Outubro 2017 archive

Uma República Mal-Educada, (In)disciplinada e com (Des)respeito pelos professores.

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Texto de opinião de João Ferrer.

 

Uma República Mal-Educada, (In)disciplinada e com (Des)respeito pelos professores.

 

Licínio Lima inicia com a frase seguinte um notável artigo na revista, a página da educação.

“Se, como afirma o Manifesto para a Educação da República, a República estiver a “educar mal os seus filhos”, estaremos então condenados à condição de uma República mal-educada.

Cabe aos pais e Encarregados de Educação a maior tarefa de educar seus filhos, estabelecendo limites e orientando-os a terem respeito e consideração para com todos e, principalmente, para com os professores que tem a missão de prepará-los para a vida. Verifiquemos o Exemplo do Estado! Como tratam os governos estes profissionais? Que exemplo dão? Que sinal dão à sociedade? Aos alunos indisciplinados? Aos pais que todos os dias agridem os docentes?

Vejamos o que nos aconteceu desde 2005 até à Gerigonça do Ministro Tiago Brandão Rodrigues.

 

O primeiro “congelamento” ocorreu entre 30 de agosto de 2005 e 31 de dezembro de 2007, num total de 854 dias. A Lei n.º 43/2005, de 29 de agosto, determinou a não contagem do tempo entre 30/08/2005 e 31/12/2006, tendo depois a Lei n.º 53-C/2006, de 29 de dezembro, prorrogado os efeitos da primeira por mais um ano, até 31/12/2007.

Nos anos civis de 2008, 2009 e 2010, o tempo de serviço foi contabilizado, para todos os efeitos, de forma normal.

A 1 de janeiro de 2011, o tempo de serviço voltou a “congelar”, situação que se manteve em 2012, 2013, 2014, 2015, 2016 e 2017. Neste caso, têm sido as sucessivas Leis do Orçamento do Estado a estabelecer estes novos “congelamentos”.

Caminhamos para os 10 anos sem progredir.

Então e agora, que chegamos às fraldas do tão esperado ano de 2018?

Temos um descongelamento das carreiras dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Superior, assim como dos demais trabalhadores da administração pública, no dia 1 de janeiro de 2018, para todos, mas o tempo até agora congelado não será repercutido no reposicionamento dos Educadores e Professores no escalão que, por direito e justiça, deveriam ser integrados.

Esta situação não se verifica nos restantes funcionários públicos.

Que sinal dá o estado à sociedade? Que respeito tem o governo pelos professores?

E o presidente Marcelo, das selfies e dos afetos, o que está em todo o lado. Nestes meses de mandato, Marcelo esteve, oficialmente, em mais de meia centena de localidades. Cá dentro ou lá fora, avistou-se com cerca de 30 líderes mundiais. Comenta tudo, dá nota a tudo, não dá nota a esta vergonha, não comenta a situação dos professores. Ele não é o presidente de todos os portugueses?

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Esclarecimento sobre o intervalo dos professores do 1º ciclo em Apoio Educativo ou em Coadjuvação.

Rui Cardoso

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Que de uma vez por todas se esclareça a questão dos intervalos no 1º ciclo…

 

Fonte: Facebook/SPGL

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Não há dinheiro para os professores… mas só não há para os professores!

Rui Cardoso

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A notícia faz capa do CM. Em letras bem gordas para não escapar aos mais distraídos. Os professores não verão as suas carreiras atualizadas por falta de dinheiro. Há para uns, mas não há para outros. É a equidade…

Caso o descongelamento de carreiras dos professores venha a acontecer, pode custar ao Estado 600 milhões de euros. Esse é o valor que o Governo pretende gastar com o descongelamento das carreiras de toda a Função Pública com a exceção dos professores. Então, o governo teve de escolher, ou aumenta os professores ou os outros funcionários públicos. Ganharam os outros…

Estas contas têm que ser muito bem explicadas. A Crise não pode acabar só para alguns.

