15 contratos a valerem mais de 900.000€.

Foram 42 contratos entre 2010 e 2017, todos por ajuste directo, num total superior a 1.851.000€. Tudo saído dos “nossos impostos”, “dinheiro dos contribuintes”. Nada mau para malta liberal e empreendedora que não gosta de ganhar a vida à conta do Estado e que se preocupa muito com os “miseráveis” professores e o seu salário. Muito menos numa área tão fulcral para a produção de riqueza e desenvolvimento da Pátria como a “comunicação”.

Pior Que Ser Miserável É Ser Cagarolas e Pós-Verdadeiro | O Meu Quintal

(…)

Desculpem, não vou colocar o link para o post lá dos trintaseuns porque se faço isso a cáfila cai-me aqui e este é um quintal asseado, mas destacarei aqui os únicos “argumentos” que os rodrigosmoitasdedeus usam para justificar os seus ditos espirituosamente polémicos e que há forma de “medir” (porque bocas sobre explicações e tpc’s valem o que valem, são indemonstráveis fora peculiar da bolha mental em que se movem).

a) “Os resultados dos alunos nas escolas públicas são miseráveis. (…) os resultados continuaram os mesmos. Ou pioraram. “

É mentira. E para não dizerem que uso indicadores de tipo suspeito, vou recorrer a um estudo da parceria FFMS/CNE do David Justino sobre os dados dos PISA e sobre a evolução do desempenho dos alunos portugueses:

(…)

PS:

Há Dias Em que Até Um Miserável Precisa de Debater Com Gente de Bem | O Meu Quintal

 

Acho Normal Que um Gajo Destes Não Goste de Professores | O Meu Quintal

 

Mas, como recordar é viver, vamos lá relembrar ao Rodriguinho a  sua vida de mama à conta do Estado:

AS MÁFIAS, O TRÁFICO DE INFLUÊNCIAS E A CORRUPÇÃO NO ESTADO E NAS AUTARQUIAS (I)

(…)

Ficamos abismados e revoltados quando nascem empresas que, de imediato, conseguem avultados contratos com o Governo, com as autarquias e o universo empresarial estatal e municipal.

Vem esta introdução a propósito do aparecimento da empresa NEXTPOWER – Comunicação e Imagem, Unipessoal, Lda., constituída no dia 29 de Julho de 2009, tendo como sócio a BOSTON MEDIA Comunicação e Imagem, SA e gerência de João Filipe Poças Paixão Martins. Passados alguns dias (30/10/2009) a Nextpower transforma-se em sociedade por quotas, detida pela BOSTON MEDIA em 4.500,00 euros e por RODRIGO MOITA DE DEUS, com a quota de 500,00 euros.

O que tem isto de anormal? Nada…a não ser que passados poucos meses conseguiu contratos com o Estado, municípios ou empresas do setor público estatal e municipal empresarial, perfazendo mais de UM MILHÃO DE EUROS em 3 anos e 1/2 contratos com a Câmara (Município de Cascais), com 3 empresas municipais de Cascais (DINÂMICA, EMAC e ESUC), com a Turismo do Alentejo (empresa pública), com a FCCN e com a Turismo do Porto e Norte de Portugal, entre outras!

Mas, ao mesmo tempo e na mesma data a BOSTON MEDIA conseguia outro contrato com a GAIANIMA (26-04-2013), e celebrava outro com a FUNDAÇÃO BRACARA AUGUSTA!

Mas como não há 2 sem 3, quando não «comem» a NEXTPOWER ou a BOSTON MEDIA, há sempre uma 3.ª para «mamar» na teta dos contribuintes, com o nome de LPM – Comunicação, SA, que conseguiu contratos no valor de 2.330.727,70 euros!

Dos elementos a que tivemos acesso, conclui-se que a DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO DA COSTA DO ESTORIL, EM e a EMPRESA DE TURISMO ESTORIL, EM, empresas municipais de Cascais são grandes contribuidores, com quase um milhão e meio de euros para a Nextpower, Boston Media e LPM, todas dos mesmos donos!

Há muito que há um ataque desenfreado ao Estado, não sendo por acaso que Cascais, de Carlos Carreiras, apoiante de primeira hora de Pedro Passos Coelho, é grande amigo de Luís Paixão Martins (LPM) e João Paixão Martins (LPM, BOSTON e NEXTPOWER).

