5 de Outubro de 2016 archive

Divulgação do livro Crescer com Histórias

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Com pedido de divulgação de uma leitora do blogue.

 

Apesar de considerar que o dia dos professores é, como o Natal, todos os dias, a verdade é que no calendário comemora-se hoje. Assim sendo, gostaria de partilhar uma diversidade de recursos educativos que podem ser utilizados para trabalhar as diferentes histórias do livro “Crescer com histórias”, apresentado no sábado passado em Cantanhede.

Para poder adquirir este livro, cujo valor reverte a favor de crianças e famílias carenciadas, e aceder aos recursos basta clicar na imagem.

 

 

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Discurso de Agradecimento

«Portugueses,

no dia que hoje celebramos, um dia que festeja, simultaneamente, o dealbar de uma nova realidade política e os professores, pilares da nossa sociedade, desejamos homenagear o seu papel fundamental e imprescindível no nosso país.

Sabemos que um país só pode ser tão bom quanto os cidadãos que possui. E que estes, só podem ser tão excelentes quanto os professores que os ensinam.

A formação das mentes e das atitudes das jovens gerações depende grandemente deles. E é, também, graças a estes que desafios e oportunidades mundiais estão ao alcance dos mais jovens.

É graças aos professores que é possível um ensino inovador, inclusivo e focado no essencial, que são as crianças e os jovens portugueses.1

Por isso, não exagero ao dizer que Portugal tem um compromisso solene com os professores que, com a sua profunda resiliência e espírito de abnegação, têm contribuído para o prestígio crescente do ensino português, dentro e fora do país.

Graças ao vosso esforço e empenho é possível sonhar o futuro, todos os dias.

Obrigado, professores, campeões da sala de aula, pelos conhecimentos que transmitem.

Obrigado, professores, campeões deste país, pelos quilómetros que percorrem para assegurar que esse conhecimento chega ao destino.

Obrigado, professores de Portugal, homens e mulheres de fé, que não desistem para cumprir o destino alheio.

Obrigado, professores de Portugal, pela vossa persistência, pela vossa fé, pela vossa serenidade ante a turbulência.

Um abraço aos professores de Portugal, por continuarem a acreditar, que é possível, a partir de um projeto, fazer-se cumprir um  país.»

 

Texto ficcional inspirado no Discurso de agradecimento de Marcelo Rebelo de Sousa à Seleção Nacional (11.07.2016).

 

Se fosse verdade, tinha sido bonito, não tinha?…

 

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Agenda da FNE para Comemorar o Dia Mundial do Professor

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No próximo dia 8 de outubro, a FNE promove em Lisboa, no Hotel Altis Park, uma iniciativa que pretende assinalar o Dia Mundial do Professor e a abertura do ano letivo de 2016/2017, sob o título “Forum FNE 2016: Inovar em Educação para uma escola de qualidade”, com o seguinte PROGRAMA:

 

Link do Programa na imagem

 

fne

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Agenda da Fenprof Para Comemorar o Dia Mundial do Professor

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A FENPROF pretende, com estas iniciativas, a que se junta, a partir de 10 de outubro, a realização de reuniões sindicais por todo o país, abrangendo os diversos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas e os diversos níveis de ensino, que 2017 seja o ano de recomposição “de toda a arquitetura de suporte ao quotidiano profissional docente, cuja é de enorme urgência para o relançamento da qualidade do que se ensina e aprende nas nossas escolas”. A FENPROF considera que estas deverão ser prioridades para o poder político.

 

Link para o Abaixo assinado na imagem

 

fenprof

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O papel do professor: o que mudou?

Rui Cardoso

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Mudou muito. A escola mudou com a sociedade, adaptou-se e está diferente. Mudou para melhor, isso é uma certeza. Mas como tudo, está em mudança. Para onde irá? Como será daqui a 20 anos?

Talvez daqui a 20 anos tenhamos essa conversa…

 

“Olhando para trás, prefiro os tempos atuais. Claro que a missão do professor há 20 anos, poder-se-ia considerar mais facilitada. Os alunos estavam quietos nos seus lugares, o professor expunha a matéria e quando queriam colocar questões, punham o braço no ar e esperavam calmamente que chegasse a sua vez. Barulho? Nem pensar! Mas as aulas não eram vivas, como o são de há uns tempos para cá”,

(clicar na imagem) in Sapo Lifestyle by Susana Krauss

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Kristalina Como a Água

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Georgieva teve oito votos negativos na ONU

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Dia Mundial dos Professores

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Talvez seja isto que os professores gostariam de ouvir da sociedade no seu Dia Mundial:

 

Esperamos muito de vocês e podem contar connosco para vos apoiarmos o melhor que pudermos e soubermos

 

 

Excerto retirado daqui:

Presidente da Pró-Inclusão – Associação Nacional de Docentes de Educação Especial, Conselheiro Nacional de Educação

 

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O Nosso Dia… Obrigado Professores.

