898 Vagas a Menos na Vinculação Extraordinária

Este trabalho moroso demorou sensivelmente 5 minutos a ser feito para todos os grupos de recrutamento.

O que fiz foi verificar as listas de colocações em horário anual e completo na Contratação Inicial, Renovações e Reservas de Recrutamento 1 e 2 (todos estes horários retroagiram ao dia 1 de Setembro) e procurar quais os candidatos que estão nas listas de ordenação definitivas do concurso da vinculação extraordinária (provisoriamente considero que todos eles têm mais de 4380 dias de serviço em 31/08/2016 e 5 contratos nos últimos 6 anos).

Assim, rapidamente cheguei aos números do quadro de baixo para todos os grupos de recrutamento.

Existem menos 898 vagas no total do que aquelas que deviam ter aberto na vinculação extraordinária.

Mesmo que as mesmas vagas fossem abertas também pela norma travão havia apenas 319 vagas que poderiam ter sido extintas neste apuramento. Mas não, foram anuladas 898 vagas.

O grupo com uma diferença maior entre os critérios a aplicar pelo ME e a realidade das vagas é de 286 vagas a menos no grupo 110 – Primeiro Ciclo.

 

 

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    • zratrusta on 30 de Maio de 2017 at 19:32
    • Responder

    De acordo com informações oriundas de várias escolas, muitas das vagas consideradas para vinculação extraordinária são de horários incompleto, ou seja, vão entrar para o quadro professores que irão ocupar horários de 11 e 12 horas. Ora se estes horários são considerados uma necessidade permanente (critério que está na base da vinculação), então todos os professores que durante anos têm assegurado horários incompletos, também deveriam vincular.
    Outro facto que não entendo, e tomando como exemplo o grupo 910 por ser aquele com números mais significativos, é como de abrem 700 vagas para este grupo, entre VE e norma travão, sem se saber quantos professores de quadro, no concurso interno, pretenderiam mudar mudar para este grupo. Portanto, neste momento, o 910 deverá ter 1200 horários completos para ocupar, considerando as contas do Arlindo, o que me parece pouco provável. E então das duas uma: ou são os novos vinculados que vão ficar com os completos e os do quadro que mudam com os incompletos, ou viceversa. Seja qual for o caso, o certo é que o estado irá pagar ordenados completos, para trabalho incompleto. Cada vez mais ganha força a ideia que esta vinculação não tem em consideração as necessidades permanentes e foi “martelada” para satisfazer os “parceiros” de coligação. Parece-me que brevemente iremos ter o ministro a ter que se explicar no parlamento.

      • Nádia Garcia on 30 de Maio de 2017 at 19:46
      • Responder

      Só foram contabilizados horários anuais e completos para abrir vagas e segundo o Arlindo foram em menor número do que foi efetivamente em setembro. Tenho tido sempre horário completo e spu contratada. Não vejo onde foi tirar essa ideia absurda de que são pessoas que vão ocupar horários incompletos. Como se não houvesse trabalho nas escolas! Penso que deve ser algum ressabiado por não ter podido concorrer às vagas. Abriram 4000 vagas no concurso interno e 3000 para VE. Acredite que esses professores são todos necessários. Claro que se tivermos turmas a 30 ou mais alunos haverá horários incompletos. Enfim, há mentes muito pequenas.

        • joana on 30 de Maio de 2017 at 19:59
        • Responder

        Em setembro ou lhes dão horários de 8 horas ou chovem horários 0 e para o ano como já não há interno pior ainda. Vamos ver o que vai acontecer

          • Nádia Garcia on 30 de Maio de 2017 at 20:27

          No ano passado, não houve concurso interno e foram contratados milhares de professores. E são contratados anos sucessivos para necessidades permanentes do sistema. Esta ideia ultraliberal de que os professores não são necessários ao sistema faz-me lembrar tempos negros. Quando temos medinho de que outro nos tire do lugar (como se isso foi possível), é completamente descabida e insensata. Sairam do sistema milhares de professores que não foram nunca repostos. Já saiu um estudo que comprovou que saíram muitos mais professores do que o declínio demográfico. Esta visão negra e pessimista é completamente errada.

          • anonimo on 30 de Maio de 2017 at 21:38

          É mesmo isso que eles pensam, Nádia. Pode ter a certeza.

