Professor de Educação Especial, quem és tu?

Por aqui no ComRegras.

É que só li comentários de caca num post abaixo.

O grupo de Educação Especial merece todo o nosso respeito, assim como, qualquer outro grupo.

Não tenho paciência é para comentários de gente estúpida e ignorante…

 

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14 comentários

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    • Maria Serrana on 7 de Julho de 2017 at 9:57
    • Responder

    Concordo. Todos os professores e grupos de recrutamento merecem respeito. Há coisas boas e más. Deve discutir-se o assunto de como incluir melhores os alunos com necessidades específicas de aprendizagem e se se acha que a formação dos professores de educação especial não é a melhor deve então trabalhar-se de modo a melhorá-la.

      • era_o_que_faltava on 7 de Julho de 2017 at 12:17
      • Responder

      Alguns comentários que li são a excepção que confirma a regra: em todos os grupos profissionais há imbecis. Felizmente uma andorinha não faz a primavera.


    1. Minha cara amiga!

      O Grupo 910 é maior das TRETAS (para não dizer das TÊTAS).

      Saiba o amigo que qualquer um tira (para não dizer compra) a especialização que permite aceder ao Grupo de Educação Especial (Grupo 910).

      Serve um gajo ou uma gaja qualquer (mesmo sem vocação nenhuma, nem sensibilidade nenhuma) desde que queira um emprego no Ministério da Educação.

      Conheço variadissimos casos de “artistas” que só agora vão vincular no 910 porque COMPRARAM a dita especialização de UNS MESES 1 numa TASCA PRIVADA.

      Adorei este comentário:

      “…eu fiz a formação em Ed. Especial e sei muito bem a treta que é. Foi fazer a especialização com trabalhos copiados de outros colegas e praticamente sem assistir a aulas. Era pagar e andar. São poucas as credíveis.”

      ISTO É A REALIDADE

      TENHAM VERGONHA

      TEMOS QUE DENUNCIAR ESTA BANDALHEIRA PARA QUE AS ORGANIZAÇÕES DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA SAIBAM QUEM SÃO AS PESSOAS DO GRUPO 910
      .

        • Paulo Lopes on 7 de Julho de 2017 at 12:56
        • Responder

        A colega (?) tem direito a pensar como bem entender, mas se quer errar continue a generalizar!
        Estou na Educação Especial por gosto e mérito, não tirei uma especialização numa tasca, nem comprei a classificação final (de 15), nem muito menos os trabalhos. Estou no ensino há 20 anos e a 8 na Educação Especial… e como eu outros e outras!
        Sou assertivo quando me considero um profissional de excelência e dou o meu melhor todos os dias em prol das crianças e jovens que acompanho.
        Tenha um dia feliz! E, se encontrar tempo e vontade, faça alguém sorrir!

        • Paulo Lopes on 7 de Julho de 2017 at 12:58
        • Responder

        O que deveriam fazer era extinguir o Despacho 866/2013 de 16 de janeiro que veio abrir as portas às classificações geniais que por ai se vêem…

          • Ada on 7 de Julho de 2017 at 13:30

          .
          O colega Paulo Lopes sendo Professor de Educação Especial sabe muito bem o que se passa com esta avalancha súbita de novos especialistas no Grupo 910 – Educação Especial.

          Sabe que na sua grande maioria são pessoas SEM CONHECIMENTOS, SEM SENSIBILIDADE, SEM VOCAÇÃO….e foram para a Educação Especial porque é uma forma de terem EMPREGO…

          Sabe quem são as VITIMAS????….. Exatamente…são os meninos Autistas, Síndrome de Asperger….

          São estes MENINOS INDEFESOS que se encontram nas UEEA (Unidade de Ensino Estruturado) as GRANDES VITIMAS.

          Muitos destes NOVOS ESPECIALISTAS quando entram numa unidade até fogem.
          .

        • Cláudia Pinheiro on 7 de Julho de 2017 at 19:30
        • Responder

        Lamento que só tenha conhecidos casos assim…
        As crianças, as famílias, os professores do grupo de educação especial e todos os que trabalham nesta área mereciam mais respeito. As suas palavras magoam aqueles que trabalham com AMOR e dedicação…
        Todas as profissões têm bons e maus profissionais, todavia posso garantir-lhe que todos os professores que conheço que trabalham nesta área estão por AMOR aos seus alunos, caso contrário não aguentariam a pressão diária. É uma profissão muito exigente e de muito desgaste físico e psicológico que merece todo o seu respeito e o de todos…


  1. .
    O Ministério da Educação está a pactuar com a maior aldrabice de que há memória.

    Muitos professores que “andam aí aos caídos” e sem conseguir vincular foram fazer especializações em 3 a 4 MESES em instituições privadas e agora vão vincular nessa grande cloaca chamada Grupo 910 (Educação Especial).

    Grande parte desta gente não possui o mínimo de sensibilidade, vocação e conhecimentos para o exercício da profissão, mas desta forma arranjaram um vinculo ao MEC.

    O CNE (Conselho Nacional de Educação), no seu relatório de 9 de junho de 2014, “Recomendação sobre Políticas Públicas de Educação Especial” diz o seguinte:

    “A profusão de cursos de educação especial, com qualidade diversa e, por vezes, duvidosa e sem qualquer regulação por parte da tutela, tem permitido o acesso ao sistema educativo de docentes que não estão preparados/as para intervir junto de crianças e jovens com NEE e que não dispõem do perfil necessário para esta missão.”

