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Set 12 2017

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Nada do Que Está a Acontecer Agora é Novo

O que se passou este ano no concurso da Mobilidade Interna que provocou ultrapassagens das colocações entre professores mais e menos graduados não é uma situação nova.

Já em 2013 isso aconteceu e recordo que nessa altura a solução que achei mais adequada foi a realização de um concurso interno extraordinário no ano seguinte. Fiz uma petição para isso e apresentei os argumentos na Comissão de Educação e Ciência na altura.

O concurso interno extraordinário que veio a acontecer em 2015 foi muito resultado da contestação que existiu com as colocações de 2013.

A história parece que se repete e não duvido muito que a solução que o ME vai encontrar para limpar o erro que cometeu é abrir um novo concurso interno em 2018 e permitir que todos possam voltar a concorrer no próximo ano.

O que aconteceu este ano é a prova que um concurso válido por 4 anos é extremamente injusto e que a anualidade deste concurso devia voltar a acontecer. Na pior das hipóteses um concurso interno de 2 em 2 anos era fundamental para que as injustiças não se prolongassem, por quase meia década.

Não sei qual a solução que o ME vai encontrar para repor esta injustiça, mas presumo que passe por uma solução idêntica à encontrada para as injustiças de 2013. Manter tudo como está e abrir novo concurso para o ano de forma a dar esperança aos que ficaram mal colocados que tudo isto não seja válido por 4 anos.

Só não percebo como nunca se aprende com os erros cometidos no passado.

 

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  • Sílvia

    2018 não, quanto muito 2019. Somos todos obrigados a mudar todos os anos só porque alguns não ficam onde querem?
    • Cale-se!

      Como a Sílvia ficou onde pretendia os outros que se lixem! O ME cometeu um erros prejudicando milhares de professores não eles que se aguentem porque a Sílvia é que quer onde está. Entretanto vão abrir VE durante 4 anos e o pessoal do quadro não pode concorrer e claramente nunca mais muda de quadro. Irra!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
      • Contribuinte Indignado

        .
        E ASSIM VAI A ESCOLA PÚBLICA

        Aluna abusada por professor de Educação Física
        Docente foi detido pela Polícia Judiciária.

        Foi a própria escola que, perante os relatos de várias alunas, decidiu denunciar às autoridades o professor de Educação Física, de 49 anos e que há vários anos dá aulas no mesmo estabelecimento de ensino, nos arredores da cidade de Braga.

        http://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/aluna-abusada-por-professor-de-educacao-fisica?ref=HP_Grupo1
        .

  • Magali

    Um concurso interno já para o ano quando é previsível que a MI seja para 4 anos não me parece nada que dê estabilidade às escolas nem aos próprios professores da MI (que nem todos estarão mal colocados). Sugiro que seja permitido, aos professores que queiram, concorrer excepcionalmente à MI no próximo ano, ainda que tenham horário.
    • Alexandra Ribeiro

      Aos que queiram?? Concorrer a quê, se as vagas a que tinham direito foram ocupadas por colegas menos graduados? MI para todos.
      • Nuno Cavaco

        Não é totalmente descabido que por exemplo abram concurso extraordinário de MI apenas para pessoas que queiram “largar” a vaga que ocuparam este ano, para procurar aproximação, e assim evitar permutar.
  • Celso

    Sempre me parece uma proposta com mais coerência. Porque o Nogueira só abre a boca para dizer m*****!!!
    • Indignação

      Limitação de mandatos nos Sindicatos já! E com efeitos retroativos.
  • Carlos Fernandes

    esta proposta faz mais sentido, a do mário nogueira é no mínimo disparatada
  • pedro c

    Pois a mim cheira-me que a fenprof já cozinhou com o ministério uma não solução: deixar os milhares de prejudicados concorrer às dezenas de horários da segunda reserva de recrutamento. Uma anedota!
    • Júlia

      Melhor isso que obrigar todos a sair das escolas onde estão no próximo ano porque alguns não ficaram contentes com as colocações. Isso e que é dar estabilidade às escolas e aos professores? Mas ainda não se percebi qual o erro das listas e porquê é que o ministério tem que garantir colocações em escolas em qzps do norte aos que são efetivos no sul?
      • Prof do quadro há 15 anos

