Contradições

Primeiro parece que acordaram esta forma de colocações, agora discordam e vão à luta.

Mas nada que as experientes alcateias da comunicação dessa organização sindical não consigam explicar tudo isto direitinho.

 

 

Fenprof fala de indignação de docentes, que ficaram colocados longe das suas residências. Mas considera que é a melhor solução para os contratados

 

 

Com este e-mail que acabei de receber.

 

Colegas, vamos fazer a manifestação no Portosindicato fenprof esta connosco.

Eles vão agendar reunião com o ministro.

A manifestação será na próxima 4ª feira, dia 30, em frente à DSR Norte,  às 17h seguida de uma vigília.

Tem que comparecer toda a classe, incluindo familiares, amigos e outros interessados num sistema educativo democrático e justo.

É o mote ideal para lutarmos por um concurso justo e equitativo. Separados perdemos força.

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88 comentários

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    • Sergio Dantas on 28 de Agosto de 2017 at 20:30
    • Responder

    Se não fosse trágico …era ridículo.


    1. Ridículo era o MEC andar a colocar mais 3000 professores para o ano porque os docentes de QZP não querem dar aulas nos QZP em que afetivaram. Está mais do que provado que este tipo de colocação, que no meu tempo até era mais eficaz porque era obrigado no Concurso Interno a concorrer a todas as escolas do meu QZP, permite a boa gestão dos recursos, que foi “esquecida” com a criação de concursos externos para gente que ficou a contrato uma vida inteira por opção e não por falta de vagas. Como se pode ver na reportagem o problema não é não haver vagas, é que nem toda a gente está disposta a aceitar trabalho onde o há. Podem sempre recusar a vaga, há sempre quem a queira aceitar.

        • Confuso on 29 de Agosto de 2017 at 12:09
        • Responder

        .
        726.000.000.000 euros!

        Recentemente, o Banco de Portugal divulgou os dados do endividamento da economia portuguesa relativos ao primeiro semestre de 2017. São números impressionantes e que não param de subir.

        Existem serviços administrativos em vários ministérios, especialmente nos de maior dimensão (saúde, educação) que devem ser reorganizados de forma a aumentar a produtividade.

        http://www.jornaldenegocios.pt/opiniao/colunistas/carlos-bastardo/detalhe/726000000000-euros?ref=HP_Destaquesopiniao2

        .

        • Pedro Silva on 29 de Agosto de 2017 at 15:09
        • Responder

        Caro A, eu sou motorista de profissão e o meu filho não teve sorte na profissão que escolheu “professor”. Quando na minha classe pegam com qualquer um de nós, pegam com todos nós. O que diz no final “há sempre quem queira” demonstra o carácter que o senhor/a tem é a união da própria classe. O meu avô já dizia-me que quanto mais se baixa mais se via o cu e é isso que está classe faz porque tem gentalha do seu calibre.

    • Susana Sousa on 28 de Agosto de 2017 at 20:32
    • Responder

    E a ultrapassagem aos de quadros de agrupamento, é justa?
    A luta deve ser por uma única lista de quadros e todos com horários completos.

      • José Jorge on 28 de Agosto de 2017 at 20:52
      • Responder

      os QE concorrem na 1ª prioridade os QZP concorrem na segunda prioridade, sim, tem razão há ultrapassagem de quadros!

        • joana on 28 de Agosto de 2017 at 21:15
        • Responder

        O ME tem de colocar os efetivos a trabalhar e com horários completos ou perde dinheiro (que é de todos), daí primeiro colocar qa sem horários porque estes são obrigados a concorrer apenas ao concelho, depois qzp porque estes não têm horário e 3ª qa que quer mudar de escola mas tem horário. Está bem que para o ano os qzp fiquem se tiverem 6 horas nas escolas onde foram agora colocados porque não se ganha com muita instabilidade e mudanças mas em ano de concurso interno é preciso ocupar desde logo os horários completos. não se percebe tanta polémica.

          • Paulo Pereira on 28 de Agosto de 2017 at 21:36

          Óbvio!

          • José Macedo on 28 de Agosto de 2017 at 22:56

          Horários completos para qzp e incompletos depois, concordo…
          mas nunca com prof de outros QZp à frente dos prof QZp de provimento. É a única coisa que acho errada!

          • Não faz sentido atualmente on 29 de Agosto de 2017 at 9:44

          A entrada para qzp mudou radicalmente. E o grande problema é a constante mudança de regras. Dantes os contratados entravam para as vagas qzp que eram libertadas no interno pelos qzp´s que passavam a QE. Agora os contratados concorrem sozinhos às vagas de qzp abertas pelos concursos extraordinários às quais o pessoal dos qzp´s antigos NÃO pode concorrer. Ex: “A” pertence ao qzp2, mas reside no 4, vai ao interno e não consegue mudar para o 4 ou eventualmente para o 3. Depois abre o externo extraordinário com vagas para o QZP 4 e suponhamos o 3, mas o “A” não pode concorrer ficando lá vinculados os “x”, “Y”, “Z” com graduação inferior. No seu entender o “A” fica eternamente no QZP2 porque não consegue nova vaga no interno e está impedido de concorrer às novas. Por seu lado os colegas com menor graduação (X, Y e Z) ficam nos qzp´s 4 e 3. Acha Bem? Eu não acho. Portanto, ou disponibilizam as vagas dos externos a todos os do quadro garantindo no que no final vincula aquele nº de contratados para permitiram a mudança de quadros, ou então têm que continuar a deixar os qzp´s a concorrer às escolas que entenderem para além do seu qzp, uma vez que estão todos ordenados por graduação. Se sabe que outros colegas MAIS GRADUADOS concorrem ao seu qzp de residência é porque também lá residem e portanto se pretende garantir colocação concorra também às escolas do qzp vizinho. As regras mudaram já não é como era. No interno também não estão ordenados na mesma prioridade porque tem de ser diferente na MI??? E não diga que sou egoísta como me acusaram noutro post. Por acaso um QA/Qe não pode concorrer a qualquer outra escola do país? Tem de ficar restrito ao seu concelho, distrito ou área de QzP, não, pois não? Então porque razão estamos a limitar os qzp´s? Não basta o que lhe fizeram no interno e na MI com esta última alteração legislativa????? Enfim…

          • Fernando Franco on 29 de Agosto de 2017 at 11:00

          Vai desculpar-me mas a sua análise é incompleta e parcial. Os QA/E que estão a 200 ou 300 km de casa também foram impedidos de concorrer a essas vagas e na MI concorreram na 3ª prioridade e apenas a um grupo tendo habilitação para outro o que na pratica significa que nunca conseguirão mobilidade e muitos nem próximos da reforma conseguem mover-se para um quadro mais próximo. As regras do concurso interno e MI foram do mais injusto possível porque não havia vagas para os QE e havia vagas para os contratados. Se fossem justos as vagas eram de livre acesso a todos e ao sair de uma escola um QE liberta a vaga para outro tanto no interno como na MI.

