Janeiro 2015 archive

Notícias da Imprensa de Ontem

Com a minha justificação para as razões que levam os dois grupos de recrutamento, 100 e 240, a terem mais docentes em vias de entrar na requalificação.

dn 90

 

Diário de Notícias (30-01-2015)

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Nunca Estão Bem

… mesmo quando as coisas vão correndo bem.
 
Mas o mais chato é não terem ido para a requalificação uns largos milhares de docentes como sempre disseram que iam.
 
Assim, o Carnaval fica meio fraquinho.
 

MEC propõe aos professores solução que penaliza docentes, alunos e escolas e até o erário público

 

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E Se na Norma Travão Não Fosse Considerado o Mesmo Grupo de Recrutamento?

Depois de ter considerado haver 461 docentes a reunir as condições para a vinculação pela norma travão fiz vários estudos em colaboração com o Davide Martins para verificar a possibilidade de ser alargada a vinculação a mais docentes de forma a criar mais justiça nesta injusta regra.

Alguns dos estudos serão divulgados apenas no fim da próxima semana, mas deixo já um estudo que fizemos para o caso da vinculação não exigir que a colocação tivesse sido sempre no mesmo grupo de recrutamento.

 

Como se verifica no quadro seguinte, dos 461 docentes que identifiquei para essa vinculação, poderia ser alargado a 565 docentes caso a colocação no mesmo grupo de recrutamento não fosse uma das condições exigidas pelo MEC. Ou seja, apenas mais 104 docentes passavam a reunir essas condições.

Não é um alargamento muito grande e criava mais justiça numa regra que acaba por ser injusta, pois penaliza os docentes com mais habilitações em detrimento daqueles que apenas têm uma habilitação profissional.

Seriam essencialmente os grupos 910 – Educação Especial 1 e 110 – Primeiro Ciclo que veriam mais docentes abrangidos por essa eventual alteração.

 

estudo diana

No que respeita ao tempo de serviço em 31 de Agosto de 2013 destes 565 docentes teríamos a seguinte distribuição.
 

2005-2015 norma travao
 
A moda dos docentes a vincular pela norma situa-se nos 11 anos de serviço em 31 de Agosto de 2013, com 83 ocorrências.

Apenas um docente tinha nessa data menos de 5 anos de serviço e é do grupo 100 – Educação Pré-escolar.

Se existisse vontade do MEC em alterar a injusta lei da norma travão, podia em primeiro lugar retirar a condição dos 5 contratos serem no mesmo grupo de recrutamento. Não criava muita diferença nos números finais e ajudava a tornar mais justa uma regra discriminatória que penaliza quem tem mais habilitações profissionais.

 

Os vários estudos que estão a ser feitos são para levar ao MEC e a diversas reuniões com os diferentes grupos parlamentares com vista a algumas alterações nas regras actualmente existentes. Por essa razão, só após essas reuniões é que serão divulgados aqui no blog.

Se o MEC trabalhasse os dados como por aqui se tem feito ao longo dos anos acredito que não se cometessem os mesmos erros legisl

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Resumo da Semana 4 e Antevisão da Semana 5

Verifica-se um decréscimo de pedidos de horários nesta última semana que terá muito provavelmente acontecido para tentar resolver o problema dos docentes que ainda não tinham componente lectiva.

Com a resolução do problema até ao dia 2 de Fevereiro é provável que volte a crescer o número de pedidos a partir dessa altura.

 

 

semana4

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Comecei a Dar Muito Trabalho

… só por ter dito que os QZP não eram obrigados a concorrer ao concurso interno.

Mas parece que agora já todos percebem.

 

Julgo que seja só distracção, porque a legislação que diz isso tem quase um ano.

 

O Sindicato dos Professores do Norte tem vindo a ser contactado por diversos docentes procurando obter alguns esclarecimentos sobre os concursos.

 

Os docentes hoje colocados em QZP não são obrigado a concorrer para mudar (seja para outro QZP ou para quadro de Agrupamento). E, portanto, um professor colocado hoje num QZP do qual não quer sair, não vai a concurso. A querer concorrer, pode fazê-lo apenas a algumas escolas que lhe interessem. Mantendo-se em QZP, terá, no entanto, de concorrer a Mobilidade Interna para ficar depois colocado numa escola;

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“Animação, hoje é sexta!” (Filmes do NFB/ONF)

Hoje, que é sexta, há animação! Desta apresento-vos um dos estúdios de animação mais conceituados no mundo e dos que melhores curtas metragens de animação produz: o NFB – National Film Board (do Canadá).

Começamos, então, pela aldeia dos idiotas – Village of Idiots foi realizado em 1999 por Eugene Fedorenko e Rose Newlove. Esta é uma história absolutamente fantástica, superiormente animada e com muito humor, baseada num conto popular judaico e que narra a vida de Shmendrik que, cansado da sua terra (Chelm) decide partir em busca de conhecimento, levando-o para a sua nova Chelm, obviamente, um local muito parecido (igual?) à sua anterior Chelm. Deliciem-se com o humor da nova vida de Shmendrik e a sua proximidade, incomum, da sua antiga vida.

