12 de Outubro de 2016 archive

Da Mega-Evidência

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Estudos revelam que os mega-agrupamentos podem afectar a aprendizagem

 

 

 

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A aprendizagem pode ser afectada por ser feita em escolas que fazem parte de mega-agrupamentos? A resposta de alguns estudos de caso — que foram apresentados em Lisboa, nesta quarta-feira, no âmbito do mês da Educação, criado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS) — é “sim”.

 

 

Anualmente, a FFMS dedica o mês de Outubro à educação e apresenta estudos que foram feitos com financiamento da mesma. Este ano não é excepção e serão apresentados trabalhos no âmbito do projecto aQeduto, uma parceria com o Conselho Nacional de Educação (CNE), que se tem debruçado sobre dados dos estudos da OCDE sobre educação.

Nesta quarta-feira, o primeiro dia do ciclo promovido pela FFMS, o tema foi a Organização da Rede Escolar e foram apresentados estudos de caso da autoria de Teresa Seabra e Maria Manuel Vieira, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa; e de Leonor Torres, da Universidade do Minho.
Teresa Seabra e Maria Manuel Vieira debruçaram-se sobre os resultados dos alunos de 4.º e 6.º anos nas provas de aferição em 2009/2010, na região de Lisboa, para perceber o efeito da escola nos resultados obtidos e concluíram que a escola pode fazer a diferença. As investigadoras olharam com mais atenção para os resultados dos alunos do 1.º e do 2.º ciclo de quatro agrupamentos e concluíram que os alunos que tinham melhores notas eram de uma escola onde os estudantes provinham de meios mais desfavorecidos.
Porquê? Porque a escola fazia um “apoio persistente e continuado com todos os alunos que precisassem de reforço e não deixou nenhum aluno para trás”, explica Teresa Seabra. Logo, não é só o meio socioeconómico de onde o aluno provém que faz a diferença, mas a escola e o que esta faz pelos seus jovens.
O segredo está no acompanhamento, mas também na dimensão da escola, continua Teresa Seabra, durante um almoço promovido pela FFMS com a comunicação social. Neste estudo, o agrupamento com melhores resultados tinha 1500 alunos e o outro, com resultados menos bons, tinha 4000.
Também Leonor Torres, da Universidade do Minho, reflectiu sobre algumas dificuldades na gestão da rede escolar e nas implicações que têm os mega-agrupamentos no sucesso dos alunos.
Embora haja um aspecto positivo dos mega-agrupamentos que é a sequencialidade – ou seja, um aluno entra no pré-escolar e prossegue até ao secundário num mesmo agrupamento de escolas –, outros aspectos são negativos, diz a investigadora do Minho: por exemplo, a falta de autonomia das escolas que fazem parte da mesma unidade orgânica,que  “perdem poder de decisão” pois tudo está concentrado na escola sede, explica Leonor Torres. “A escola faz mais coisas diferentes quando não é agrupada, quando tem uma dinâmica muito próxima dos alunos”, defende.

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Relatividade É…

Por aqui nO Meu Quintal.

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Governo quer emagrecer currículos escolares em 2017 – ZAP

Dirigentes Escolares aplaudem redefinição de currículos – País – RTP Notícias

Presidente do Conselho Nacional de Educação: “Nunca tivemos tão bons alunos como agora” » Educare – O Portal de Educação

Educação – João Costa:”Não há nada mais fácil do que reprovar maus alunos e ser professor de bons”

Governo contrata 300 funcionários para as escolas

Estudos revelam que os mega-agrupamentos podem afectar a aprendizagem – PÚBLICO

Aos seis anos os alunos têm mais tempo de aulas do que aos 18 – PÚBLICO

Algumas reflexões sobre o horário escolar » Educare – O Portal de Educação

Crianças passam 32 dias de férias sem os pais » Educare – O Portal de Educação

Educação – Mais de mil ideias contra o insucesso escolar

Chumbar no 4.º ano pouco interfere com desempenho dos alunos > TVI24

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Resumo da Reunião Para Definir o Perfil dos 12 Anos de Escolaridade por Disciplina

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Há sempre uma esperança que algo mude para melhor e o facto de se pretender ter uma independência conceptual para esta mudança é um bom sinal.

 

 

 

ASSOCIAÇÕES DE PROFESSORES CHAMADAS PELO SEC. EST. DE EDUCAÇÃO PARA DEFINIREM PERFIL PARA AS SUAS DISCIPLINAS NOS 12 ANOS

 

 