          • Hgt on 29 de Agosto de 2017 at 15:25

          Parabéns pelo seu comentário. De facto, a recente alteração legislativa já veio favorecer os QA/QE. Além disso, a impossibilidade dos professores de carreira poderem aceder às vagas do concurso extraordinário veio criar situações de injustiça – não pelo direito a que os docentes contratados têm à vinculação, mas pela forma como foi feito pois, com menos graduação, acederam a lugares do interesse dos professores de carreira.

          • José Macedo on 29 de Agosto de 2017 at 15:35

          Os extraordinários é que causaram estas injustiças por isso era aí que devia ser revisto. Claro que achei injusto, é o cerne da questão!
          Sem ser isto não concordo com o que aponta.
          o QZP tem uma escola de vinculação (a sua gigante área) ainda vêm outros meterem-se lá, porquê????? mudanças todos querem !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

          • Luis Borges on 28 de Agosto de 2017 at 23:10

          Joana. O ME tem que pagar no final de cada mês o vencimento quer a QA quer a QZP’s. Se um QZP for colocado num horário de 10 horas por ex. não ganha por trabalhar apenas 10 horas. A Escola terá que completar o seu horário. Aqui a diferença é entre QA/QZP’s e Contratados. Um contratado se for colocado num horário de 6 horas não terá direito a mais horas e apenas ganhará o equivalente a essas horas. Portanto o estado não perde dinheiro como a Joana diz.

        • Virgulino Lampião Cangaceiro on 28 de Agosto de 2017 at 21:31
        • Responder

        Ainda não percebeu que isso só acontece no concurso interno é serve apenas para baralhar e voltar a dar, isto é, para fazer de conta que os QE/QA tb têm benesses?

    • Sâo Carneiro on 28 de Agosto de 2017 at 20:36
    • Responder

    Juntem-se ao grupo!
    https://www.facebook.com/groups/127233277900374/

      • Contribuinte Indignado on 28 de Agosto de 2017 at 22:37
      • Responder

      .
      Esse grupo devia era ser levado a Julgamento em Praça Pública por pretenderem atentar contra os Cofres Públicos.

      Como é possível esta CORJA pretender dar 6 ou 8 horas de aulas e ganhar o Ordenado por Inteiro???????

      Esta gentinha não se enxerga mesmo.

      Dizem eles que o Ministério os devia colocar em Horários Incompletos. É preciso NÃO TER VERGONHA NA CARA!……

        • Ngola on 29 de Agosto de 2017 at 0:35
        • Responder

        Gritas muito…

        • João Sá on 29 de Agosto de 2017 at 5:37
        • Responder

        A ignorância potencia argumentos como este.
        Ainda há professores do qzp sem horário atribuído por se encontrarem no fim da lista. Estes irão receber, quer queira quer não, o vencimento por inteiro mesmo não tendo as 22horas atribuídas (haverá sempre apoios e coadjuvacões para completar o ramalhete). Na prática, no que isto se traduz: os professores qzp que estavam colocados no início da lista foram ponteados para as últimas preferências do concurso (caso não haja horário completo por perto); os restantes horários serão atribuídos aos professores qzp do final da lista, mas segundo a ordem de preferência.
        Exemplo concreto: a minha mulher é uma professora qzp que está no topo da lsta do seu grupo. Resultado: foi-lhe atribuído um horário completo longe da área de residência. Na cidade onde vive, existe um horário de 20 horas. Pois este será atribuído a um professor qzp abaixo dela. No fim, o estado não poupa nada (pois os dois qzp têm de ser pagos por inteiro). Assim sendo, pergunto-me qual é a verdadeira vantagem de se estar à frente de uma lista? Acumular anos de serviço para quê? Ações de formação para quê? Sacrifícios a dar aulas nas zonas mais reconditas do país, à procura de horários completos, para finalmente entrar num quadro, para quê?
        Percebo que o estado prefira dar os horários incompletos e mais pequenos a professores contratados. Aí sim, haverá uma ação economicista em prática (poderá ser alvo de uma outra conversa), mas para o exemplo que em cima apontei, isto tudo não faz sentido e é, quanto a mim, muito injusto.
        .
        Não lhe consigo explicar melhor (por telemóvel). Se o seu desejo é apenas cuspir ódio para alimentar os seus fantasmas de estimação, neste caso, lamento ter perdido tempo consigo.
        .
        Um bom dia para si. Aproveite para construir pontes.

          • Colocações on 29 de Agosto de 2017 at 9:36

          Tem a certeza que o estado não poupa nada?
          Como é que sabe que o horário completo onde a sua esposa foi colocada seria ocupado por outro QZP? Consegue garantir que esse horários e todos os outros horários completos que foram ocupados por QZP ou QA/QE não seriam ocupados por um contratados?
          Se conseguir garantir isso tem toda a razão.
          Se não conseguir garantir isso garanto-lhe que o Estado poupa, no mínimo, neste ano escolar, 966,40 euros por cada hora de diferença. O que, no caso da sua esposa, é uma poupança potencial de 1932, 80 euros.
          A análise das colocações dos anos anteriores mostra que, muito provavelmente, iria ter centenas de contratados, se não mesmo alguns milhares, de contratados em horários completos que foram ocupados por QZP e QA/QE. Com esta medida o Estado deve ter poupado muitas centenas de milhares, se não mesmo alguns milhões de euros.

          • Gonçalo Santiago on 29 de Agosto de 2017 at 11:09

          E o dinheiro que se “deita fora” com os contratados no fundo de desemprego quando era melhor empregue na sua colocação numa escola, que tanta falta fazem. Pelos vistos agora defende-se a precariedade dos contratados, porque tem de se poupar, nem que para isso se coloquem pessoas no desemprego e outras infelizes longe dos familiares injustamente.
          Já agora, por exemplo, quanto recebeu cada jogador da seleção (que ganham pouco) por terem vencido o Euro 2016?
          É que esse dinheiro enche a despensa de muitos portugueses todos os meses e os contribuintes não ficaram indignados.

        • Sâo Carneiro on 29 de Agosto de 2017 at 8:39
        • Responder

        🙂 não faz ideia do que se fala, pois não?