Nos anos de congelamento, os professores viram as suas condições de trabalho deteriorar-se, o volume de trabalho aumentar, o seu salário diminuir, a carga fiscal aumentar… BASTA. Isto já parece uma campanha contra os professores. Até parece que, os professores são os culpados da crise financeira que o país atravessou (ou atravessa)…

Só uma nota: o CM não referiu que os professores foram os que mais contribuíram para pagar os erros governativos, mais de 5000 milhões de euros.

Ficam as contas do CM sobre a reposição mais do que justa que deve acontecer (assim que houver dinheiro disponível para os professores)

Façam este estudo para as outras carreiras da função pública. Não façam dos professores o “bode expiatório” dos erros de governação.

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Divulgação – Comunicado SPNL sobre o descongelamento da carreira

Rui Cardoso

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Nota Informativa – Processamento de Sub. Natal em 2017

Rui Cardoso

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Primeiro aditamento à Nota Informativa nº 1/IGeFE/DGRH/2017 Processamento de remunerações 2017 – Subsídio de Natal

Download do documento (PDF, 405KB)

 

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Opinião de João Ferrer

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O porquê de serem os professores a pagarem a saída da crise.

 

 

“Na sexta-feira passada, a FNE solicitou uma reunião ao Ministro da Educação, com caráter de urgência, para tratar concretamente da negociação do enquadramento a definir para o descongelamento da carreira docente.

É que, nas negociações que decorreram com o Ministério das Finanças, a propósito do Orçamento de Estado para 2018, foi patente o desconhecimento razoável de matérias muito concretas que se prendem com a especificidade do desenvolvimento da carreira docente, para além de não ter ficado completamente esclarecida a forma como o descongelamento da carreira docente vai ocorrer, sendo inaceitável que os docentes portugueses constituam o único corpo profissional da administração pública em que o descongelamento não considera o tempo de serviço congelado durante cerca de dez anos.”

 

Ora, não me parece que isto seja assim. Pensar que há de parte do Ministério das finanças “desconhecimento razoável de matérias muito concretas que se prendem com a especificidade do desenvolvimento da carreira docente” é exatamente o contrário do que me parece.
Primeiro, eles (Ministério das finanças) sabem muito bem todas as matérias onde possam arrecadar uns cobres. Segundo, pediram a tempo e horas às escolas informações sobre o tempo de serviço dos professores, escalões em que estavam, e para que escalão transitam em 1 de Janeiro de 2018, por isso tinham toda a informação. Sabem o que vão precisar, sabem o que vão ter de pagar a mais com esta mudança, sabem o que não querem pagar, sabem que este roubo lhes dá como poupança ao longo da carreira dos docentes, e mais, sabem bem quanto não pagarão nas pensões futuras dos professores.
E bem mais triste do que isto, que já é bem grave, é a escolha dos professores para esta poupança!
Lembro que os governos nos acham o lado mais frágil. Como exemplo disso mesmo, este Ministro nem liga aos sindicatos, não fala com eles, nem os recebe.
Repare-se no que escreve a FNE: “É inaceitável que o Ministério da Educação continue sem dar qualquer sinal de que se preocupa com os trabalhadores que tutela e que não prove que, em respeito por eles, vai garantir que o descongelamento da carreira docente integrará a contagem de todo o tempo de serviço congelado, aliás como acontece em relação aos outros trabalhadores da administração pública.”
Ou seja, o Ministério da Educação continua sem dar qualquer sinal de que se preocupa com os trabalhadores que tutela.
Era tempo dos responsáveis sindicais, que tanto advogam a negociação, entenderem que isto é uma luta e não um negócio.

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O Concurso de Mobilidade Interna e o Jornalismo Enviusado do Sexta às 9 e Do Jornalismo Em Geral no que Tudo Diz Respeito aos Professores

https://www.youtube.com/watch?v=hoLnk2Ksue0&feature=youtu.be

(Daqui)

 

Como afirma o nosso colega Paulo Guinote no artigo Falácias:

No Sexta às Nove, a peça sobre os concursos de mobilidade dos professores terminou de uma maneira que dá a entender que muitos professores não tiveram horários completos a 25 de Agosto porque hordas de outros colegas doentes (a sério ou nem por isso) terão ocupado essas vagas em Julho, ficando menos disponíveis.