          • zratrusta on 30 de Maio de 2017 at 22:03

          Cara Nádia, na sua inocência está a dar-me razão. Vão ser vinculados professores para horários incompletos e mais, muitos deles temporários. Se entende que esses horários são necessidades permanentes, então todos os horários incompletos deveriam abrir como vagas para vinculação. O que vai acontecer é o o que a Joana refere. Minha cara, o conceito de “Necessidade permanente” tem subjacente a existência de horário completo. Uma das escolas das quais obtive informação, quando o ministério solicitou, informou, tal como todas as outras, quais os professores que tinha, respetivos horários e disciplinas que lecionavam. Um deles é um horário existente no presente ano letivo, de 14 horas, de uma disciplina que irá deixar de ser lecionada nessa escola, no próximo ano. O ministério abriu uma vaga para vinculação extraordinária para esse horário. Brilhante.

          • Luís on 30 de Maio de 2017 at 22:10

          Então Nádia, acho injusto que, a troco de se querer ficar sempre no mesmo sítio se prefira ficar contratado durante anos e anos a fio, com medo de ir para longe procurar a garantia de uma vinculação. Acho injusto que aqueles que têm ficado sempre em casa, que se têm recusado a ir para longe das famílias, a pagar casas alugadas e viagens constantes, correndo riscos e ficando com os lugares que estes contratados de longa duração, por vontade própria recusam, sejam agora beneficiados, continuando-se a condenar os mesmos do costume ao desterro, a perpetuar o sacrifício que um dia decidiram fazer, em nome de um benefício, disponível para todos, mas que uns aceitam e outros rejeitam.

          • Professora Injustiçada on 30 de Maio de 2017 at 22:36

          E desses ninguém ouve falar nas notícias. As vinculações extraordinárias são apresentadas como um mar de rosas para todos.isto é realmente extraordinário!!

        • algumas não são vagas roubadas on 30 de Maio de 2017 at 20:15
        • Responder

        O problema é que a mesma vaga foi contabilizada para o concurso interno e para a vinculação extraordinária e, a ser assim, em alguns grupos o que se irá verificar é que haverá colegas com horários incompletos e outros horários zero.

        • anonimo on 30 de Maio de 2017 at 21:33
        • Responder

        Concordo com a Nádia.
        Esse colega zrastrusta, como muitos “quadrados”, abomina contratados. Gosta é de ver colegas na precariedade eternamente.
        Perante o comentário, só me resta ser irónico:
        É bom ter o lugarzinho e ordenado (completo) garantido no fim do mês, mesmo a trabalhar 6, 8 ou 10. Não é? mas isso só deve ser permitido aos “quadrados”. Os contratados que se lixem, que sejam penalizados no tempo de serviço e no vencimento se tiverem horários desses… Que rastejem, que peçam dinheiro para manter os filhos e pagar as contas, que emigrem…
        Se deixar de haver contratados, deixa de haver a quem explorar, não é? Vincular miseráveis que foram explorados durante anos, implica deixar de haver dinheiro para o sr zaratustra subir mais uns escalõeszitos, é isso?

          • Luís on 30 de Maio de 2017 at 22:25

          caro anónimo, vinculados já todos fomos e não há ninguém contra os colegas, vinculados ou não somos todos colegas e deveríamos lutar todos pelo mesmo.
          Subir uns escalõeszitos? Ora tenha lá dó. Vê-se que é professor há bem pouco tempo. Leciono há 15 anos e uns trocos e sabe em que escalão estou? no primeiro, veja lá, provavelmente no mesmo que o colega, se estiver a lecionar.
          A diferença é que no meu tempo, os contratados íamos de CAE em CAE, na altura, de Delegação escolar em Delegação escolar para concorrer, por todo o país e, por toda a incerteza que vivia, vi-me obrigado a sacrificar a família e vir para a Madeira, onde estou já há 14 anos, pagando autênticas fortunas por casa e pelas viagens para ir à terra, uma vez por ano ver a família e, agora vejo que há vagas que estão reservadas apenas para os meus colegas que disseram que eu era maluco por ir para tão longe e ficaram sempre lá na terrinha, em casa dos papás, sem a pagar, claro está, e dizendo-me, ano atrás ano que ali é que se estava bem e que se estavam bem a borrifar para a vinculação pois, contratados estavam melhor que eu.
          Pois é, agora vêm para aqui com retóricas rebuscadas defender que não, eles é que merecem vincular e os tristes que estiveram longe, gastando muito mais, fazendo um investimento que eles se recusaram a fazer, que se deixassem andar por lá e que não viessem cá estragar o festim. Haja justiça e decência anónimo. Tenha vergonha e diga lá, acha que os contratados com 12 e mais anos de serviço são contratados porquê? Eles que concorressem, já não digo para a Madeira ou Açores mas pelo menos para o Algarve, Lisboa, Trás os Montes e Alto Douro e veria como já não eram contratados. Não estavam era tão bem como estão agora. Se houvesse justiça neste país, VE nunca nestes moldes.