    NÃO TAPEM O SOL COM A PENEIRA

    NÃO ANDEM A ENGANAR NINGUÉM

    .

      • Três Mosqueteiros on 7 de Julho de 2017 at 12:52
      • Responder

      .
      O Ministério abriu uma imensidão de lugares para a EDUCAÇÃO ESPECIAL GRUPO 910 e portanto vão entrar nos quadros um conjunto de ARTISTAS e/ou OPORTUNISTAS a que convém estar atento e, se for o caso, DENUNCIAR todas as situações que colidam com os direitos desses MENINOS INDEFESOS.

      Penso que as ASSOCIAÇÕES DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA tem que estar muito atentas a estes ARTISTAS DO 910 e DENUNCIAR tudo o que venha a COLIDIR COM OS DIREITOS desses meninos.
      .

        • José Martins on 7 de Julho de 2017 at 13:03
        • Responder

        A Inspecção Geral Educação e Ciência (IGEC) também deve escrutinar esta avalanche de novos “especialistas” em educação especial que agora vão aceder ao emprego no Ministério.

        as ASSOCIAÇÕES DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA e os ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO destes meninos indefesos (porque muitos deles nem se conseguem exprimir) tem que estar muito atentas a estes súbitos “especialistas” em educação especial

      • paula on 7 de Julho de 2017 at 21:14
      • Responder

      Fico chocada com a forma como fala da ed. especial, nem todos os sítios são iguais eu tirei a especialização, com sacrifício a vários níveis um ano em que me privei de sextas e sábados em família (adorei o curso). Entrar na educação especial e trabalhar com estes alunos foi a melhor coisa que me aconteceu na vida! São pessoas sensíveis e que merecem o nosso melhor. Colega existem bons e maus profissionais, em todos os grupos disciplinares! Ninguém é só professor de ed. especial (todos temos outro(s) grupos disciplinares. Respeito… é algo que se está a perder.


    1. Depois de ler todo o tipo de comentários sobre os docentes do grupo 910, é impossível não me manifestar. Sou docente QA deste grupo desde 2015, mas tenho vindo a exercer funções na área da educação especial desde 1996/97, ano letivo em que fiquei colocada pela primeira vez no então denominado “apoio educativo”; enquanto não foram constituídos os grupos de recrutamento 910, 920 e 930, fui sendo sempre colocada nesta área, por destacamento da DGEST e, quando houve o primeiro concurso com estes grupos de recrutamento, concorri para a mudança de grupo.
      Quero com isto dizer que estou nesta área, porque gosto, porque me sinto realizada profissionalmente, porque me sinto capaz de trabalhar efetivamente com PESSOAS (crianças ou jovens) com necessidades educativas especiais e porque, até hoje, sempre cumpri as minhas obrigações de forma profissional e sem defraudar as expectativas das famílias dos meus alunos.
      Concordo plenamente com a opinião de algumas pessoas, quando dizem que todo o tipo de professores vai parar ao grupo 910, com sendo este a tábua de salvação para ingresso na carreira ou escapar ao horário zero, porque infelizmente é isto que se tem verificado ultimamente e com a conivência do ME, que permite todo o tipo de formações (a maioria sem credibilidade nenhuma) e não realiza as atividaes inspetivas que deveria, ao trabalho desenvolvido nas escolas.
      Isto demonstra bem a falta de respeito pelos direitos que as PESSOAS com deficiência e respetivas famílias têm, mas que continuam a ser ignorados, em nome de outros valores, entre os quais se incluem os orçamentos de estado ( o dinheiro falou sempre mais alto…).
      Para terminar, a Intervenção Precoce deve ser encarada com seriedade e, tendo em conta que muitas vezes o profissional representativo do setor da educação trabalha com crianças com as mais diversas patologias ( autismo, PC, multideficiência, doenças metabólicas, etc) o ME já deveria ter criado o grupo de recrutamento específico para a área da IP, ou então fazer cumprir a lei – só pode trabalhar nesta área quem for detentor de uma especialização no grupo 910, uma vez que neste grupo, está previsto o apoio a crianças dos 0 aos 6 anos, no âmbito da intervenção precoce.

    • Livro Fresco on 7 de Julho de 2017 at 15:01
    • Responder

    ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

    Diz o Livresco:

    “Não tenho paciência é para comentários de gente estúpida e ignorante…”

    Diz o CNE (Conselho Nacional de Educação), no seu relatório de 9 de junho de 2014:

    “A profusão de cursos de educação especial, com qualidade diversa e, por vezes, DUVIDOSA e sem qualquer regulação por parte da tutela, tem permitido o acesso ao sistema educativo de docentes que não estão preparados/as para intervir junto de crianças e jovens com NEE e que não dispõem do perfil necessário para esta missão.”

    Pelos vistos as pessoas que integram o Conselho Nacional de Educação são “gente estúpida e ignorante”.

    Eu acrescento que os ilustres membros do Conselho Nacional de Educação NÃO SABEM É A MISSA A METADE.

    Cuida-te ó LIVRESCO…não venhas para aqui com a canção de embalar meninos….

    A malta já tem os olhos bem abertos.

    ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

    • Vanda on 7 de Julho de 2017 at 20:00
    • Responder

    Se como se diz no artigo o professor de educação especial só tem que conhecer a lei- o dl referido e sugerir estratégias é irrelevante. Porque é que os outros professores não são chamados a lei o tal dl? Eu li e não tem nada de especial? Mais valia se dessem horas de apoio aos restantes professores para realmente apoiar esses alunos.

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