Idade dos “Elegíveis” ao CEE

Por curiosidade resolvi elaborar o quadro com a idade dos docentes das 1954 candidaturas que se encontram enquadradas nas vagas do Concurso Externo Extraordinário de 2014.

O docente mais novo terá 30 anos em 1 de Setembro de 2014 e o mais velho terá 69 anos de idade.

A idade com mais ocorrências neste quadro são os 37 anos.

Acima dos 60 anos de idade existem 15 candidaturas com possibilidade de vinculação.

Para quem falou recentemente em meter sangue novo no ensino…

 

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13 comentários

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  1. E os que vão ficar de fora? Eu conheço vários casos com mais de 20 anos de serviço no ensino oficial sem interrupções e com mais de 50 anos de idade que vão ficar de fora e concorreram a todo o país. Basta analisar o grupo 430 depois da publicação das listas de colocação. Isso é que é grave, no entanto vão vincular nesse grupo professores com mais de 20 anos de serviço mas apenas com 3 ou 4 anos no público. Na primeira proposta do ministério eram necessários 4 anos no ensino oficial, apareceram as eminências dos sindicatos e logo de seguida se salvaguardaram as clientelas baixando o número de anos exigidos de quatro para apenas um.

    • Hermínio on 10 de Julho de 2014 at 9:41
    • Responder

    Os docentes do ensino privado também são professores. Se não o fossem, o legislador não os considerava como tal. Se queremos que, só no ensino público conte o tempo de serviço, então é necessário alterar a lei e considerar aqueles, como outros profissionais (encontre-se uma designação diferente). De outra forma, e cumprindo a lei, não vejo onde possa estar o problema.

      • Carlos Plágio on 10 de Julho de 2014 at 22:33
      • Responder

      Se não vê onde está o problema, então não está a ver bem… Quem vê os professores do privado serem selecionados sem qualquer tipo de concurso, sem critérios claros, vê bem a diferença em relação ao público. E que tal reservar lugares para os professores do público nas escolas privadas que são financiadas pelo estado (em termos proporcionais ao financiamento)?

    • Supeprof on 10 de Julho de 2014 at 10:09
    • Responder

    Acontece, caro Hermínio, que os professores que estiveram anos a fio no ensino privado, certamente, trabalhando AO LADO DE CASA (sei perfeitamente que a opção pelo ensino privado tem 2 objetivos: boa remuneração e trabalhar ao lado de casa) e conseguiram-no com “CUNHA” (portanto, não estão sujeitos a uma lista ordenada) e não tiveram de fazer sacrifícios. Enquanto os professores do ensino público estiveram, certamente, anos a fio a trabalhar longe de casa, fazendo centenas de quilómetros, deixando a família, tendo imensas despesas, etc, etc, etc…..
    É ESTA A DIFERENÇA. Realmente, deveria haver duas carreiras paralelas ou haver distinção entre os professores “chiques do privado” e os “professores do povo”. Porque agora os professores “chiques do privado”, que já têm muitos anos de serviço no privado, podem ingressar na carreira do povo, sendo colocados ao lado de casa. E assim, tiveram sempre a sua vidinha “feita” sem muitos sacrifícios. MARAVILHA, hein?
    Haja JUSTIÇA.

    E falando com honestidade, não me importava de ter agora uma cunha no privado para deixar de fazer os 150km diários que estou a fazer!


    1. Competência não é proporcional à distância de casa, penso que só a experiência profissional pode dar isso. Mas se não concorda pode sempre sempre fazer uma petição para que a distância de casa em kms seja incluída no cálculo da graduação profissional. Quanto às cunhas, a maioria não está por cunhas, apenas se sujeita a salário inferior.