          • Professora Injustiçada on 30 de Maio de 2017 at 22:42

          Não poderia concordar mais. Srguramente estes colegas achariam justissimo que menos graduados ficassem com as vagas deles. Ora vejamos, tvz as vagas devessem ser apenas para contratados só com 6 anos de serviço. Não lhes dá jeito entender que um concurso interno seguido de um externo e respeitando graduação seria o mais justo. Gostava de ver era se uma pessoa menos graduada do que eles tivesse prioridade na escolha de horário.

          • Nádia Garcia on 30 de Maio de 2017 at 22:54

          Como está tão errado… Sou professora contratada há 17 anos. Concorro a nível nacional todos os anos, para ter colocação. Ao contrário do que muitos do quadro pensam, nuna vinculei antes porque pasmem-se! Não havia vagas para os meus grupos! Estando nos 150 primeiros, tenho visto os dos CA a ultrspassar-me e os da BCE a terem ficado colocados primeiro do que eu apesar de terem menos TS… A realidade dos contratados é tudo menos as rosas que vêm para aqui dizer. Tenho ficado SEMPRE longe, com todas as despesas inerentes mas acrescentando o facto de não ter uma zona onde pudesse apostar. Num ano, Chaves, noutro ano Grândola, outro ano Lisboa, outro, Algarve… Etc assim há 17 anos. Com todas as agravantes dos anos negros do Crato. Se a vida foi má para quem era do quadro foi bem mais negra para quem tem sido contratada sucessivamente para necessidades permanentes. Sempre tive horários completos e anuais. Mas para um qzp entrar em fins de setembro nada lhe é tirado, a um contratado é TS e ordenado. Não venham ser mesquinhos. Trocaria a minha VE por qualquer um do quadro que se queixe agora. Deus permita que eu finalmente depois de muitos mais de 5000 dias de TS, média de curso de 15, tirado em 99 na universidade de Coimbra, entre nos quadros para não ser mais enxovalhada por quem se julga superior só porque teve a sorte de ter tido uma vaga há uns anos. Infelizmente por voltas e baldrocas dos Cretinos que nos têm governado nunca o consegui, apesar de ter concorrido SEMPRE para todo o lado.

          • Luís on 31 de Maio de 2017 at 7:44

          Aceito o seu comentário e respeito-a pelo esforço diário que faz e que eu tão bem conheço. Acredite que não é para casos como o seu que direcionou a minha indignação, essa reservo-a para outros que eu e provavelmente a Nádia bem conhece que vêm agora premiada a indisponibilidade de sair da sua zona de conforto.

          • augusta on 31 de Maio de 2017 at 8:33

          Qual zona de conforto???? Sabe qual é o tamanho dos atuais QZP? ficar num QZP é “zona de conforto”? Tanta inveja. Não há paciência para pessoas que tiveram sorte de efetivar com 8 ou 10 anos de contratos, de serem de grupos em que a vinculação se fazia com relativa facilidade, vêm agora, com a conversa do “conforto”. Curioso: todos conhecem alguém que esteve no “conforto” (ainda gostaria de saber o que isso é), mas não conhecem os milhares que todos os anos concorrem a nível nacional, que ficam em substituições, que têm horários e vencimentos incompletos há 15, 18. 20 anos). Tristeza.
          Só há uns que realmente estiveram no conforto até aos dias de hoje e que puderam ter uma vida decente e estabilidade profissional e agora nos ultrapassam. São os professores dos colégios ou escolas privadas. Esses sim, puderam criar os filhos com estabilidade económica e profissional e, agora, concorrem às escolas públicas, nível nacional e ultrapassam todos contratados que, se não vincularem, vão parar no desemprego. Será que ninguém conhece esses?

