9 de Novembro de 2017 archive

Conclusões do Encontro entre a FNE e a FPP

Os Sindicatos estão a convergir…

 

 

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Professores… 3 vezes na rua em 8 dias…

Aproximam-se os dias de luta. Começam este sábado, 11 de novembro e vão até ao próximo dia 18.

As diversas forças sindicais marcaram uma semana de rua, sozinhos e acompanhados os professores vão mostrar o seu descontentamento sobre várias matérias. No topo de todas elas, aparece o descongelamento da carreira com o reposicionamento nos escalões correspondentes (durante o tempo de congelamento das carreiras da Função Pública os docentes continuaram a cumprir os requisitos da sua avaliação), não deixando que sejam ignorados os 9 anos, 4 meses e 2 dias em que não lhes foi permitido progredir, como a qualquer funcionário público. É a marginalização dos professores em termos da função pública. Esta exigência surge como uma questão de equidade com os outros funcionários públicos que são avaliados por acumulação de pontos. A velha luta pela (re)criação de um regime especial de aposentação, uma vez que se trata de uma profissão de desgaste rápido e que lhes foi retirada na década passada, continua como uma prioridade dos professores. Os concursos, é outro dos temas com que os docentes não estão concordantes com a posição da tutela e querem ver reformulados. Embora o diploma de concursos não tenha, sequer, um ano, ficou provado que não trouxe consenso entre os docentes (este diploma não teve a anuência de nenhuma força sindical, aquando da sua negociação). As ultrapassagens e a distinção de vagas entre cada tipo de candidato não é consensual. A definição de regras e a constância das mesmas é outra das exigências deste tema.

Estas são apenas algumas das exigências que os professores vão levar para a rua. Este é um momento de luta. e como alguém, uma vez, referiu, “Quando se luta, às vezes ganha-se, outras vezes perde-se. Mas quando não se luta, PERDE-SE SEMPRE.”

Sábado os professores saem à rua no Porto…

Dia 15, quarta-feira, em frente à Assembleia da República…

Dia 18 de novembro, pelas avenidas de Lisboa…

 

 

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Deputados do PS preocupados com revolta de professores

 

Os velhos traumas assolam os incautos… As lembranças do passado ainda lhes estão presentes na memória. Mesmo com uma geringonça a tentar funcionar os professores são e serão uma pedra no sapato…

 

O trauma de 2009, quando o PS perdeu os professores, paira sobre os socialistas. Há deputados preocupados com a rigidez orçamental

Alguns deputados socialistas da Comissão de Educação manifestaram, na terça-feira, a sua grande preocupação com o facto de o descongelamento das carreiras dos professores não ser retroativo. Em causa estão nove anos e meio de trabalho dos docentes – entre 31 de agosto de 2005 e 31 de dezembro de 2007 e desde 1 de janeiro de 2011 até 31 de dezembro de 2017 – que a partir de janeiro de 2018 não vão ser tidos em conta para efeitos de progressão, impedindo que mais de metade dos 110 mil professores cheguem ao topo da carreira antes de passarem à aposentação.

A situação é, por isso, considerada muito complicada do ponto de vista político por vários parlamentares. Um fantasma assombra o PS: a perda da maioria absoluta em 2009, para a qual contribuiu em muito a classe profissional dos professores, que travou uma luta de peso contra as medidas da antiga ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues.

 

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