23 de Novembro de 2017 archive

Quando os Lobos Uivam e as outras “raças” são “insultadas”.

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Quando os Lobos Uivam e as outras “raças” são “insultadas”.

 

 

 

Na obra de Aquilino Ribeiro está representada a saga dos beirões na defesa dos terrenos baldios perante a ditadura do Estado Novo.

Nos finais dos anos 40, o Estado Novo resolve impor aos beirões uma nova lei: Os terrenos baldios que sempre tinham sido utilizados para bem comunitário e onde essa comunidade retirava parte vital do seu sustento, seriam agora “expropriados” e esses terrenos utilizados para plantar pinheiros.

 

Assim, sem mais nem menos, o Estado chega e diz que, a partir daquele momento, acabou. A revolta acaba por suceder e entre mortos e feridos tudo acaba numa caçada aos homens por parte da polícia que leva muitos homens à prisão acusados de serem instigadores e cérebros da revolta. O Estado mostra então todo o seu esplendoroso poder. Aqui representado está a saga dos beirões na defesa dos terrenos baldios perante a ditadura do Estado Novo.

Faz lembrar o que os professores actualmente passam!

Um estado mentiroso e incumpridor com uns (os professores) e, voluntarioso e amigo de outros:

Bancos, grandes empresas, políticos com 12 anos de actividade e com grandes reformas, grandes escritórios de advogados bem representados na Assembleia da República, tecno formas, lucros com favorecimentos nos vistos gold, etc, etc, etc.

O estado é incumpridor porque, não assume os seus compromissos com os professores.

É mentiroso porque, afirma que são os professores o mal deste país, o cancro da sociedade, a causa do défice, o travão ao desenvolvimento.

Reparemos no que afirmam as “ilustres” figuras da nossa praça, sobre a classe dos professores:

Marques Mendes,

“no seu entender, há uma distorção entre o tratamento dado aos funcionários públicos e aos privados: “Para o país ligado ao Estado, parece que a austeridade acabou. Relativamente ao outro país, o do sector privado, dos trabalhadores por contra de outrem, dos trabalhadores independentes, esses não vêem essa melhoria”.

Rodrigo Moita de Deus no programa “O Último Apaga a Luz”, na RTP3,

“Os resultados miseráveis dos alunos devem-se aos professores miseráveis que temos em Portugal.”

 

Anselmo Crespo,

afirma; “Os professores não são avaliados” e “prestam um mau serviço”.

 

José Manuel Júdice,

tratou a classe docente com o termo “raça”.

 

Naturalmente que entendemos estes “senhores”  e, outros, que todos os dias pisam a escola pública, nos jornais, na televisão e nas redes sociais. Têm uma missão, matar o ensino público, a saúde pública e todos os outros serviços de que a população normalmente precisa, para os entregar aos amigos, a grupos bancários, a interesses privados. Ainda vamos ver a escola pública nas mãos dos donos da EDP, ou dos donos dos CTT.

 

João Ferrer

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Manifesto 15 de Dezembro

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MANIFESTO 15 de DEZEMBRO
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O direito dos professores à recuperação na carreira de todo o tempo congelado durante a época da austeridade é legítimo e é justo.
Saudamos a plataforma sindical pelo empenhamento nesta causa colectiva.
Saudamos a plataforma sindical pela vitória na madrugada de 18 de Novembro: um primeiro compromisso do governo de integrar o tempo congelado na progressão das carreiras.
Saudamos também a plataforma sindical pelo compromisso do governo de reposicionar os professores do 1.º escalão que estão nos quadros por vinculação em 2011 ou nos anos seguintes.
Entendemos que no centro do compromisso devem estar os professores mais fragilizados. É certo que todos os professores fizeram sacrifícios durante a austeridade, pagando a taxa extraordinária de IRS e sofrendo cortes remuneratórios avultados. Mas não foi assim com o congelamento do tempo de trabalho, que atingiu menos os que estavam próximos do fim da carreira – apesar de tudo, parados em lugares confortáveis. Os professores que mais sofreram com o congelamento das carreiras são os que ocupam os escalões intermédios e os primeiros escalões.
Conhecemos as condições de formação do actual 10.º escalão da carreira docente, vazio, até hoje, por efeito da crise e da austeridade. O acesso a este escalão não foi e não é motivo de injustiças ou de frustrações profissionais – é um topo imaginário ou virtual.
Também sabemos as razões dos escalões provisórios de 6 anos. Foram efeitos exclusivos da translação dos escalões da carreira em 2010, e não suscitaram nem dúvidas nem desigualdades.
Os avisos no texto do compromisso sobre a recomposição das progressões na carreira e as declarações públicas de diversos membros do governo – reconhecendo a justeza da reivindicação da contagem integral do tempo de serviço, mas referindo que esta esbarra em constrangimentos financeiros do Estado –, suscitam dúvidas muito sérias aos signatários sobre o resgate futuro dos seus direitos laborais.
Assim, apelando à solidariedade entre os professores, defendemos a suspensão do acesso ao 10.º escalão da carreira até o quadro económico do país permitir a reversão desta decisão, e defendemos a inalteração do regime transitório que dimensiona o 8.º escalão. São cedências equilibradas, com equivalente financeiro volumoso, adequadas a um tempo de lenta recuperação económica e apaziguadoras de tensões sociais desnecessárias e inúteis.
Nestes termos, há efectivas e reais condições para que a plataforma sindical exija ao governo, nas reuniões que se iniciam no próximo dia 15 de Dezembro, a devolução de todo o tempo congelado e o reposicionamento imediato dos professores, aceitando que a diferença salarial entre os escalões de partida e os escalões de chegada seja devolvida em quatro anos, em segmentos equivalentes, com início a 1 de Janeiro de 2019.