    • paula reis on 28 de Agosto de 2017 at 20:38
    • Responder

    também é fácil baralhar e descontextualizar. Seria por demais absurdo acreditar que a fenprof acha bem haver uma espécie de ultrapassagem na mobilidade interna, ao deixar os horários incompletos para a primeira RR! A FENPROF manifestou-se a favor de não ter havido contratos incompletos na primeira lista CONTRATAÇÃO INICIAL, para evitar aditamentos e ultrapassagens. E é claro que a fenprof pode ter dito que concorda com deixar os horários incompletos para os contratados (para os contratados, não para os qzp/qa que não foram agora colocados!). Ou seja, depois de colocados todos os professores dos quadros em horários completos, distribuem-se os restos aos contratados. E não faz sentido? Ou vamos defender pagar um salário completo a alguém a quem só distribuímos meio horário e depois andar a pagar contratados a tempo inteiro? Deveria haver mais professores nos quadros (essencialmente QA e não qzp) e tudo ser melhor organizado e com mais antecedência. Mesmo que não se concorde com tudo o que dizem/fazem (e eu não concordo), acho um abuso não se perder uma oportunidade para criticar a fenprof!

    • Virgulino Lampião Cangaceiro on 28 de Agosto de 2017 at 20:41
    • Responder

    Arlindo, e por acaso a FNE discordou?
    Mais ainda:
    1. estão todos avespados porque, dizem, tiveram de ficar em horários completos longe de casa, enquanto outros, e sublinho, com menor graduação, ficarão em horários incompletos perto de casa;
    2. estes mesmos avespados já se esquecem da graduação quando, no mesmo concurso da Mobilidade Interna, ficam eles muito mais perto de casa do que os professores QA/QE com muito melhor graduação;
    3. afinal, o argumento da graduação só é derimido quando nos interessa ou é um argumento universal?

      • Esteves222 on 28 de Agosto de 2017 at 20:48
      • Responder

      2. estes mesmos avespados já se esquecem da graduação quando, no mesmo concurso da Mobilidade Interna, ficam eles muito mais perto de casa do que os professores QA/QE com muito melhor graduação; ???

        • Virgulino Lampião Cangaceiro on 28 de Agosto de 2017 at 21:28
        • Responder

        Qual a dúvida? é preciso um desenho?

          • Esteves222 on 28 de Agosto de 2017 at 21:32

          Sempre que, em qualquer concurso, seja respeitada a graduação, e só isso, eu concordo. Daí não ter percebido a sua afirmação, mas devo ser eu que sou estúpido.

          • Virgulino Lampião Cangaceiro on 28 de Agosto de 2017 at 22:06

          E não sabia que na MI os QZP concorrem numa prioridade acima dos QA, exceptuando os horários zero, independentemente da graduação?

        • Fernando Franco on 29 de Agosto de 2017 at 11:30
        • Responder

        Caríssimo que valores pode um professor passar aos seus alunos quando acha que está à frente dos seus colegas mais graduados??? Será o ME é apenas para os QZPs???? Será que os QE terão de sair para outro ministério??? Será que os QE não têm direito a concorrer às vagas que existem???? Porque acha que os QE com mais graduação têm de ficar desterrados e você pode ir para a escola que lhe apetece???! Porque só os QZPs podem concorrer a dois ou mais grupos de recrutamento e os QE apenas a um tendo a mesma formação que os QZPs? Será que já nos estamos a aproximar dos valores defendidos pelo governo da Venezuela que o BE e PCP tanto admiram e gostam? Eu como olho mais para o norte da Europa e para a sua justiça social estou errado, certo???

      • Arnaldo José Araújo on 28 de Agosto de 2017 at 21:57
      • Responder

      Aprenda a escrever. Não é derimido, mas sim dirimido.

        • Virgulino Lampião Cangaceiro on 28 de Agosto de 2017 at 22:06
        • Responder

        Obrigado pela correção!

      • Costa Sousa on 29 de Agosto de 2017 at 0:26
      • Responder

      Virgulino Cangaceiro a FNE continua de férias. Estamos em Agosto….

    • Emi on 28 de Agosto de 2017 at 20:44
    • Responder

    Vergonhoso! Quem não quiser ir para o QZP onde vinculou, não me importo de trocar. É que estou no ensino de português no estrangeiro, colocado em concurso promovido pelo MEC e não me deixaram concorrer aos concursos de vínculo nacionais quando estava à frente (em termos de tempo de serviço e graduação profissional) de muitos destes colegas que vincularam. Que dizer nesta situação? Valeu a pena o sacrifício que fiz? Enfim, uma desilusão, podem acreditar: se não fosse pela família não sei o que faria à minha vida.

    • Agnelo Figueiredo on 28 de Agosto de 2017 at 22:19
    • Responder

    Estou perplexo!
    O que mais aqui vi foi colegas a defenderem um “concurso único e nacional”.
    Será que não imaginavam que, num concurso assim, os colegas do Algarve podem ser colocados no Norte ao mesmo tempo que os do Norte podem ser colocados nos Algarves?

      • Virgulino Lampião Cangaceiro on 28 de Agosto de 2017 at 22:27
      • Responder

      E qual é o problema? Respeite-se a graduação e que cada um fique onde deve ficar.

      • antonio on 28 de Agosto de 2017 at 22:35
      • Responder

      Enquanto andaram ( e continuam a andar) a concorrer à MI à frente dos QE/QA estiveram caladinhos como “ratos”. Há anos que andam a usufruir dum sistema injusto, ficando sempre mais perto dos que, em grande maioria, estão à frente na lista graduada (QE/QA) e arriscaram ficar mais longe, mas terem um lugar. Deixem-se de mer***. Habituados a ter pouco mais de 6 horas letivas e mais uns trabalhitos e os “burros” dos QE/QA a arcarem com a responsabilidade toda das horas letivas! Vão bugiar…em boa parte das escolas com estes diretores que mais parecem reitores de antigamente, até escolhem horários à frente dos mais graduados!

    • Orlando Almeida on 28 de Agosto de 2017 at 22:26
    • Responder

    Profs Lusos :
    QAs vs QZPs | Vantagens vs Desvantagens

    .

