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Jan 14 2017

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Longe de Casa

Foi o título da reportagem Especial da SIC no jornal da noite de hoje que retrata a vida de alguns professores contratados que saltam de escola em escola todos os anos e sempre para longe da sua casa.

Com esta reportagem talvez a sociedade perceba a vida complexa a que estão sujeitos largas dezenas de milhares de professores, não apenas contratados.

Clicar na imagem para aceder à reportagem.

 

 

Link permanente para este artigo: http://www.arlindovsky.net/2017/01/longe-de-casa/

  • Isabel Cruz

    É muito bom que as pessoas conheçam estas vidas dos professores…e que multipliquem estes exemplos por muitas centenas…Mas falta referir que este problema não é exclusivo dos professores contratados, há muitos professores dos Quadros de Escola/Agrupamento nesta situação…
  • Susana

    E se fossem só os professores contratados… 🙁
  • SULISTA!

    Abaixo o Critério de contar até à RR2! Abaixo o horário de 20 horas
    contar como completo e anual até à RR2! A RR3 e 4 têm o mesmo valor ou
    mais! GREVE! TRIBUNAIS! ABAIXO O MÁRIO NOGUEIRA!
  • Pingback: Longe de casa – Primeiro Ciclo()

  • prof

    Sou QZP desde 2000 e sempre fiquei longe de casa durante a semana, com exceção de 3 anos letivos. E concorro sempre a escolas de outras zonas (1, 3, 4, 5), além da minha (2). Este ano estou a 300 km de casa. Tenho 46 anos.
    • Isabel Cruz

      Eu sou QA a 160 kms de casa, há 16 anos, e não consigo sair…Nunca tive destacamento…Nunca deixei de concorrer para me aproximar…Em 22 de carreira estive um ano em casa…Não sei o que é viver a tempo inteiro na minha casa, perto da minha família e amigos…e claro, por causa das despesas a dobrar não sei o que são férias em condições, passo a vida a fazer contas, enfim, não sou a única…mas a verdade é que os menos graduados acabam por estar melhor…Será muito difícil não separar os professores por QA e QZP e colocá-los apenas pela sua graduação?
      • BIS

        Apoiado. Respeito pela graduação.Cada um na sua vez…
      • Farto disto

        Sim,não faz qualquer sentido criar duas prioridades no interno para separar QA/QE de QZP. As colocações/mudanças de quadro deveriam ser por graduação profissional. Há quem esteja em QZP há muito tempo, sem conseguir um Qa/Qe e agora nunca mais consegue um. Há QA/QE com menor graduação que QZP.

        Mário Nogueira deveria ter imposto a graduação profissional ao invés de propor as 20h que não fazem qualquer sentido, assim como os restantes critérios da VE. Isto é tudo muito injusto. MAS QUAL É O PROBLEMA DO ME DIZER ASSIM: TEMOS X VAGAS REPARTIDAS PELOS DIVERSOS GRUPOS E AS PESSOAS CONCORREREM COM O TEMPO NO PÚBLICO E DE ACORDO COM A GRADUAÇÃO?

        • Flor

          Se abrirem as vagas em qa como referiu o nogueira para todos os lugares ocupados por contratados, qa em mobilidade e qzps em todas as escolas poderá ser desta que mude para uma escola mais próxima. Também não faz sentido manter tantos milhares em qzp.
        • Flor

          ocupados durante 3 anos
  • Anonimo

    Acham que isto é vida de gente decente?

    …ou será que é vida de miseráveis que não sabem fazer mais nada?

    Fica à reflexão de todos os TÓTÓS que por aqui passarem.

  • Lourival R. P. Costa

    Parabéns Isabel Cruz.

    (…)há muitos professores dos Quadros de Escola/Agrupamento nesta
    situação(…).
    Preocupam-se com todos, mas esquecem-se
    dos Quadros de escola.
    Em 6 anos gastei mais de 27.000 € (3 anos = todos os dias 251 Km ; 3
    anos= todos os dias 110 Km. CONLUSÂO mais 27.000€).
    Nós dos quadro ninguém quer
    saber de nós. Exemplo Mobilidade Interna,
    ficamos para o fim, somos lixo,……
    Só interessa os QZP e contratados. Nós também temos família.
    Estou efetivo à 10
    anos e tenho 23 anos de serviço sai em 1993.
    Lourival Costa

    • Nuno Silva

      Exatamente. A minha situação, tal como a de milhares de colegas do QE, é insustentável pela injustiça que mantém na mobilidade interna. Incrível como um governo que se diz de “esquerda” propõe um projeto de lei que mantém estas “ultrapassagens pela direita” por colegas com menor graduação. Além disso, retira a possibilidade de um docente de QE (que não tenha horário zero) poder concorrer em mobilidade interna a um outro grupo de recrutamento. Para isso ficava a lei que estava e que dava essa possibilidade (ponto 2 do Artigo 28º do Decreto-Lei n.º 83-A/2014).
  • mario silva

    Convém salientar “não apenas contratados”…
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