Culpa de Quem?

Dos sucessivos governos que olharam para a classe docente com desrespeito, apesar de todos eles dizerem o contrário dos actos que foram praticando ao longo dos últimos 11 anos.

E não tem nada a ver com o perfil da classe, como Fernanda Câncio tenta demonstrar. Mas também não duvido que ela própria saiba as razões que levaram a este sentimento geral na classe docente.

Um bom dia do Professor!

 

 

Faltam professores com boa disposição e alegria

 

 

 

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3 comentários

    • professor quando calha on 5 de Outubro de 2016 at 12:29
    • Responder

    fernanda câncio… é caso para dizer:
    Faltam “jornalistas” com vergonha na cara!

    • Marta on 5 de Outubro de 2016 at 15:17
    • Responder

    Acima lemos “Com um salário líquido de cerca de 2000 euros, Teresa está no topo de uma carreira em que não existem, ao contrário do que passa na generalidade dos países da OCDE, diferenças de vencimento entre níveis de ensino (exceção feita aos professores universitários) mas sim em termos de tempo de serviço e na qual os docentes portugueses com mais anos de profissão se encontram entre os mais bem pagos (55 mil euros/ano), enquanto os que a iniciam (27 mil euros/ano) e os dos graus seguintes (aos 10 e 15 anos) se encontram numa posição contrária ou média”.

    Então serão os do 1 ciclo assim tão maltratados aqui como diz o Gualdino?! Tem que pensar 2 vezes antes de escrever aqueles post.
    O que há é uma carreira muito desigualitária e que privilegia os mais velhos porque os mais novos nunca chegarão ao topo.

    • Virgulino Lampião Cangaceiro on 5 de Outubro de 2016 at 19:28
    • Responder

    A F Câncio, ex “namorada” do famoso preso 44, de jornalista nada tem. Apenas arrota umas postas de pescada e certamente ganha mais do que qualquer professor.
    Dizer que os professores ganham 27 mil euros/ano no início da carreira apenas demonstra um desconhecimento atroz pois nem com 20 anos de carreira um professor chega a ganhar esse dinheiro.
    Enfim, tal ignorância (será mesmo isso ou tem outros objectivos?) nem é de estranhar, já que actualmente são muito raros os jornalistas dignos desse nome. Com efeito, parece que a maioria deles apenas se limita a papaguear umas coisas que ouviu ou leu algures, sem se dar ao trabalho de estudar o assunto e escrutinar as fontes.

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