        Não tem que garantir, mas tb n deve omitir. Só quem é do Norte sabe que é mt raro saírem vagas no 1 concurso e dps é vê-las aparecer em catadupa nas RR – completas e anuais! Justifiquem isso! Considero compreensível q tds as pessoas do Sul se vissem o contrário tb ripostariam! Ao fim de 17 anos de trabalho e com filhos a encargo, n se brinca com a vida familiar das pessoas…quando tds sabemos q as vagas EXISTEM!
        • Manuel Marques

          Fia-te na virgem e não corras! Isso aconteceu ano passado devido aos atrasos da MPD. Este ano a MPD saiu cedo, não a tempo de serem incluídos no 1º pedido de agosto, mas foram incluídos já na RR1. A solução do Nogueira é um disparate, porque ele é o disparate em pessoa. Pôr os descontentes a trocar cadeiras uns com os outros. Mais alargarem o periodo de permutas entre todos os MI.
      • Nada disso!

        Porque ainda não percebeu , fala do que não sabe! Mas os prejudicados são os do norte que vincularam no sul??????????????????????????????????? Tanta ignorância. Vá comparar a 1ª lista com a 2ª da MI e com as restantes dos últimos 10 e descubra as diferenças. NÃO VÊ QUE A GREAS/CRITÉRIO DE COLOCAÇÃO NÃO FOI O MESMO?????????? Não atirem mais areia para os olhos uns dos outros nem da opinião pública.
        • João Leão

          Ainda és novita, já aconteceu o mesmo há muitos anos atrás. Mas tu ainda não trabalhavas.
  • Sandra

    Espero que o ME leia a tua sugestão, Deus nos livre do Nogueira e da ideia disparatada da RR2… um novo interno com vagas reais de qa e qzp…
  • KukaMona

    E os Professores Contratados que se lixem não?
    • Prof do quadro há 15 anos

      Os prof. Contratados ficam com as vagas libertadas pelos QZP! Há sempre vagas! Nestes concursos nunca se joga com o baralho todo, e o pessoal que vinculou sabe mt bem que é nas RR que saem as vagas do Norte, porquê ainda ninguém percebeu…há anos que é assim. Façam barulho, chega de injustiça e de planos manhosos. Dos temos de ouvir colegas contratados dizer: “A sério? O teu marido está tão longe? Coitada! Eu preferi não vincular, nem quero, assim fico sempre perto!” Com ar prepotente, como se os outros que lutam por estabilidade financeira fossem todos “otarios”.
      • António

        As vagas libertadas ficam para os contratados? Ok, isso já se sabe, mas ficam para que contratados? Para os menos graduados, porque os mais graduados já foram colocados na contratação inicial e RR1 nos lugares que foram deixados vagos pelas escolhas dos Exmos. Srs. Professores da MI. Não podem vir dizer que afinal não contou.
        Nesse seguimento, se foram injustas as ultrapassagens para uns, devem de igual forma ser consideradas injustas para os outros. Tem tanto direito a meter Providência uns, como outros. De providência em providência, vai ser lindo….
        • Paulo

          Disse Tudo
          Se as colocações são sequenciais, se a lista da MI fosse revista, teriam que fazer o mesmo aos da CI e RR1. As colocações em CI est~
          ao diretamente relacionadas com a MI.
          Quem não entender isto…
        • MVPC

          Claro que sim. Ou refazem as listas da MI, CI e RR1 ou então, mal por mal, mais vale ficar como está e para o ano novo concurso para minimizar as injustiças. A proposta de deixar concorrer quem quer na RR2 é absolutamente ridícula porque, apesar de aparecerem alguns horários que poderiam melhorar a situação de vários professores, grande parte dos horários que interessavam à maioria dos “prejudicados” ficaram na RR1.
        • José Andrade

          Ainda sugiro que a fazer-se novo concurso ele seja anterior à MDP porque temos a situação caricata de pessoas doentes estarem a lecionar e os saudáveis não terem horários completos. Não consigo perceber isto, há escolas que mais parecem hospitais tal o número de doentes!
        • Orquidea Selvagem

          Sr. José Andrade, peço um pouco de respeito. A doença bate à porta quando menos se espera e nunca se anuncia. Eu sou doente oncológica, duas mastectomias, esvaziamente linfático bilateral e uma histerectomia. No entanto a minha cabeça, por enquanto está perfeitamente saudável. Estou muito capaz de lecionar. Espero que a doença nunca lhe bata à porta. E se souber consultar a lei um MPD não tira o lugar a NINGUÈM. Sugiro-lhe que consulte a legislação antes de fazer comentários tristes
        • Orquidea Selvagem

