15 de Outubro de 2016 archive

Quem não perdeu tempo de serviço nos últimos 5 anos?

Davide Martins

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Os próximos 2 quadros apresentam uma análise dos candidatos (colocados até à RR6) que não perderam tempo de serviço nos últimos 5 anos.

QUADRO I – Apresenta uma contagem do número de candidatos por grupo de recrutamento e QZP. Facilmente se percebe (e como já tinha dito aqui) que o QZP 7 é aquele onde mais candidatos conseguem não perder nenhum dia de serviço. Os grupos 500 e 910 são aqueles com mais candidatos nestas condições.

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QUADRO II – O próximo estudo complementa o anterior, uma vez que calcula a graduação média dos candidatos referidos no quadro anterior.

A graduação dos candidatos colocados a norte ronda os 30, enquanto que a sul ronda os 26.

Isto significa que (em média) concorrendo ao QZP’s 6, 7, 8, 9 e 10 podem obter o mesmo tipo de horário que candidatos com mais 5 anos de serviço que concorram a norte. Há no entanto grupos onde essa diferença é ainda mais notória, uma vez que chega a ser de 10 anos de serviço.

Olhando para a distribuição pelos grupos de recrutamento percebe-se que os grupos 100, 210, 410 e 600 são aqueles onde a graduação média é mais elevada.

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Esta última tabela também permite aos candidatos que concorrem a vários grupos perceber em qual as coisas estão melhores…

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Regresso à Reserva de Recrutamento

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É já durante a próxima semana que os colocados em horário temporário na Reserva de Recrutamento 2 e que efectivamente termine, poderão optar pelo regresso à lista da Reserva de Recrutamento para obterem nova colocação.

Existem procedimentos a fazer para os professores contratados para esse regresso à lista. Não basta terminarem o contrato para que esse regresso seja feito de forma automática.É necessário que a escola dê por terminado o contrato e que o docente manifeste na aplicação essa vontade para regressar à lista.

Tendo em conta que o contrato mínimo é de 30 dias, resta saber se o fim do contrato e a manifestação dessa vontade para o regresso à lista ainda vai a tempo dos candidatos serem ordenados novamente para obtenção de colocação na Reserva de Recrutamento 7.

Tudo depende de quando for fechada a lista para a entrada destes candidatos que terminaram o contrato temporário.

 

Ver nota informativa da Reserva de Recrutamento 6

 

4. Regresso à RR

Os candidatos de carreira (QA/QE ou QZP), quando colocados em horários de duração temporária, regressam à Reserva de Recrutamento quando terminar o período da colocação temporária.

Este regresso fica sujeito a:

  • Indicação do AE/ENA onde cessou a colocação.

 

Os candidatos contratados cuja colocação termine podem regressar à Reserva de Recrutamento para efeitos de nova colocação. Este regresso fica sujeito a:

  • Indicação do AE/ENA onde cessou a colocação;
  • Manifestação de interesse do candidato para nova colocação.

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Educação com mais 179 milhões de euros

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Educação com mais 179 milhões de euros

 

O orçamento para o ensino básico e secundário volta a aumentar depois de anos de cortes. E volta a ultrapassar a fasquia dos seis mil milhões de euros. O alargamento da rede do pré-escolar é uma das apostas

 

Financial success concept

Financial success concept

ta já tinha prometido que o Orçamento do Estado para 2017 iria refletir a “prioridade” dada à Educação. Conhecidos os números oficiais, a prioridade traduz-se em mais 179,4 milhões de euros, comparando com o orçamento ajustado de 2016.

Em termos percentuais, a subida é de 3,1 por cento. Em termos simbólicos, e depois de vários anos de cortes, a despesa com Educação volta a ultrapassar a fasquia dos seis mil milhões de euros (6022,7 milhões mais precisamente, que compara com os 5843,3 milhões do ano passado).

Com a promessa inscrita no programa do Governo de alargar a oferta do ensino pré-escolar a todas as crianças entre os 3 e os 6 anos até ao final da legislatura, o orçamento para 2017 traduz já o necessário reforço da rede de jardins de infância públicos. São mais 67 milhões de euros inscritos nesta rubrica. Por agora, o Estado apenas garante lugar na rede pública às crianças de quatro e cinco anos.

Por outro lado, os cortes nos contratos com colégios com contrato de associação, que já começaram este ano letivo e prosseguirão no próximo, ajudam a reduzir a despesa. Passa dos 254 milhões de euros gastos em 2016 para 223 milhões em 2017. Ou seja, uma poupança de 31 milhões de euros.

Do lado da despesa, uma das novidades é o facto de a distribuição gratuita de manuais escolares ser alargada no próximo ano letivo a todo o 1º ciclo do ensino básico.

Este ano avançou a entrega de livros no 1º ano. Em setembro a distribuição abrangerá todos os alunos inscritos no 2º, 3º e 4º anos de escolas públicas e privadas com contrato de associação. A medida custará para todo o 1º ciclo cerca de 12 milhões de euros. Mas o compromisso do Governo vai mais longe e prevê que, também até ao final da legislatura, a medida abranja todos os 12 anos de escolaridade obrigatória.

CHUMBOS ZERO

No relatório do OE são ainda referidas algumas prioridades do Ministério da Educação para 2017 e até ao fim da legislatura, com destaque para o combate ao insucesso. Sobre os chumbos, escreve-se, por exemplo que o objetivo é que “a retenção seja um fenómeno meramente residual”.

O relatório fala ainda na questão dos currículos, cuja gestão deve ser mais “integrada”, por oposição ao isolamento entre disciplinas, e promete-se reduzir a “excessiva carga disciplinar” dos alunos no ensino básico.

O grosso das verbas do Orçamento para o Ministério da Educação continua a ir, no entanto, para as despesas com pessoal, com os salários a absorverem 71% dos gastos.

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