(…)

 

OS CRIMES DA LINHA DO ESTORIL

(…)

Procurando fundamentar a extinção da marca «Estoril», Carlos Carreiras contratou mais uma empresa de comunicação, a Brandia Central, que abichou 75.900,00 euros, sendo que uma dessas contratações tem por base o «Desenvolvimento de um estudo da marca Estoril durante o periodo de 27/02 a 30/04/2012», como se a marca não estivesse devidamente consolidada no mercado!

Quem é que Carlos Carreiras contratou para «dinamizar» a nova Cascais Dinâmica? Nem mais, nem menos, que as empresas de comunicações LPM, BOSTON MEDIA e NEXTPOWER, todas do mesmo patrão, Luís Paixão Martins!

De Julho de 2008 a Fevereiro de 2013, a LPM, a BOSTON MEDIA e a NEXTPOWER foram principescamente pagas num total de UM MILHÃO SEISCENTOS E CINQUENTA E SETE MIL TREZENTOS E OITENTA E OITO EUROS E CATORZE CÊNTIMOS! E 2013 ainda não acabou!

Não se entendem estes gastos na promoção de uma nova marca, «Cascais», a não ser que tudo não passe de uma jogada subterrânea para, de forma clandestina, se pagar a campanha eleitoral de Carlos Carreiras que, dizem as línguas viperinas, está a ser conduzida pela LPM/BOSTON MEDIA/NEXTPOWER, as tais que mamam à grande e à portuguesa no orçamento de Cascais e das suas empresas municipais!

(…)

 

Visão | PJ investiga ajustes diretos da Gaianima feitos em ano de autárquicas

(…)

Gaia amiga

No que vai de romaria, já deve ter notado coincidências. Mas vamos a outras.

A NextPower e a Boston Media não são gémeas por acaso. A Boston é dona da Next-?power e ambas pertencem a João Paixão Martins, administrador executivo da LPM, a agência do pai, Luís Paixão Martins, um dos mais influentes consultores de comunicação. Do universo LPM faz ainda parte Rodrigo Moita de Deus. Diretor de projetos da LPM e diretor-geral da NextPower, Rodrigo não é propriamente conhecido, verdade seja dita, por simpatizar com Menezes, mas fez parte da direção de Pedro Passos Coelho no PSD, onde também já estava o vice-presidente do partido Marco António Costa, que tutelou a Gaianima.

Nas últimas autárquicas, enquanto a LPM trabalhava oficialmente para a campanha do socialista Manuel Pizarro, no Porto, a NextPower e a Boston Media viravam-se para Gaia. A NextPower, de resto, chegou a mudar o seu domicílio para o concelho. ?A presença de empresas da órbita da LPM em Gaia nem sequer é virgem: a consultora já trabalhara para a Amigaia, a agência municipal presidida pelo antigo embaixador e ex-ministro Martins da Cruz. Menezes criou-a para atrair investimento estrangeiro para o concelho. Propaganda não faltou, os milhões prometidos é que não se viram.

Os ajustes diretos com a Gaianima para a prestação de serviços entraram em vigor no mesmo dia e tiveram a mesma duração. Por coincidência, abarcaram o período em que o ex-autarca de Gaia se propôs atravessar o Douro, deixando para trás 16 anos de presidência e quase 300 milhões de dívidas, para tentar conquistar a Câmara do Porto, que, governada ao estilo Tio Patinhas, se tornara cofre-forte apetecível. Na lista de Menezes, com papel decisivo na estrutura de campanha, estava Ricardo Almeida, líder da concelhia “laranja” do Porto. Em 2011, aceitara o convite de Marco António Costa, então “vice” do executivo camarário, para presidir à Gaianima.

Caso de polícia

Como se sabe, Menezes perdeu o combate autárquico do Porto. Pizarro, o cliente da LPM, também.

Mas os contratos da Gaianima com a NextPower e a Boston Media chamaram a atenção da PJ, que solicitou os processos à Câmara de Gaia há meses, no âmbito de uma investigação que os media cunharam entretanto com o nome de Gaiagate. Os casos de polícia são vários e incluem suspeitas de terem sido usadas entidades públicas e dinheiro dos contribuintes para financiar as campanhas do PSD, no caso em Gaia e no Porto.

Nos dois ajustes diretos da Gaianima que a VISÃO tem vindo a referir algo nasceu torto. De acordo com pareceres jurídicos solicitados pela atual administração, a empresa não poderia ter celebrado os contratos por se encontrar em fase de liquidação. Ricardo Almeida discorda: “Todos os contratos assinados por mim e pelo dr. Angelino Ferreira vinham com o parecer dos serviços jurídicos da Gaianima e nunca assinámos nada com a consciência de estar a cometer uma ilegalidade”.

(…)

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