        • Supeprof on 10 de Julho de 2014 at 23:39
        • Responder

        Só papaias. Meu caro os factos são: os professores do privado são admitidos por cunha, trabalham ao lado de casa, têm remuneração à parte e, mantendo-se a cunha, mantém-se o horário completo anual durante os anos que quiserem.
        Os professores do público são admitidos através de uma lista ordenada, trabalham numa qualquer escola deste país, têm o salário cada vez menor e, caso não haja oportunistas do privado a passar à frente, caso o MEC não faça cortes na despesa, caso… etc, etc… poderão, ou não, ter horário completo anual.
        Acontece que quando os professores do privado querem dar aulas no público basta “meterem-se” na lista ordenada e passarem à frente de todos. Porque o MEC agora permite. Honestamente, não é uma INJUSTIÇA?!

          • Rui on 7 de Agosto de 2014 at 23:19

          Pois, mas esses factos não estão bem. Muitos entram, não por cunha, mas porque se sujeitam a salários de 600 ou 700€! Assim, para ganharem um pouco mais (mesmo com essas reduções salariais) esses “oportunistas” concorrem ao público na 3ª prioridade. Honestamente, não é injustiça! O errado é alguns professores pensarem que existem professores de primeira, segunda ou terceira categoria… Concordo que o MEC escolha os melhores, não concordo que estes sejam os que trabalharam só no público.

    • THIS MORTAL COIL on 10 de Julho de 2014 at 10:34
    • Responder

    O que é do público é do público o que é do privado é do privado No concurso nacional só deviam concorrer docentes do público essa era a justiça.O ensino precisa de sangue novo e novas ideias no que concerne ao ensino.Disse.

      • João on 10 de Julho de 2014 at 16:12
      • Responder

      É obvio! Numa empresa privada é impensável que alguém que nunca lá trabalhou vá desempenhar um cargo igual ao de outro trabalhador que lá trabalha há 20 anos com profissionalismo. Como é que alguém de fora desconhecido sem provas dadas pode ir desempenhar as mesmas funções? Só se for no país das maravilhas. Se isto não é plausível no setor privado como é que pode ser Estado?

    • Lúcia on 10 de Julho de 2014 at 16:21
    • Responder

    O tempo de serviço no ensino privado não deveria contar para o ensino público, se conta, também o tempo de serviço dos funcionários das escolas privadas deveria contar para os concursos para assistentes administrativos às escolas públicas, e não é isso que acontece. Portanto cai por terra a teoria de que todos somos professores e que temos os mesmos direitos tanto no público como no privado. Somos iguais sim, mas na função e temos os nossos direitos gerais, mas os direitos são diferentes no espaço onde trabalhamos.


  2. Olá. Vejo colegas com 68 e 69 anos. Onde está a reforma?

    • mussulosemtugas on 10 de Julho de 2014 at 17:14
    • Responder

    olha i dipois és os branco qui tem esperto no cabeça….Xi mãe ué branco tuga é mesma mierda di sempre.Anda a inganar ubns aos outro…chi basta ver qui si trabalha para o istado num é a mesma coisa qui trabalhar nos iscola lá du bairro para ficar pertinho di casa.Quando convém fica no escola piquinino a dar todos os aula e nem vai lá ninguém si sabe insinar os jiminu.Assim quando enteressavai ter com os sindicalista da camisa quadrada e com os bigode como si era cipaio e leva um prenda Intão os sindicalista vai comer com o ministro numa tabanca di lucho ediz dá o escola ao professor xicoesperto.Os outros qui andou sempri a correr os caminho di cabra para xigar no escola vai nos desemprego pidir o esmola, porque agora já num tem os lugar qui foi ganhado pelo profissor xicoesperto qui sempre isteve no escola do pe da casae juntou os fortuna porque não pagou petroil para ir por caminho dicabra.Eu também ser o xicoesperto era mainato e agora sou adiministadori do loja de diamantes.Como ganho muito dinheiro vou comprar os curso na universidade onde até as ervas chega a ministro

    • Marmelo on 10 de Julho de 2014 at 23:37
    • Responder

    Moda = 37 anos
    Média = 41,3 anos
    15 docentes com mais de 60 anos…

    Sem dúvida, o sangue novo no ensino que o Ministro apregoava!

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