Escolas de Futuro

Hoje destaco o livro “Escolas de Futuro – 130 Boas Práticas de Escolas Portuguesas” de Álvaro Almeida dos Santos, Ana Rita Bessa, Diogo Simões Pereira, João Paulo Mineiro, Luís Leandro Dinis e Teodolinda Silveira.

Podem verificar as temáticas do mesmo, consultando o seu índice AQUI.

Tenho, várias vezes, tornado pública a minha indignação pela obsessão do Ministério da Educação e Ciência pelo domínio da administração educativa, desligando completamente o seu discurso do âmbito de questões essenciais, com implicações bem mais diretas no ensino/aprendizagem das nossas crianças, jovens e adultos. Este livro é um exemplo concreto de algumas temáticas onde a tutela, e restantes atores educativos, deveriam centrar a sua preocupação, e o seu discurso.

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Destaco ainda, paralelamente, nesta rubrica, a obra do escultor basco Jorge Oteiza, um dos grande mestres do abstracionismo geométrico espanhol.

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Conjuntamente com Eduardo Chillida, foi um dos escultores que mais me influenciou na minha obra escultórica, sendo também os seus escritos uma grande referência para todos os estudantes de arte e artistas.

Poderão visitar a sua fundação na aldeia de Alzuza (a 9 km de Pamplona) ou o website da mesma AQUI.

Link permanente para este artigo: http://www.arlindovsky.net/2015/02/escolas-de-futuro/

2 comentários

    • Carlos P. Pontes on 21 de Fevereiro de 2015 at 22:03
    • Responder

    tenho pena de ver um professor, lutador, vir aqui fazer propaganda de um livrinho cheio de lugares comuns e pedagogias de merceeiro. Para cúmulo, faz publicidade a uma associação de interesses obscuros, como se pode avaliar pelos cromos que estão nos órgãos socais
    http://www.epis.pt/quem-somos/orgaos-sociais

    claro que podia dar-lhe para pior, por exemplo, para fazer propaganda ao BES e ao Ricardo Salgado… Mesmo assim.

      • Pedro on 22 de Fevereiro de 2015 at 16:07
      • Responder

      Deve ser preferível você continuar com a pedagogia de senso comum. É absolutamente lamentável que os profissionais (??) de educação sejam os primeiros a desvalorizar o saber específico da sua área de formação. Péssimo exemplo que contribui para o desvalorizar da classe docente… Com “professores” assim…

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