Reunião das Associações de Professores com Secretário de Estado – DGB 11/10/2016
Foram apresentados pelo Sr. Secretário de Estado da Educação dois desafios/propostas às Associações de Professores presentes, a saber:
1. Plataforma Partilhada de Professores, entre a DGE e as Associações:
2. Definição do Perfil Desejado para os 12 anos de escolaridade em cada ano, em cada disciplina
1. Plataforma Partilhada de Professores, entre a DGE e as Associações
Ideia – Pretende-se combater o insucesso agindo logo no primeiro momento de dificuldade detetado com o aluno. Muitos professores detetam essas dificuldades, mas muitas vezes encontram-se sozinhos e não sabem o que fazer. A Plataforma pretende ser um instrumento de apoio aos professores, de partilha de experiências pedagógicas realizadas em contexto escolar, de documentos orientadores de práticas educativas e de documentação de referência nacional e internacional. A DGE administra a Plataforma digital em cooperação com as associações de professores que disponibilizam e validam os recursos pedagógico-didáticos. Concretização – Esta “linha de ajuda” ao professor será implementada por dois anos, beneficiando de apoio financeira do “programa 20/20”.
2. Currículo – Definição do Perfil Desejável para os 12 anos de escolaridade em cada ano, em cada disciplina Enquadramento – estratégia de desenvolvimento da reorganização do currículo do ensino básico e secundário:
1ª etapa – “Inquérito aos Professores”, com grande participação e conclusões significativas das opiniões de todos os professores das diferentes disciplinas. Aspetos unânimes: programas extensos, desatualizados, inibidores de competência para a criatividade, pesquisa pensamento critico, etc.
2ª etapa – Audição dos professores: “Conferência sobre o currículo para o século XXI”; reuniões com as comunidades educativas, diretores, associação de pais, CNE, etc.
3º etapa – Constituição do grupo de trabalho para definição do “Perfil desejável para o aluno com 12 anos de escolaridade” com um quadro de referencias nacionais e internacionais sobre competência para a cidadania, sustentabilidade, atitude perante o conhecimento, sociais, intrapessoais e interpessoais, etc.
4º etapa – Perfil das Aprendizagens Essenciais de cada disciplina, (“12 anos -12 páginas”). Concretização – O Perfil das Aprendizagens Essenciais, deverá ser executado pelas associações representativas dos professores até 15 de janeiro de 2017, para cada uma das disciplinas da sua área de conhecimento e para cada ano de escolaridade.
Pressupostos:
1. Total independência conceptual.
2. Ter como referencia todas as Orientações Curriculares existentes.
3. Foco no essencial indispensável de cada uma das disciplinas.
4. Foco no que é flexível e susceptível de planificação /articulação horizontal.
5. Consideração sobre a avaliação.
6. Consideração sobre a inclusão.
7. Garantia de cronograma de trabalho com reuniões de articulação. Do debate, ficou implícito também, que:
a) Nesta legislatura não existirá revisão da LBSE e que, portanto, se mantém os ciclos de estudo.
b) Uma ultima etapa definirá a matriz curricular, ou seja, os planos curriculares dos modelos de concretização disciplinar.
c) É adquirido que 25% da matriz curricular futura será flexível, devendo as escolas usarem, de forma enquadrada, (OAL) da sua autonomia na sua gestão.
d) No ano letivo 2017/2018 deverá iniciar-se a “experimentação” no 1º,5º,7º,10º anos.
e) Será objeto de estudo o financiamento dos Centros de Formação Continua das Associações, através dos fundos do programa 20/20, para promover a formação de professores nas áreas especificas.
Resumo feito por Carlos Gomes, Presidente da APEVT

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Histórico da Reserva de Recrutamento 6

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Para ver o número de colocações por grupo de recrutamento, duração do horário e número de horas clicar nos links de baixo.

Em 2015

 

427 Contratados Colocados na Reserva de Recrutamento 6

 

Em 2014

 

301 Contratados Colocados na RR6

Em 2013

 

285 Colocações de Contratados na RR6

 

Em 2012

 

323 colocados na RR6

 

 

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Novas regras sobre dados pessoais a seguir pelas escolas… e toda a comunidade educativa.

Existe uma diretiva europeia, que em breve deverá entrar em vigor no nosso país, que restringirá ainda mais a divulgação de dados pessoais dos alunos a todos os níveis. (por exemplo: as pautas poderão deixar de existir)

Mas por agora, tenta-se manter a “ordem” na net. A CNPD emitiu uma Deliberação sobre disponibilização de dados pessoais de alunos no sítio da Internet dos estabelecimentos de educação e ensino. O objetivo é estabelecer critérios rigorosos para acautelar a divulgação de dados das crianças, designadamente a sua privacidade e proteção de dados pessoais.

Se havia necessidade disto? Havia. Há uma prática generalizada de disponibilização de dados pessoais nos sítios da Internet das escolas, em incumprimento de obrigações legais e com clara afetação dos direitos, liberdades e garantias dos titulares dos dados, em particular dos aluno, mas não só. É comum encontrar atas de reuniões e trabalhos realizados por professores em formação continua “pela net fora” e sem sua autorização…

 

Deixo aqui a Deliberação N.º 1495/2016 .

 

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Uma noticia explicativa in Público By Mariana Oliveira

 

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Vão mudar os currículos, outra vez… esperemos…

… esperemos poder dizer: “Ainda bem. Já era tempo…”

Eis uma medida que há muito os professores desejavam. Esperemos que revejam, muito bem revisto o currículo de Matemática e no 1º ciclo, finalmente, revejam o de Estudo do Meio e de Expressões…

A ideia é definir, nos currículos dos 1.º, 5.º e 7.º anos de escolaridade, aquilo que é essencial aos alunos. O Governo quer melhor gestão do tempo e do trabalho nas escolas. O 10.º ano também será abrangido, mas mais adiante…

 

O Ministério da Educação pretende aplicar, já a partir do próximo ano letivo, “currículos essenciais” das diferentes disciplinas nos 1.º, 5.º e 7.º anos de escolaridade. A ideia, resumida ao DN pelo secretário de Estado da Educação, João Costa, é focar, nos programas, “aquilo que é essencial que os alunos aprendam para depois permitir uma melhor gestão do tempo e do trabalho” nas escolas.

O governante confirmou ainda ter pedido às associações de várias áreas disciplinares, com as quais esteve ontem reunido, que apresentem à tutela “um desenho” daquele que consideram o currículo essencial de cada uma das suas áreas. As primeiras propostas deverão chegar ao Ministério já no início de 2017.

(clicar na imagem) in DN by Pedro Sousa Tavares

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