          Sr. José Andrade, ainda lhe digo mais: quando recebi o deferimento da minha MPD (18 de julho) já as horas haviam sido distribuídas pelos docentes da casa. Infelizmente não vou ter componente letiva. Enquanto que uns se encostam, outros querem trabalhar, mas nunca passando por cima de ninguém.
      • Indignação

        Há contratados que têm mais graduação profissional do que alguns QZP (s). Já sei que vai dizer que não concorreram à vinculação porque não quiseram. Pode ser verdade, podem existir alguns casos desses. Mas o mesmo se aplica aos QZP(s). Também podem concorrer a nível Nacional e ficarem em QA/QE… A situação assemelha-se bastante.
  • Paulo

    Eu sou um leigo na matéria, mas vejo tantas pessoas a aproveitarem-se dos professores e da sua situação cada vez mais dramática: equipas ministeriais que vem destruindo ano após ano o ensino e a escola pública; sindicatos que nada fazem ou defendem de acordo com o que os professores sofrem na sua vida profissional e como tal familiar e pessoal; outros professores, que vão criando movimentos e que de repente desaparecem e tantos, tantos outros oportunistas que vão surgindo pelo caminho sinuoso da educação em Portugal. Estranho o silêncio de uma das confederações de pais; estranho o silêncio daquela organização de diretores de escolas (que ainda não percebi para que serve) e, mais grave, estranho o silêncio da oposição, que só vem demonstrar que se estivessem no governo continuariam a destruir a escola pública.
    Para mim, a solução seria simples:
    – o primeiro passo era acabar com a divisão do país em QZP’s, pois o que levou à criação deste modelo, já não faz sentido.
    – daqui restariam apenas escolas agrupadas e escolas não agrupadas para se concorrer, além dos outros convénios: iefp, escolas de hotelaria, etc…, inclusive, os colégios que sendo privados tem ajudas do governo e do dinheiro do estado.
    – depois, o mais simples de tudo: ora se existe uma lista de ordenação, que tem por somatório os anos de serviço e a nota final de curso, era fazer a dita ordenação, sem truques de magia.
    – feita a lista, os professores concorriam às escolas apenas a um grupo de recrutamento (outra confusão que me faz é a numeração dos grupos: 110? 200? 520? porquê?? Não seria mais fácil: exemplo – Português 3º Ciclo e Secundário – Grupo 1; Português 2º Ciclo – Grupo 2 e por aí fora…)…
    – Ora lista feita e ordenada, a 1ª opção do professor 1 ia para ele; e por aí fora. Demasiado simples para ser verdade?
    – Se o professor 1, estivesse ao abrigo de qualquer tipo de licença, dispensa ou outra coisa do género, deixava a sua opção para o professor 2, que tivesse escolhido a sua 1ª opção, e por aí fora…
    – Esta colocação, poderia obedecer a vários critérios de escolha: o professor ao aceitar a colocação na escola, poderia, por exemplo, poder escolher a sua colocação para 6 anos; 4 anos; 2 anos, ou apenas anual. Esta colocação poderia ser renovável por interesse do docente e da escola. Assim, se chegaria à tão ambicionada estabilidade na carreira docente e nas escolas.
    No fundo, todos ficavam colocados onde queriam caso houvesse vaga disponível. Isto levava a que se acabassem com divisões entre o QA, o QZP e o Contratado, pois no fundo somos todos professores. A única divisão que havia, para se cumprir a lei, era a dos 3 anos de serviço completos, para se entrar para o quadro. Se começasse a haver estrangulamento em determinados grupos: com mais professores que vagas (como acontece em alguns grupos) fechavam-se os cursos nas Universidades.
    Mas como disse, no início, sou leigo…
  • concursos

    Concurso outra vez para o ano. Outra vez…
    • João Leão

      Não, e não é preciso zangarem-se, quando lá chegarmos veremos. Agora que os QZP vão ser obrigados a concorrer ao seu QZP, isso sem dúvida acontecerá novamente.
      • Assim lhe dá jeito!

