24 de Novembro de 2017 archive

Cinema Sem Conflitos: Dilemas Sociais (parte 4/4)

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Cinema Sem Conflitos

Prevenção e mediação de conflitos em contexto educativo
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“(…) qual será o caminho certo a seguir?”

 

O último filme do tema Dilemas Sociais chama-se “Alike” e foi realizado por Daniel Martínez Lara e Rafa Cano Méndez. O que parece ser uma simples uma história do dia-a-dia, começa a complicar-se quando um pai deixa de ter certezas sobre os valor que deve realmente transmitir na educação do seu filho.  Bom filme!

 

 

Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos

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Lista Colorida – RR12

Davide Martins

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Lista Colorida com colocados e retirados da RR12.

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358 contratados colocados na Reserva de Recrutamento 12

Davide Martins

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Foram colocados 358docentes contratados na reserva de recrutamento 12 de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento, duração do contrato e número de horas.

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Fenprof Apela aos Poderes Públicos para Contrariarem “Escalada de Difamação” dos Professores

Fenprof apela aos poderes públicos para contrariarem “escalada de difamação” dos professores – RTP Notícias

A Fenprof entregou hoje um abaixo-assinado pela “valorização dos professores” no Ministério da Educação e no parlamento e apelou aos poderes públicos para contrariarem a “escalada de difamação” dos docentes, com “mentiras absolutamente inacreditáveis”.

Às 09:30 de hoje uma delegação da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), liderada pelo secretário-geral, Mário Nogueira, entregou a petição com mais de 20 mil assinaturas no Ministério da Educação, seguindo depois para a Assembleia da República.

Em declarações à agência Lusa, Mário Nogueira disse que este foi “o momento oportuno” para entregar o documento, que é “a reafirmação dos professores” relativamente aos aspetos que querem ver resolvidos “num ano que não pode continuar a ser um ano de adiamento de resolução de problemas”.

Entre essas questões, estão o descongelamento das carreiras, os horários, o desgaste profissional, a gestão dos horários, o regime específico da aposentação dos professores e “a rejeição de qualquer processo de municipalização”, apontou.

“No fundo, são aqueles aspetos que os colegas nas escolas consideram ser mais prioritários de terem resposta do Ministério da Educação”, frisou.

Mário Nogueira adiantou que a entrega do documento também pretende ser um apelo para que os poderes públicos sejam promotores da valorização dos docentes e acabem com a “campanha de difamação” contra os docentes, após ter sido alcançado o compromisso de negociação entre as partes na semana passada.

“É absolutamente inacreditável que na sequência disso aparece um conjunto de gente, comentadores, mas também pessoas com responsabilidade política”, a fazerem acusações que “parece que os professores cometeram um crime qualquer pelo facto de terem considerado importante resolver aspetos que têm a ver com a sua vida profissional”.

O dirigente sindical lamentou que haja pessoas no plano político que querem “aproveitar-se da luta ou dos resultados dos professores para combater o Governo”.

“Nós não aceitamos ser joguetes de disputa política. Portanto, se há quem na oposição não seja capaz de fazer os combates que tem que fazer, que não venha tentar apanhar boleia da luta dos professores porque o carro já está cheio e só com professores”, frisou.

Para Mário Nogueira, esta situação é inaceitável e defendeu que “os professores têm que ser respeitados”.

Sublinhou ainda que têm que se perceber que os professores têm “um trabalho extremamente exigente nas escolas, em condições que poucas vezes são as desejáveis”, e mesmo assim têm “conseguido dar o melhor de si”, sendo que os resultados do seu trabalho têm sido reconhecidos internacionalmente.

“Achamos que compete ao Ministério da Educação, ao Governo, às entidades públicas, aos partidos, Assembleia da República contrariar esta escalada de difamação e de enxovalhamento dos professores, com mentiras absolutamente inacreditáveis”, declarou.

PS:

Opinião. Os professores merecem respeito

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Reserva de recrutamento n.º 12

 

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 12ª Reserva de Recrutamento 2017/2018.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 27 de novembro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 28 de novembro de 2017 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

Nota informativa

Listas

 

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O concurso FANTASMA…

 

O concurso, proposto pelo governo, para tentar silênciar as criticas dos professores que se sentiram Lesados com as colocações de 25 de agosto, é para “Inglês ver”…

As projeções do número de professores lesados pelas opções do M.E., estão abaixo da realidade. O movimento de professores “LUTA POR CONCURSOS de professores MAIS JUSTOS!” tem números bem diferentes, mais de 1000 professores. Esses professores terão poucas expetativas de ver a sua situação resolvida com o concurso proposto…

Este problema só seria resolvido com um concurso interno…

 

Concurso para docentes insatisfeitos não agrada a ninguém

“O Ministério diz que este concurso se destina aos professores insatisfeitos e a todos os outros que queiram concorrer mas, como em 2017 as colocações foram feitas por quatro anos, os únicos que se vão apresentar são os verdadeiramente insatisfeitos e os únicos lugares disponíveis serão os que estes libertarem”, diz ao DN Vítor Godinho, da Fenprof, que antecipa “um concurso praticamente fantasma” em que os candidatos “estarão a trocar maus cromos entre si”.

João Dias da Silva, da FNE, acrescenta que há queixas “desde setembro” e que “qualquer solução através do concurso interno acaba por congelar a situação das pessoas, que se sentem mal posicionadas durante todo o ano letivo, com a consequência que isso tem nas suas vidas”.

Na origem das queixas destes professores – 200 a 600 dependendo das projeções – está a decisão de excluir a atribuição de horários incompletos (menos de 22 horas letivas semanais) dos concursos da mobilidade interna, em que participam docentes sem turma atribuída e quadros de zona pedagógica (QZP) que pretendem aproximar-se das zonas de residência.

 

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