    Para tentar aclarar a questiúncula QZP/QA e Concurso Interno/Mobilidade Interna elaborei esta listagem com as “Vantagens” (e uso esta palavra entre aspas e itálico propositadamente) de cada um deles, à luz da legislação atual :

    A) PROFESSORES QA/QE:

    1. Jamais serão obrigados a apresentar-se a concurso, a menos que deixem de ter componente letiva suficiente na escola de provimento;

    2. Não são obrigados a concorrer a uma área geográfica gigantesca (como é neste momento qualquer QZP);

    3. Caso tenham insuficiência letiva, só serão obrigados a concorrer ao concelho a que pertence a sua escola de provimento (com a exceção da área de Lisboa e Porto, que incluí alguns concelhos limítrofes);

    4. Concorrem na 1ª prioridade no Concurso Interno (CI), ainda que menos graduados que os professores QZPs;

    5. Podem, na ausência da componente letiva suficiente, ultrapassar todos QZPs na Mobilidade Interna (MI), ainda que sejam menos graduados que estes últimos;

    6. Nos anos em que exista CI, os seus colegas QZPs são SEMPRE obrigados a concorrer à MI. Isto não sucede com os professores QA/QEs, caso existam na escola um mínimo de 6 horas letivas, da sua disciplina ou, independentemente do grupo pelo qual foram recrutados, de outra disciplina ou unidade de formação do mesmo ou de diferente ciclo ou nível de ensino, desde que sejam titulares da adequada formação científica;

    7. Nos anos em que para os professores QZP cessa a plurianualidade da MI, só os professores QA/QEs têm a opção de se oferecer como voluntários para a MI, caso haja insuficiência de componente letiva para distribuir por todos os elementos do grupo disciplinar a que pertençam, reunindo assim condições para passarem à 1ª prioridade na MI;

    8. Podem apresentar-se à MI, na 3ª prioridade, em anos intermédios (anos em que não há CI), por opção, desde que no ano anterior não tenham obtido colocação na MI.

    B) PROFESSORES QZP:

    1. Concorrem na 2ª prioridade na MI, ainda que menos graduados que os professores QA/QEs que pretendem apenas aproximar-se da suas residências (que concorrem na 3ª).

    Admitindo, desde já, que esta listagem possa pecar por omissão ou mesmo erro de raciocínio (já que resulta da minha interpretação da lei em vigor), estou recetiva a qualquer contributo que possam dar na caixa de comentários abaixo.

    Relembro ainda todos os professores QA/QEs que nada os impede de se candidatarem a tornar-se professores QZP, caso considerem que as vantagens destes últimos superam as próprias. Afinal de contas a progressão na carreira é exatamente igual (sendo que neste momento, por igual, se deva ler nula).

    É analisarem e ponderarem o que consideram mais vantajoso nos vossos próprios casos, tendo consciência, porém, de que toda a legislação que regulamenta as regras dos concursos costuma ser bastante volátil. 🙁

      • Tiago Marques Ferreira on 29 de Agosto de 2017 at 0:16
      • Responder

      Cara amiga, no ano passado e há dois anos eu – QA – não pude ficar com os horários que eram só para os contratados que iam passar a QZP. Ou seja, uma colega minha da mesma escola, com menos graduação, ficou no QZP de Viseu, que eu queria, e eu continuei na Covilhã. Ambos somos de Viseu.
      No ano passado, na MI, eu para entrar tinha que ter horário completo, ela, Qzp, bastava ter 8 h – por isso, ela, menos graduada, ficou em Viseu e eu a quase uma hora de distância…
      Mais, para se QA, fui contratado na Covilhã e Alentejo, enquanto alguns colegas ficavam sempre perto de casa como contratados; depois passei a Qzp e era obrigado a concorrer só ao meu Qzp (Castelo Branco…);
      Só depois fiquei QA, recentemente, mas agora há vagas especiais para contratados, às quais eu não posso concorrer, os qzp entravam com 8 h e eu tinha que ter completo… não sei se está a ver o que eu e muitos colegas passaram… Está?

        • Fernando Franco on 29 de Agosto de 2017 at 11:42
        • Responder

        Inteiramente de acordo. Estou colocado a 259 km de casa e tenho 23 anos de serviço. Sou QE e no meu grupo as vagas no CI foram pouquíssimas, e agora no MI na 3ª prioridade é praticamente impossível colocação. Este ano apenas uma, repito APENAS UMA colega ficou seguiu mobilidade mas no Algarve. Qual a vantagem???! Sabe a colega também que tenho concorrido sempre a QZP e nunca fico tendo verificado que colegas menos graduados ficaram porque as vagas eram só para os externos.

    • Contribuinte Indignado on 28 de Agosto de 2017 at 22:33
    • Responder

    .
    Eles julgam que a população anda a dormir.

    Os CONTRIBUINTES estão fartos de pagar impostos para sustentar Funcionários Públicos displicentes, improdutivos, desnecessários e que andam a comer o dinheiro de quem efectivamente trabalha e cria riqueza.

    Existe EXCESSO DE PROFESSORES.

    Não é admissivel os CONTRIBUINTES PAGAREM para gente que vai dar 6 ou 8 horas de aulas e ganha 1.300 EUROS.

    É INADMISSÍVEL professores dos quadros (QA e QZPês) terem HORÁRIOS INCOMPLETOS e ganharem o ORDENADO POR INTEIRO. Como é óbvio esses HORÁRIOS MINÚSCULOS devem ser dados a CONTRATADOS porque correspondem a necessidades conjunturais do sistema.

    A FENPROF o que quer é FESTA e delapidar DINHEIRO PÚBLICO (dos CONTRIBUINTES)

    .

      • Agnelo Figueiredo on 28 de Agosto de 2017 at 22:55
      • Responder

      Tenho de o corrigir:
      De facto, bastam 6 horas com turma para fixar um PQA. Todavia, o seu horário irá, obrigatoriamente, ficar completo com com trabalhos, por exemplo, de apoio a alunos, ou outros, muitas vezes mais desgastantes do que a turma.
      Não há professores QA ou QZP com isso de “horários incompletos”.

      • Cristina on 29 de Agosto de 2017 at 22:58
      • Responder

      Sossega contribuinte indignado
      Ter um horário de 8 horas (o mínimo no concurso são 8 horas), não significa que só se trabalhe oito horas por semana.
      O horário é sempre completado com várias actividades necessárias ao funcionamento da escola e, muitas vezes os diretores fazem redistribuição entre os professores com horários completos e incompletos diminuindo a carga letiva dos horários completos.
      Para as escolas é importante terem alguns professores com horário incompleto, para poderem desenvolver várias atividades e dar apoios extra aos alunos.
      Não sei é se estás interessado nestas informações, ou se só tens vontade de falar mal.
      Mas se queres lutar contra os professores põe os teus filhos numa escola privada. Assim deixam de existir horários no público e os contribuintes deixam de sustentar os professores.

    • Cátia Guerreiro on 28 de Agosto de 2017 at 22:33
    • Responder

    Percebo o desespero das pessoas, mas estava visto que mais tarde ou mais cedo teria de acontecer! É de elementar justiça que os QA/QZP ocupem horários completos e anuais… os incompletos e temporários é que devem ser para os contratados… para que haja uma gestão razoável dos recursos humanos! Quem vinculou em determinado QZP sabia que poderia ir lá parar!!! Não há nenhuma ilegalidade… e estes ajuntamento são ridículos (chamar a isso manifestação é claramente abusivo).