          • augusta on 31 de Maio de 2017 at 9:14

          O comentário que coloquei há pouco não foi publicado, porquê? Não ofendi ninguém

          • Luís on 31 de Maio de 2017 at 12:57

          Augusta não é necessário estar exaltada nas palavras que profere. A sua revolta já eu a senti mas acredite que não nos leva a lado nenhum. Olhe estar na zona de conforto é poder ir a casa dos pais a qualquer momento se necessário, sem ter de passar 13 horas entre viagens e espera entre transportes como eu que, quando vou visitar a minha família tenho de contar em sair de avião da Madeira pelas 8 h e pouco, depois de pagar um bilhete de avião que, vi ontem, me custa por pessoa 287€, note que somos três, chegar a Lisboa perto das 11 horas, apanhar o metro, carregado, até à gare do Oriente, onde apanho o Intercidades para a Guarda, a minha terra, pagando claro está perto de 21€ por pesso para chegar lá cerca das 18 horas. Sabe fazer contas? Diga-me onde gasta os cerca de 1200€ (somos três) que eu gasto para ir ver os seus pais. Sabe, o meu pai teve um enfarte de miocárdio e eu estava a um dia se distância e não o pude ir ver porque não tinha quem me justificasse as faltas. Compreende agora o que é conforto?
          Mais, uma colega minha que acabou o curso com a mesma média que eu está exatamente com o mesmo tempo de serviço que eu porque tinha uma cunha e lecionou numa privada no primeiro ano de serviço, o que lhe permitiu passar a lecionar sempre, a partir desse ano no distrito da Guarda. Entretanto tirou especialização em EE e agora vai vincular nos extraordinários, depois de ter estado contratada por vontade própria na Guarda. Quem acha que mais merecia vincular? Mas já sei que cada um vê a realidade que quer.

    • algumas não são vagas roubadas on 30 de Maio de 2017 at 20:03
    • Responder

    Há muitos colegas vindos dos colégios com contrato de associação que não têm os 5 contratos e ficaram colocados na CI, RR1 e RR2. Há ainda imensos horários que são os mesmos horários, resultados de não aceitações sucessivas.

    • Carlos Rafael Gomes Matos on 30 de Maio de 2017 at 22:12
    • Responder

    A não contabilização de vagas não vai ao encontro do que foi fixado em portaria. Sabemos de todos os atropelos a que fomos sujeitos todos estes anos, com 5, 10, 20… de precariedade!
    Realmente se saiu em portaria, o estado deve cumprir e corrigir este lapso.
    Caso contrário devemos avançar com providências cautelares.
    Não devemos deixar passar.

      • disqus_vyV9g4nfp9 on 31 de Maio de 2017 at 11:45
      • Responder

      Exatamente. Acho que devemos fazer isso sim. No mínimo que abram as vagas corretas. É o mínimo que se exige!

    • Juliana on 30 de Maio de 2017 at 23:02
    • Responder

    A estupidez é tanta….. Gente, dados sobre listas provisórias???? Das listas provisórias cabe reclamação. Não sabem ler???? Os criterios para atribuição de vaga, não são os mesmos critérios para se ser opositor ao concurso. Como é que se faz um cruzamento ridículo com listas de horários completos e listas provisórias?????? Os horários podem não ter sido aceites, podem ter sido denunciados…e as listas se alvo de reclamação mudam. É assim todos os anos!!!!

      • disqus_vyV9g4nfp9 on 31 de Maio de 2017 at 11:47
      • Responder

      Eu sei disso Juliana. Mesmo assim a atribuição de vagas não está correta, pelo menos no meu grupo e era escusado estar a tratar mal colega. Enfim!


  1. É este o actual modelo de Gestão Escolar?

    29 de Maio de 2017

    Vagos: professora diz-se perseguida e assediada pelo diretor da escola

    Caso ocorreu numa escola profissional em Vagos. Vítima alega ser alvo de perseguição, assédio e difamação há quatro meses e já apresentou queixa no Ministério Público

    http://www.tvi24.iol.pt/videos/sociedade/vagos-professora-diz-se-perseguida-e-assediada-pelo-diretor-da-escola/592c71f20cf2d24802d7d003


    1. Isto sim! é um modelo de gestão escolar exemplar.

      Vivam os Diretores!

      Vivam os Conselhos Gerais!

      Viva a trafulhice, a promiscuidade e a javardice que vai pelas Escolas Públicas.


      1. Ainda falam dos colégios?????????

        Ainda falam dos “amarelos”????????

        Tenham vergonha

          • RL on 30 de Maio de 2017 at 23:14

          Viva a Escola Pública!….

