29 de Março de 2017 archive

O problema que se nos coloca, nas Provas de Aferição…

 

“Esta é uma questão que não tem só a ver com a situação pontual das provas de aferição em Educação Física mas com o as condições de equipamento e de espaço para a leccionação de uma área disciplinar – Expressão Físico Motora, que é obrigatória em todas as escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico (públicas e particulares) do nosso país.” SPEF

 

De facto, esta questão dos espaços e materiais, nunca pareceu um grande problema, até agora. Mas sempre foi…

Este ano estou com sorte, a minha escolinha tem um pequeno ginásio onde se podem aplicar as Provas de Aferição de Expressões Físico-Motoras. Mas das muitas escolas pelas quais já passei, como docente, só outra tinha um espaço apropriado à lecionação de Expressões Físico-Motoras, a maior parte não tem. Onde se realizará a prova nessas escolas? No recreio? Pelo menos seria uma prova com assistência, (a família do João passou o tempo todo, de duração da prova do petiz, a gritar e a aplaudir, incentivando-o a saltar mais longe e mais alto) teria uma vertente pública. Também poderá ser realizada numa sala de aula, depois de limpa de todo o mobiliário topo de gama. Nesta versão, a assistência seria improvável de acontecer, mas talvez tivéssemos os alunos alinhados em fila indiana, no hall, à espera de poder entrar e, com o seus remates, tentar não marcar a parede de branco imaculado. O refeitório também é uma opção válida. Sempre se pode trincar qualquer coisita, nos intervalos entre um e outro aluno…

Vamos ver como irão decorrer estas Provas de Aferição, porque já sabemos, “A tropa manda desenrascar” e os professores portugueses cumpriram, todos, o serviço militar.

O material? Logo se vê. Se o banco não for sueco, é norueguês ou coisa assim.

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Exames 2016/2017

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Neste artigo vão ficar os documentos referentes aos exames de 2016/2017 e será actualizado nos próximos dias com todas as informações referentes aos exames de 2016/2017.

 

 

Calendário de Provas e Exames 2016/2017

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Dispensas Oficiais de Serviço para a Formação de Supervisores e Classificadores

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Dispensas Oficiais de Serviço

Formação (2016/2017)

 

Formação de professores supervisores de provas de avaliação externa [pdf]

Formação de professores classificadores de provas de avaliação externa – ensinos básico e secundário [pdf]

 

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Plataforma Nacional de Boas Práticas Educativas

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É com agrado que este blogue foi convidado para ser parceiro do projecto “plataforma digital (online) para a divulgação e a disseminação de boas práticas educativas desenvolvidas em todo o território nacional” da Associação Nacional de Professores Contratados.

Este projecto será apresentado publicamente no início do próximo ano lectivo e até lá irá recolher exemplos de práticas de referência no campo da Educação.

 

 

Plataforma Nacional de Boas Práticas Educativas

 

 

A ANVPC – Associação Nacional dos Professores Contratados, encontra-se, em conjunto com vários parceiros educativos, a desenvolver uma plataforma digital (online) para a divulgação e a disseminação de boas práticas educativas desenvolvidas em todo o território nacional. Esta plataforma, que será apresentada publicamente já no arranque do próximo ano letivo, irá recolher, no período de maio a agosto de 2017, junto dos mais variados interlocutores, exemplos de práticas de referência, no campo da Educação, que se desenvolvem por todo o país.

Destaca-se, nessa medida, como objetivo geral deste projeto, a divulgação e disseminação de boas práticas levadas a cabo pelos mais variados intervenientes no processo educativo – alunos, professores e outros profissionais de educação, diretores, pais e encarregados de educação, autarquias e outras organizações (com e sem fins lucrativos) que desenvolvem um papel determinante no sistema educativo. São ainda alguns dos seus objetivos específicos:

1) Criar comunidades de partilha e de aprendizagem;

2) Reconhecer, dignificar, valorizar e prestigiar o papel de cada ator educativo;

3) Construir uma cultura de excelência e um clima positivo no sistema educativo português;

4) Aumentar a qualidade do sistema educativo;

5) Estimular o intercâmbio de ideias e de experiências inovadoras;

6) Promover o estabelecimento de parcerias e a quebra de forças de bloqueio à inovação educativa;

7) Promover uma aproximação das práticas educativas aos desígnios presentes e futuros da Educação nacional.

A equipa envolvida neste projeto espera poder disponibilizar, a médio prazo, um acervo de dados de acesso público e gratuito, que promova a necessária visibilidade das excelentes práticas que se desenvolvem por todo o país, em todas as tipologias de escolas e de organizações com pendor educacional.

Contamos com o apoio de todos na construção deste projeto de interesse comum!