        Quem disse???? Desde 2013 que milhares de contratados vincularam em QZP´s ficando os QZP´s antigos impedidos de concorrer. E agora vem aqui o João propor essa ideia ridicula porque assim lhe dá jeito. Por acaso um QE tem limite geográfico para concorrer, porque motivo os QZP´s deveriam ter? Fizeram injustiças umas atrás das outras e agora ainda propõe mais esta só para lixar. Não tem aulas para preparar nem km para percorrer??

        Quem não quiser concorrer no interno, não concorra. Parece-me que só os H0 é que estão obrigados a concorrer!!!!

        Parece-me que antes do interno seria importante rever as prioridades do interno. Não faz sentido separar Qe e QZP. Ordenação por graduação profissional.

        • Indignação

          O último parágrafo está corretíssimo, em todos os concursos e na MI, sem prioridades. ou não lhe agrada a ideia?
      • Gonçalo Santiago

        Mais um a meter medo com a obrigação de concorrer ao QZP. É para tentar convencer os prejudicados a ficar calados e aceitar passivamente a colocação injusta?
  • 2013 e 2017 são diferentes

    Arlindo, penso que está a fazer alguma confusão quando compara as colocações de 2013 com 2017. Tive o cuidado de analisar as listas destes dois anos antes de escrever este comentário e constatei que as colocações na MI e Ci de 2013 estão corretas porque nesse ano tal como nos outros o ME colocou os candidatos em horários completos e incompletos cumprindo a legislação em vigor. Já em 2017 na 1ª lista sem aviso prévio e sem cumprir a legislação COLOCOU TODOS OS DOCENTES APENAS EM HORÁRIOS DE 22H até os que tinham redução de componente letiva. Portanto, aqui HÁ UM ERRO QUE DEVE SER REPARADO NO PRÓPRIO ANO E NÃO NO SEGUINTE! Acresce ainda a injustiça na RR1 quando volta a mudar de critério. Ou seja, a 1ª lista de MI e apenas esta dos últimos 10 anos é ILEGAL por não cumprir a lei.

    Qualquer colega pode comparar as listas e ver que o que afirmo é verdade.

    Mas também é verdade que o Arlindo defendeu um concurso interno extraordinário mas não pelos motivos que aponta mas sim porque 2013 foi o primeiro ano em que existiu um concurso externo extraordinário com vagas de QZP apenas para contratados ao qual o pessoal do quadro não pode concorrer e manifestou-se injustiçado. Ora veja lá nos post desse tempo se não foi isso.

    Depois relembro que o concurso interno de 2015 foi a troca combinada com a fne para que esta deixasse passar outro concurso externo extraordinário em 2014 onde vincularam muitos contratados outra vez em QZP impedindo o pessoal do quadro de concorrer. Para calar a boca arranjou-se um concurso interno em 2015, mas claramente que muitos não conseguiram mudar de quadro ou aproximarem-se significativamente.

    Partilho da sua opinião quando refere que o interno no máximo deveria ser de 2 em 2 anos pois o ideal seria anual.

    Agora ainda estamos a tempo de reparar o erro neste ano porque estamos no principio e nós professores sabemos muito bem recuperar 2 ou 3 semanas de aulas. O ME anda propositadamente a perder tempo para nada fazer. SE HÁ UM ERRO NÃO É COM REMENDOS MAS SIM COM LISTAS NOVAS.

    E não venham atirar areia para os olhos dizendo que são uma centenas de qzp´s da malta do norte que vinculou no sul , mas pretende dar umas horitas lá no norte. Se o ME pretendia mudar deveria ter negociado essa alteração em janeiro e informar claramente as regras da MI e não nas costas de professores e escolas como fez apenas numa única lista (25/08/2017).

    Conclusão: não se podem comparar as listas da MI de 2013 com 2017 porque as de 2013 cumpriram a lei e a 1ª de 2017 NÃO. A solução não passa nem pela RR2 nem pelo interno de 2018, mas SIM POR ANULAR AS 2 LISTAS JÁ PUBLICADAS E REPUBLICAR NOVAS PORQUE HÁ TEMPO PARA ISSO. No entanto, vejo com muitos bons olhos depois da reparação do erro neste ano letivo a abertura de novo interno em 2018, pois uma coisa não impede a outra.