      • injustiça on 28 de Agosto de 2017 at 22:43
      • Responder

      O problema é que há centenas de QZP e QA com horário zero por colocar ainda e esses vão ultrapassar os colegas que entretanto ficaram colocados mais longe de casa, quando se os horários tivessem saído normalmente, na mobilidade interna, ter-se-ia seguido a graduação profissional na colocação e não tinham os mais graduados ido para longe e agora osmenos graduados ficado ao pé de casa.

        • Agnelo Figueiredo on 28 de Agosto de 2017 at 22:57
        • Responder

        Que horários é que “não saíram normalmente na mobilidade interna”?

          • Gualtar73 on 28 de Agosto de 2017 at 23:08

          Os incompletos anuais.

          • Agnelo Figueiredo on 29 de Agosto de 2017 at 0:39

          Bom, esses não podem ser ocupados por professores dos quadros. Seria puro despesismo.
          Apenas se poderá admitir essa possibilidade numa fase mais tardia, em que subsistam professores do quadro sem horário.
          Neste caso, é mais barato colocar um professor dos quadros do que contratar, obviamente.

          • Distraído on 29 de Agosto de 2017 at 9:30

          Claro que vão ser ocupados por professores dos quadros porque ainda há muitos QA e QZP por colocar.

          • Esteves222 on 29 de Agosto de 2017 at 11:29

          Claro, distraído. Parece-me que você não é distraído, antes pelo contrário. É o que vai acontecer comigo. Como estava em 3º lugar na MI fui parar a quase 50Km de distância, a pagar muito mais em viagens / tempo / portagens, etc.. Abaixo de mim há vários colegas de grupo, com menos graduação, a morar perto de mim, que vão ficar com os tais horários que agora não foram a concurso e pertinho de casa… e eu sei que esses horários existem. Atenção: estou a falar apenas do caso dos QA com horário zero, que é a realidade que conheço. Isto é justo? Sempre que a esquerda chega ao poder é isto. Eu bem ponho as mãos na carteira, mas não consigo evitar que me roubem e cometam atrocidades umas atrás das outras, com a conivência dos sindicatos. Uma lástima.

    • Costa Sousa on 29 de Agosto de 2017 at 0:03
    • Responder

    As contradições da FENPROF são lamentáveis. O seu dirigente João Manuel Costa diz à TVI24 hoje às 14.10h que a colocação de professores em horário completo é a opção mais correta. Entretanto o Secretariado Nacional publica às 18.29h no seu site um desmentido: ” A colocação de docentes de quadros através do mecanismo de Mobilidade Interna, apenas, em horários completos, o que irá gerar ultrapassagens no que respeita ao acesso a lugares em localidades mais próximas daquela em que residem. A FENPROF esclarece que esta questão nunca foi, sequer, abordada em qualquer reunião no Ministério da Educação. Como a FENPROF esclareceu em comunicado que emitiu em 25 de agosto, e decorre, também, do comunicado divulgado nesse dia pelo ME, para a FENPROF a colocação, apenas, em horários completos só tinha razão de ser para os docentes colocados através da contratação inicial. Nunca, em momento algum, foi feita qualquer alusão à Mobilidade Interna, uma vez que, nesse caso, a colocação em horário completo ou incompleto não provoca qualquer problema, desde que o horário tenha mais de 6 horas letivas, condição para o docente não ficar em situação de “horário-zero”.”

    • José T.O. Mates on 29 de Agosto de 2017 at 1:30
    • Responder

    Caros Amigos e companheiros de infortunio,
    Nunca ninguém fica satisfeito com os resultados dos concursos!
    As regras de qualquer jogo não devem ser mudadas no final, e principalmente, se os resultados não nos agradam!
    É feio, desleal e intelectualmente desonesto utilizar os media para lançar mentiras!
    A classe dos professores, em muitas das situações, carece de classe!
    Estas são as ideias que retiro de um dia agitado, contraditório em discursos e que revelou mais uma vez a verdadeira essência de uma classe sem rumo.
    Vou-me centrar apenas no caso que tive oportunidade de ver na TVI. A reportagem falava do problema dos concursos e das colocações de professores a 300Km de casa. Fiquei perplexo…mas aos poucos fui-me apercebendo da não-reportagem que estava a assistir. A colega de Ed. Física lamentava-se de ter ficado em Almeida. Antes de ouvirmos as suas palavras, fomos informados que tinha ficado “efetiva” este ano e que a tinham enviado para Almeida a 200km da sua residência em S.J. da Madeira. Segundo a mesma, a única solução que lhe passava pela cabeça era a anulação do concurso e que todos pudessem voltar a concorrer.
    Mas, não sei se será de tanto jornalismo de segunda categoria, e não era na CMTV, achei que algo não batia certo e fui investigar. E as conclusões foram interessantes e passo a partilhá-las:
    1º Este senhora não está efetiva, é de QZP (tudo bem, não é crime nenhum induzir a repórter em erro!);
    2º Esta senhora já era QZP antes do concurso de 2017;
    3º Era QZP no QZP 8 (Alentejo – Évora e Portalegre) e no concurso de 2017 mudou-se para o 5 (Guarda);
    4º Foi colocada em Almeida que pertence ao QZP…5!
    Perante o atrás enumerado, a minha pergunta é a seguinte: Qual é o seu problema?
    Esta senhora nunca pôs os pés no QZP em que vinculou anteriormente e agora reclama de ter ficado numa das escolas do seu QZP! Mais uma vez…Qual é o seu problema?
    É com mentiras que vamos acabando com a imagem de uma profissão que merecia mais respeito de todos…a começar pelos próprios. Não gosto de ver os meus colegas a comportarem-se como doidos e mentirosos! Somos todos vítimas de algo. Esta profissão mudou imenso nos últimos 20 anos. Ainda temos professores que desconhecem o ECD e a legislação em vigor! Se assim não fosse, muitas das perguntas feitas ao incansável Arlindo eram escusadas!
    Temos que entender que isto que se passa tem a ver com a tentativa de rentabilizar os recursos humanos existentes. Houve a abertura de deixar os QZP concorrerem a outros QZP. Eu, por exemplo, sou do tempo em que QZP só concorria ao seu de provimento…e fiquei prejudicado. Porém, sabia ao que me arriscava e não contava com o ovo naquele lugar da galinha! O chico-espertismo de muitos também levou à presente situação: “vinculo em Lisboa e depois concorro perto de casa e vai existir um horário para mim!”. Pois, o problema é que a ideia já tinha patente.
    Não há soluções mágicas e as necessidades temporárias, ao contrário das permanentes, têm de ser preenchidas maioritariamente com professores de QZP. Só os mais distraídos é que acordaram tarde!