Isto necessitava de algum contraditório, nomeadamente nos seguintes pontos:

(…)

 

Não esquecendo o artigo do Paulo Guinote sobre a mesma reportagem:

Começou Bem, Acabou de Forma Confusa.

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Sugestão de Leitura – Quando a Escola Respira – Mentes Sorridentes

Rui Cardoso

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E agora? O que fazer depois da greve? Mais GREVE…

Rui Cardoso

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Os números da greve de ontem, pelo menos os disponíveis, são encorajadores. 80% a nível global, e 90% no sector da Educação.

O que acontecerá de seguida? Pede-se uma reunião ao M.E. e mostra-se a percentagem de adesão? Escreve-se-lhe uma carta com as reivindicações dos professores? O que se fará a seguir? Outra Greve?

Que conclusões poderá tirar o M.E. do dia de ontem? Será que estiveram atentos? Foi apenas um dia normal? Pouparam-se uns trocos?

Depois de uma greve ficam sempre umas duvidas no ar sobre o seu real impacto. Não estou a dizer que não vale a pena fazer greve. Só quero saber qual será o próximo passo.

Está encontrado o fator de união (novamente), o que fazer com ele é que ainda não foi esclarecido.

As forças sindicais têm que confluir numa meta comum, mesmo que separadas.

Tenho, quase como certo, que o desgaste dos professores chegou ao ponto de ebulição e se não os puserem em lume brando, pode-se conseguir alguma coisa, outra vez.

Até se pode conseguir uma manifestação monumental pelas avenidas de Lisboa… nunca se sabe!

 

Fenprof fala na “maior greve de professores desde 2013”

Os professores também marcaram uma greve, convocada pela Federação Nacional dos Professores, a Fenprof, em defesa dos direitos, das carreiras, da estabilidade e dos salários.

A greve de professores e funcionários escolares obrigou ao encerramento de 90% das escolas de todo o país, sendo já considerada “a maior greve de professores desde 2013”, segundo a Fenprof.

Em declarações aos jornalistas, o secretário-geral da Federação Nacional de Professores (Fenprof), Mário Nogueira, apresentou os primeiros dados sobre o efeito da greve nacional da Função Pública e da adesão dos professores à paralisação.

“Há 90% de escolas fechadas. Há agrupamentos inteiros encerrados”, disse Mário Nogueira, referindo-se a estabelecimentos de ensino desde o Norte até ao Sul do país.
“Há direções inteiras de escolas a fazer greve”, disse Mário Nogueira, dando como exemplo escolas no Seixal.

“Esta greve é claramente a maior greve desde 2013, altura em que foram feitas três semanas de greve no período de avaliações”, afirmou o líder da Fenprof, alertando o Governo que tem de olhar para estes números como “um sério aviso que não pode deixar de ser tido em conta”.

Na Escola Secundária do Lumiar, em Lisboa, 73% dos docentes fizeram greve, enquanto na Quinta dos Franceses, no Seixal, a adesão foi de 100% e na escola Rainha Santa Isabel, em Coimbra, apenas 7% dos professores compareceram esta manhã, segundo números da Fenprof que revelam que as escolas do primeiro ciclo do concelho de Faro estão esta sexta-feira todas encerradas.

Mário Nogueira voltou a sublinhar que é “absolutamente inaceitável” a proposta do Orçamento do Estado no que toca à carreira dos professores, que são vítimas de uma “discriminação inadmissível”.

Até já há quem fale numa greve de 5 dias… vá-se lá entender porque é que a de ontem só foi de um dia…

 

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Ferramenta: “Qual a minha situação na lista?” – RR8

Davide Martins

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Publico pela última vez este ano letivo esta ferramenta. A partir daqui já será fácil cada um fazer as contagens, uma vez que os colocados/retirados são poucos.

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