Rui Cardoso

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Aos meus professores, a todos eles, que me deram a oportunidade de ser o que sou. De ser quem sou… Obrigado.

 

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Opinião – Santana Castilho – Os diferentes tratamentos da realidade

Rui Cardoso

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O Estado da Educação 2015, do CNE, radiografa a educação nacional, compilando dados de fontes diversas. Eis a síntese que me parece útil, em números, comprimida para o espaço de que disponho: nos próximos 5 anos, a diminuição das inscrições no 1º ano do ensino básico vai duplicar por referência à verificada nos últimos 10; a taxa de abandono precoce da educação (13,7%) está, felizmente, em queda; as taxas de conclusão do ensino básico e dos cursos do ensino secundário aumentaram; verificou-se nos últimos dez anos um forte crescimento dos níveis de escolaridade da população activa; no mesmo período, o ensino público não superior perdeu 73.572 alunos, enquanto o privado ganhou 18.912; nos últimos quatro anos, diminuiu significativamente o número de técnicos de educação especial, embora tenha aumentado o número de alunos dessa área; a relação psicólogos/alunos, no ensino público, é 1/1.270; na última década, o sistema de ensino perdeu 40.159 docentes e a despesa pública em percentagem do PIB reduziu 15% para o 1º ciclo do ensino básico e 8,3% para os outros dois ciclos e para o secundário.
Fora outro o autor desta curta síntese e os números retirados de tantos quadros e gráficos seriam diferentes. Sejam quais forem, mais importante que mostrar é interpretar, relacionar e explicar.
Quando falamos de recursos públicos, a prestação de contas é um conceito que colhe ampla aceitação no seio de qualquer sociedade democrática. Mas a tendência actual para tudo medir e tudo reduzir a números, seja qual for a natureza e a complexidade dos fenómenos em causa, vem-nos mergulhando numa cultura comunicacional de pendor estatístico e econométrico que, amiúde, não serve a verdade de que a democracia carece, porque cada arauto manipula os dados até adaptar a realidade aos seus interesses.
Sobre um fenómeno, estatisticamente tratado, não existe, normalmente, uma só leitura. Existem leituras (e sublinho o plural), com pontos fortes e fracos, segundo a perspectiva de análise, as fontes usadas e os processos de construção dos indicadores. Disto mesmo encontramos abundantes exemplos na Introdução ao Estado da Educação 2015. Sobre o bullying, diz-se que “é cada vez maior a percentagem de alunos que afirma nunca terem sido vítimas de bullying” e diz-se, também, que Portugal pertence aos “países da OCDE onde essa prática concita maior número de queixas”. Sobre o grau de satisfação dos alunos com a escola, afirma-se que os alunos portugueses são dos que se sentem mais felizes. Mas, noutro quadro, só 12% dizem gostar muito da escola. E o perfil de felicidade referido contradiz, claramente, a opinião dos directores sobre o mesmo tema.
Se mudarmos de campo e passarmos para a discussão política dos últimos dias, sobre a evolução da economia e das finanças públicas, vemos o Governo a entoar hosanas à execução orçamental apurada no fim de Agosto (o défice fixou-se em menos 81 milhões quando comparado com Agosto de 2015). Mas se olharmos para o processo que nos trouxe a este défice melhorado, que vemos? Que até ao fim de Agosto o Estado cobrou em receitas (impostos, basicamente) 49,2 mil milhões de euros (mais 622 milhões relativamente a Agosto de 2015) e gastou 53,8 mil milhões (mais 541 milhões relativamente a Agosto de 2015). Assim, o défice das contas públicas, que em Agosto de 2016 se fixou em 4,6 mil milhões, melhorou em termos homólogos porque a carga fiscal aumentou, independentemente de qualquer juízo de valor sobre a natureza dos impostos que subiram e sobre a mudança de critérios para distribuir a riqueza.
O problema da nossa política é a incapacidade persistente em tomar como dialogantes as perspectivas diferentes, de modo a gerar entendimentos mínimos sobre o que é essencial. E assim vivemos, seja na Educação, seja na Economia, em ciclos de mudanças políticas que primam pela lógica primária de substituir o que se encontra pelo seu oposto, com a promessa recorrente de amanhãs que cantarão e a estratégia gasta de transformar a realidade no interesse partidário.
In “Público” de 5.10.16

 

 

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Culpa de Quem?

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Dos sucessivos governos que olharam para a classe docente com desrespeito, apesar de todos eles dizerem o contrário dos actos que foram praticando ao longo dos últimos 11 anos.

E não tem nada a ver com o perfil da classe, como Fernanda Câncio tenta demonstrar. Mas também não duvido que ela própria saiba as razões que levaram a este sentimento geral na classe docente.

Um bom dia do Professor!

 

 

Faltam professores com boa disposição e alegria

 

 

 

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