    1. Grande resposta, fica ainda o problema de que esta vaga para a qual a colega e outros que agora entraram em QZP e anteriormente em contrato, provavelmente abre ano após ano na Mobilidade/Contratação Inicial, o seja, já deveria ter sido lançada para os QE. Sei de casos de colegas que já tinham acertado os horários incompletos nas direções para nesta fase entrar a pessoa x ou y de QZP, correu mal, mais grave é serem escolas em que no Concurso Interno foram lançadas vagas negativas nesses grupos para terem certeza que não entrava nenhum QE no agrupamento. É vergonhoso.
      Os agrupamentos apenas deveriam poder pedir no Concurso Interno 1 vaga de horário completo na MI/CI e 1 incompleta (as verdadeiras necessidades temporárias), tudo o mais deveria ser satisfeito no Concurso Interno. Escolas com vagas negativas em que não houve saída de quadros nem deveriam poder pedir vagas na MI/CI.

      Mais, o tempo de serviço para concurso apenas deveria ser contado como o efetivamente prestado no grupo. Não faz sentido que um professor com variante de 1º Ciclo/Inglês, tenha lecionado 17 anos no 1º ciclo e agora passe para o grupo de Inglês com os mesmos 17 anos de experiência, é ridículo, qual é a experiência que este professor adquiriu no currículo do 2º ciclo de Inglês durante os 17 anos, qual a experiência acumulada nos conteúdos de uma coisa que nunca leccionou? A contagem do antes da profissionalização e após só fazia sentido quando ainda entravam professores não profissionalizados no sistema, agora não faz sentido algum, acabem com essa palhaçada.

      Denunciem para a IGE e para o MEC os horários que surgirem incompletos e que nas primeiras semanas do ano forem sendo completados sem recurso a concurso, isso sim é imoral.

        • Fernando Franco on 29 de Agosto de 2017 at 11:57
        • Responder

        Muito bem. Concordo 100% com o seu comentário e com o comentário anterior. Parabéns aos dois pela objectividade e sobriedade ( algo cada vez mais raro nesta “não classe”.

    • José on 29 de Agosto de 2017 at 2:30
    • Responder

    Devia era colocar todos os horários completos que vão surgir na próxima semana em que vão ficar professores mais novos e com menos graduação em suas casas. Enquanto nós vamos pagar duas casas e tudo a dobrar continuam os anos de vida precária. Já lá vão 20 e dezenas de milhares de euros gastos para ter o trabalho.Ganhamos 1000 euros e desses 1000 pagamos 500 para ter trabalho. Em conclusão o ordenado de um professor deslocado de sua residência é de 500 euros. Já não falo do resto gasolina revisões do carro e o risco de andar na estrada. Nunca se falou quantos professores sofrem acidentes de viação num ano. E muito mais haveria para dizer. Agora gentinha que não sabe o que é ser professor deveria era ter vergonha em vir pronunciar-se.

    • José on 29 de Agosto de 2017 at 2:36
    • Responder

    Devia era colocar todos os horários completos que vão surgir na próxima semana em que vão ficar professores mais novos e com menos graduação em suas casas. Enquanto nós vamos pagar duas casas e tudo a dobrar continuam os anos de vida precária. Já lá vão 20 e dezenas de milhares de euros gastos para ter o trabalho.Ganhamos 1000 euros e desses 1000 pagamos 500 para ter trabalho. Em conclusão o ordenado de um professor deslocado de sua residência é de 500 euros. Já não falo do resto gasolina revisões do carro e o risco de andar na estrada. Nunca se falou quantos professores sofrem acidentes de viação num ano. E muito mais haveria para dizer. Agora gentinha que não sabe o que é ser professor deveria era ter vergonha em vir pronunciar-se.

      • Duarte on 29 de Agosto de 2017 at 6:14
      • Responder

      Só ganha mil euros líquidos?… Eu acho que ganho mais um bocadito por mês, como contratada há 20 anos. Já vinculou ?!que bom?! Mesmo assim, não tem sol na eira e chuva no naval?!!! Então mude de profissão… Tudo isto é ridículo ,e não posso estar mais de acordo com colega João Mates. Às vezes vejo reportagens que me irritam solenemente…. Mau jornalismo o nosso, professores desonestos porque querem passar para a opinião pública uma ideia errada! Alguns já estão vinculados ou efetivos há muito tempo e nem sequer conhecem a sua escola de origem e até se gabam disso! Se as televisões ouvissem algumas conversas nas salas dos professores…..e quantos não “arranjam” uma doença!!!!! Isto é ridículo….. é agora com o novo estatuto dos animais domésticos, até pode ser que consigam um atestado por eles, podem ficar deprimidos! Falem com o PAN…… ( apenas peço desculpa às pessoas verdadeiramente honestas, e que infelizmente têm doenças graves… mas isto é sobretudo contra o chicoespertismo português)..

        • José on 29 de Agosto de 2017 at 12:10
        • Responder

        Sim vinculei este ano. Sim mil euros sem o subsídio de refeição. Estou á 20
        anos fora de minha casa sempre em escolas diferentes e com duas casas para pagar não deves saber o que é isso é muitos anos com horários incompletos na outra ponta do país já fiz muitos sacrifícios. Este ano só estou a 150km de casa. Mas poderia estar mais perto se os concursos fossem justos.

          • Fiscal on 29 de Agosto de 2017 at 12:15

          .
          Se achas que estás mal, muda de profissão.

          Vai para a Caixa de um Hipermercado ou para um Call Center….

          Os professores estão demasiadamente bem pagos.

          Mesmo pagando apenas o ordenado mínimo aos professores não faltam candidatos.

          Isto é malta que só sabe trabalhar com saliva.
          .

          • José on 29 de Agosto de 2017 at 13:17

          Para falares assim não deves ser professor. Trabalho todo o verão á fruta e na apanha da uva e a carregar o lombo todo o dia para poder pagar duas casas. Não sei o que são férias. Faço o que tu nunca deves ter feito na tua vida.

          O teu ordenado deveria ser abaixo do mínimo e mandarem-te emigrar para fora do país. Não tens moral para falares daquilo que não sabes é deves ser uma bela merd….. Como pessoa. Passa bem artistatchsu

          • José on 29 de Agosto de 2017 at 13:24

          Se quiseres podes vir agora de tarde carregar umas caixas de uvas aqui no Alentejo a ver se o teu lombinho aguenta deves ser muito valente.

          • Fiscal on 29 de Agosto de 2017 at 14:36

          .
          É pá!….tu és professô e andas a acartar caixas de uvas aí no Alentejo…..Deves estar rico…compraste duas casas….porreiro……

          Fazes bem…..só assim dás valor ao trabalho (mas não aos contribuintes). E digo isto porque esse trabalho de acartar uvas deve ser pago sem ser declarado ao Fisco, ou seja, é dinheiro ganho debaixo da mesa (parecido com as explicações). Entendes??????

          Além disso não se apanham uvas os 365 dias do ano. É um trabalho de ocasião.