 

O segundo filme intitula-se Madame Tutli-Putli e foi realizado em 2007 por Chris Lavis e Maciek Szczerbowski. Esta animação conta a história da Madame Tutli-Putli que embarca num comboio noturno carregando todos os seus pertences, incluindo os seus fantasmas do passado. Ela viaja sozinha e encara, ao mesmo tempo, a bondade de alguns e o perigo iminente representado noutros. Enquanto amanhece, Tutli-Putli embarca numa aventura desesperada e metafísica vagando entre o real e o imaginário, confronta seus demónios numa corrente de mistério e suspense. Uma nota especial e digna de registo (depois perceberão a razão) vai para Jason Walker que criou os olhos da Madame Tutli-Putli.

 

A terceira animação é: When the Day Breaks. Realizada por Amanda Forbis e Wendy Tilby em 1999, esta animação conta a história de um galo e um porco. Pelo pequeno-almoço, o galo descobre que apenas tem um biscoito para o seu café matinal e o porco, ao preparar o seu repasto com restos de cascas de batata do lixo, descobre que precisa de leite para as preparar. É quando vão ao supermercado que a vida destas duas personagens se cruza num caminho comum, Um limão cai no esgoto… e aí, ambas as vidas são alteradas. A não perder.

 

Aqui ficam as propostas desta semana. Muita animação, afinal, hoje é sexta!

Para a semana que vem há mais!

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Novidades da Nova DGAE

O calendário voltou a funcionar.

Apesar de ser uma pequena mudança é um bom sinal. Sinal que as datas passaram a ser importantes.

 

 

 

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Vagas Positivas e Negativas para o Concurso Interno

Como hoje é o último dia para as escolas apurarem as vagas positivas e negativas por grupo de recrutamento (desconheço se o prazo será prolongado) fica novamente neste post o formulário para serem indicadas as vagas pedidas pelas escolas/agrupamento de escolas, na aplicação das necessidades permanentes.

Para além das vagas positivas (1º quadro) e negativas (2º quadro) é pedido que indiquem o número de docentes que reúnem as condições para a vinculação ao abrigo do número 2 do artigo 42 do DL 132/2012, alterado pelo DL 83-A/2014.

Os dados por escola serão confidenciais e apenas farei uso de dados por QZP, pelo que ficará salvaguardada a confidencialidade dos dados introduzidos.

Se em 2013 houve por parte do MEC manipulação das vagas positivas, este quadro poderá servir para o comprovar quando forem publicadas as vagas no aviso de abertura do concurso interno se voltar a verificar-se essa manipulação de vagas.

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Vamos Ver se Acerto na Fada de Hoje

… porque a de terça-feira disse-me os números ao lado.

 

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Crónica de Vasco Pulido Valente

 

A estupidez à solta

Dezenas de analfabetos que gostam de se dar ares fizeram um escândalo com o aparente excesso de erros de ortografia, pontuação e sintaxe dos 2490 professores que se apresentaram à “Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades” (PACC). Deus lhes dê juízo.

 

Para começar, não há em Portugal uma ortografia estabelecida pelo uso ou pela autoridade. Antes do acordo com o Brasil – um inqualificável gesto de servilismo e de ganância –, já era tudo uma confusão. Hoje, mesmo nos jornais, muita gente se sente obrigada a declarar que espécie de ortografia escolheu. Pior ainda, as regras de pontuação e de sintaxe variam de tal maneira que se tornaram largamente arbitrárias.

 

Já para não falar na redundância e na impropriedade da língua pública que por aí se usa, nas legendas da televisão, que transformaram o português numa caricatura de si próprio; ou na importação sistemática de anglicismos, derivados do “baixo” inglês da economia e de Bruxelas.

 

De qualquer maneira, a pergunta da PACC em que os professores mais falharam acabou por ser a seguinte: “O seleccionador nacional convocou 17 jogadores para o próximo jogo de futebol (para que seria?). Destes 17 jogadores, 6 ficarão no banco como suplentes. Supondo que o seleccionador pode escolher os seis suplentes sem qualquer critério que restrinja a sua escolha, poderemos afirmar que o número de grupos diferentes de jogadores suplentes (é inferior, superior ou igual) ao número de grupos diferentes de jogadores efectivos.” Excepto se a palavra “grupo” designar um conceito matemático universalmente conhecido, a pergunta não faz sentido. Grupos de quê? De jogadores de ataque, de médios, de defesas? Grupos dos que jogam no estrangeiro e dos que, por acaso, jogam aqui? Não se sabe e não existe maneira de descobrir ou de responder. O dr. Crato perdeu a cabeça.

 

Na terceira pergunta em que os professores mais falharam, o dr. Crato agarrou nas considerações tristemente acéfalas de um cavalheiro americano sobre “impressão e fabrico” de livros. Esse cavalheiro pensa que há “livros em que a beleza é um desiderato” (ou seja, a beleza do objecto) e outros “em que o encanto não é factor de importância material” (em inglês, “material” não significa o que o autor da PACC manifestamente julga). E o homenzinho acrescenta pressurosamente: “Quando tentamos uma classificação, a distinção parece assentar entre uma obra útil e uma obra de arte literária”. A obra de arte pede beleza ao tipógrafo (ao tipógrafo?), a obra útil só pede “legibilidade e comodidade de consulta”. Perante este extraordinário cretinismo, a PACC exige que os professores digam se o “excerto” “ilustra” os dois termos de uma comparação, o primeiro, o segundo ou nenhum deles. Uma pessoa pasma como indivíduos com tão pouca educação e tão pouca inteligência se atrevem a “avaliar” alguém.

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