23 de Outubro de 2016 archive

Educação Física Passa a Contar para a Média de Acesso ao Ensino Superior em 2017/2018

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Informação recolhida no artigo seguinte do Blog ComRegras.

 

Educação Física passa a contar para a média de acesso ao ensino superior em 2017/2018

 

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O resumo e as conclusões do Simpósio Aprender no Século XXI – Mais Exercício, Maior Sucesso, Melhor Futuro pode ser lido aqui.

 

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Preconceito Pessoal

Tenho-o em relação à multiplicação de grupos de trabalho e estruturas de missão que se criam para apresentar propostas maravilhosas em relação a diversos problemas que estão inter-relacionados e que assim passam a ter propostas que raramente batem certo umas com as outras, como que em forma de manta de retalhos.

Temos hoje mais uma investida em torno do Ensino Especial, matéria que eu acho merecer um pouco mais de decência do que falar em inclusão quando se pratica o contrário. E nem vos quero dizer quanto me agonia a demagogia de, quando as coisas apertam, recorrerem àquela governante invisual para dar uma espécie de legitimidade acrescida às posições que querem impor. (…)

Pois (o negrito é da minha autoria)…

Falta mandar vir a terreiro o marreco, o coxo, o surdo e o tipo da cadeira de rodas que se espalhou ao comprido

E O Medo, Ainda e Sempre

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Escola Inclusiva 2.0

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Parece ser este o nome dado para a reforma ao Decreto-Lei 3/2008.

O objectivo parece ser incluir todos os alunos em sala de aula com os colegas da turma.

Assim à primeira vista parece-me algo impossível em determinadas situações, mas vamos ver o que dará.

 

 

 

Ensino especial vai ter planos individuais e mais tempo em sala

 

 

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Escola pública conta com cerca de 70 mil alunos com necessidades educativas especiais

O Ministério da Educação vai criar novas regras para o ensino especial que passam, por exemplo, por criar planos específicos para estes alunos quando as abordagens tradicionais falham ou obrigar as escolas a incluí-los mais tempo nas salas de aula com os restantes colegas. A chamada “escola inclusiva 2.0” é uma reforma ao decreto-lei 3/2008, que regula a educação especial desde há quase uma década, e tem como objetivo garantir uma “escola em que as crianças não estão apenas integradas, mas incluídas em sala de aula, em ambiente de aprendizagem com os colegas, sem desinvestimentos nos apoios necessários”, adiantou ao DN o secretário de Estado da Educação, João Costa.

Na prática, explica Luísa Ucha, coordenadora do grupo de trabalho que deverá em novembro fazer chegar ao governo as propostas de alteração legislativa, o objetivo é criar abordagens “que permitam a cada aluno atingir o seu potencial”. Isso passa por “centrar na escola” e na sala de aula o trabalho com os alunos, num trabalho “multidisciplinar, envolvendo família, professores e técnicos”, que permita, por exemplo, “caso as abordagens convencionais não resultem, elaborar planos específicos para cada aluno”. Passa também pela redução do tempo passado por alunos com necessidades educativas especiais nas chamadas “unidades especializadas”, que foram criadas para facilitar a integração destes estudantes no ensino regular. Novidades que surgem numa semana em que o Centro de Apoio ao Desenvolvimento Infantil – CADin debateu problemas de desenvolvimento como o espetro do autismo e a hiperatividade e défice de atenção, numa conferência que termina hoje em Lisboa, no ISCTE (ver texto ao lado).

Numa altura em que cerca de 70 mil alunos com Necessidades Educativas Especiais (NEE) estão integrados nas escolas regulares, sendo já residual o número de estudantes em escolas especiais, o peso dado por muitas escolas a estas unidades tem sido motivo de críticas. Por exemplo, num relatório sobre Portugal divulgado em abril, o Comité da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência contestou o tempo excessivo que muitos estudantes passam nestes espaços, separados dos colegas.

O governo já deu um sinal a este respeito, exigindo que os alunos com NEE passem pelo menos 60% do seu tempo letivo integrados na sala de aula para que as escolas possam beneficiar da redução do número de alunos por turma. E preveem-se mais novidades para estes serviços especializados nas diferentes deficiências. “Estas unidades foram muito importantes na altura em que trouxemos os alunos todos para as escolas, porque a escola precisa de recursos”, diz Luísa Ucha, ressalvando não “estar em causa” a continuidade destas estruturas. “Mas agora há uma evolução, que resulta do conhecimento do tipo de trabalho, da análise crítica que as pessoas fazem do que a criança aprende dentro e fora da unidade”, explica. Não quer dizer que dentro da escola não se possam dar apoios e respostas mais individualizados”, ressalva. “Agora, passar o dia dentro da unidade não é boa resposta”.

Ao DN, o Ministério da Educação garante também que “nunca” esteve em cima da mesa a extinção destes serviços. Mas admite que está em discussão “a necessidade de existirem respostas mais flexíveis do que a simples colocação de alunos nas unidades de apoio especializadas, melhorando o leque de respostas inclusivas. Estas unidades devem ser consideradas como centros de recursos para promover competências e aprendizagens numa perspetiva de inclusão e não uma alternativa a essa inclusão”. David Rodrigues, presidente da pró-inclusão – Associação de Professores de Educação Especial, concorda que este tem sido um obstáculo à real inclusão dos alunos: “Há unidades que realmente funcionam como sendo unidades de inclusão, no sentido de que proporcionam aos alunos oportunidades de inclusão e outras que não funcionam. Tornam-se um pouco guetos dentro das escolas”, diz.

As alterações ao decreto 3/2008 não se esgotam nestes temas. Luísa Ucha explica que as propostas ainda não estão fechadas, mas já estão definidas “à partida” algumas prioridades, integradas no objetivo de procurar respostas “individualizadas” eficientes para todos os alunos: “Não queremos dar muito enfoque à deficiência ou à Necessidade Educativa Especial mas a outra coisa: às medidas de apoio à aprendizagem que permitam que determinado estudante aprenda. O objetivo da escola é ensinar”. Medidas comuns a todos os alunos, como a anunciada flexibilização dos currículos, também são encaradas como essenciais.

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18.453 Candidaturas Sem Colocação Após a RR7

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Após a publicação da Reserva de Recrutamento 7 existem 18.453 candidaturas à aguardar colocação de 12.512 docentes.

 

Tendo em conta que a Reserva de Recrutamento vai funcionar até final do ano lectivo é muito provável que a partir do 2º período já não existam candidatos por colocar que tenham feito opções para muitos dos horários a pedir a partir dessa altura. E por essa razão é bastante provável que não havendo candidatos a alguns horários pedidos pelas escolas que a única opção seja passar logo esses horários para contratação de escola.

Neste momento quase todos os horários do grupo 290 – Educação Moral e Religiosa Católica já vão para contratação de escola e acredito que os próximos horários a passarem logo para contratação de escola sejam os horários pedidos para os grupos 420 – Geografia e 550 – Informática.

 

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