          Por ultimo! Pergunto: – os 1.300 EUROS que o Estado te paga não te chegam????????????

          Ainda queres roubar mais os CONTRIBUINTES?
          .

          • José on 29 de Agosto de 2017 at 15:33

          Pagas mais 300 e fico com 1300 euros do estado. Isso nem dava para começar se não fosse o resto. Não vivo de parasita da sociedade. Quando quiseres arranjo-te aqui um trabalhinho porque falas daqui que não tens a mínima noção.Estás convidado agora quero ver o teu valor como homem.

    • Duarte on 29 de Agosto de 2017 at 5:54
    • Responder

    Quem ñ queria ficar longe não concorria! Ridículo, querem sol na eira e chuva no naval. Queriam vínculo ao estado, mas trabalhar à porta de casa… os outros horários incompletos, uma ou duas turmas… pouco para fazer , dizem que completavam com apoios ….todos sabemos como funciona!Agora é que vai ser vê_Los trabalhar com 5, 6 turmas… o estado tem de rentabilizar recursos… é contra mim falo, que sou contratada há 20 anos e tenho pena de não ter vínculado, mesmo que fosse o mais longe de casa! Toda esta discussão é ridícula….

      • Duarte on 29 de Agosto de 2017 at 5:56
      • Responder

      Desculpem as gralhas “e contra mim falo”…

      • Contribuinte Indignado on 29 de Agosto de 2017 at 12:21
      • Responder

      .
      “querem sol na eira e chuva no naval. Queriam vínculo ao estado, mas trabalhar à porta de casa… os outros horários incompletos, uma ou duas turmas… pouco para fazer , dizem que completavam com apoios ….todos sabemos como funciona!”

      Queriam DESBARATAR DINHEIRO DOS CONTRIBUINTES.

      Isto é um REGABOFE.

      Queriam que o Estado os colocasse em Horários Incompletos a receberem 1.300 EUROS para darem & HORAS DE AULAS.

      Tenham VERGONHA.
      .

        • Regabofe on 29 de Agosto de 2017 at 12:24
        • Responder

        .
        Alguns só dão 6 HORITAS de Aulas e ganham o ordenado por inteiro.

        Isto significa PROFESSORES EM EXCESSO.
        .

    • Manuel Marques on 29 de Agosto de 2017 at 10:06
    • Responder

    Antes de mais, onde está escrito que o ME tem de colocar os professores em MI desta ou daquela maneira para que estes colegas se insurjam e aleguem ilegalidade? Só porque é costume fazer de uma maneira, agora tem de ser assim para sempre, mesmo que hajam prejuízos.

    Aqui no blog aproveita-se qualquer oportunidade para entalar a Fenprof.
    Na minha opinião, a única contradição que existe é entre os professores, uns consideram “bom horário” ficar logo colocado com horário completo, outros mais oportunistas e porque sabem que o estado é obrigado a pagar por inteiro aos efetivos, preferem ficar com poucas horas ou nenhuma. Sinceramente, isto não pode ser assim! O ME fez bem, ouviu os sindicatos que souberam transmitir as angústias dos docente que ano passado manifestaram descontentamento em ficar em horários tão pequenos numa fase tão inicial do concurso. O ME ouviu e aplicou as mesmas regras para todos. Eu acho que quem não quer trabalhar devia se demitir.

      • malik on 29 de Agosto de 2017 at 10:43
      • Responder

      “mesmo que HAJAM prejuízos”??? eu acho que quem não sabe escrever devia se demitir…

        • Fernando Franco on 29 de Agosto de 2017 at 12:02
        • Responder

        São modernos estes jovens professores do era facebook. Já é possível o plural no verbo haver lol lol lol. Eles têm direito em ultrapassar os colegas mais graduados e é claro que têm direito em mudar as regras da língua afinal são QZP Hahahahahaha.

        • Manuel Marques on 29 de Agosto de 2017 at 12:32
        • Responder

        Obrigado por corrigir.

      • Gonçalo Santiago on 29 de Agosto de 2017 at 10:49
      • Responder

      Toda esta celeuma era evitada se na legislação que rege a MI fosse explícito que só iam ser lançados horários completos (será que é pedir muito que façam o aviso). A minha lista de preferências e da minha mulher era completamente outra e não tentávamos aproximarmos à nossa residência. Assim um ficou a 40Km de casa e o outro a 300km e com uma filha de 3 anos. À falta de regras seguem-se as regras das MI anteriores.

      • Esteves222 on 29 de Agosto de 2017 at 11:33
      • Responder

      “Só porque é costume fazer de uma maneira, agora tem de ser assim para sempre, mesmo que hajam prejuízos.”
      Já vi que o colega não foi prejudicado. Parabéns!

        • Contribuinte Indignado on 29 de Agosto de 2017 at 11:43
        • Responder

        .
        Prejudicados saem os CONTRIBUINTES se colocarem os QZPês em Horários Incompletos.

        Quem não quer trabalhar devia era ser despedido da Função Pública.

        Continuo a afirmar que HÁ PROFESSORES EM EXCESSO no Sistema Público de Ensino.

        Coloquem a funcionar o QUADRO DE DISPONIVEIS rapidamente. Não se pode continuar a ESBANJAR DINHEIROS PÚBLICOS.

        Os CONTRIBUINTES estão fartos deste REGABOFE.
        .

          • Cristina on 29 de Agosto de 2017 at 23:21

          Contribuinte admite.
          Tu e o Regabofe são a mesma pessoa.

        • Manuel Marques on 29 de Agosto de 2017 at 12:53
        • Responder

        Parabéns porque vou para o Centro de Emprego na sexta feira?!
        O problema de certas pessoas é mesmo esse, o de tirarem conclusões precipitadas, depois as coisas não correm bem como contavam e é um ai Jesus.

    • Observador Atento on 29 de Agosto de 2017 at 10:55
    • Responder

    Há três tipos de professores em Portugal: o professor do
    quadro de escola (que se julga o mais importante, porque está no cimo da cadeia
    alimentar, e que antipatiza especialmente com o professor do quadro de zona,
    porque este lhe rouba as vagas ao pé de casa, embora esteja muuuuuuiiiiito
    abaixo na lista – o que nem sempre é verdade); o professor do quadro de zona,
    que não gosta muito do professor do QE, porque este o trata como professor de
    segunda, e também trata mal o professor contratado, subespécie de professor que
    às vezes até fica com um lugar melhor que o dele, só porque a vaga saiu uma
    semana ou duas após a sua colocação; e o professor contratado, pau para todo o
    serviço, o verdadeiro tapa buracos e papa restos, que é mal tratado por todos e
    que também não gosta particularmente dos outros dois tipos de professores, aos
    quais não reconhece legitimidade para se considerarem superiores a ele.