 

Nota: Qualquer questão adicional poderá ser colocada através do seguinte endereço de e-mail: bpe@anvpc.org

 

A direção da ANVPC

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Decidam Então o Que Melhora as Aprendizagens

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Dizem que o tamanho das turmas não conta, agora o tempo também não.
Alguma coisa contará, não?

Dar paz e sossego às escolas, sem mudanças constantes, será que não vai ajudar a melhorar as aprendizagens dos alunos?

E valorizar o vencimento e as condições de trabalho de quem todos os dias é o motor dessas aprendizagens também não iria ajudar?

 

 

Mais tempo de ensino não significa necessariamente melhores aprendizagens

 

 

Ao contrário dos países da OCDE, Portugal continua a apostar em aulas de 90 minutos. Investigação demonstra que horários deviam ter em conta as diferenças de ritmo biológico entre alunos de idades diversas.

 

Na maioria dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), o dia de escola é dividido em aulas que duram 45 a 50 minutos, permitindo fazer breves intervalos em si, mas em Portugal continua a ser generalizado o recurso a blocos de dois tempos lectivos, perfazendo 90 ou 100 minutos de aulas, constata o Conselho Nacional de Educação (CNE) no seu estudo sobre o tempo escolar, divulgado na terça-feira.

Para o presidente do CNE, David Justino, esta forma de organizar o tempo em Portugal “pode representar, por um lado, uma oportunidade para o desenvolvimento das aprendizagens, mas por outro, um risco de dificuldades acrescidas na gestão dos comportamentos em sala de aula”.

Mais tempo de ensino não significa então melhores aprendizagens? Entre os investigadores na área da Educação há quem diga que sim, mas têm sido crescentes as vozes que o negam, segundo se pode constatar da resenha elaborada a este respeito pelo CNE na sua análise, que aponta, por exemplo, para o relatório do PISA de 2015 onde se afirma o seguinte, tendo em conta os resultados obtidos pelos alunos nestes testes da OCDE que visam avaliar a literacia dos jovens aos 15 anos: “Quando toca ao tempo de ensino, mais não é necessariamente melhor.”

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Escolas sem material para provas de aferição

 

Já escrevi sobre algo deste género… Não é nada que, quem ande pelas escolas do 1º ciclo estranhe. A falta de material é algo usual nestes estabelecimentos de ensino, todos o sabem. Estas noticias só aparecerem nestas alturas, é que é estranho. Será que nos estabelecimentos sede não existem esses materiais para “emprestar”?

Mas deixo uma pergunta. Se não há material para o dia a dia, como é que os alunos e os professores trabalham?

Venham lá agora defender as expressões, e coisa e tal…

 

Escolas sem material para provas de aferição

A maioria das escolas de 1.º Ciclo não possui todo o material exigido para as provas de aferição às Expressões Físico-Motora e Artísticas no 2.º ano.

Há autarquias a comprar agora esses equipamentos e agrupamentos que terão de ir buscar material emprestado aos outros ciclos. Resultado, frisa o presidente da Confederação Nacional Independente de Pais: “Há alunos que vão ter de fazer exercícios com equipamentos que nunca experimentaram”.

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Aos 11 anos já era “O Rei” da minha escola…

 

Nada tenho a dizer da criança e dos seus encarregados de educação, além de que nenhum está a cumprir o seu papel, e tenho tudo dito. Agora, será que as entidades competentes estão à espera que alguém, além de quem devia, tome uma medida? A CPCJ está atenta? Que raio quer isso dizer? Andam a seguir o rapaz para ver quando é que ele faz algum disparate digno de se ver? Será que o Estatuto do Aluno não se aplica a alunos do 1º ciclo? Será que as “liberdades” deste aluno se sobrepõe às liberdades de uma comunidade escolar? Nada mais se pode fazer do que se limitar a estar atento? Não há uma avaliação? (seja lá o que isso for) Não há, aquelas coisas?… aquelas equipas… as multidisciplinares! As equipas multidisciplinares! Não há nenhuma que acompanhe a criança e a sua família?

Andamos a brincar às sociedades “tolerantes”, mas a tolerância não é para todos…

 

Aluno de 11 anos anda a ameaçar colegas em escola de Espinho

Jovem ameaçou colega de morte e agrediu professores e funcionários

Um aluno, de apenas 11 anos, que frequenta a Escola Básica de Silvade, em Espinho, anda a aterrorizar os colegas.

O menor chegou a ameaçar um aluno mais novo de morte e os pais estão indignados com a atitude do aluno e já denunciaram o caso às autoridades.

O ambiente no centro escolar está caótico e há já um grupo de pais a acusar o menor de agredir professores, funcionários e colegas, nos últimos dois anos.

Existem relatos de agressões e o jovem chegou mesmo a partir o pulso a uma professora.

A Comissão de Proteção de Crianças e jovens já sinalizou esta criança e está agora atenta.

 

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