 

Póvoa de Lanhoso, 22 de Novembro de 2017.

 

Os signatários,

 

José Queirós (AE de Póvoa de Lanhoso)
Francisco Queirós (ES de Paredes)
Estela Freitas (AE de Alpendorada)
Natália Neves (AE de Sobreira)
Adelino Sousa (AE de Arouca)
Teresa Garcia (AE de Frazão)
Vasco Araújo (AE de Alberto Sampaio)
Estela Póvoas de Abrunhosa (AE António Nobre)
Joaquim Silva (AE Joaquim Araújo)
Rute Cunha Rocha (AE de Pinheiro)

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Subscrição: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT87545

Pelo Google: pesquisar “Petição Pública” e depois “Manifesto 15 de Dezembro”

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Despacho n.º 10196/2017 – Apoio Financeiro para Aquisição de Material Didático – Pré-Escolar

Rui Cardoso

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Despacho n.º 10196/2017

A Lei Quadro da Educação Pré-Escolar, aprovada pela Lei n.º 5/97, de 10 de fevereiro, consagra, no seu artigo 2.º, a educação pré–escolar como a primeira etapa no processo de educação ao longo da vida, sendo complementar da ação educativa da família, favorecendo a formação e o desenvolvimento equilibrado da criança. Importa, assim, criar as necessárias condições que proporcionem às crianças experiências educativas diversificadas e de qualidade, o que pressupõe uma organização cuidada do ambiente educativo dos estabelecimentos de educação pré -escolar.

Nesta perspetiva, devem os referidos estabelecimentos ser dotados dos recursos necessários à concretização das atividades educativas e socioeducativas, através da aquisição de equipamentos e materiais de qualidade. Nestes termos, ao abrigo do disposto no n.º 2 do artigo 29.º do Decreto -Lei n.º 147/97, de 11 de junho, determino:

1 — O apoio financeiro aos estabelecimentos de educação pré –escolar da rede pública para aquisição de material didático, no ano letivo 2017/2018, é fixado em:

a) 172 € por sala, quando o número de alunos por sala for inferior ou igual a 10;

b) 274 € por sala, quando o número de alunos por sala for superior a 10 e inferior ou igual a 15;

c) 306 € por sala, quando o número de alunos por sala for superior a 15 e inferior ou igual a 20;

d) 330 € por sala, quando o número de alunos por sala for superior a 20.

2 — O apoio financeiro referido nas alíneas a) a d) do número anterior é pago em duas prestações anuais, de valor igual, nos meses de novembro de 2017 e março de 2018.

3 — Os encargos são suportados pelo orçamento do Ministério da Educação, através da classificação económica 06.02.03 do capítulo 03.

 

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Quanto a Isto os Bullies dos Professores que Pululam pela Comunicação Social Nada Dizem

Valor das irregularidades representa 12,8% do universo auditado o ano passado. Em 2015, tinham sido apenas 611 milhões (3,9% do total).
A Inspeção-Geral de Finanças (IGF) detetou ilegalidades no valor de 1900 milhões de euros num universo auditado de 14.800 milhões de euros no ano passado, o que representa 12,8% do total, de acordo com o relatório de atividades de 2016, acabado de divulgar.
Estes números representam um aumento em relação ao valor das infrações identificadas em 2015, ano em que foram detetados “apenas” 611 milhões num universo auditado de 15.300 milhões de euros (3,9%).
O documento do principal organismo inspetivo do Estado revela que só em erros em demonstrações financeiras foram 1414 milhões de euros e em comparticipações financeiras irregulares 277 milhões.
(…)

E depois os professores é que deitam isto abaixo e coiso e tal…

É tudo é uma cambada de gatunos e chupistas, a começar pelos bullies do costume.

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Opinião – Nós, os Professores

(Clicar na imagem para aceder ao artigo)

PS:

Faltava o link para o artigo. Já lá está.

Quanto ao José Miguel Júdice citado no artigo e a sua sociedade de advogados PLMJ é só ver o que ele mama nas tetas do Estado: até este momento e com 46 contratos, mama 1.943.600,34€ (fiz o download do Excel e as continhas).

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Mobilidade Para o IEFP

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Esta mobilidade para o IEFP aplica-se apenas aos docentes de carreira sem componente letiva e para as necessidades do quadro colocado em baixo.

 

Mobilidade de docentes de carreira para a rede de centros de emprego e formação profissional do IEFP – manifestação de interesse

 

 

Manifestação de interesse de mobilidade de docentes de carreira sem carga horária letiva atribuída para a rede de centros de emprego e formação profissional do IEFP, I.P.

Consulte o aviso e as necessidades de formadores.

 

 Aviso IEFP – convite à manifestação de interesse a docentes de carreira

 Necessidades de formadores IEFP

 

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