      • Zea Duart on 29 de Agosto de 2017 at 12:46
      • Responder

      😉

    • Observador Atento on 29 de Agosto de 2017 at 10:55
    • Responder

    No meio desta guerrinha toda, sempre que há concurso de
    professores (que equivale a insatisfação de todas as partes) muitos colocam em
    causa a justiça do concurso e defendem que a lista graduada é que devia contar.
    Ora, e o que é a lista graduada? Explique-se.

    A lista graduada de professores é construída tendo como base
    dois elementos: graduação académica (nota final de curso) e tempo de serviço,
    sendo que o segundo depende intimamente do primeiro. Ora, para os defensores da
    lista única graduada, a ideia que subsiste é que quanto mais alto for o lugar
    na lista maior a competência e qualidade do docente, pelo que deve ter direito
    aos melhores lugares. Vamos lá tentar perceber se é mesmo assim.

    • Observador Atento on 29 de Agosto de 2017 at 10:55
    • Responder

    Recuemos até aos anos 90 do século passado (quando ainda
    havia vagas para os quadros) e tomemos como exemplo os candidatos A e B. O A
    foi sempre um aluno mediano, nunca foi brilhante, mas esforçava-se para conseguir
    aprender e passar de ano. Concluiu o secundário com determinada classificação e
    preparou-se para as provas específicas (que eram feitas e corrigidas nas
    universidades, lembram-se?) e conseguiu ter média para entrar num qualquer
    curso via de ensino numa universidade das ditas clássicas (Lisboa, Porto ou
    Coimbra, por exemplo). O candidato B, por sua vez, teve sempre muita
    dificuldade com os estudos (ou porque não estudava ou porque a cabeça não dava
    para mais). Fez o secundário com uma média baixinha, as específicas correram
    muito mal e não teve nota para entrar na universidade do candidato A. Não deu
    para essas universidades nem para as universidades públicas que acolhiam alunos
    com médias mais baixas do que a do candidato A. Que solução encontrou? Foi para
    uma universidade privada (dou o exemplo de uma universidade provada, mas também
    poderia substituir-se esta por uma pública de menor exigência).

    • Observador Atento on 29 de Agosto de 2017 at 10:56
    • Responder

    Passado quatro ou cinco anos, os candidatos terminaram os
    respetivos cursos. A candidato A acabou com uma média de, digamos, 13, nada mau
    para a universidade em questão. O candidato B, pasme-se, acabou com média de
    16. Parece que se tornou muito inteligente e trabalhador desde que entrou na
    universidade privada e foi recompensado por esse talento no final do curso.

    Os candidatos A e B resolveram, então, concorrer ao ensino.
    Sendo do mesmo curso concorreram às mesmas vagas e na mesma lista. Como ainda
    não tinham tempo de serviço, foi a classificação académica que determinou a sua
    posição na lista graduada. A candidato B (como já levava três anos de serviço
    de avanço sobre o colega- cada ano completo de serviço acrescenta um valor à
    média) ficou largas centenas de lugares à frente do candidato B na lista. E,
    claro, conseguiu apanhar um horário completo e anual. O candidato A já só
    conseguiu apanhar um horariozito incompleto, o que fez com que no final do ano
    só acrescentasse à média umas caganitas.

    • Observador Atento on 29 de Agosto de 2017 at 10:56
    • Responder

    No ano seguinte, o candidato B entrou para os quadros do
    Ministério da Educação, fruto da sua posição na lista graduada. O candidato A
    andou dez anos até conseguir o mesmo. Curiosamente, os dois candidatos acabaram
    por se encontrar na mesma escola nos últimos anos. O candidato B, que já faz
    parte da prata da casa, acomodado na sua vinculação permanente e eterna ao
    Ministério, vai fazendo os mínimos, pois também não dá para mais. Lá vai tendo
    a sua classificação individual de Bom (nunca teve menos do que isso). A escola
    nunca lhe atribui turmas de secundário, pois ele não tem estaleca para tanto, e
    o exame nacional é uma responsabilidade muito grande. Na lista graduada, o
    candidato B está nos primeiros lugares, mas não é corretor de exames nacionais (parece
    que lhe correu mal a prova para corretor e ele não quis saber mais disso para
    nada). O candidato B está muito abaixo na lista de graduação relativamente ao B.
    Continuou a trabalhar e a fazer formações e atualizações. Parece que é
    competente e os alunos gostam dele. As direções das escolas também parecem
    reconhecer-lhe valor. Leva todos os anos com as turmas de secundário, tem de os
    preparar para exame e, ainda por cima, é sempre corretor de exames. Ainda este
    ano esteve de castigo a corrigir provas até agosto. O candidato B estava de
    férias no início de julho.

    Perante isto, a lista graduada serve para tudo menos para
    distinguir os competentes dos incompetentes, os que têm valor dos que já deviam
    ter sido expulsos do ensino. Já agora, alguém me consegue dizer quantos
    professores do quadro foram classificados com nota insuficiente nos últimos
    vinte ou trinta anos? Acho que vale a pena pensar nisto.

      • Virgulino Lampião Cangaceiro on 29 de Agosto de 2017 at 11:39
      • Responder

      Histórias da Carochinha há muitas, com ou sem João Ratão. Quantas quer?

        • Observador Atento on 29 de Agosto de 2017 at 12:04
        • Responder

        Olhou-se ao espelho e reconheceu-se, foi? Ou viu um B?

      • Gonçalo Santiago on 29 de Agosto de 2017 at 12:13
      • Responder

      Concordo com muito do que disse mas acho que não se deve generalizar.

      • Contribuinte Indignado on 29 de Agosto de 2017 at 12:45
      • Responder

      .
      Ilustre Professor

      Devo dizer-lhe que foi BRILHANTE no RETRATO do actual Sistema Público de Ensino.

      Significa isto que a ESCOLA PÚBLICA se transformou numa Agência de Emprego para INCAPAZES.

      É isto que os CONTRIBUINTES não tem que andar a sustentar.

      É necessário uma operação limpeza no sistema.

      Colocar a funcionar o QUADRO DE DISPONÍVEIS e racionalizar os Recursos Humanos no Ensino.

      .

      • Zea Duart on 29 de Agosto de 2017 at 12:51
      • Responder

      like


  1. Muito bem! Concordo em tudo dito pelo José Mates e o Observador Atento. Quem fala assim não é gago e não anda distraído nem se deixa levar em conversa fiada de quem só pensa no seu umbigo.

    • Orlando Almeida on 29 de Agosto de 2017 at 13:45
    • Responder

    Algum colega sabe qual é a posição da FNE sobre este assunto??? Que eu saiba, nem uma palavra até agora! A FENPROF já se manifestou (passados 3 dias).

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