          Viva o BORDEL

          • RL on 30 de Maio de 2017 at 23:23

          Viva a Escola Profissional de Agricultura e de Desenvolvimento Rural de Vagos

          • RL on 30 de Maio de 2017 at 23:32

          Eu, João de Queiroz Pinto, Diretor da Escola Profissional de Agricultura e de Desenvolvimento Rural de Vagos, venho, por este meio, com base nas competências que me são atribuídas no n.º 11 do artigo ??? e por conveniência de serviço nomear a assedeada para minha secretária,


  2. Existem menos 898 vagas no total do que aquelas que deviam ter aberto na vinculação extraordinária!!?

    O ME cria uma lei com critérios e não a cumpre?!

    Assim é difícil ser professor…

    http://www.faktglaublich.com/wp-content/uploads/2014/05/preview1.png


    1. Como é que sabe isso? sabe porventura quantos não foram aceites e voltaram a sair antes dos início das aulas?

    • Sorim on 31 de Maio de 2017 at 19:48
    • Responder

    Toca a vincular pessoal que em setembro falamos quando saírem as listas da Mobilidade Interna. Tantos horários de 6 horas. Aí quero ver o Arlindo e outros a fazer estudos. Isto para não falar em horários zero. Vivam as vacas gordas….


  3. Alguns do pessoal dos quadros (sobretudo o que estão no fim das listas do seu grupo de recrutamento) andam com muito medinho desta vinculação extraordinária. Pois bem, não temam quem vai entrar AGORA com uma graduação inferior àquela que vocês têm: temam antes os professores AMARELOS dos colégios com contrato de associação que, com as suas graduações gigantescas das dezenas de anos de serviço, quando reunirem as condições para entrar nos quadros do ministério, vos passarão à frente com uma perna às costas. Eu depois quero ver qual vai ser a cara do JDD e da Fne quando os professores do quadro lhe baterem à porta.


  4. impressionante o receio de muitos “colegas” em verem outros a vincularem… de facto são estes os momentos que sinto muita vergonha de ser “professor”…
    Quase que acredito que são estes os primeiros a chegar 30 minutos após início da reunião, a subir as escadas para meter no c… do diretor(a), a meterem 102 todo o ano, a queixarem-se da reunião no dia livre quando nenhum dos “outros” tem, a pedir para começar às 10h da manhã porque tem de ir passear os cães…

      • Diogo on 3 de Junho de 2017 at 18:54
      • Responder

      Se os outros ficassem atrás como lhe competia depois ninguém se importaria mas não ficam porque trata-se de professores bem graduados que só não entraram antes porque não quiseram sair da sua cidade. Merecem este favor do Estado? Se querem entrar cumpram as regras e não peçam regras extraordinárias.

        • Amarelo 54 on 3 de Junho de 2017 at 19:30
        • Responder

        Merecem VINCULAR SIM e se passarem à frente é porque possuem mais tempo de serviço. o Resto é treta.

        Eu sou um dos AMARELOS e posso garantir que vou ultrapassar a maioria dos otários que andam para aqui a cagar postas de pescada.

        Ser professor da Escola Pública é uma grande TÊTA.

        Até já

          • João da Ega on 3 de Junho de 2017 at 20:40

          É por isso que quer mudar para o Público?…
          Por que não acumulou então o seu tempo de serviço na Escola Pública, essa “grande TÊTA”?…

          • Amarelo 54 on 3 de Junho de 2017 at 20:57

          Vou entrar no jogo do Público….vou ser mais um na Escola Pública onde não há desemprego, não há despedimentos. Tudo numa BOA.

          Que eu saiba vivemos em Democracia e os concursos são públicos e para os mais capacitados.


  1. […] há o trabalho de casa, resultado do investimento em bases de dados fiáveis. O Arlindo consegue dar-nos um panorama da mistificação em curso na vinculação extraordinária e …, enquanto a Fenprof anda agora por aí com umas contas que deveria ter feito há muito tempo. Nada […]


  2. […] há o trabalho de casa, resultado do investimento em bases de dados fiáveis. O Arlindo consegue dar-nos um panorama da mistificação em curso na vinculação extraordinária e nas vagas a concurso, enquanto a Fenprof anda agora por aí com […]


  3. […] Porque não são essas vagas que precisam de ser apuradas, mas sim as 898 vagas que não abriram. […]

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