  • Maria Silva

    Colegas,não se trata de cada um olhar só para o seu caso pessoal, mas de injustiças que precisam de ser resolvidas.
    Devia de haver novo concurso interno e externo no próximo ano letivo.
    Caso contrário, haverá novamente injustiças e maiores!…
    Sou do QA/QE com muitos anos de serviço e não concorri a nenhum concurso.
    • Gil

      Injustiças? Em todos os concursos haverá quem se sinta melhor e pior. Mas ano de concurso interno é um ano em que todos os qzps perdem o lugar e acabam por ter que ir a concurso. Acha bem isso, só porque o pessoal do norte, que é efetivo em lisboa, não consegue ficar no norte?
      • Carlos

        E depois a palhaçada de quererem ficar em horários completos no norte quando há completos no sítio onde estão efetivos também é um bocado ridícula. Nos outros anos tem sido assim, é um facto, ficam com 8 horas no porto e o qzp onde pertence com horários completos.
      • Não se preocupe!

        Acho muito bem. Pois se o colega ficou bem este ano com toda a certeza ficará bem para o próximo. E olhe que não é só o pessoal do norte que está longe de casa. É o que faz só lerem os comentários deste blog!!!!
        É obvio que o colega está no QZP da sua residência e não está interessado em QA/QE, senão estaria interessado num novo concurso!!!! Também não se preocupa com as vagas que possam abrir só para contratados porque já está onde quer, não é???? E os outros que se lixem!
        • Carlos

          Mas acha que as vagas qa surgem de um ano para o outro? Há que esperar um pouco mais se quer vagas em qa.
        • Não é preciso esperar!

          Até 2006 os concursos eram anuais e havia sempre vagas de QE, assim houvesse vontade de as abrir! Concordar abrir o concurso sem saber as vagas como fizeram este ano em que só se preocuparam em negociar vagas para a VE sem que as mesmas fossem disponibilizadas ao pessoal do quadro!!!!!
      • Gonçalo Santiago

        É incrível a falta de noção de justiça que se vê em muitos comentários aqui. Pergunto se também serão injustos com os seus alunos.
        Professores que vêm aqui defender um concurso cheio de ultrapassagens, com os mais diversos argumentos sem sentido, só porque ficaram com uma boa colocação, que sabem ser injusta. Podiam ao menos não dizer nada. Mas teimam nos seus argumentos, que até a eles lhes parecem verdadeiros.
        • Indignação

          Respeitosamente, quer mais exemplos de outras injustiças? QZP (s) a ultrapassarem QA/QE, ano após ano… Ou essas não contam? Justiça é o respeito integral da lista graduada, mas isso não agrada!
          Safa…
  • Sofia Abreu

    Boa tarde Arlindo, só não percebo porque é que não falam nos QA/QE que também são ultrapassados por professores menos graduados, de QZP, na mobilidade interna. Eu estou efetiva a 60km de casa e alguns QZP do meu grupo, muito menos graduados, estão ao lado de casa. Porque não repetem o concurso também para nós?
    • Indignação

      Exatamente. É uma vergonha, mas ainda bem que tudo isto aconteceu. Desta forma, aqueles (sindicatos) que não queriam ver essa enorme injustiça, não terão outro remédio senão acabar com ela.
      Há muitos e muitos anos que os QZP (s) se “safam” na MI à custa desta barbaridade. Não são injustiças também? Ainda não vi nenhum QZP alertar e reclamar sobre esta situação. Agora também querem colocação à porta de casa? Façam um concurso (“fato) à medida destes senhores!
      Neste país parece que os únicos injustiçados são os QZP (s).
      E os QA/QE? E os contratados?
      Ano após ano horários completos surgem muito mais tarde e nunca ninguém se preocupou!
      Os senhores Diretores com poderes reforçados e melhor remunerados, não devem ser chamados à atenção quando isto acontece?
      Já viram algum sindicato falar neste assunto?
      Haja vergonha! Como já disse abriram a “Caixa de Pandora”.
      Os sindicatos que façam uma profunda reconversão e que se dediquem em exclusividade à defesa dos QZP (s). E os outros? Os outros não existem!
  • Ursulina Almiro Ferreira

    E entretanto os professores colocados a centenas de km de casa têm despesas ( Alojamento, transporte e alimentação) que não teriam se esta situação decorresse de forma célere. Triste País, entregue a incompetentes. 🙁
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